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Palavras: 1595
Acessos: 1489   |  Postado em: 22/12/2019

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Ja entrava na madrugada, Joe havia ido embora, aos arredores da casa, haviam homens de plantão, guardando as duas mulheres que ali estavam. Aquela noite havia sido difícil. Aline chegou na casa e correu pra um quarto qualquer, deixando Verena aflita e preocupada tinha vontade de estar ao lado da menina, ajudando-a suportar as dores e decepções. Mas Aline precisaria amadurecer as suas concepções e Verena entedia que aquele momento a menina queria e precisaria ficar sozinha, sozinha com seus pensamentos. O quarto estava na penumbra, apenas um abajur de claridade fraca iluminava malmente o cômodo frio, que naquele momento estava mórbidos pelos soluços e sussurros da menina. O vento soprava forte lá fora e a menina estava deitada sobre um estofado marrom coberto por um pano de camurça, tinha um cheiro antigo, denunciava que ali naquele cômodo poucas pessoas haviam estado. Os olhos da menina estavam mais fechadinhos que o normal por conta do inchaço provocado por horas pelo choro copioso. Ela cochilou algumas vezes, queria entender tudo, tinha vontade de buscar respostas, mas apenas sentia vontade de chorar. E o fazia. Na boca um gosto amargo e uma intensa vontade de vomitar, levantou devagar e pôs-se sentada. Semicerrou os olhos na tentativa de focar a visão do quarto. Enxergou uma outra porta e foi em direção a ela, deduziu que ali fosse o banheiro. O espaço era pequeno, porém bem decorado, tudo naquela casa era bem decorado, milimetricamente detalhado. Entrou e lavou o rosto, Aline fixou os olhos naquele chuveiro e resolveu tirar aquela tristeza em um banho gelado.  As mãos tremiam pela água fria, os cabelos, o corpo todo submerso naquela água corrente que caía grossamente pelos furos do chuveiro. O banho foi rápido, os lábios tremiam e os dentes iam de encontro um com o outro. Sentiu uma paz, um conforto, queria um certo alguém, sorriu e logo vestiu seu vestido de flores, um tecido leve de algodão. Secou os cabelos e os deixou úmidos e embaraçados.  A porta do quarto que estava foi aberta e o corredor tinha uma claridade baixa. Silêncio absoluto, alguns zumbidos de seres noturos podiam ser ouvidos com exatidão.  Pisava de ponta de pés, caminhava cuidadosa com os pés descalços e seguiu até a escada. Chegou até o alto e percorreu com os olhos toda a sala de estar, não havia ninguém ali. Voltou em seguida, mas parou na porta do quarto de Verena, bateu levemente mas não obteve resposta. Um receio apoderou-se do bom senso, não sabia que horas devia ser, mas não queria ficar só naquela imensa casa. Girou a maçaneta e colocou a cabeça pela fresta da porta. A cama estava vazia e impecalvemte arrumada, o quarto estava escuro e a porta de vidro da varanda aberta, o luar iluminava o quarto, Aline entrou e Verena estava sobre a poltrona felpuda cor de vinho, uma taça estava depositada sobre sua perna e uma garrafa de vinho quase cheia estava em seu lado, aproximou mais daquela mulher incrivelmente pálida e tirou com cuidado aquele objeto de vidro do seu corpo, pôs ao lado do vinho e tocou levemente o rosto dela, tirando umas mechas cacheadas que estavam em seu rosto. Verena estava com um robe de seda preto, estava entreaberto e por dentro dava pra notar uma blusinha com as bordas rendadas. O sono em que ela estava parecia profundo.  Admiração ao velar aquela imagem por alguns momentos, sentou-se ao lado na parte que ainda sobrava e ficou fazendo carícias na mão da mulher, o quarto estava incrivelmente frio, mas ela estava quente. Verena era quente. Um desejo percorreu o corpo da menina, e o frio que sentia deu lugar a um calorzinho que vinha da alma. Beijou aquela boca avermelhada e podia sentir que a respiração de Verena cheirava a vinho. Beijou novamente e sentiu mãos envolverem a sua cintura. Verena havia aberto os olhos. -- Eu posso sentir você até se eu estiver inconsciente.  -- Boa noite, eu não quis acordar, mas eu não consigo ficar sem você. Verena sorriu, mas logo ficou séria novamente.  -- Você está melhor? Vamos comer, passou bastante tempo sem se alimentar. - ia levantado mas Aline a impediu. -- Não, por favor eu não quero nada. Deixe-me ficar aqui. Sentou no colo da mulher que ficou sem reação.  -- Verena... - beijou a professora com desejo e foi sentado em sua coxa. -- Aline...não. -- Shii, por favor. Verena observou aquela menina no escuro do quarto, mas percebeu nitidamente quando o luar pegou metade daquele seio, Aline havia tirado o vestido por cima. - Não diga nada, não diga - Aline se inclinou pra trás e Verena a pegou segurando em suas costas. Ela oferecia os seios, o corpo, naquela posição convidativa.  Verena foi beijando a barriga, abaixo dos seios, as costelas. Aline arfava, e se inclinava mais, ofececia ainda mais o corpo. Verena a ergueu e a levou até a sua cama, a deitou com cuidado e ficou em por dela. -- Verena, faz o que desejo. Eu desejo você  -- Eu amo você meu amor, eu amo você. O laço do robe que a mais velha usava, foi desfeito e o pano delicado caiu pelo ombro e ajudou Verena a se livrar daquela peça.  Os seios da menina eram acariciados com ternuna, desejo. firmeza, eles que cabiam na palma da mão, Aline se tornaria mulher. A professora baixou a cabeça a e os tomou com delicadeza, a menina gemia, Aline desconhecia aqueles toques e logo sentiu necessidade de mais. Verena sugava e passava a língua que bailava pelos mamilos rosados e enrijecidos. Desceu os beijos pela barriga da menina e parou na virilha. Levantou os olhos e os olhos de Aline deram permissão para prosseguir.  Verena fez um coque rápido nos cabelos e isso a deixou ainda mais bonita, os ombros alvos ficaram ainda mais em evidência e Aline fechou os olhos quando sentiu algo quente, quase morno em seu sex*.  A língua de Verena. O músculo passeava nervoso com cuidado por aquela área nunca explorada. Não tinha a intenção de causar dor em Aline naquele momento. Então fez devagar, proporcionado um prazer intenso a menina. As pernas de Aline estavam abertas e recebia aquele carinho com muito prazer, as coxas tremiam a medida que Verena a ch*pava, clitóris da menina pulsava e tinha vontade de mexer junto com aquela língua oras apressada. Aline remexeu-se e pôde sentir os lábios de Verena se curvar em um sorriso. Remexeu de novo e logo estava rebol*ndo lentamente naquela língua que ficava cada vez mais nervosa. A barriga de Aline tremeu e sentiu seus músculos ficarem tensos, a boca estava entreaberta e puxava a respiração desesperadamente, sentia um prazer que nunca sentiu se aproximar, e Verena tocava com a língua em um ponto que a deixava ainda mais desesperada pra aquilo não acabar. -- Ah..hmm... - Aline gemia levantando o pescoço e tendo a visão mais sensual da sua vida Verena a sugava, lambia, e o coque do cabelo se desfazia com aqueles movimentos. As mãos dela davam a volta na coxa da menina e as apertava com firmeza fazendo-na abrir e manter a perna firme. O corpo estremeceu e a respiração falhou, Aline gem*u alto que quase chorou de tanto sentimento desconhecido. Tinha a sensação que o corpo pesou e o seu sex* latej*v*. Quase perdeu os sentidos, mas logo voltou e desabou o pescoço na cama. Fechou os olhos e ficou assim até que sentiu Verena deixar suas pernas devagar e pôde ouvir a mulher deixar a cama. Minutos depois ainda permanecia de olhos fechados e Verena a enlaçou em um abraço trazendo a menina junto ao seu corpo. Seu hálito tinha um cheiro gostoso de quem havia escovado os dentes.  -- Desculpa ter deixado você só, fiquei com receio de lhe beijar e você achar estranho o gosto, quero que fique a vontade meu amor, mas saiba que queria ter ficado com seu gosto na minha boca, mas ele ja está na memória. Aline sorriu e ficou feliz por achar a mulher da sua vida. -- Que gosto tem? Verena ficou surpresa.  -- O melhor de todos - sorriu. Aline ficou envergonhada.  -- Quero que você esteja preparada quando se sentir segura. Não fique preocupada pois você não fará nada que não queira minha flor de cerejeira. -- Eu te amo tanto. Verena, eu achei que doesse. -- Eu prefiro que não sinta dor.  -- Você não fez lá... é.. dentro..  -- Eu não quero que sinta dor. Vamos com calma minha vidinha. -- Ah... Beijou a testa da menina.. -- Tá se sentindo bem? -- Estou sentindo latejar lá, algo assim... - fez uma expressão engraçado  -- Você é linda, Aline. A menina virou o rosto afundando no pescoço da mais velha. -- Verena.... - a menina sussurrou - Me deixa ser para sempre sua? Você será para sempre minha. Minha flor, tuas pétalas fazem carinho na minha alma. Elas me fazem sorrir.

Fim do capítulo


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