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O Amor Está no Ar, Salve-se Quem Puder por linierfarias

Ver comentários: 3

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Palavras: 2544
Acessos: 1340   |  Postado em: 07/02/2020

5. Coincidências existem, sim, e são traiçoeiras

Caterine

Ouvi o Marcel contar cada detalhe do plano imbecil dele de me fazer conquistar a dona da Zéfiro. A ideia de ficar com uma mulher ainda não me entrava, mas a de ficar pobre me deixava ainda mais horrorizada.

— Eu não sei se consigo fazer isso, Marcel. Sei que sou bonita e atraente, não duvido que ela vá olhar pra mim, mas não sei se vou conseguir. Como vou beijar uma mulher? Nada contra, mas não me atrai. — falei e fiz uma cara de nojo.

— Ué, você não beijou o Olavinho a vida inteira? Não deve ser muito diferente.

— Idiota! — revidei fazendo uma careta infantil para ele. — Mesmo assim, Marcel. Isso parece surreal demais. A chance de ela se apaixonar por mim é baixa, quase nula.

— Não se você for a mulher dos sonhos dela.

— Tá, e como vou me tornar essa mulher?

— O Hugo, diretor executivo dela, é meu aliado. Ele vai mostrar o caminho. Relaxa! É só fazer exatamente o que eu disser que ela vai ficar louquinha por você.

Suspirei! Aquela ideia realmente estava me deixando muito incomodada, mas eu não tinha escolha. Ainda não tinha entendido qual a real intenção do Marcel, porque o fato da tal Juliana se apaixonar por mim não implicava em ela vender de volta a empresa da minha família e muito menos passa-la para o meu nome. Se bem que talvez fosse meio lerda mesmo. No mínimo, ingênua. Já que o próprio diretor executivo estava tramando contra ela.

— Ok! — suspirei exasperada. — E quando começamos com isso?

— Amanhã. Vamos oferecer um almoço para ela e o Hugo aqui em casa.

— Aqui? Por que não em um restaurante?

— Porque o papai não abre mão de manter o nome da construtora e acha que se mostrar a ela a história da nossa família vai sensibilizá-la.

— Entendi. Então mais tarde você me passa os detalhes. Tenho que correr pra academia, aula de spinning em meia hora.

— Spinning? — perguntou e gargalhou. — Faz assim, põe o tênis e vai correr na Beira-Mar, porque a anuidade da academia venceu e não foi renovada.

— O quê? Marcel, como você e o papa acham que eu posso viver com essas limitações? Isso é um absurdo. — esbravejei.

— Quer ter as mordomias de volta? Só conquistar a Juliana, bebê! — falou e saiu rindo da minha cara.

Já havia dias que eu não me exercitava. Os preparativos do casamento estavam tomando todo o meu tempo. Mas eu precisava fazer alguma coisa, não poderia me dar ao luxo de ser sedentária.

— Só o que faltava, além de pobre, gorda! — falei para mim mesma e meneei a cabeça negativamente ao pensar na ideia.

Não tive outra escolha, precisei mesmo ir me exercitar no calçadão da Beira-Mar. Fui correndo de casa mesmo, morava apenas a algumas quadras de lá. Com os fones nos ouvidos, deixei que a música alta me distraísse e tirasse meu foco da mais nova e cruel realidade. Mesmo assim precisei manter os olhos bem abertos, pois precisava desviar de todos aqueles artesãos, vendedores de pacote de turismo, patinadores, skatistas, passeadores de cachorro... enfim! Não fosse tudo isso e o fato de algumas pessoas terem me reconhecido do vídeo ridículo da blitz, correr ao ar livre teria sido até agradável.

Eu estava me aproximando das quadras de areia quando senti alguém me puxar bruscamente e quase me derrubar. Tomei um susto daqueles e só não caí porque me agarrei no pescoço da pessoa. No primeiro momento, achei que fosse um assalto, mas logo entendi que se tratava de um salvamento.

— Quem é essa?

Uma mulher atrás de mim perguntou em um tom que me pareceu bastante chateado enquanto a moça que me segurava gritou na direção de um garoto que corria de patins:

— Seu irresponsável, presta atenção por onde anda!

