• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • O Amor Está no Ar, Salve-se Quem Puder
  • 9. O egocêntrico é incapaz de compreender que seu excesso é mais nocivo a si próprio do que aos outros

Info

Membros ativos: 9553
Membros inativos: 1642
Histórias: 1984
Capítulos: 20,573
Palavras: 52,240,235
Autores: 785
Comentários: 106,291
Comentaristas: 2559
Membro recente: julietevelozo

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (860)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • RISCOS
    RISCOS
    Por lorenamezza
  • Srta Matsuzaki
    Srta Matsuzaki
    Por EmiAlfena

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • LUZ
    LUZ
    Por Marcya Peres
  • Aeoboc
    Aeoboc
    Por May Poetisa

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (860)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

O Amor Está no Ar, Salve-se Quem Puder por linierfarias

Ver comentários: 2

Ver lista de capítulos

Palavras: 2697
Acessos: 1096   |  Postado em: 16/02/2020

9. O egocêntrico é incapaz de compreender que seu excesso é mais nocivo a si próprio do que aos outros

Caterine

But what's puzzling you is the nature of my game!

Cantei mentalmente, acompanhando o Mick, e me senti tão segura quanto ele diante de um público de milhões de pessoas quando vi o olhar da Juliana para mim.

Essa partida eu já ganhei, garota!

Desviei o olhar, fingindo não tê-la notado, e parei para cumprimentar alguns conhecidos, mas sem perdê-la de vista. Acompanhei cada movimento com a minha visão periférica e vi quando foi em direção ao lounge, sentou e voltou a me olhar.

Precisei disfarçar a minha raiva, pois o casal com quem eu estava falando resolveu pisar no meu calo: Olavinho.

— Nós estávamos em sintonias diferentes e felizmente percebemos a tempo o erro que estávamos cometendo. Fico feliz por ele ter encontrado seu caminho. Viver se escondendo e lutando contra a própria natureza deve ser deprimente.

Isso, Caterine, mentir para si mesma nessas horas é a melhor solução. O Olavinho que vá pro raio que o parta, aquele desgraçado!

— É sempre um prazer conversar com vocês, mas preciso ir encontrar os meus amigos. Até mais! — Despedi-me antes que eles tocassem no assunto da noiva cadáver e aquela minha falsa maturidade caísse por terra.

No caminho para o lounge, voltei a celebrar mentalmente a minha vitória. Depois de presenciar a cena bizarra da Juliana se agarrando com aquela mulher na praia, achei que havia perdido de vez o jogo.

Cheguei em casa desesperada e subi direto para o meu quarto. Já ia pegar o celular e ligar para o Antoine, pois apenas ele seria capaz de me acalmar naquele momento. Além disso, eu tinha que pensar numa nova estratégia, porque a sutileza provavelmente não funcionaria com outra na jogada.

Antes de desbloquear o celular, ele tocou. Era o Marcel.

— O que é? Não posso falar agora, tenho que fazer uma ligação importante.

— Onde você tá?

— No meu quarto. Anda, Marcel, vai direto ao ponto! — pedi impaciente.

— Se arruma e desce. Tem uma hora pra tentar ficar interessante. Vamos encontrar o Hugo e a Juliana numa boate. — falou e desligou sem me explicar mais nada.

Pulei de alegria sobre a cama.

— É, Docinho, agora é a minha vez de jogar... — declarei vitoriosa e fui tomar banho.

Escolhi a dedo cada peça de roupa e acessório que usei naquela noite, pois eu precisava estar impecavelmente provocante, mas sem demonstrar o mínimo de vulgaridade. Naquele tipo de ambiente, era comum encontrar garotas de programa e as famosas sugar babies, e não estava nos meus planos ser confundida com uma delas.

Acho que acertei em cheio na escolha, pois mesmo com a infinidade de garotas que havia ali, todos os olhares pareciam estar voltados para mim.

Marcel me acompanhou, havia parado logo na entrada para falar com uns amigos. Chegamos juntos ao lounge onde estavam o Hugo e a minha Docinho, que observou toda a nossa aproximação sentada, com o cotovelo sobre o encosto do sofá e dois dedos apoiando a testa. Tinha um sorriso indecifrável no rosto.

Ela e o Hugo se levantaram para nos receber. Marcel o cumprimentou com um aperto de mão e um abraço de lado, depois deu dois beijinhos nela. Hugo repetiu aquele gesto comigo e depois foi a minha vez de cumprimentá-la.

— Oi! — falei em seu ouvido enquanto a abraçava.

