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  • 7. O jogo só acaba quando termina

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O Amor Está no Ar, Salve-se Quem Puder por linierfarias

Ver comentários: 6

Ver lista de capítulos

Palavras: 2882
Acessos: 1277   |  Postado em: 11/02/2020

7. O jogo só acaba quando termina

 

 

 

 

Caterine

 

Ou eu sou a pessoa mais sortuda do universo, ou a mais azarada de todas. Como aquilo era possível? Quais as chances da Juliana que eu precisava seduzir ser a mesma que, pasmem, eu já havia encontrado outras duas vezes por puro acaso?

 

Mas, coincidências à parte, eu precisava entender se o fato de ter conhecido a minha futura esposa — Que estranho falar isso! —antes de saber quem ela era, seria um ponto a favor ou um contra para mim. Tudo dependeria de qual dos dois encontros havia sido mais marcante para ela: se o primeiro, onde fui — é, eu sei que fui... — estupida e propositalmente detestável com ela; ou o segundo, onde me redimi e até a ajudei a se livrar de uma situação desconfortável.

 

Bom, o fato era que independente disso, saber que ela era ela me deixou estranhamente constrangida. Não sei, ela tinha um negócio que me deixava desconfortável. A verdade era que perto dela, eu simplesmente deixava de ser eu.

 

Acho que é personalidade dela, deve ser isso. É tão marcante que chega a me intimidar, e eu não me intimido com quase nada.

 

O Marcel havia programado tudo para aquela reunião. Eu sabia que ele sairia com o Hugo propositalmente, depois que fechassem negócio. Papa também participou, mesmo a contragosto. Inventou a história do projeto para fazer a Juliana ficar mais um pouco e nos deixou a sós no escritório para que eu executasse a minha parte do plano.

 

Eu já estava me sentindo vitoriosa quando percebi o olhar dela diretamente na minha boca enquanto eu saboreava o licor, mas aquela garota era ardilosa, sempre dava a volta por cima e acabava me vencendo no contra-ataque. Me desestruturou legal quando falou do vídeo da... — urgh! — noiva cadáver.

 

Que ódio do imbecil que filmou isso!

 

Mas isso não vai ficar assim, dona Juliana superpoderosa. Eu vou dar a volta por cima. Você ainda vai se rastejar aos meus pés. Agora é questão de honra! — pensei enquanto a via fugir do escritório como o diabo foge da cruz.

 

Ninguém consegue ficar alheio aos encantos de Caterine Blanchard... a menos, claro, que seja gay, como o meu ex-noivo, aquele cretino. Mas até o Antoine, mesmo sem interesse sexual em mim, me idolatrava. Aliás, lembrar dele me fez ter uma ideia.

 

— Antoine, preciso da sua ajuda com um plano! — falei com ele ao telefone depois que a Juliana foi embora e subi para o meu quarto.

 

— Claro, Deusa! Tudo o que quiser.

 

— Vou te enviar a localização de um café. Pode me encontrar lá às 17h?

 

— Ok, estarei lá. Já toda me coçando pra saber o que a senhora tá aprontando. Beijo!

 

— Beijo! Tchau. — desliguei sorrindo.

 

Eu não tinha a menor dúvida de que conseguiria seduzir qualquer homem na face da terra, mas em se tratando de uma mulher, não sabia exatamente como deveria agir. Ainda mais essa mulher sendo tão... tão Juliana. Mas Antoine era gay desde o zigoto, devia ter amigas lésbicas e com certeza me ajudaria a seguir o caminho certo, que eu não poderia me dar ao luxo de pisar em falso.

 

Antes de sair, vi Marcel entrando no escritório do papa e o segui. Quando entrei, os dois conversavam sobre a reunião.

 

— Foi um bom negócio, filho. Poderia ter sido bem pior. Gosto da Juliana, ela me passa confiança.

 

— É, papa, mas ainda acho que saímos perdendo... e muito.

 

— Claro que perdemos, mas sei que vamos conseguir recuperar a nossa empresa em breve.

