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SAFE por Howtosavealife

Ver comentários: 3

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Palavras: 2835
Acessos: 1989   |  Postado em: 22/03/2020

Venturi

A poeira do chão de terra batida subia conforme a Land Rover preta passava a toda velocidade pelos mais de 300 hectares repletos de café. Ana Clara Venturi seguia apressada rumo a fazenda de sua família, já faziam quase 13 horas que estava dentro daquele carro e mesmo tento parado para dormir na casa de seus pais em Belo Horizonte, suas pernas e costas reclamavam. Saiu cedo da capital mineira na intenção de chegar em sua cidade natal, Patrocínio, na hora do almoço e matar toda a saudades da comida da Dona Telma. 

- Cê qué para de correr tanto?! Ana Clara pelo amor de Deus eu quero chegar viva lá sô - falou Carolina no banco do carona. 

- Eu tô morta de fome uai - olhou pra prima com os olhos arregalado - Cê me atrasou toda ... dá próxima vez eu não te trago... chata. 

Clara gargalhou, amava implicar com sua prima, que mais parecia uma versão em miniatura sua. Havia passado na escola da menina minutos antes para seguirem ao encontro dos avôs. 

- Ei ...  Kerol - chamou atenção da menina que mexia no celular - Cê sabe que tanto vovô e vovó querem falar comigo? 

- Uhum - não deu atenção e seguiu mexendo no celular - E não vou te contar! 

- Sua traidora - bufou. 

- Olha nem seus pais quiseram te contar e não vou ser eu a doida que vai... num tô afim de aturar seus surtos não. Vou deixar seu Enrico encarregado disso. 

Ana Clara revirou os olhos, odiava aquele mistério todo. Saiu do Rio as pressas na quinta de tarde depois da ligação de Dona Telma, desde então nas últimas 13 horas sua cabeça era um mantra da frases que sua avó falou "Oia meu amor... ninguém morreu e ninguém tá doente, só vem... eu e seu vô precisamos conversar com ocê" talvez era a única coisa que lhe mantinha calma naquele momento. 

Já conseguiam avistar o casarão no final do horizonte e a cada metrô percorrido pelo carro a figura na porta se tornava mais clara. A morena sorriu ao identificar a pessoa e não tardou muito até o carro estacionar e se jogar nos braços do irmão. 

- Caipira... que saudades - abraçou apertado o homem bem mais alto que chegava a levar ela do chão. 

- Princesinha - gargalhou - Só assim pra bunita aparecer por essas bandas. Vamu entrar que tô cheio de fome. 

Era engraçado observar os dois juntos, não pareciam irmãos em nada, mas se amam mais que tudo. Bernardo o primogênito da família acabará de completar 28 anos, era apaixonado pelo campo, passou os piores anos da sua vida em BH e assim que terminou a escola voltou a morar com os avôs e dali em diante começou a administra as plantações junto com Enrico. Ana Clara ainda era muito pequena quando foram pra capital e sempre amou a cidade, nunca se interessou pelas plantações e o máximo que gostava da fazenda era passar os fins de semanas recebendo o carinho dos avôs, o fato de poder andar de motocross e o pôr do sol no alto do morro dos girassóis. Fora as diferenças físicas, os olhos verdes e cabelo loiro do Bê, contrastavam com os olhos mel e cabelos negros da Clara. Ela havia puxado completamente as características do pai e já ele da mãe. 

- Ei seus dois mortos de fome - Carol chamou atenção - Vovó tá chamando pro almoço - disse a caçula da família, que tinha passado direto pra casa assim que saiu do carro. 

O almoço transcorreu bem e um clima de felicidade, Clara já estava 2 meses sem ver os avôs então antes de qualquer coisa, ela só queria matar as saudades, mas não tardou muito para o assunto entrar em questão. 

- Estamos contente de estar aqui meu amor, chegou a tempo de provar os chocolates do teu irmão, o primeiro lote saiu da fábrica ontem - disse Telma contente na nova empreitada do neto - Tem até um em homenagem a você. 

- Vó é surpresa uai - repreendeu Bernardo. 

- Medo disso ai - a morena levantou a sobrancelha - Fico feliz por você irmão ... mas não é por isso que estou aqui é vovó?! 

- Não Ana Clara... acho melhor irmos até o escritório - interveio Enrico. 

- Agora que eu quero ver - comentou Carolina enquanto os dois deixavam a mesa - Ela vai surtar não vai?! 

