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Tormenta por Kara

Ver comentários: 9

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Palavras: 3061
Acessos: 904   |  Postado em: 16/11/2019

Peso Morto

 

11 dias atrás

O mar estava agitado e mesmo sendo dia a escuridão tomava conta da paisagem, Bruno senti seu corpo molhado e a embarcação está em um vai e vem agitado. Se não fosse um pescador nato provavelmente estaria em apuros agora.

O barco de Bruno joga uma luz forte varrendo a embarcação à deriva e as águas em sua volta. Com os olhos fixos procura por um sinal dos jovens que se lançaram ao mar.

A luz do barco ilumina um colete vermelho sobre as águas, largando as grandes lanternas o homem desce rapidamente as escadas e volta para o bote a motor preso ao barco, em pouco tempo chega onde a luz era direcionada, agora podia ver com clareza Anne e Rafael. A garota estava com o colete e segurava firmemente o rapaz sobre ela, mas ambos estavam sem vida.

Bruno puxa Rafael com toda força para cima do bote, minutos depois faz o mesmo com Anne, mas para sua surpresa ele ouve um pequeno gemido. E quando encosta seu ouvido na boca da garota, pode sentir um leve suspiro. Depois de horas a fio, no mar congelante em meia fúria da tempestade, ela estava viva.

Com dificuldade os dois corpos, um inerte pela morte e outro desfalecido pelo trauma que vivenciava, foram depositados no barco, o sangue se esparramava e o desespero se torna iminente.

A chuva não dava conta de varrer o sangue, Bruno sem muita expectativa olhava para Anne e Rafael, a garota estava depositada de bruços e também sangrava.

Anne se meche na tentativa de se levantar mesmo fraca, mas antes que o fizesse um golpe forte lhe acerta a cabeça e seu corpo se mantem ao chão.

 

 

Horas depois

A noite já estava posta e o mar um pouco mais calmo, apesar da chuva não cessar.

Bruno olhava para todos os lados à espreita, ninguém poderia vê-lo, caso contrário estaria liquidado, apesar do medo ele sabia que não existia nenhum louco de estar no mar naquela noite com o tempo ruim.

Arrastou o garoto até a proa, vestiu um colete salva vidas nele com dificuldades, quando o fez, lançou -lhe ao mar.

Em seguida Bruno entra no seu bote a motor se certificando que tinha tudo que precisava ali com ele.

O homem alcança o corpo que boiava na superfície e o amarra junto ao bote, era tudo muito trabalhoso, mas o corpo do jovem já estava rígido e pesava em demasia, não conseguiria mais puxa-lo para a embarcação com facilidade, dessa forma seria melhor para conduzi-lo até as margens da ilha.

 

Parou com o bote um pouco antes dos rochedos soltando um ancora, segundos depois mergulhou na água congelante.

Bruno nadava muito bem, era acostumado, seu corpo forte e esguio se projetava a frente enquanto uma corda amarrada ao corpo puxava Rafael.

A parte mais difícil foi levantar o garoto para cima das pedras em volta da ilha, mas teria de ser feito e assim o fez, enquanto continuava observando tudo a sua volta, o corpo do rapaz foi arrastado para dentro da vegetação mais densa.

 

Bruno ainda voltou para o bote, seu corpo respondia ao frio que sentia tremendo, assim que agarrou a pá e uma sacola de plástico, voltou a nadar até a Ilha da Pedra.

 

O homem já não sentia frio, a cada movimento que a pá fazia sobre a terra, o buraco ao chão se alargava, não se preocupou em deixar muito fundo, sabia que ninguém nunca ia até ali.

Bruno já estava encoberto quando o homem parou para limpar o rosto sujo e molhado.

“Agora que já me livrei desse peso morto...”                              

Bruno riu das próprias palavras, já que o rapaz realmente estava morto.

“...Agora só falta essa maldita câmera”

O pescador caminha até o banco de areia próximo as margens e retira de dentro da sacola a câmera de Anne, ele usa a própria sacola como luva, para tentar não deixar digitais.

Pensava consigo mesmo “não sou tão burro assim”

 

 

 

Dias atuais

 

Na casa de veraneio, Leticia caminha até a garota dormindo calmamente e deposita um beijo em sua cabeça.