 

— Eu não estou tão seguro. Essa Juliana é esperta demais para o meu gosto. Ainda acho que ficaremos mais confortáveis se houver um envolvimento afetivo no meio do negócio. Não consigo acreditar que ela venderá a empresa pra nós sem nenhum interesse maior.

 

— Quanto a isso, pode ficar tranquilo, Marcel. Ela já está na minha. — interferi orgulhosa.

 

— O lance do licor funcionou?

 

— Sim. Ela é escorregadia, desconversou. Mas eu sei que não ficou alheia ao meu charme.

 

— Acho bom, porque esse lance de pró-labore, caso você não tenha entendido, é só uma nomenclatura bonita pra nos chamar de assalariados.

 

— Por que você acha que eu sou burra, hein, seu babaca? — perguntei irritada e começamos mais um bate-boca que precisou da interferência do papa para acabar. 

 

— Vocês dois, pelo amor de Deus! Quantos anos têm, hein? Parem já com isso. 

 

— Desculpe, papa!

 

— Desculpe, papa!

 

Falamos em uníssono, em um tom quase pueril.

 

— Marcel, quero que respeite a sua irmã. Ela não é uma mercadoria de troca, e você sabe que estou extremamente desconfortável com essa ideia estapafúrdia. Ainda acho que vamos conseguir recuperar a nossa empresa sem precisar sacrificar ninguém. Além do mais, a Juliana não me parece merecer esse tipo armadilha, me sinto muito mal com isso. Nem sei onde estava com a cabeça quando me uni a vocês. Acho melhor pararmos agora.

 

— Não, papa! Eu tenho tudo sob controle. A Juliana não vai desconfiar de nada. Além disso, não vamos fazer nada demais, não vamos roubá-la. Só vamos garantir que conseguiremos comprar a nossa empresa de volta. — falei com uma segurança que surpreendeu até a mim mesma.

 

— Olha só! Era disso que eu estava falando. Irmãzinha, se eu não te conhecesse, ia até pensar que você ficou a fim de verdade da garotona.

 

— Marcel...

 

— Deixa, papa! Eu não ligo. Ele pode pensar o que quiser. O que importa é que quem vai salvar o legado da nossa família sou eu. Apenas assistam ao show. Au revoir! — despedi-me e saí.

 

O imbecil do Marcel não perdia por esperar. 

 

Cheguei ao café às 17h em ponto e Antoine já estava me esperando. Levantou eufórico quando me viu e correu para me abraçar. 

 

— Diva, a senhora tá lacrativa com esse look. Tão fina, parece uma mulher de negócios. — falou enquanto me girava e me analisava da cabeça aos pés.

 

Eu sorri. Antoine era, no mínimo, um grande massagista do meu ego, e depois de tudo, eu estava precisando.

 

— E é isso que eu sou agora, mon amour.

 

— Jura? Que história é essa, mulher?

 

— Vamos sentar que te conto tudo. Vou precisar demais da tua ajuda.

 

Fomos para a mesa e fizemos o nosso pedido. Depois, comecei a contar cada detalhe dos últimos acontecimentos, incluindo o plano do Marcel. Ele me ouvia em êxtase, e eu tive a certeza de que havia feito a coisa certa ao procurá-lo.

 

— Então essa racha aí, a tal da Juliana, é tipo a Docinho?

 

— Docinho? — perguntei sem ter ideia do que ele estava falando.

 

— É, a superpoderosa lésbica.

 

Gargalhei.

 

— Adorei, Antoine! É isso mesmo. Aliás, ela acabou de ganhar um apelido... Docinho!

 

— Ah, musa, você é demais! A melhor parte de ser teu amigo é nunca ficar entediado.

 

— Então você vai me ajudar?

 

— Claaaaro, querida! — Sim, ele enfatizou a primeira sílaba. — A Docinho vai ficar caidinha por você na velocidade de um trem bala. Cola em mim que é sucesso.

