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SAFE por Howtosavealife

Ver comentários: 2

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Palavras: 2720
Acessos: 1533   |  Postado em: 23/03/2020

Primeira Impressão

O inverno já batia na porta, em menos de uma semana começaria a nova estação, mas o Rio de Janeiro parecia desconhecer essa palavra que remetia ao frio. Luísa bufou enquanto olhava pro termômetro marcando 34 graus na Avenida das Américas, já estava levemente desesperada em ter que sair dos 20 graus de dentro do seu carro para poder instalar os equipamentos de segurança na casa da sua nova cliente. Não demorou muito para entrar num condomínio de classe média alta, depois de passar por duas cancelas, e tocar a campainha da casa de faixada branca com um pequeno canteiro de girassóis bem perto do portão da garagem. Sorriu, aquela era sua flor favorita. 

- Oi?! Tudo bom, você deve ser a segurança né? Pode entrar moça! - falou apressada uma mulher que Luísa por alguns segundos jurou ter metade da sua altura. 

- É sou eu sim senhora. Você deve ser a outra moradora da casa... Camila certo? 

- Senhora? Guria... tá louca? - riram juntas - Mas sou eu sim. 

- Desculpa é costume ... Guria? Já vi que tenho uma conterrânea aqui... Aliás me chamo Luísa. 

- Prazer ... Quer dizer que também é gaúcha? 

- Sou sim de uma cidade pequena, como dizem os cariocas sou raiz. 

- Aí que ótimo agora tenho companhia pro Chimarrão, Clarinha vai ficar louca... Ela não entende como eu tomo coisa quente na praia nesse calor aqui do Rio. 

- Ninguém entende a gente. 

- Vem cá deixa eu te mostrar a casa. A Clara só deve chegar na segunda de noite, então tem tempo pra arrumar tudo sem ela dando pitaco. 

- Ok - continuaram andando pelo pequeno jardim, passando pela piscina. 

- Oh quem tá aqui, o outro morador da casa - Camila comentou enquanto um cachorro se aproximava com uma pelúcia na boca. 

- Aah que fofinho - se abaixou pra fazer um carinho na pequena bola de pelos - Como chama? 

- Tokyo... ele é de boa... só não começa a brincar com ele agora se não vai ficar até amanhã fazendo a mesma coisa... ele não tem limites. 

- Você é fofo demais Tokyo - continuou alisando o cachorro - Tokyo é por causa da casa de papel? 

- É sim a Clara é fã - riram - Vem vou te mostrar a casa. 

Camila mostrou todo primeiro andar que constituída em sala, sala de estar, cozinha, quarto de empregados, despensa, banheiro, um pequeno quintal na parte dos fundos e claro a parte da frente com piscina por onde elas haviam entrado. 

- Bom já aqui em cima a gente tem, o quarto da Clara e mais 3, um escritório que ela usa como sala de estudo e a subida pro sótão... Clara me mandou mensagem pedindo pra ti pôr lá, ela acha o quarto de empregados muito pequeno... Bom eu tô morando aqui até o fim desse mês, então se quiser mês que vem pode ficar no meu atual quarto. 

- A casa não é muito grande pra ela morar sozinha? 

- Sim - riu - Ela não gosta muito mas a família já tinha essa casa e quando veio pro Rio ficou nela... de qualquer forma sempre tem alguém por aqui, os outros dois quartos têm coisas do irmão dela, da tia, dos pais... enfim. 

- Você mora muito tempo aqui? 

- 1 mês só, Clarinha tá me ajudando na verdade. Resumindo minha triste história de vida... meu querido vizinho fez uma obra mal feita estourou o encanamento do apartamento dele e de quebra quase imundou o meu por completo. Acabou mofando umas coisas e teto de gesso caiu, ele tá pagando tudo mas a reformar ficou em 2 meses e alguns dias... e aqui estou de favor. 

- Sorte a sua ter alguém pra ajudar... eu acho que já vou começar a instalar os equipamentos, ok? 

- Pode ficar à vontade, eu vou ficar lá sala vendo umas séries, se precisar de qualquer coisa me avisa. 

A segurança passou a manhã toda colocando câmeras, parando somente depois de muita insistência de Camila para que almoçasse com ela. Depois voltou ao trabalho colocando os sensores de luz, movimento e alarmes. Já era bem tarde quando se arrumou para ir pra casa. Voltaria no dia seguinte já com algumas coisas pessoais. 