—O mundo parece estar contra você minha pequena. Desde muito menina vêm sofrendo, primeiro seu pai que foi um canalha, deixou uma criança cheia de traumas, depois eu simplesmente tive toda a oportunidade de lhe fazer feliz e a deixei sofrendo, sozinha...Agora toda essa tragédia com sequelas, feridas ainda abertas. Muita exposição, sofrimento, dor...Nem posso cogitar tudo que tem vivido em tão pouca idade...

..., mas de agora em diante as coisas irão mudar, lhe prometo. Sei que não me ouve meu bem, mas mesmo assim lhe prometo. Ninguém irá lhe causar mal algum, basta. E terei toda a paciência do mundo, você irá confiar em mim, serei inteiramente sua.

Anne está completamente apagada, mas Leticia não se importa seu juramento era sincero mesmo que não houvesse testemunhas ali.

A mulher se levanta da cama e desce as escadas, quando chega a sala pode ver seu pai enlaçado a esposa, Leticia se sentia feliz e certa em suas decisões, Isabela via que a enteada estava diferente, depois de perceber um sorriso em sua face.

Leticia olha para casal comunicando:

— Vamos embora daqui!                                                          

 

 

13horas 45minutos

 

Amanda sai do escritório as presas para o almoço, Vitor ou Leticia poderiam passar por lá no dia seguinte, como ela não voltaria ao trabalho mais hoje, havia ficado até mais tarde da sua hora de almoço na agência, para deixar tudo em ordem.

Em pouco tempo a ruiva entra em seu apartamento, o ambiente era enorme e sofisticado, um pouco bagunçado, a mulher não tinha muita paciência para organização. O lugar geralmente ficava impecável em um prazo curto de dois dias após uma assistente organizar uma vez por semana.

Amanda tinha péssimos hábitos, entre eles de se importar apenas com o trabalho na agência, nunca comia em casa apenas em restaurantes e sua maior preocupação era quem seria a próxima a levar para cama, por isso gostava de privacidade, por tanto não tinha porque manter uma empregada diária.

A mulher era um tanto quanto narcisista.

Ela larga a bolsa no sofá de qualquer jeito e leva um susto ao ver uma mulher na sala, sentada, tinha umas folhas nas mãos que lia atentamente.

— Ei! Que susto, sei que tem a chave, mas poderia me avisar quando vem me visitar.

— Você está atrasada.

— Tinha tanta pressa assim em falar comigo?

— Estou falando de suas contas Amanda – A mulher balança os papeis que lia ao ar e depois deposita sobre a mesa de centro.

— Tive problemas com o debito automático, alias para de ser enxerida, está me espionando agora?

—Para quem vivia implicando comigo, dizendo que eu não sabia pagar uma conta sozinha, só fiquei curiosa. Mas não são essas informações que vim buscar.

A ruiva ri enquanto encara a mulher a sua frente com os braços na cintura.

— Sempre tão charmosa.

A mulher passa por ela calma e ingenuamente provocativa, Amanda não consegui deixar de reparar no corpo da jovem mulher que caminha até a cozinha.

 

Entre um olhar de cobiça e outro no jeans apertado da jovem, já que a mulher se mantém a frente e de costas para ela, a ruiva pode observar uma saliência em sua cintura, abaixo de sua blusa preta e solta.

— Sabe, ainda não sei porque carrega essa coisa contigo.                                                       

A mulher se vira para ela, com o semblante calmo.

— Uau! Quase me senti como nos velhos tempos “querida”.

— Ah, pare com isso Lara, sabe que ainda me preocupo com você, usar uma arma não faz seu estilo.

—Se preocupa? Nunca se preocupou, eu era um objeto sobre seu controle, você sabe muito bem que faço parte da polícia cientifica não é mesmo, tenho porte para usa-la?

— Por deus, chega disso, você é uma médica que atua como perita criminal, mas não sossega, ao invés de se preocupar apenas com seus frascos e exames, adora se dedicar a tarefas que não lhe são atribuídas, ama uma ação. Eu pessoalmente concordo com teu pai, devia ter seguido apenas com a medicina.

—Amanda, nem a medicina eu podia seguir quando estive ao seu lado, não vim aqui recordar dos velhos tempo, não vou discutir com você.

Lara apanha uma garrafa de cerveja da geladeira e gira a tampa abrindo, Amanda tira a pequena garrafinha de sua mão e toma ali mesmo.

— Sem cerveja para você, não fica bem quando bebe. 

 A loira abre o armário e retira um copo de lá e coloca sobre o balcão da cozinha, abre a geladeira novamente e se serve de um pouco de água.