 

— Pois vamos começar já. O que acha que eu devo fazer agora?

 

— Então, antes de falar sobre isso, preciso saber se você já pensou sobre uma coisa.

 

— Que coisa?

 

— Deusa, realiza. — Estalou o dedo na minha frente. — Já notei que você tá muito empolgada com a ideia de salvar a empresa da sua família, mas você já parou pra pensar na parte prática do plano?

 

— Parte prática? — questionei confusa.

 

— Sim, ué. Ou você acha que vai deixar a outra caidinha por você sem dar um beijinho nela sequer? E na hora que ela quiser fazer as coisinhas, como você vai se virar?

 

— Quê? Que coisinhas, Antoine? — perguntei impaciente.

 

— Ah, não, bee! Não banca a virgem pra mim, amada. Não cola!

 

— Você tá falando de...

 

— É... sex*, mão naquilo, aquilo na mão... boca naquilo, aquilo na boc...

 

— Para! — falei de supetão em um quase grito, e ele parou.

 

Antoine tinha razão. Eu estava tão empolgada em ter uma vitória sobre o Marcel que não pensei na parte prática daquele plano. Eu sequer havia beijado uma mulher antes, então, imaginar "a boca naquilo", como ele falou, me deixou tonta e suando frio. Minha empolgação virou desespero e Antoine notou.

 

— Ah, musa, assim não vai dar, né?

 

— Não. — respondi firme. — Vai dar, sim. Tem que dar. Eu fecho os olhos, imagino que é um homem... finjo... tenho prática em fingir. O Olavinho não era exatamente... empolgante.

 

— Sabia! Aquele...

 

— Para, não quero falar dele!

 

— Tá, esquece. Mas então me fala da Docinho. Como ela é? É bonita?

 

— É! Quer dizer, é normal. Sei lá, Antoine. Ela é mais velha, deve ter uns trinta e poucos anos. — Enquanto eu falava, ele mexia no celular. — Nas duas vezes em que a vi ontem, ela tava bem largada. Descabelada, usando roupas amarrotadas... mas hoje ela estava bem diferente.

 

— Diferente como?

 

Lembrei da Juliana me perguntando o mesmo e sorri. Ele acompanhou o meu sorriso e me lançou um olhar safado.

 

— Ei, não é nada disso. É só que lá no Detran ela estava bem largada. Achei até que fosse pobre, te disse. Mas hoje ela estava bem formal. Básica, mas muito elegante.

 

— Ahan! É essa aqui? — perguntou e me mostrou uma foto da Juliana no celular. 

 

— Sim. Você é rápido, hein? Nem te dei o sobrenome e você já achou.

 

— Meu amor, stalkear é a minha segunda profissão. Mas, vem cá, achei gata, hein?

 

— É, ela é bonita! — falei com desdém. — O problema é só o espírito de pobre. Se soubesse aproveitar o dinheiro que tem, chamaria mais atenção. Mas para com isso, depois você continua stalkeando aí. Me fala, o que eu faço agora?

 

— Então, não é como seduzir um homem. Pra seduzir um homem basta mostrar um pedaço de carne, e eles caem, nem que seja só por algo físico. Mas mulher gosta de se sentir especial. Gosta de clima, de insinuações... você não sabe disso porque viveu a vida toda presa àquele Olaviadinho. Cega! Sabia de nada, inocente toda!

 

— Antoine, foco, por favor!

 

— Tá, desculpa! Mas, continuando... a senhora é linda, maravilhosa, uma verdadeira deusa, isso é fato incontestável, mas se a Docinho tem essa personalidade aí que você falou, dificilmente vai conseguir atrai-la só com sua beleza.

 

— Ok, isso eu já entendi. Mas o que eu faço?

 

— Aproximi-se dela. Antes de dar qualquer passo, deixe que ela se encante por você, que ela te admire, sabe? Você disse que ela parece ser viciada em trabalho. Volte a trabalhar na construtora e dê o seu melhor.

 

— Entendi. Faz sentido...