Domingo de sol e trabalho. Já tinha passado da hora do almoço quando Luísa chegou novamente na casa com três caixas com suas coisas. 

- Boa Tarde - falou Camila assim que abriu a porta. 

- Boa. 

- Olha já fiz suas chaves e o controle da garagem, fui na praia hoje cedo e aproveitei pra passar no chaveiro, nem acreditei que tava aberto em pleno domingo. 

- Ah obrigada. 

- Deixa eu te ajudar a levar as coisas lá pra cima. 

Não demorou muito tempo pra duas arrumarem rapidamente as coisas no sótão, conversavam sobre suas vidas e coisas bobas do dia a dia. Era inegável que tinham se dado bem, certamente em outras circunstancias já seria super amigas. 

- Até que ficou legal hem  - disse olhando para o ambiente, com telas, computador, um pequeno cabideiro com roupas da segurança e um colção -   e já vou logo avisando quando Clara chegar ela não vai gostar nada nada de você ter trago colchão inflável. 

- Eu juro que é confortável... tá ótimo esse aqui. 

- Sei... enfim... eu tô de saída vou levar o Tokyo pra passear ... na verdade vou dá um rolê com o vizinho e os cachorros foram a desculpa - riram - Não devo demorar muito e quando voltar vou dormir um pouco. 

- Ah Camila deixa eu perguntar... o Mike me mandou alguns arquivos sobre a Ana Clara, basicamente um pouco da rotina dela, só que é bem vago, claro que ainda vou conversar com ela e ver um forma de isso não ser uma situação tão pesada mas - amarrou o cabelo num coque e disse meio receosa - Alguma dica de como agir com ela? 

- Só não queira mandar nela - riu - Se por um acaso você tiver uma listinha de coisas que ela não vai poder fazer mais... rasga ela agora. Fora isso Clarinha é um amor mas digamos que ela seja um pouco mimada e não aceite muito bem a palavra não. 

- Entendi... eu acho. 

- Bom já vou indo. 

- Tá bem ... bom encontro - brincou. 

Ana Clara por sua vez decidiu voltar mais cedo pro Rio, queria ficar um tempo só antes da nova inquilina chegar e precisava urgentemente conversar com sua melhor amiga. 

- Até que enfim você chegou - Dominique falou apresada enquanto abria a porta do seu apartamento dando passagem pra mineira entrar - 14:00 e eu ainda nem almocei. 

- Oi pra ocê também... ridícula. 

- Draaamatica, entra logo pow. Que eu tô com fome e morrendo de curiosidade carai. 

- Ai Nic eu nem sei por onde começar ... mas aceitou que seja pelo por um prato de strogonoff - brincou sentindo o cheiro que vinha da cozinha. 

Ana Clara conheceu Dominique ainda na infância, a carioca havia se mudado pra BH na mesma época em que ela, e mesmo com uma diferença de quase 10 anos de idade, a mineira sempre considerou-a sua melhor amiga. A loira acabou se formando em medicina e voltando pro Rio, e foi quem mais apoiou a morena quando ela decidiu também se mudar. Agora Clara estava ali, mais uma vez precisando do ombro amigo que sempre a tranquilizava e a fazia rir. 

- Então - pegou mais uma colherada do sorvete - Dá pra bonitona começar a me contar? Tá todo mundo bem? 

- Ai Nic - coçou a cabeça - Tá e não tá... vou tentar resumir, assim tá todo mundo bem ninguém tá doente não, Graças a Deus... 

- Mas... 

- Mas tão ameaçando minha família, atiraram no carro do Bernardo... véi cê tem noção do que é isso? 

- Ana Clara- colocou a mão na boca - Que loucura. Ele tá bem? Já sabem que foi? 

- Tá sim foi só um susto... o problema é esse não sabem quem foi e o pior fizeram várias outras coisas, tacaram fogo nuns trem lá, mataram os cavalos ... 

- PUTA QUE PARIU! 

- E por conta disso amanhã euzinha vou começar a ter um segurança particular 24 horas por dia. 

- Você tá de câo - deu uma gargalhada e foi repreendida com um olhar - Desculpa não segurei. 