 

— O que você quer de mim?

—Leticia, acho que você trabalha com ela não é mesmo?

— Está envolvida no caso?

— Estou sim, o que acha dela?

— Me aproximei bastante dela depois de nossa separação a dois anos, uma pessoa incrível, tranquila e muito justa em tudo. Uma verdadeira amiga.

— Pelo jeito já dormiu com ela – A loira ri

— Não, não sou de dormir com amigos Lara.

— Mas dormiu com algumas pessoas estando comigo.

— Não eram nossos amigos, aliás não eram nada além de uma trans* -diz a mulher se estressando.

Amanda revira os olhos e se joga no sofá.

—  Isso não pesa mais em mim, agora me diga e a garota, a “irmã” dela, sabe de algo?

— O que eu deveria saber Lara? Chegou a uns meses atrás, até onde eu sei se dão bem. Apesar de que...

— O que?

— Alguns funcionários disseram que Anne uma vez saiu correndo da agência, que tinha acontecido alguma coisa entre as duas. Vem cá? Isso não é trabalho de um profissional, um investigador, porque tanta pergunta?

— Quando você vai aprender me dar algum valor, nem depois de separadas você não deixa de tentar reduzir minha autoestima. As pessoas me valorizam e valorizam meu trabalho sabia? Não dependo mais de você.

— Ei, pare com isso Lara, vai dar chilique, só estou brincando! Tudo bem, desculpa, o que mais quer saber?

Lara suspira fundo.

 — E a Priscilla, você se lembra dela, não é?

— Não tenho mais contato, mas sempre foi uma destrambelhada, fazia tudo para estar com a Leh, apesar de Leticia ceder e sempre acabarem na cama, ela nunca teve sentimentos por Priscilla é mais uma paixão platônica da parte da outra.

A loira está pensativa e se senta do lado da ruiva a olhando enquanto puxa os lábios para o lado em uma forma única que Amanda conhecia bem. A mulher sabia que nesse momento a cabeça de sua ex-mulher fervilhava a mil, como se tivesse várias peças de quebra cabeças esparramadas prestes a serem montadas.

 

Lara desfaz o bico e ergue as sobrancelhas, Amanda aproveita a deixa e brinca com a ex.

—Priscilla eu já vi nua na minha cama, quer algum detalhe anatômico?

A loira coloca as mãos na boca e solta o riso abafado.

 

 

8 dias depois da Morte de Rafael

Percebendo toda a agitação aumentar rapidamente e algumas lanchas encostarem na praia, Bruno pega o celular para verificar as horas mais uma vez, é quase 15h40.

O homem afasta o telefone e guarda no bolso fundo da calça de poliamida e sai em direção as docas, agilmente entra em seu barco, com poucas manobras se afasta das margens e contorna a encosta até uma pequena e abandonada praia.

Bruno começa digitar uma mensagem em seu celular, seus dedos estão um pouco agitados, mas mesmo assim o faz com firmeza.

“Sinto muito, não posso agora,

tenho um outro compromisso.

Mais tarde, talvez eu te ligue!”

 

O homem ri entre dentes, enquanto guarda o celular novamente, manobra uma embarcação menor para buscar o homem que o espera na praia, em um ponto de encontro mais discreto.

Quando os dois voltam até o barco ancorado, o homem um pouco mais velho e mais pomposo com sua luva branca de navegação, passa a manusear o leme a toda velocidade em uma direção já bem conhecida por eles.

 

 

Depois de um tempo Bruno ainda se mantinha fora da casa, olhava cada canto com cuidado, já esteve ali varias vezes, o lugar era bonito, mas se notava abandono, a vegetação avançando no quintal mostrava isso.

Com o celular nas mãos ele tenta fazer uma chamada, entretanto não há sinal de torre, passa se movimentar de um lado para o outro com o móvel ao alto.

Mais adiante ele pode ver um homem atrás da vegetação densa, era seu patrão, ele tirava uma corrente grossa de uma porta rustica e entrava dentro do local, sumindo totalmente de sua vista. Bruno volta sua atenção para o celular e finalmente um traço aparece no visor, ele sabia que na casa havia um repetidor de sinal e estava perto o suficiente para captar.

Disca um número e a pessoa do outro lado da linha atende.

—Alô? 

 

—Oi linda, ainda quer me ver? 

 

Bruno espera por uma resposta, mas o telefone fica em silêncio por um bom tempo. Então insiste.