 

— Outra coisa: faça-se presente. Apareça sempre que tiver oportunidade. Homem não gosta de grude, mas mulher adora! Então, vá atrás dela. Seja sutil, mas esteja sempre por perto.

 

— Ela me disse que joga vôlei quase todas as noites na Beira-Mar.

 

— Então o que você tá esperando pra calçar um tênis e correr pra lá?

 

— Tem razão. Tchau, Antoine!

 

Não esperei mais nada, só peguei a minha bolsa e levantei para sair.

 

— Tchau, deusa. E não esqueça: esteja por perto, mas seja sutil.

 

— Tá, obrigada! — agradeci com um beijo estalado e corri para a saída. 

 

— Me liga depois, pra contar como foi. — Ouvi a voz dele já longe.

 

— Ih, olha lá, a noiva cadáver! — Outra voz falou isso, seguida de risos, e bufei de raiva.

 

Bati a porta com força quando saí.

 

Cheguei no calçadão por volta das 19h e fui correr, para suar e não parecer que fui lá exclusivamente para vê-la.

 

Esteja por perto, mas seja sutil.

 

Depois de cerca de meia hora fui até a quadra perto de onde eu havia encontrado com ela na noite anterior, mas não a vi lá.

 

— Ué, será que não veio? — perguntei para mim mesma em voz alta.

 

Existem várias quadras de areia no calçadão, por isso, resolvi passar pelas outras, ainda fingindo que estava apenas me exercitando, mas não a encontrei em nenhuma. Já estava prestes a desistir quando vi um cachorro igual ao que estava com ela na noite anterior preso a um poste, perto da arquibancada de uma das quadras. Resolvi me aproximar para olhar melhor e tive a certeza de que ela realmente não estava lá.

 

O cachorro tentou me lamber, mas me esquivei.

 

— Sai daqui, seu gordo pulguento. — disse e me afastei.

 

Acabei esbarrando em uma moça toda suada, que me sujou de areia. 

 

Urgh, que nojo!

 

Quase a xinguei, mas pensei rápido e usei a situação em meu favor.

 

— Sabe dizer se esse aqui é o cachorro da Juliana?

 

— É ele, sim. Julius.

 

— Hum... E ela está por aqui? — perguntei com um sorriso falso.

 

As pessoas tendem a ser mais educadas com você quando sorri. Então eu uso essa técnica sempre que quero conseguir algo.

 

— Tá... quer dizer, estava. Estávamos jogando, mas a namorada dela chegou e as duas desceram na direção do mar. Ela até me pediu pra prestar atenção no Julius enquanto estivesse longe.

 

— Namorada?

 

Que droga! Uma concorrente. Deve ser a maluca de ontem.

 

— É, a grandona. Parece uma top model. Linda demais!

 

Eu me senti uma formiga com o meu um metro e sessenta depois daquele comentário. Ela devia estar falando da mulher da noite anterior. Não lembrava bem dela, mas lembrava que era alta.

 

— Tá bom, obrigada!

 

— De nada! Elas foram por ali, caso queira encontrá-las. — disse e apontou na direção do mar.

 

Apenas acenei e caminhei na direção que ela indicou.

 

Caterine, isso não é ser sutil. 

 

É, eu sei que ir bisbilhotar a Docinho com a suposta namorada não era exatamente algo sutil, mas fala isso para as minhas pernas. Elas estavam indo sozinhas. Não tenho culpa.

 

Fui me aproximando e vi a silhueta de duas mulheres na beira do mar. Só podia ser elas. A única luz ali era a da lua cheia, pois o mar ficava bem distante das quadras. Vi uma barraquinha de água de coco fechada e me escondi atrás dela para observá-las. Não queria ser vista, e aquilo foi o mais próximo que consegui chegar.

 

Dava para ouvir que estavam brigando, mas as palavras eram ininteligíveis. Depois de um tempo, o tom das vozes baixou. A grandona passou a acariciar os braços da Docinho, que de início tentou se esquivar, mas logo em seguida cedeu. Ficaram conversando assim até que a grandona puxou a Docinho para perto e a beijou.

