• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • O Amor Está no Ar, Salve-se Quem Puder
  • 4. O bem mais valioso que você pode ter é um lar

Info

Membros ativos: 9553
Membros inativos: 1642
Histórias: 1984
Capítulos: 20,573
Palavras: 52,240,235
Autores: 785
Comentários: 106,291
Comentaristas: 2559
Membro recente: julietevelozo

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (860)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • RISCOS
    RISCOS
    Por lorenamezza
  • Srta Matsuzaki
    Srta Matsuzaki
    Por EmiAlfena

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • A Seguranca II
    A Seguranca II
    Por Lena
  • A Aposta
    A Aposta
    Por Cristiane Schwinden

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (860)
  • Contos (475)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (227)
  • Desafios (182)
  • Degustações (30)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

O Amor Está no Ar, Salve-se Quem Puder por linierfarias

Ver comentários: 2

Ver lista de capítulos

Palavras: 2618
Acessos: 1229   |  Postado em: 05/02/2020

4. O bem mais valioso que você pode ter é um lar

Juliana

 

Depois de ter passado muita raiva naquele Detran, mas ter saído vitoriosa após a minha vingança besta contra aquela patricinha, resolvi almoçar em casa, afinal, embora eu preze sempre por vestir roupas e sapatos que me deixem bem confortável, ir trabalhar com uma camiseta velha dos Rolling Stones, uma calça jeans com um buraco gigante no meio da coxa e um All Star de cano alto, não é legal para a presidente da empresa. Além disso, por mais que minha rotina fosse muito corrida, sempre que eu podia, optava por comer a comida da minha mãe, que tem o melhor tempero do universo.

 

— Mãe, ainda bem que não como em casa todo dia, senão nem passaria pela porta. — falei me deliciando com o pratão de arroz, feijão, purê de batatas e assado de panela que ela me servira.

 

— Que conversa, Juliana! Você, magrela desse jeito, haja arroz com feijão da mãe pra te engordar, menina.

 

— Que bom que não vou pela sua cabeça, viu? Hoje vou ter que jogar o dobro de vôlei pra queimar essas calorias todas.

 

— Exagerada! — exclamou meneando a cabeça negativamente enquanto sorria e me observava comer.

 

— Cadê a Mari e o Enzo? Não chegaram da aula ainda?

 

A Mariana é minha irmã caçula, e o Enzo é o filho dela, de 8 anos. Eu o amo como se fosse meu próprio filho. A Mari se envolveu com um mauricinho de merd* da escola onde estudava e era bolsista, assim como eu fui, e engravidou aos 17 anos. O babaca, óbvio, não assumiu a paternidade do menino, e o papaizinho dele o mudou de escola. Resumindo, ela teve que repetir o último ano do ensino médio e depois parou de estudar para cuidar do Enzo. Trabalhou comigo um tempo, me ajudava no financeiro da empresa, mas recentemente a convenci a voltar a estudar. Está no sexto semestre de administração.

 

Ela e a minha mãe são as minhas melhores amigas da vida toda e as únicas pessoas no mundo em quem confio de verdade. Quando se cresce no meio de pessoas que só te valorizam pela sua classe social, você acaba construindo uma barreira bem sólida em torno de si e passa a não confiar em quase ninguém.

 

— Foram para o shopping procurar aquela chuteira nova que você disse pra comprar. O Enzo não falava em outra coisa. Mariana tá zangada com você, viu? E com razão. Disse que você mima demais esse garoto.

 

— Ué, mãe, o que ela queria? Que o menino fosse jogar com a chuteira furada?

 

— Ah, minha filha, mas você é muito estragada. Não é porque ficou rica que vai rasgar dinheiro. Era um furinho de nada. Ela já ia levar lá no mercado pro seu Dodô costurar. Tá ali a chuteira, novinha ainda.

 

— Eu concordo sobre não esbanjar mesmo podendo. A senhora, mais do que ninguém, sabe o quanto eu ralei pra conquistar o que temos agora. Mas ele é uma criança.

 

— Por isso mesmo. Tem que saber desde cedo que dinheiro não dá em árvore, Juliana. Você e a sua irmã sempre usaram sapatos costurados pelo seu Dodô. Por que ele não pode?

 

— Porque o mundo é cruel, mãe. As pessoas são cruéis, até as crianças. Não quero que ele seja motivo de piada na escola. E a senhora não tem que se preocupar, porque no que depender de mim, o Enzo vai crescer sabendo o valor de cada centavo que gastar na vida.