 

 

— Então benzinho, quer me ver ou não? 

— Amanhã, te encontro nas docas, às 9horas, esteja lá dessa vez. 

 

Sem ouvir mais nada do outro lado da linha, só ficou esperando o som da chamada se encerrando.

 

Um tempo curto se passa enquanto o homem permanece ali fora, por fim Bruno consegue ver seu patrão saindo da casa principal e caminhando até ele.

—  Venha, entre, vamos tomar um whisky, tenho uma reserva especial.

— Não recuso bebidas doutor, mas como disse, não quero mais me envolver nisso é a última vez que trago o senhor aqui, logo encontraram o corpo e quer saber doutor, até agora não entendi porque o senhor pediu que eu deixasse a maldita câmera a vista na Ilha das Pedras.

Ambos se põem a caminhar e rapidamente atravessam a porta.

Dessa vez Paulo permite que o homem se sente em seu sofá requintado, estava decidido e tinha um plano muito bem arquitetado em sua mente.

Enquanto dava atenção ao homem amedrontado pelos últimos acontecimentos, passa a preparar as doses de bebidas. Bruno falava incansavelmente se sentindo pela primeira vez próximo ao homem importante ao qual prestava alguns favores escusos vez ou outra.

Nunca lhe convidara para beber junto, ainda mais uma bebida “chique”, mas também nunca dividira algo tão maquiavélico como tudo que vinha acontecendo, Bruno se arrepia ao lembrar de tudo que tinha feito por aquele homem.

 Paulo entrega ao homem um copo repleto da bebida e esse virou em único gole. Paulo sorri, achando graça e ao mesmo tempo satisfeito.

—Vá com calma Bruno é para apreciar, o whisky é uma bebida espirituosa muito forte e não deve ser ingerida de um só trago como nos filmes de cowboys de John Wayne. Todos os amantes de um bom whisky, seja ele um americano ou escocês, devem apreciar calmamente esta bebida, de modo a admirar o seu sabor e a prolongá-lo até à última gota.

— Então me sirva mais uma dose doutor, prometo apreciar melhor dessa vez.

— Não será necessário meu caro.

 

Nesse momento Bruno já tombava o corpo no sofá apagado, enquanto Paulo depositava seu copo no balcão.

 

O homem revira o bolso do pescador apagado e encontra o celular, mais que depressa verifica a última ligação e fica furioso ao reconhecer o número da filha. Ele precisava se livrar daquele móvel, mas antes discou o último número da chamada.

— Você de novo? Já não falei que te encontro amanhã?

 

Priscilla não ouve nada do outro lado por alguns segundos.

 

— Apague todas as ligações desse número do seu celular e não volte a ligar.

 

Priscilla se assusta um pouco, mas continua ouvindo mais algumas instruções.

 

— Eu preciso que pegue o iate, como a marinha já liberou não terá perigo e o mar já não está tão repleto de patrulha, alias essa hora não terá ninguém. Mas redobre os cuidados, sei que não gosta de velejar, mas te ensinei bem, então venha até a casa de pesca agora, não se atrase e não deixe ninguém te ver, se isso acontecer é melhor inventar uma ótima desculpa.

 

Paulo desliga o celular sem dizer mais nada.

 

 

Um tempo mais tarde

 

Não foi difícil chegar à ilha sem ser vista, o iate era moderno tinha sistema de navegação e piloto automático, o que deixo mais fácil a navegação noturna.

Priscilla estava confusa, não entendia o porque seu pai a queria na casa de pesca e porque ele estava com o telefone de Bruno.

Tudo que queria era conversar com o pescador, queria saber ao certo o que havia acontecido, seu pai andava estranho desde a tragédia com o iate, ela sabia que havia motivos para isso, porém algo pior poderia ter acontecido, se é que isso fosse possível. Nunca o encontrava, estava sempre sumido, já que o pai não lhe falava nada ela pensou em falar com o capanga Bruno.

Leticia tem dificuldades de atracar, mais adiante ela vê um barco, reconhece sendo de Bruno, o barco é bem maior que o iate, agora também consegue ver seu pai caminhando pela plataforma longa, ele faz sinal na tentativa de ajuda-la na tarefa de posicionar melhor a embarcação.

Assim que consegue, desce e passa pelo seu pai em fúria.