- Ah se vai - comentou o homem loiro. 

Os dois caminharam até o escritório que ficava ao fim do primeiro andar do casarão. Ao chegarem no cômodo quase todo de madeira, o homem mais velho sentou atrás da enorme mesa e sua neta se colocou na cadeira frente esperando o que de tão importante ele tinha a dizer. 

- Algumas semanas atrás a gente recebeu umas cartas aqui na fazenda, na fábrica de café e na cafeteria da sua mãe em BH... nada que fizesse sentido, não considerei nem que fosse uma ameaça cê quê sabe - deu de ombros - Pensei que poderia ser uma brincadeira de mal gosto de algum zé ninguém, uns 20 anos atrás um fazendeiro fez algo parecido comigo... mas ai alguém entrou aqui logo em seguida e envenenaram os cavalos - viu a neta arregalar os olhos mas se manter em silêncio - Muita coisa estranha aconteceu, coisas pequenas, até que o carro do seu pai deu problema e o mecânico disse que cortaram todos os cabos da parte elétrica, no mesmo dia acabaram atirando no carro do seu irmão... 

- O QUE? - interrompeu e ficou de pé - Como assim atiraram no carro do Bernardo?  E ninguém me avisou nada? - passou as mãos pelo cabelo preocupada - Ah mas esse caipira vai me escutar... 

- Eu pedi para ele não te contar, além do mais o que você poderia fazer menina? -  ponderou -  Agora sente-se porque tenho algo a lhe informar... devido a tudo isso, vamos reforçar a segurança em tudo que for desta família, as fábricas, a fazenda, as casas em BH, as lojas e as pessoas... todo mundo vai passar andar com um segurança e isso inclui você Clarinha. 

- Mas claro que não - disse rápido, quase que como um impulso. 

- Todos da família já sabem, todos estão de acordo e ... 

- EU NÃO ESTOU - falou um pouco mais alto do que deveria - Olha vó tô nem ai cê eles querem e aceitam isso numa boa, comigo num vai rolar não... 

- Isso não é um debate Ana Clara - a voz masculina atravessou as grossas paredes da grande casa em Patrocínio e cara de mineira foi ficando ainda mais fechada a cada palavra de Enrico Venturi - Como eu disse eu apenas estou lhe informando não pedindo sua permissão. 

A morena murmurou algum xingamento para dentro, aquilo era completamente inconcebível. Existem coisas que todos deveriam saber sobre Ana Clara Venturi: que ela defendia sua liberdade ferozmente, era completamente teimosa e não se dá nada bem com outras pessoas dizendo-lhe o que fazer. 

- Você consegue imaginar isso? Enrico pelo amor de Deus eu sai de casa com 18 porque num guentava mais prestar explicações pro meus pais ... meus pais... como sinhô quê que eu tenha que fazer isso pra um completo desconhecido? Dizer pra onde vou, com quem eu vou, porque eu vou... credo. 

- É temporário meu amor. 

- Eu não preciso de um guarda-costas, droga eu nem moro aqui... - argumentou Clara enquanto o homem mais velho olhava para uma foto de sua família que ficava em cima da grande mesa de carvalho daquele cômodo - Véi não é possível que isso tá acontecendo comigo - bufou. 

- Exatamente, você não mora aqui... querida não acha que por isso você não seria o alvo mais fácil? Fora todas essas modernidades ... só NossaSinhora sabe esses trem que cês jovem colocam na internet ... sua tia Luma sempre sabe onde cê tá. 

- Ouw u sinhô acha mesmo que vão pro Rio de Janeiro atrás de mim? Vovô isso deve ser algum fazendeiro pequeno querendo amedrontar a gente, não é possível que seja algo tão sério assim. 

- Cortaram os cabos do carro do seu pai lá em belorizonte, atiraram no carro do seu irmão aqui, os cavalos da fazenda foram envenenados ... e recebemos algumas cartas ameaçado nossa família - suspirou cansado - A verdade que não sabemos o que pode ser Clara... mas coincidência não é. Pode ser tanta coisa - levantou e caminhou ate o sofá onde a neta agora estava sentada - A polícia já está investigando mas até lá... será que poderia deixar esse velho um pouco mais tranquilo... por favor - beijou a mão da sua eterna princesinha. 