 

Ela sorriu com certa nostalgia e completou:

 

— Seu pai teria tanto orgulho de você, minha filha! Olha que mulher maravilhosa você se tornou! Eu me orgulho muito, viu?

 

Meu pai teve um ataque cardíaco e morreu quando eu tinha 12 anos. A Mariana só lembra dele porque minha mãe mostra fotos, mas eu lembro muito bem. Ele era aquele tipo de cara grosseirão, antigo, mas era um bom homem. Tratava a gente com muito carinho e não deixava faltar nada em casa.

 

Era pedreiro de mão cheia, trabalhava como autônomo e nunca ficou sem uma obra para fazer. Mas depois que se foi, tivemos que pagar o preço por ele não contribuir para a previdência. Passamos a ter que nos virar com o salário que a minha mãe ganhava como zeladora da escola, que mal dava para pagar o mínimo necessário para nos sustentar. Só não passamos fome muitas vezes porque ela fazia faxinas no fim de semana. Eu até queria trabalhar para ajudar, mas a Mariana era muito pequena e eu tinha que cuidar dela.

 

— Ah, mãe! Eu que me orgulho de ser filha de vocês.

 

Larguei o talher e levantei para abraçá-la. Nós duas tínhamos lágrimas nos olhos. Passamos alguns instantes assim, compartilhando silenciosamente aquele sentimento saudoso. 

 

De todas as coisas da vida que uma pessoa pode ter, a melhor delas, sem sombra de dúvidas, é um lar. E com ou sem dinheiro, eu sempre me senti pertencendo a um. Sou uma privilegiada por isso.

 

Nosso abraço foi interrompido pelo Julius, o meu cachorro. Ele apareceu na sala de jantar com a chuteira velha do Enzo na boca, completamente destruída.

 

— Quero ver o seu Dodô dar um jeito nisso agora. — comentei irônica e gargalhei ao ver minha mãe gritar o nome dele, que saiu correndo, deixando a prova do crime para trás.

 

— Volta aqui, seu cachorro sem vergonha. Vou te botar de castigo. — gritou e foi atrás dele.

 

Não teve dificuldade para alcançá-lo. Ele é um buldogue inglês bem gordo, e a velocidade não é o seu forte. Voltei à mesa e terminei o meu almoço enquanto me divertia ouvindo a dona Aurora dando aquele sermão no Julius, como se ele fosse melhorar qualquer coisa depois disso.

 

Depois de tomar um banho e vestir roupas mais adequadas, fui para a empresa. Tinha muito trabalho acumulado, havíamos acabado de aceitar uma proposta bilionária de uma multinacional chinesa para a construção de uma rede de parques eólicos , mas a Zéfiro Energia, até então, era apenas fornecedora de materiais e equipamentos, não trabalhávamos diretamente na construção dos parques, embora isso fosse o meu sonho desde o início, pois foi nessa área que me especializei.

 

Enfim, vi a oportunidade e mesmo sem fazer o planejamento adequado antes, não deixei passar. Não teria tempo e muito menos seria viável iniciar uma construtora do zero, então o Hugo, meu diretor executivo, teve a brilhante ideia de incorporarmos uma já existente.

 

Ele ficou sabendo que a Construtora Blanchard estava ruim das pernas após perder alguns contratos com a transição de governo, e vimos aí a nossa oportunidade de ouro. Fiz uma proposta aos acionistas majoritários, mas eles estavam demorando demais a responder, e não poderíamos esperar mais.

 

Entrei na minha sala seguida pela Kelly, minha secretária, que foi logo repassando os meus recados.

 

— ... e o Hugo pediu pra falar com você assim que chegasse.

 

— Algum retorno da Blanchard? Ele comentou algo? — perguntei enquanto ligava o computador.

 

— Não, só pediu pra chamá-lo assim que você chegasse.

 

— Tá bom. Pode chamá-lo pra mim, então.

 

— Certo. Já vou pedir pra trazerem sua água. Quer um café também?

 

— Por favor! Obrigada, Kelly.

 

— Por nada! Licença. — pediu e saiu.