- Não caralh* eu não tô brincando - bufou - Dominique eu tô a ponto de chorar com tudo isso. Cê imagina eu andando com uma sombra? 

- Não mesmo - pensou um pouco - mas olha pode ser legal viu? 

- Como uma coisa dessas pode ser legal Dominique? Cê é maluca? 

- Ai amiga você já viu aquela série da Netflix Bodyguard? O ator é um gostoso, vai que seu segurança é o próprio David Budd... hem.. meu digníssimo noivo que me perdoe mas eu não ia me importar não - riu - Ai já estou te imaginando no próprio filme o guarda-costas.... tô até escutando a Whitney cantar. 

- Dominique - gargalhou - Você é maluca real... lamento acabar com seus sonhos românticos mas meu segurança na verdade é minha segurança. 

- AFF que ódio, mas eu aposto que foi seu irmão que escolheu... aquele estraga prazeres. 

- Foi ele mesmo - riu - Ele achou que eu ficaria mais confortável. 

- Ah tá bom que foi por isso... Tô triste agora. 

- Você não existe viu.... Ai ai deixa eu avisar Camilinha que eu já cheguei no Rio. 

Depois que o sol se pôs a mineira decidiu ir finalmente para casa e descansar um pouco. Não demorou mais que 15 minutos da casa da amiga até o momento em que apertou o botão da garagem e colocou seu carro para dentro. Assim que passou pelas portas de vidro da sala, chamou pelo cachorro. 

- TOKYO... Bebê cheguei - bebeu um pouco de água e subiu as escadas - Camila? - chamou assim que chegou no corredor. 

Não tendo resposta deduziu que ambos estão dormindo no quarto da gaúcha e seguiu para seu cômodo, deixando a mochila no canto enquanto se jogava na cama. A segurança por sua vez tinha observado pelas câmeras a chegada antecipada, assim como Camila tinha lhe informado horas antes, da sua cliente e decidiu descer para ser apresentar. Ana Clara acabou escutando os passos vindo da escada que davam pro sótão e foi até o corredor imaginando ser sua amiga. 

- Miga ... Tokyo tá con - a frase morreu - AAAAH - gritou alto quando viu uma mulher desconhecida parada no fim do corredor. 

O impulso veio antes de qualquer apresentação que Luísa pudesse pensar em fazer, já estava com uma mão esticada quando viu um objeto vindo em sua direção, só teve tempo de desviar e escutar os barulhos de vidro se partindo bem atrás de si. 

- Ei?! - Disse em espanto e arregalou os olhos ao notar que a morena vinha em sua direção agora com uma raquete de matar mosquito em punho - Calma aê ... calma aê 

- CÊ ACHA QUE EU TENHO MEDO ... CÊ PODE SAINDO DA MINHA CASA - se aproximava rapidamente enquanto a outra levantava os braços pra se defender das raquetadas. 

- GUUURIA CALMAAA Aí ai - tentava manter a raquete longe com um dos braços pra poder tentar tirar com a outra mão. 

O barulho foi mais que suficiente para tirar Camila da cama e ir correndo até o corredor e se deparar com aquela cena que ela não estava entendo muito bem. 

- Ana Clara VOCÊ TA FICANDO DOIDA ? - a baixinha gritou e a distração foi o suficiente para dar tempo da segurança tirar a raquete da mão da mineira. 

- Camilinha corre e chama a polícia - disse indo pra trás assustada agora que estava "desarmada" 

- SUA DOIDA... Quer parar? Essa é a Luísa ok... Se liga! 

- Ham? - pensou por mais alguns segundos até processar a informação e começar a morrer de vergonha - AAH ... a segurança? 

- A própria - levantou a mão e deu sorriso meio sem graça. 

- É... - a mineira simplesmente não sabia o que dizer e sentia seu rosto queimar de tanto constrangimento. 

- Que mico miga - Camila gargalhou. 

- Véi... - ainda ficou alguns segundos parada até dar uns passos para frente e estender a mão pra gaúcha - Prazer Luísa e desculpas... 

- Tá tudo bem - apertou a mão da outra mulher mas deixou escapas um som de dor - ssh ai ... 

- Ai que merd*... sua mão - disse quando percebeu um pouco de sangue no dorso da mão que tinha apertado - Luísa desculpas desculpas mil desculpas... Camilinha onde tá aquela maletinha de remédio e curativos? 