Ela estava toda molhada, devia ter acabado de mergulhar. Tinha um cheiro bom, peculiar. Algum perfume bem suave misturado à água do mar. Olhei na direção de seu rosto e paralisei ao ver quem era.

— Oi de novo! — falou sorrindo, sem me largar.

Permaneci paralisada, sem acreditar que aquela coincidência fosse possível.

A chata do Detran... que me salvou duas vezes no mesmo dia!

Só consegui recobrar a fala quando a outra mulher perguntou novamente, mais irritada do que da primeira vez:

— Quem é essa garota, Juliana? E por que você não larga ela?

— Eu... é... desculpa, eu... — fiquei gaguejando igual a uma idiota enquanto me soltava dos braços dela e me recompunha.

— Você tá bem? — perguntou ignorando a louca que não parava de tagarelar ao lado.

— Tô... obrigada... de novo. — falei sem graça.

— Cara, você não tem um pingo de respeito por mim, né, Juliana? Mal terminou comigo e já tá por aí com outra. É vingança? É disso que se trata? Se for, é um golpe muito baixo seu. Sei que errei, mas ainda assim você não tem o direito de fazer isso...

— Cala a boca, Andreia! Me deixa em paz, que merd*! Já disse que não quero e nem vou conversar com você. Me erra, cara!

— Não erro nada. Só saio daqui depois que você dispensar essa daí e conversar comigo.

Eu não sabia exatamente do que se tratava, mas pelo que estava conseguindo captar, aquela que parecia uma briga de casal, e eu havia caído, literalmente, bem no meio dela. Percebi que a chata do Detran, que descobri que se chamava Juliana, estava fazendo de tudo para fugir da maluca que não parava de gritar. Vi ali uma oportunidade de quitar a minha dívida com ela.

— Ju, acho que machuquei meu pé. Será que pode me levar até em casa? — falei com uma intimidade que definitivamente não tinha.

Ela me olhou sem entender, mas captou a minha mensagem quando pisquei o olho.

— Cla... claro. Vamos, eu te levo.

Apoiei meu braço no ombro dela e começamos a caminhar, eu fingindo mancar. Só então notei que havia um cachorro ao lado dela. A outra garota ainda tentou falar algo, mas Juliana a cortou:

— Andreia, eu te ligo e a gente conversa, ok? Mas agora não dá, por favor! Não vem atrás de mim, senão não falo com você nunca mais.

Funcionou, ela travou onde estava e saímos. Atravessamos a rua e quando chegamos em um ponto onde não poderíamos mais ser vistas por ela, desfiz o abraço e me afastei.

— Você estava fingindo pra me salvar ou machucou o pé mesmo?

— Não, tá tudo bem. Só vi que você estava querendo fugir e resolvi te salvar uma vez... pra variar um pouco, né? — disse a última frase bem sem graça.

— Obrigada! — agradeceu sorrindo e me olhando bem dentro dos olhos.

Senti muita vergonha. Eu não costumava me intimidar com o olhar de ninguém, mas o dela me deixava desconfortável, não sei o motivo. Talvez pela situação de mais cedo, o fato de tê-la ofendido e depois ter sido salva por ela, ou por ela ter os olhos mais expressivos que já vi na vida. Pareciam me despir a alma, sei lá. Bom, o fato é que eu não senti mais vontade de implicar com ela, mesmo que meu orgulho ainda me fizesse sentir obrigação de pagar a minha dívida.

— Não, eu que agradeço! Aquele maluco ia me atropelar e...

— Tá tranquilo! Não precisa agradecer.

— Preciso, sim. Não só por isso, mas por mais cedo também. Aliás, eu falei sério quando pedi pra me acompanhar até em casa. Eu moro aqui perto. Se for comigo até lá, posso te devolver o dinheiro que me emprestou e...

— Não precisa, não tá fazendo falta! — falou e sorriu.

— Eu te ofendi quando ofereci dinheiro pela sua senha, né?

— Sim, ofendeu! Mas fazer o quê, né? A maioria das pessoas não se ofende com esse tipo de coisa. O problema tá aí. Mas... deixa pra lá, passou! Acho que agora estamos quites.

— Desculpa!