 

Abri o meu e-mail e analisei um relatório enquanto esperava o Hugo chegar, mas quase 10 minutos se passaram sem que ele aparecesse. Já ia pegar o telefone e pedir à Kelly para ver o que havia acontecido quando escutei gargalhadas do lado de fora da sala. Fui até lá e encontrei os dois, Hugo e Kelly, e mais uma funcionária do faturamento em volta de um celular, rindo de algo que assistiam no aparelho.

 

Escorei na porta e fiquei vendo aquela cena sem que nenhum percebesse minha presença:

 

— A maquiagem toda borrada... e essa linha preta cortando o rosto dela? Hilário! — Kelly comentou às gargalhadas.

 

— Mas, gente, tadinha da menina! Pegar o noivo na cama com um homem no dia do casamento. Eu estaria pior. — Monique, do faturamento, comentou rindo também. 

 

— Mas é muito cara de pau. No fim, ainda tentou subornar o policial. É doida... — Hugo completou recolhendo o celular. — Engraçado demais, já vi umas 10 vezes e não consigo parar de rir.

 

— Qual é a graça, Hugo? — perguntei irônica e me segurei para não rir da cara de susto da Kelly e da Monique ao me verem parada ali.

 

— Juliana, você tem que ver isso! É um vídeo hilário de uma maluca que foi pega numa blitz vestida de noiva e...

 

— Tá, depois você me envia. Entra logo que temos muita coisa pra resolver. Vem. — falei sem paciência e entrei na sala de novo.

 

Não faço o tipo "chefe durona" e não espero que meus funcionários sejam robôs, mas levo trabalho muito a sério e jamais participaria de uma cena daquelas.

 

Sentei e já entrei na pauta da Blanchard, para que ele não tivesse espaço para insistir no assunto do vídeo, pois ainda ria quando se sentou de frente para mim.

 

— Algum retorno sobre a proposta de incorporação?

 

Ele se recompôs, viu que eu não estava para brincadeira. Éramos amigos, mas não íntimos demais, eu não me permitia ter amigos assim. Apesar de ser de Fortaleza também, só nos conhecemos nos Estados Unidos. Fizemos juntos o doutorado em Stanford, entramos através do mesmo programa. Assim que consegui o financiamento para a startup da Zéfiro, chamei-o para trabalhar comigo.

 

— Conversei com o Marcel há pouco. Ele quer apresentar uma contraproposta. O pai dele está preocupado em ver o nome da empresa da família desaparecer.

 

— Essa gente é estranha. Estão à beira da falência, mas não descem do salto. Vivem do nome que têm, de status. Isso me enoja de um jeito que só estou insistindo por causa da pressa. — falei e suspirei, exasperada. — Mas, e aí? O que eles querem? Manter a marca Blanchard, é isso?

 

— Ele não foi muito claro. Sugeriu um almoço amanhã para apresentar a contraproposta.

 

— Almoço? Pra quê tanta pompa? Por que simplesmente não marcamos aqui ou lá e nos reunimos?

 

— Ele foi categórico, faz questão que seja um almoço. Também não entendi o motivo.

 

— Em um restaurante de fresco, imagino.

 

— Não, vai ser na casa dele. Mas pode recusar, se quiser.

 

— Não, deixa! Quero ver qual é a deles. Espero que não venham com frescura demais. Você sabe que não tenho muita paciência.

 

— É, eu sei, mas precisa tentar. Esse negócio precisa ser fechado, Juliana, ou não iniciaremos o projeto dos chineses no prazo. E aí? Posso confirmar? Estará disponível?

 

— Acho que sim. Só vou checar minha agenda com a Kelly, mas não tô lembrando de nada. 

 

Concluí minha pauta com o Hugo e depois de me reunir com um cliente, fui embora. Precisava jogar um pouco, estava estressada demais, e o vôlei, era meu modo de recarregar as energias.

 

Cheguei em casa quase cinco da tarde. Troquei de roupa, peguei a coleira do Julius e saímos. Julius tinha um ano e seis meses, era um adolescente ainda, adorava brincar e era meu companheiro de todas as tardes. Chegamos à praia cinco minutos depois, meu prédio era na Beira-Mar mesmo. Falei com o pessoal e peguei meu isotônico no quiosque da Cristal, sentei enquanto esperava acabar uma partida. Coloquei água de coco para o cachorro, que observava o mar sentado ao meu lado.

 

Senti alguém sentando perto de mim e virei para ver quem era. Não consegui acreditar, meu coração disparou e senti meu corpo tremer inteiro. Era a minha ex, Andreia, que estava sumida havia uns seis meses.