Senti de novo o cheiro dela, mas daquela vez ele não estava inibido pelo cheiro de mar. Era bom... suave, mas marcante.

Pelo menos não cheira mal. Isso facilita as coisas.

— Oi... de novo! — falou tão perto do meu ouvido que a calidez do hálito dela fez subir um arrepio. Depois se afastou e me olhou.

Pensa rápido, Caterine!

— Não tô te dando espaço pra sentir saudade, né? — brinquei e a vi corar.

— Engano seu! Já estava sentindo a sua falta.

Ok, minha vez de corar. Mas não me culpe, não achei que ela fosse tão direta.

Safada, sem vergonha... agorinha estava se agarrando com outra e me vem com essa. Parece que a cafajestagem não é uma característica exclusiva dos homens, afinal.

— E então? Acho que merecemos champanhe, né? Temos uma parceria de ouro para comemorar. — Hugo declarou e todos concordaram.

Conversamos amenidades enquanto aguardávamos o garçom trazer a nossa bebida. Marcel me envergonhando, como sempre. O Hugo me elogiou e ele logo soltou a pérola:

— É, até que ela deu uma melhorada, mas você precisava ver na época da escola... cheia de espinha na cara, usava uns óculos horríveis, aparelho, toda desengonçada. A nerdzinha da matemática.

Hugo sorriu da piada infame, mas minha Docinho não me decepcionou. Revirou os olhos e meneou a cabeça negativamente.

— Marcel é incapaz de perder uma oportunidade de ser desagradável, gente. Desculpem! — falei com deboche e a vi sorrir discretamente.

Aquilo me animou, mas ela estava muito calada, distante até. Talvez desconfortável com a nossa presença ou... pensando na outra. Eu precisava de uma estratégia mais eficaz, ou ela deslizaria por entre os meus dedos.

O garçom chegou com a champanhe em um balde de gelo e quatro taças. Mencionou abrir a garrafa, mas Hugo se adiantou:

— Pode deixar que cuido disso, amigo. Obrigado!

Depois nos entregou as taças, pegou a garrafa, abriu e nos serviu.

— À Zéfiro, À Blanchard e, por último, mas não menos importante, a nós!

Erguermos as taças e brindamos.

Depois disso, Marcel e Hugo começaram a falar de negócios e percebi que aquela era a zona de conforto dela. Já havia notado isso na reunião na minha casa, ela parecia apaixonada pelo que fazia, mas tive a certeza naquele instante, pois finalmente pareceu se empolgar com o assunto.

Para variar um pouco, Marcel resolveu me elogiar:

— Sim, ela é fera. É responsável pelos cálculos de muitos projetos da construtora e faz isso com uma facilidade invejável.

Ele omitiu a parte que eu havia me afastado da construtora para cuidar do meu casamento com o Olavinho, mas estava falando a verdade. Eu sempre tive muita facilidade com matemática e física, então papa me pôs para estagiar na área de projetos. A ideia dele era que nós dois o sucedêssemos, Marcel como executivo, pois tinha absurda facilidade para os negócios, e eu cuidando da parte técnica. Ficou nitidamente decepcionado quando me afastei, mas voltou a se animar quando anunciei a minha volta.

— Pelo menos esse plano absurdo está servindo para algo bom. — dissera feliz ao me abraçar.

Quem também estava parecendo feliz em saber daquilo era a minha Docinho, que pareceu se empolgar com a informação que o Marcel acabara de soltar.

— Sério? — perguntou animada. Devia achar que eu era só mais uma loura burra. — Eu amo a parte técnica desse negócio, mas ultimamente não tenho tido tempo de entrar muito nisso.

E foi aí que encontrei o caminho para fisgá-la. Passamos a conversar sobre o tempo de faculdade, das disciplinas que mais gostávamos, dos projetos que fizemos e logo parecia que estávamos só as duas na mesa.

— Meninas, com licença! A conversa está ótima, mas o dever está chamando a mim e o Marcel. — Hugo nos interrompeu sorrindo e ficamos sem entender.

Marcel tratou de explicar:

— Morena de verde e ruiva baixinha às nove e quinze. Bebam com moderação. Até mais! — falou e saiu puxando o Hugo na direção das garotas.

Eles saíram e um elefante branco se sentou conosco. Ficamos nos encarando sem dizer nada. Ela tinha aquele sorriso indecifrável que me constrangia. Procurei um assunto rápido e vi que a garrafa estava seca.

— Nossa bebida acabou. — anunciei com cara de decepção, mostrando a taça vazia.

— Verdade! Peço mais uma garrafa ou vamos de outra coisa?