 

Droga! Agora, antes de conquistá-la, vou ter que fazê-la terminar com a outra. 

 

Fervi de raiva enquanto assistia as duas se agarrando. Quase fui lá apartar, mas me controlei.

 

— Quem essa grandona pensa que é? Esse baú é meu e ninguém tasca. — esbravejei baixinho.

 

O clima entre elas, para o meu desespero, começou a esquentar.

 

— Não, Docinho, seja forte! Não lembra que estava com raiva dela ontem? — cochichei como se ela pudesse me ouvir.

 

Jesus, a mão naquilo...

 

Não sei por que não fui embora. Meus olhos não conseguiam desgrudar daquela cena...

 

Meu pai, aquilo na mão...

 

Mas pior do que estava, não dava para ficar. Afinal, estavam em um local público, não poderiam passar daquilo. Espera...

 

Ah, senhor! A boca naquilo...

 

— Vão procurar um quarto, suas pervertidas. — falei alto demais, mas foi sem querer.

 

As duas olharam ao mesmo tempo na direção do som da minha voz e abaixei rápido para me esconder atrás da barraca. Passei um tempo assim e voltei a olhar, mas não estavam mais lá. Ensaiei me levantar para sair dali, mas as vi dentro do mar.

 

Estavam mais longe, usaram o mar como esconderijo para aquela pouca vergonha.

 

— A safada nem começou a namorar comigo e já está me traindo.

 

Não era possível, de onde eu estava, identificar se estavam se matando ou se esfregando. Mas dava para ver perfeitamente um festival de mão naquilo e boca naquilo. Bufei de ódio. Eu ia ter muito mais trabalho do que havia planejado.

 

— Merde! — esbravejei e fui embora dali.

 

 

Você não perde por esperar, Docinho! O jogo só acaba quando termina.

Fim do capítulo


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Comentários para 7 - 7. O jogo só acaba quando termina :
Leticia Petra
Leticia Petra

Em: 01/03/2020

Kkkkkkkkkkkk

Essa mulher me mata 😂😂😂😂😂😂

Responder

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alineyung
alineyung

Em: 18/02/2020

Kkkk que engraçado...morri de rir 😂

Responder

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Anny Grazielly
Anny Grazielly

Em: 13/02/2020

Eitaaaaaaaaa.... cade o próximo capítulo?!?!?

Responder

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Mille
Mille

Em: 12/02/2020

Kkk Cat é uma figura

A Juliana já está metendo chifre na Cat, a mão naquilo e aquilo na mão kkk

Juliana cedendo a Andreia, mais creio que esteja pensando na doidinha da Caterine. 

Sei não acho que o Marcel e Hugo tem outros planos e só estão usando a inocência  Caterine e do pai. 

Bjus e até o próximo capítulo 

Responder

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cris05
cris05

Em: 12/02/2020

Cara, me acabo de rir com a Cath...kkkk!

Ela já está louca pra tirar essa cascavel com surucuru, ops, essa Andreia do caminho e partir com a Ju para o " a mão naquilo, aquilo na mão, a boca naquilo...". Vai que é tua Cath!

 

Autora, nenhuma possibilidade da postagem ser feita duas vezes na semana depois que você igualar os capítulos à outra plataforma? É que a ansiedade me consome enquanto espero o domingo...rsrs.

 

Postei e saí correndo pra autora não me matar...rsrs.

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NovaAqui
NovaAqui

Em: 11/02/2020

Docinho?

Já está apaixonada por ela, Cath? Tão rápido kkkkkk imagina depois que provar? Aí não sairá mais do brejo 😂😂

Vai dizer que ela vai voltar para ex? Se liga, Docinho! Essa ex é um cascavel com surucucu rs

Agora é esperar e ver o que vira depois desse boca naquilo 🤭

Abraços fraternos procês aí!

 

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