 

— O que você tá fazendo aqui? — perguntei tentando controlar a raiva ou sei lá o que eu estava sentindo.

 

— Eu sabia que estaria aqui. Como você está?

 

— Bem! — respondi tentando parecer indiferente e virei a garrafa na boca, olhando para a quadra. — E você tá viva, né? Cheguei até a pensar em enviar uma coroa de flores pra sua família. — fui irônica.

 

— Amor, me perdoa! — pediu depois de uns segundos em silêncio.

 

Andreia não vale nada. Senti algo muito intenso por ela, nos demos bem por dois anos e depois descobri que estava de conluio com um estelionatário que tentou me dar um golpe. Não sou fechada, mas sou muito cautelosa. Tenho radar apurado para golpistas.

 

Antes que Andreia insistisse com aquele assunto, levantei e fui para a quadra para aquecer. Eu tinha um milhão de coisas para perguntar, muita raiva para pôr para fora, mas eu não estava prepara para isso naquele instante.

 

Comecei a alongar. Sentia o meu corpo tremendo, reagindo à presença daquela mulher. Olhei para o banco e ela ainda estava ali. Dei uma volta na quadra correndo com Julius me seguindo, depois o prendi perto de uns bancos, como sempre fazia. Ele era simpático e querido por todo mundo. Comecei a próxima partida.

 

Depois de quarenta minutos de jogo, Andreia continuava no mesmo lugar. Entrei no mar e deixe lá a energia ruim que ainda restava no meu corpo. Peguei Julius e saí. Coloquei os fones de ouvido, com nada tocando ainda, e passei no quiosque novamente para pegar água de coco. A Cristal já conhecia a minha rotina, e sempre que eu voltava do mar, o meu coco já estrava no balcão. Agradeci e mencionei sair, mas Andreia não deixou.

 

— Juliana, por favor, me escuta! — insistiu segurando o meu braço, mas me soltei e continuei a andar.

 

Ela me acompanhou e insistiu:

 

— Você terminou comigo sem me dar a oportunidade de explicar o que aconteceu de verdade.

 

— E você não parecia muito interessada em explicar, já que sumiu.

 

— Eu tenho uma explicação pra isso também.

 

— Me deixa em paz, Andreia. Segue tua vida que tô seguindo a minha.

 

— Não, eu não vou te deixar em paz até você me dar uma chance contar a minha versão da história.

 

Eu estava sem qualquer paciência para aquela conversa. Já não queria tê-la em qualquer outro momento. E naquele então, estava parecendo tortura. Além do mais, tudo o que eu menos queria era uma cena no meio do calçadão da Beira-Mar. Virei para dar um basta naquilo, mas antes de poder falar, vi a doida do Detran correndo com fones no ouvido. Ela estava toda de rosa, exceto pelo tênis, branco. A coisa mais ridícula do mundo, apesar da filha da mãe ser linda. 

 

Andreia percebeu que eu a olhava e foi logo perguntando:

 

— Quem é essa?

 

Eu nem ia me dar ao trabalho de responder, mas nem que quisesse teria tido tempo, pois quando a olhei novamente, vi um maluco de patins vindo desgovernado na direção da Penélope Charmosa e a puxei bem a tempo de não ser atropelada por ele.

 

Ela gritou, assustada, e só não caiu porque se abraçou em mim.

 

 

— Seu irresponsável, presta atenção por onde anda! — gritei na direção do doido dos patins e voltei a atenção para a maluca nos meus braços, que me encarava boquiaberta, assim como Andreia, que assistia àquela cena bizarra.

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 4 - 4. O bem mais valioso que você pode ter é um lar:
Mille
Mille

Em: 06/02/2020

Kkkkkkk gostei da piada da novaaqui

Poxa Juliana você bem que podia ter visto o vídeo.

A Penélope charmosa caiu nos abraços da Juju.  

Acho que ela vai meter a mão na cara da Juliana kkkk

Bjus e até o próximo capítulo 

Responder

[Faça o login para poder comentar]

NovaAqui
NovaAqui

Em: 05/02/2020

Encontrou a Patricinha de novo? Muita coincidência

Andreia! Vaza! Deus já Deixou claro: se ex fosse bom, ele não diria para amar o Próximo kkkk

Abraços fraternos procês aí

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web