— Já falei, relaxa! Mas... uma curiosidade. Você disse que mora perto. Jogo naquela quadra quase todos os dias, mas nunca te vi antes.

— Ué, talvez você só não tenha me notado antes. — menti. Raramente andava naquele calçadão.

— Impossível! — falou sem tirar os olhos dos meus e me fez corar. Já estava me preparando para responder quando ela completou e notei que não havia sido um elogio: — Eu teria notado esse rosa fluorescente.

O rubor do meu rosto deixou de ser por vergonha e passou a ser de raiva, mas nem consegui replicar.

— Eu tenho que subir, esse garotão tá cansado? — falou olhando para o cachorro. — Bom, meu nome é Juliana, você já sabe. E seu é...?

— Caterine. — respondi no automático e apertei a mão que ela estendera para mim.

— Até mais, Caterine! A gente se esbarra por aí. — sorriu e entrou no prédio residencial que estava atrás de nós.

Fiquei observando enquanto ela caminhava com aquele cachorro gordo e feio ao lado. Cumprimentou o segurança e o porteiro, depois entrou no elevador social, confirmando para mim que não era uma empregada, mas sim moradora daquele prédio de luxo.

— Ok, três a um pra ela. — lamentei baixinho e voltei a correr.

Que garota metida!

Esse pensamento não saía da minha cabeça, mesmo depois de dizer para mim mesma que a possibilidade de encontrá-la novamente era absurda.

— Jogo naquela quadra quase todos os dias, mas nunca te vi antes.

Lembrei do comentário dela e pensei em aparecer por lá novamente, qualquer dia, para retomar a vantagem naquela guerra velada.

Mas por que mesmo eu quero continuar com isso, hein?

Não fazia qualquer sentido para um ser humano comum, mas eu era muito orgulhosa. Odiava ficar por baixo.

Ela é lésbica, Caterine! Se voltar lá, vai achar que está interessada nela. E de lésbica já basta a que você vai ter que seduzir para não ficar pobre...

Que engraçado, o nome dela é Juliana também. Será que... não, impossível. Coincidências assim não existem.

Afastei aquele pensamento absurdo da cabeça e voltei para casa. Depois de um longo banho na banheira que ainda não havia sido tirada de mim, jantei com a família e fui para o escritório com o Marcel, que repassou comigo os planos para o dia seguinte. Meu pai chegou depois e lamentou mais uma vez por estar me pondo naquela situação. Ele parecia ser contra, mas Marcel sabia muito bem como manipulá-lo. Aliás, manipulação era a principal habilidade dele.

— Marcel, do jeito que você fala, parece que quer roubar a mulher. Que horror! Olha só, o plano é recuperar a nossa construtora, tá? Mais do que isso, tô fora.

— Ainda mais essa agora! Tá batendo crise de consciência na virgem Maria? Acha que se aproximar com interesse de recuperar a nossa empresa é diferente de tirar tudo dela?

Quem respondeu foi o meu pai:

— É muito diferente, Marcel, e não concordo com isso. Só quero o que é nosso e nem quero de graça. A Caterine só vai ajudar a convencer a Juliana a vender a empresa de volta pra gente depois que reestruturarmos o nosso caixa. Na verdade, eu até pretendo continuar a parceria com a Zéfiro, só temos a ganhar com isso.

— Eu sei, papa! O que quero dizer é que seduzir a mulher pra tirar vantagem disso não deixa de ser errado também.

— Verdade! Mas não me orgulho disso. Por isso mesmo espero conseguir convencê-la com os meus próprios argumentos, antes que a Caterine tenha que se sacrificar.

Pelo menos o meu pai era sensato. Seria mesmo um sonho se ele conseguisse me livrar daquele plano absurdo do Marcel, mas se não conseguisse, eu precisaria me acostumar, e rápido, com a ideia de virar lésbica.

Na manhã seguinte fui acordada pelo Antoine, que pulou na minha cama e me abraçou.

— Bom dia, Deusa!

— Ué, o que você tá fazendo aqui? Papa não dispensou os seus serviços?

— Dispensou, mas hoje eu vim de graça. Achei que estivesse precisando da uma revigorada no look depois de tudo que passou.