— Você sabe que odeio pilotar e me faz vir até esse lixo a essa hora – Priscilla se vira para o pai — O que está acontecendo?                                                                 

O Homem sorri e faz um gesto elevando as mãos.

Leticia toma a dianteira atravessa toda a plataforma e entra pela sala da casa principal, seu pai se mantém a traz sem dizer uma palavra, o que deixa a mulher mais enfurecida.

No instante em que passa pela porta aberta, ela fica imóvel, seus olhos pousam em Bruno caído no sofá.

Paulo passa ao lado da filha e vai até o bar.

— Meu deus! Ele está morto?

— Ainda não.

Priscilla está paralisada, a morena nunca esteve tão pálida.

Paulo a olha com desdém.

— O que foi? Ele sempre foi um peso morto mesmo.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 19 - Peso Morto:
rhina
rhina

Em: 17/11/2019

 

Oie

Bom dia.

Olha........ Lara então é ex esposa da Amanda.

Admiro muito como está conectando suas personagens..

Hum....... Será Paulo único e exclusivo culpado?

Isso lançaria um chance de Priscilla ser salva......ainda é cedo certo ????

Boa semana moça.

Rhina


Resposta do autor:

Olá

É muito gostoso ler os comentários, estou rindo aqui sozinha. Todas tem a certeza de Paulo, agora Priscilla e até mesmo Rafael ainda causam dúvidas. eu não sei se ainda há tempo de Priscilla se salvar, não vou falar nem sobre tortura rs.

Beijinhos moça.

Kara

Responder

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rhina
rhina

Em: 17/11/2019

 

Oie

Bom dia.

Olha........ Lara então é ex esposa da Amanda.

Admiro muito como está conectando suas personagens..

Hum....... Será Paulo único e exclusivo culpado?

Isso lançaria um chance de Priscilla ser salva......ainda é cedo certo ????

Boa semana moça.

Rhina

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rhina
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Em: 17/11/2019

 

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Bom dia.

Olha........ Lara então é ex esposa da Amanda.

Admiro muito como está conectando suas personagens..

Hum....... Será Paulo único e exclusivo culpado?

Isso lançaria um chance de Priscilla ser salva......ainda é cedo certo ????

Boa semana moça.

Rhina

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rhina
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Bom dia.

Olha........ Lara então é ex esposa da Amanda.

Admiro muito como está conectando suas personagens..

Hum....... Será Paulo único e exclusivo culpado?

Isso lançaria um chance de Priscilla ser salva......ainda é cedo certo ????

Boa semana moça.

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rhina
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Em: 17/11/2019

 

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Bom dia.

Olha........ Lara então é ex esposa da Amanda.

Admiro muito como está conectando suas personagens..

Hum....... Será Paulo único e exclusivo culpado?

Isso lançaria um chance de Priscilla ser salva......ainda é cedo certo ????

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Rhina

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rhina
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Bom dia.

Olha........ Lara então é ex esposa da Amanda.

Admiro muito como está conectando suas personagens..

Hum....... Será Paulo único e exclusivo culpado?

Isso lançaria um chance de Priscilla ser salva......ainda é cedo certo ????

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Rhina

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rhina
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Em: 17/11/2019

 

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Bom dia.

Olha........ Lara então é ex esposa da Amanda.

Admiro muito como está conectando suas personagens..

Hum....... Será Paulo único e exclusivo culpado?

Isso lançaria um chance de Priscilla ser salva......ainda é cedo certo ????

Boa semana moça.

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rhina
rhina

Em: 17/11/2019

 

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Bom dia.

Olha........ Lara então é ex esposa da Amanda.

Admiro muito como está conectando suas personagens..

Hum....... Será Paulo único e exclusivo culpado?

Isso lançaria um chance de Priscilla ser salva......ainda é cedo certo ????

Boa semana moça.

Rhina

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Mary34
Mary34

Em: 17/11/2019

Bommm esta se desenrolando a trama c mais clareza agora, e creio q ocerco va se fechar em torno de Priscilla e seu pai sei q eles vao ter o que merecem mas confesso q estou anciosa pra os acontecimentos entre lethicia e Anne rs 😉😘 otima historia princesa ta cada dia melhor !beijosss


Resposta do autor:

O caso vai se aproximando de um possivel desfecho. Agora Anne e Leh também me deixam ansiosa, rs, confesso que estou me segundando aqui para não antecipar nada, rs.

Você sempre carinhosa, obrigada pelos elógios. 

Beijinhos Kara.

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