- Ih tem outro jeito? - passou a mão pelos cabelos brancos dos avó - Tá seu Enrico cê venceu ... Num credito que vou ter andar com um brutamonte na minha cola... o próprio mico - Enrico sorriu com a resposta. 

Já tinham se passado quase uma hora desde a conversa com seu avô, e a cabeça da mineira continuava a mil por hora, tinha desistido de tentar dormir na rede da varanda e esticou um pouco as pernas andando até alguns metrôs em direção ao início do cafezal.  Não demorou muito para escutar passos se aproximando. 

- E aí... Tá querendo matar alguém ou posso chegar perto? - perguntou o irmão mais velho. 

- Tanto faz - deu de ombros. 

- Olha eu concertei sua moto - disse abraçando a irmã por trás - Eu ligo ela 3 vezes por semana e as vezes dou uma volta... Tá novinha, cê quer testar? 

- Você não existe sabia - deu um leve sorriso - Só vai me soltando que cê sabe que não gosto desses trem de ficar grudado. 

- Tá tá bem... mas então... podemos ir lá no alto do campo de girassóis, conversar... 

- Acho que eu tô precisando... Né? Vamo lá. 

Bernardo selou o cavalo e pegou alguns biscoitos enquanto Ana Clara buscou um antigo casaco de couro que mantinha no seu quarto na fazenda e uma manta para deitarem no chão. Não demorou mais que 15 minutos para os dois chegarem ao alto do morro que dava vista pra plantação de girassóis que sua tia Luna mantinha. Te todos os lugares que a sua família pertencia, aquele era o favorito de Clara. 

Se sentaram na manta e abriram um pacote de biscoito amanteigado. 

- Cê tinha razão a moto tá novinha. 

- Fazer o que?! Eu sou o melhor irmão do mundo. 

- E o mais convencido também... isso é mei doido né? Eu amo andar de moto aqui mas lá no Rio quase não tiro da garagem, meu negócio é andar na terra sem ter que ficar desviando de carro, dá um ranço aquele transito. 

- Imagino, por isso que eu não gosto de cidade grande, só de imaginar não poder andar de cavalo me dá coceira - riram e ficaram em silêncio por alguns minutos. 

- Bê, que se acha disso tudo? Cê tá bem? - perguntou preocupada enquanto levava mais um biscoito na boca. 

- Assustado pra falar a verdade, já faz duas semanas que recebemos as cartas... Não demos muita atenção poderia ser uma brincadeira de mal gosto, mas depois veio os cavalos - suspirou - 3 envenenados, 5 dias depois o último hectare do sul teve princípio de incêndio, aí dois dias atrás eu tava entrando na loja de chocolate lá no centro e escutei os disparos ... Aqui não é Rio de Janeiro, num tem bala perdida e tiroteio Clara, só se atira pra matar .... ou dá um aviso. 

- Cacete - deitou-se e passou a mão pelos cabelos - Porque isso tá acontecendo com nossa família Meu Deus? A gente nunca teve problema com ninguém nessa cidade. 

- Pois é... não sabemos o que pode ser ... estamos em processo de compra de 10 hectares no norte mas não faz sentido porque o dono quer vender... tenho um caso na justiça com os antigos donos do espaço que montei a Fábrica de chocolate mas é referente a contas antigas que eles não pagaram, só que eles tem grana e não vejo o porquê fazer isso... Eu e vovó já pensamos em tudo, e a melhor opção foi essa Clara, eu sei que cê mora longe mas até a polícia saber quem são ... Essa é a melhor opção não acha? 

- Eu sei me cuidar sozinha ok ... só estou fazendo isso pelo vovó - sua irritação dava sinais - Imagina ir pra faculdade, balada, shopping e trabalhos com um cão de guarda? Inferno sô! 

- Oó seu cão de guarda tá mais pra um filhote de husky siberiano - gargalhou. 

- Que cê tá falando? 

- Vovô não te mostrou quem vai fazer sua segurança? 

- Não uai, cê já sabe? 

- Sim e pelo visto ele deve ter esquecido de falar que eles todos começam na segunda. 

- Só pode tá de brincadeira, quer dizer que já voltou pro Rio com um segurança enfurnado dentro da minha casa? 

- Isso ai - pegou o celular - Cê lembra do Mike? O único amigo que fiz em BH? 

- Claro que sim. 