Engraçado foi que, só naquele momento percebi, nenhum dos meus amigos havia me ligado ou me procurado para oferecer um ombro depois do que o babaca do Olavinho fez comigo. Mas o Antoine foi lá fazer meu cabelo e a minha maquiagem, mesmo sem receber nada por isso. Aquilo me comoveu.

— Ah, obrigada, Antoine! Tô precisando mesmo, sabe? — disse em lágrimas e o abracei.

— Minha rainha, não fica assim! Aquele boy não tem nada de magia, é macumba pura. Eu sempre te falei, ele não te merece. Você se livrou de uma fria. Deveria ficar feliz. Eu tô feliz, por isso vou te deixar hoje mais linda do que sempre. Anda, pra banheira! Vou pegar umas rodelas de pepino na cozinha pra tirar essas olheiras e depois de um banho bem relaxante, a gente começa.

Sorri feliz e o obedeci.

— O que você acha de cortar um pouco? Estou pensando em umas camadas, te deixar com um ar mais selvagem. Que tal?

— Gostei! Vida nova, cabelo novo. Nada mais justo. Arrasa aí, confio em você.

— Assista o show, depois você cumprimenta o artista.

Quando ele acabou, me olhei no espelho e me senti renovada. As camadas me deram um ar mais adulto, eu parecia mais mulher, não sei explicar bem. Era realmente uma nova versão de mim mesma, como se aquele corte tivesse mudado muito mais do que apenas a minha aparência. Eu estava diferente por dentro também.

— Perfeito, Antoine! Você é incrível, um verdadeiro artista. Obrigada! — agradeci e o abracei.

— Não me agradeça, diva! É um prazer pra mim. Virei sempre que precisar, tá? Não precisa se importar em pagar. Quando der, você paga. Afinal, somos amigos, né?

Aquilo me atingiu em cheio. Durante todo o tempo em que trabalhou comigo, jamais o considerei um amigo, mas naquele instante me dei conta de que ele era o único que eu tinha.

— Claro! Você é um grande amigo, Antoine. Obrigada!

Faltava pouco para o pessoal da Zéfiro chegar. Eu estava tensa, não costumava ser insegura, mas era uma situação inteiramente nova para mim e não fazia ideia de como reagiria a ela, por mais que tivesse calculado cada movimento.

Papa me abraçou e disse que eu só fizesse o que me deixasse a vontade. Garantiu que tudo ficaria bem e confiei. Mama estava alheia a tudo, se imaginasse a existência daquele plano, teria um ataque de pelanca daqueles e cairia dura no chão. Marcel, claro, encheu meu saco enquanto pôde, mas eu mudei a legenda dele para mandarim e simplesmente ignorei.

Com uma pontualidade britânica, a campainha tocou. Aguardamos de pé, na sala, enquanto a empregada – a última que nos restou – atendia à porta. Eu tinha um sorriso friamente calculado no rosto quando vi as silhuetas se aproximando, mas ele se desfez quando me deparei com o improvável.

— Você?

— Você?

Juliana e eu falamos com a mesma cara de espanto, em uníssono, quando nos demos conta de que coincidências existem, sim, e são traiçoeiras.


Fim do capítulo


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Comentários para 5 - 5. Coincidências existem, sim, e são traiçoeiras:
Leticia Petra
Leticia Petra

Em: 01/03/2020

Aaaaaaaai

As coisas estão ficando cada vez melhores ❤️

 

Responder

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NovaAqui
NovaAqui

Em: 08/02/2020

Se encontraram de novo e de novo? Acho que vai rolar alguma coisa.

Antonie foi muito legal com Catherine! Acredito que ele dê uma ajuda para sua amiga com Ju

Abraços fraternos procês aí!

Responder

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Mille
Mille

Em: 07/02/2020

A Juliana com uma cobra dentro da própria empresa, se o Hugo está ajudando com certeza quer algo em troca.

E que coincidência o encontro delas por enquanto a Caterine está em desvantagem, será um duelo grande entre elas.

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Pois é, melhor ficar de olho.  E esse duelo, hein? Será que vai haver feridos? Obrigada!

Responder

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josi08
josi08

Em: 07/02/2020

No Review

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