— Não, eu vou querer um cosmopolitan. — falei e a vi acenar para o garçom, que se aproximou em seguida.

Pediu a minha bebida e uma cerveja. Quando se virou para mim de novo, deu de cara com o meu decote e não conseguiu desviar os olhos a tempo de eu não notar. Eu sorri e a vi corar. Virou o rosto de lado e sorriu também, sem graça.

— Desculpa, foi sem querer! — pediu me olhando nos olhos e vi sua pupila dilatada. Ela tem os olhos claros, então é fácil notar a mudança.

— Tudo bem. Entendi isso como um elogio. — falei a verdade.

Eu era vaidosa, gostava daquele tipo de olhar, mesmo que eu não estivesse interessada de verdade.

— E foi. Você está linda!

— Obrigada! Você também está muito bonita. — Outra verdade.

Diferente das vezes em que a vi toda desengonçada, ela estava realmente linda. Era básica, usava pouquíssima maquiagem, roupas e acessórios discretos, mas aquele estilo combinava perfeitamente com ela, que era naturalmente bonita e não precisava de muita coisa para realçar.

E não me olhe com essa cara aí, não, tá? Achar uma mulher bonita não me torna lésbica.

O garçom chegou com o meu drink e um balde de gelo cheio de long necks. Tentou servi-la, mas ela o impediu dizendo que tomaria direto da garrafa.

Ela voltou à zona de conforto falando de trabalho e entrei na onda. Não queria que se sentisse incomodada, minha aproximação tinha que ser sutil. Minha bebida acabou e ela perguntou se eu queria outra.

— Não! Estava bem forte. Acho que vou beber cerveja com você. Pode ser?

— Claro. — concordou sorrindo e me entregou a garrafa que tinha nas mãos.

Detalhe: eu não gosto muito de cerveja, mas tudo pelo bem maior.

Grudei meu olhar no dela e peguei a garrafa sem desviar. Levei à boca e bebi de olhos fechado, do jeito que fiz com o licor mais cedo, naquele mesmo dia. Quando abri, ela olhava diretamente para a minha boca e aquilo fez uma descarga de adrenalina ser liberada pelo meu organismo.

Eu era inatingível. Nem mesmo o Olavinho jamais conseguiu me desconsertar, mas aquela menina... não sei como conseguia me desmontar daquele jeito. Era estranho, não tinha um contexto sexual, mas, sei lá... quando eu achava que estava ganhando, ela sempre dava um jeito de retomar a vantagem.

Fiquei sem saber como agir e já começou a bater um desespero. Para a minha sorte, Marcel e Hugo voltaram, trazendo com eles a morena de verde e a ruiva baixinha, que logo soube que eram:

— Sandrinha e Marcinha.

— Prazer!

Uma série de cumprimentos se seguiu e depois os quatro começaram a tagarelar.

— Caterine, dança comigo? Essas duas são umas molengas. Já estão cansadas. — Hugo convidou e aceitei depois de receber um cutucão do Marcel.

Olhei rapidamente para a Juliana, que apenas deu de ombros e sorriu. Ficamos distantes apenas alguns metros da nossa mesa e começamos a dançar sem nos tocar.

— Ela tá olhando. Arrasa! — Hugo falou no meu ouvido e entendi o recado.

Dançamos tanto que senti as minhas panturrilhas queimarem. De vez em quando eu olhava na direção da mesa e a via com os olhos vidrados em mim, sem dar a menor atenção para conversa animada que rolava entre o Marcel, a Trocinha e a Coisinha.

Não me julgue, não sou obrigada a lembrar de nome de piriguete.

Olhei de novo e vi a Juliana se levantar e sair. Marcel me encarou com os olhos arregalados e meneei a cabeça sem entender. Hugo parou de dançar, virou-se na mesma direção que eu e a vimos se aproximar do bar e falar com o barman, que logo serviu para ela um shot de alguma bebida transparente. Ela bebeu de um gole só e quando ia saindo foi abordada por uma garota bem vulgar, usando um vestido vermelho.

Meu sangue ferveu e dei um passo na direção delas, mas Hugo me segurou.

— Deixa! Ela tá na sua, eu conheço.

— Se tá na minha, por que tá dando moral para aquela piriguete?

— Justamente por isso. Ela jamais falaria com uma mulher daquelas. Não curte esse tipinho vulgar.

— Não tô entendendo então. — reclamei impaciente.