- Ele acabou entrando nesses ramos de segurança particular, tem sede lá em São Paulo e filial em mais 4 cidades... bom ele é de confiança e bem experiente. No total vamos ter 7 seguranças pessoais e aumentamos os terceirizados nas propriedades também - mexeu no celular e passou pra irmã uma ficha completa - Essa aqui é a sua segurança Luísa Becker... a gente acho que seria melhor ser uma mulher, você ficaria mais confortável e também chamaria menos atenção, estará sempre a paisana. 

- Hum... 

- Isso é tudo que você tem a dizer? Nenhuma observação espirituosa ou comentário sarcástico? - Bernardo brincou. 

- Cê tem certeza que ela é segurança? - ampliou a foto 3x4 na ficha - Ela é bonita numa foto 3x4 uai, ninguém é bonito em foto 3x4, eu não sou, você é? - Bernardo riu da cara de assutada da caçula - Num tem condições um trem desses, no mínimo ela é modelo. 

- Eu disse que ela tava mais pra um filhote - brincou - Tem escrito ai as qualificações dela, inclusive ela deve ir na sua casa amanhã instalar o sistema de segurança, já avisamos sua amiga Camila sobre tudo. 

- Ai Meu Deus... eu nem me toquei que Camilinha tá lá em casa até o fim desse mês, mas que droga, tadinha ter que passar por isso tudo. 

- Olha ela reagiu melhor que ocê. 

- Imagino, ela é uma amorzinho parece que conheço ela a minha vida toda e não só a 6 meses... não queria meter ela nisso tudo. 

- Isso é complicado... eu que sei ... logo agora que eu tava me apai... 

- Você tava o que? 

- Nada não deixa pra lá - disfarçou sem graça. 

- Mas cê vai me contar sim... ia falar apaixonando - gargalhou. 

- É por ai ... ouw tô saindo com a mulher mais incrível desse mundo Clara... ela é linda por demais da conta, super simples, gentil e carinhosa. 

- Nossa mais tá apaixonado mesmo... tá até vermelho - brincou com o irmão - Ela é daqui? 

- E sim se mudou faz uns meses, ela é Araxá mas veio trabalhar aqui... doutora ela, cuida das crianças aqui da cidade. Aurora que ela chama. 

- Nuu até nome de princesa ela tem, eu já quero conhecer minha própria cunhada. 

- Quem derá - disse meio triste - Com isso tudo, nem sei como nós fica. 

- Ei relaxa tá... vai dar tudo certo. 

- Mas e ocê? - Como anda esse coração em terras cariocas... desde que terminou com o Bruno e saiu de BH nunca mais te vi com ninguém. 

- Como diz a música "Solteiro no Rio de Janeiro parado em qualquer praia sou solto em qualquer lugar" - riu - Sei lá Bê ... termino traumático e ninguém me passa confiança hoje em dia, ainda mais nesse meio que eu vivo, as vezes tudo é like e aparência... me dá uma desanimada, melhor ficar só de curtição mesmo e isso no Rio é o que não falta - sorriu meio sapeca. 

- Tá certa, cê é nova tem que aproveitar seus 20 aninhos mesmo. Eu que já tô na hora né? Quase nos 30.... Ah quase que me esqueço - levantou e pegou algo na bolsa que ficava presa a cela do cavalo - Toma aqui ô... esse eu fiz pra você - entregou uma barra de chocolate apenas embalada no papel alumínio para a irmã - Chocolate com toques de café e amêndoa, tudo que cê mais gosta. 

- Oba - assim que pegou foi logo comendo - Nossa Bernardo isso é bom demais, se depender de mim os chocolates Venturi vão se um sucesso. 

- Que bom que gostou - sentou do lado da irmã - Até batizei em sua homenagem. 

- Vai ser chamar Ana Clara? 

- Não... vai se chamar Princesinha - gargalhou enquanto levava um soco no braço da morena que também ria. 

Passaram o fim de tarde jogando conversa fora e rindo a toa, por um momento se permitiram esquecer do que tinha acontecido e do que podia vir acontecer.     

Fim do capítulo


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Comentários para 1 - Venturi:
Rafaela_Morais
Rafaela_Morais

Em: 21/05/2020

Opa, Patrocínio, Araxá...tudo eu conheço, hahhaha...amei o minereis! 

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Master
Master

Em: 31/03/2020

Adorei, já vir que tem muitas surpresas por aí continue que tá ótimo já adorei a clara.

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Naty24
Naty24

Em: 25/03/2020

Kkkj ja vem tormentas a vista

Essa será mais para um furacão

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