- No banheiro lá de baixo. 

- Tá ... tá - pensou rápido e puxou a segurança pela outra mão e andou em direção as escadas - Vem aqui comigo, vamos pô um trem ai e um curativo. 

- Não preci... 

- Precisa sim - continuou puxando até chegarem na cozinha - Senta aí - apontou para uma cadeira na bancada da cozinha e foi buscar a maletinha. 

- Esqueci de comentar que ela é mandona - disse Camila rindo logo depois que terminou de descer a escada - Ela só vai sossegar quando comprar uma tipoia de braço pra ti - os olhos azuis da segurança se arregalaram. 

- Pronto voltei - sentou na frente da segurança e colocou as duas mãos nos olhos enquanto abaixava a cabeça e morria de rir - Eu tô literalmente rindo de nervoso... Nossasinhora porque essas coisas acontecem cumigo - levantou o olhar - Desculpas novamente Luísa. 

A gaúcha prendeu a respiração e só conseguiu responder depois de alguns segundos um quase inaudível "deixa disso guria". Agora finalmente frente a frente da sua nova "protegida" pode perceber o quão bonita ela era, isso a deixou mais sem jeito do que toda aquela situação louca que estava acontecendo minutos antes. Sentiu o braço arrepiar quando Clara puxou seu pulso para passar álcool no pequeno ferimento na mão, poderia ser por conta do álcool? Poderia, mas o rosto corou junto e um alarme interno no seu cérebro sinalizou "PROBLEMA PROBLEMA", agora era ela quem soltava uma risada de nervoso, disfarçou rápido graças ao curativo temático que a outra acabara de pôr na sua mão. 

- É sério? Eu vou ter que usar um curativo da Cinderela? 
- Tem da Yasmin, da Pequena Sereia e da Bela cê preferir - riu e continuou falando baixinho - Foi Camila que comprou... só tem esse aqui em casa! 
- Bah Ana Clara largue de ser mentirosa - se defendeu da outra enquanto procurava alguma coisa no armário da cozinha - A senhorita que compra essas coisas de criança. 
- Eu nada - Clara riu e pego um spray pra pancada na maleta - Quer passar? Cê é bem branca né? Ajuda a não ficar roxo... 
- Pode ser ... você tem a mão pesada hem?! Tem certeza que precisa de segurança? - brincou. 
- Nada verdade eu acho que não preciso mesmo, agora então... era só andar com minha super raquete por aí - riram e passou o spray nos antebraços da segurança - Mas sério ... desculpa de verdade, acho que essa história mexeu comigo e quando te vi parada no meio do corredor me bateu um medo tão grande que sei lá... não que você tenha cara de sequestradora ... só me desesperei e não raciocinei direito... e você não ia só começar amanhã? 
- Ah sim... hoje eu só vim deixar umas coisas e terminar de instalar os sistemas de segurança. Você só chegaria amanhã também né? 
- Sim mas acabei antecipando e avise Camilinha ... aliás amiga você não viu minhas mensagens não? Podia ter me avisado que a Luísa tava aqui né? 
- Vi sim e respondi, você que pelo visto não viu. 
- Hum - pegou o celular e viu que não tinha nenhuma mensagem - Meu 5g deve ter dado problema, que hora pra não receber uma mensagem hem?! - brincou - Mas o que você tanto procura ai nesse armário menina? 
- Milho, você viu? Queria tanto uma pipoquinha! 
- Só tem saco fechado na despesa, ai também quero... cê aceita Luísa? 
- Ah não brigada... eu vou terminar de instalar as coisas no sotão e mais tarde eu explico pra você como funciona as coisas. 
- Tá ok. 
- Deixa eu ir subindo. 

A segurança subiu olhando pro seu "curativo" rindo e balançando a cabeça. Enquanto a outra passava as mãos pelo rosto, igualmente rindo e pensava o porque dela pagar tanto mico na vida. Pode-se dizer que antes uma primeira impressão divertida  do que uma primeira impressão ruim.     

Fim do capítulo


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Comentários para 2 - Primeira Impressão:
Master
Master

Em: 31/03/2020

Kkkkkk que primeiro encontro heim, luiza pelo visto já gostou.


Resposta do autor:

já sim hehe

Responder

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Naty24
Naty24

Em: 25/03/2020

Lkkkk

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