— Paciência, Caterine. Paciência! Ela tá à flor da pele. A ex sacana voltou e tá tirando o juízo dela. Depois você aparece dando mole, e ela é muito ética. Não quer misturar as coisas. Talvez hoje não seja o dia certo pra você entrar mais, mas já fez o bastante, acredite! E não fica com ciuminho, tá? Se ela ficar com essa garota aí, não vai passar de uma noite.

— Eu não tô com ciúme. — falei chateada e o vi sorrir com ironia.

— Não parece.

Bufei e fui saindo de perto dele.

— Ei, vai pra onde?

— Ao banheiro. Me deixa em paz. — anunciei e saí pisando firme.

Passei perto do bar, mas ela não me viu. A filha da mãe já estava bebendo com a outra e rindo forçadamente de alguma bobagem que ela falava.

— Mas é uma galinha mesmo. Que ódio! — bufei e entrei no banheiro.

Passei mais tempo do que precisava no reservado. Eu tinha que me acalmar e pensar em uma estratégia. Lembrei do que o Hugo me falou e pensei que ele poderia ter razão, talvez fosse melhor eu sair de cena e deixá-la administrar aquela noite. Mas eu não aceitava que ela ficasse com outra. Se precisasse refletir, que fizesse isso só.

Fui até o espelho retocar a maquiagem e depois voltei para o lounge, onde Hugo e Marcel se pegavam com as "Inhas".

— Eu mereço!

Olhei em volta e avistei a Juliana na pista de dança com a garota de vermelho.

— Isso não vai ficar assim. — falei em voz alta e fui na direção dela.

Tentei controlar a respiração, precisava ser extremamente eficaz na minha abordagem ou botaria tudo a perder. Desacelerei o passo e tentei disfarçar a raiva enquanto me aproximava aos poucos, mas me irritei de novo quando um imbecil esbarrou em mim. Virei pronta para xingá-lo e vi que era o Olavinho, de mãos dadas com o Sandoval.

Hoje definitivamente não é o meu dia!

Fui obrigada a engolir a raiva e cumprimentá-lo com dois beijinhos. Tinha muita gente conhecida ali, eu jamais ficaria por baixo. Ainda mais depois de ter virado meme por causa daquilo. Ainda precisei ouvir da boca do filho da mãe que os dois estavam noivos e planejando o casamento do século.

É engraçado como às vezes ficamos tão acostumados com algumas situações que cegamos. Passei praticamente a vida inteira com o Olavinho, mas somente naquele dia notei o quão afetado ele era. Até a voz parecia diferente.

O egocêntrico é incapaz de compreender que seu excesso de amor próprio é mais nocivo a si próprio do que aos outros.

Notei algumas pessoas olhando em nossa direção e cochichando.

Bando de abutres.

Alguns pegaram os celulares e começaram a filmar ou tirar foto, não sei.

Não, de novo, não. Dessa vez não vou ser a palhaça!

— E você, gata, tá sozinha? — Olavinho perguntou.

— Não. Aliás, tenho que ir. Estão me esperando. Até mais. — sorri e saí sem esperar que dissessem nada.

Se eu estava precisando de um empurrão para jogar meus preconceitos para o ar e agarrar de vez a minha Docinho, aquele foi um bem forte. Com uma segurança inabalável, cheguei perto dela e pedi licença para a garota de vermelho, que me olhou sem entender nada quando sutilmente empurrei seu ombro, afastando-a da minha futura mulher, que se virou para mim surpresa.

— Oi! Senti saudade. — falei no ouvido dela e comecei a dançar fazendo-a me acompanhar no ritmo.

Ela ficou me olhando, quase completamente paralisada. O efeito das luzes coloridas fazendo seu rosto parecer uma obra de arte psicodélica. Senti a boca secar e passei a língua nos lábios. Ela acompanhou o meu movimento com os olhos e sorriu. Segurei seu rosto com as duas mãos.

— Achei que não fosse voltar nunca. — falou e me envolveu pela cintura.

E foi ali que algo diferente aconteceu. De repente, não era mais sobre o plano do Marcel ou sobre o Olavinho... muito menos sobre me sentir no comando de novo. Eu apenas desejei beijá-la, como se a boca dela pudesse saciar a minha sede.

Resolvi não pensar mais, apenas agir, e a puxei para um beijo carregado de sensações que jamais imaginei que pudessem existir.


Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 9 - 9. O egocêntrico é incapaz de compreender que seu excesso é mais nocivo a si próprio do que aos outros:
patty-321
patty-321

Em: 05/03/2020

Eita. A estória tá ótima. Parabéns!

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Leticia Petra
Leticia Petra

Em: 01/03/2020

Uau

É isso aí... Agarra a tu docinho 😍😍😍😍

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web