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Tormenta por Kara

Ver comentários: 3

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Palavras: 2820
Acessos: 778   |  Postado em: 14/11/2019

Lembranças

Paulo via tudo de longe e se mexeu apenas quando Vitor lhe encontrou com o olhar em suplica.

Quando o médico chegou até Anne, Vitor a segurava nos braços e corria para fora do prédio. A agitação era grande, um aglomerado de pessoas se juntou. Carlos e seus homens abriram espaço e em minutos todos foram conduzidos para o carro dos Nogueiras.

Anne começava despertar quando foi colocada no banco de trás do automóvel, nesse exato momento Paulo sentia o pulso da menina.

Isabela estava aflita, Vitor abraçava a esposa sussurrando que tudo iria ficar bem. Enquanto a própria Isabela se culpava por ter deixado a garota vir ao velório.

Priscilla se mantinha um pouco afastada, aparentava estar mais assustada que todos.

Viviane tinha seguido a família para fora, realmente sentiu-se preocupada com Anne, a garota estava muito fragilizada.

Leticia não consegui desviar os olhos de Anne, com movimentos suaves ela desperta por completo, para somente então Leh sentir seu ar voltar.

Anne coloca as mãos sobre seu ferimento a bala e senti o peito subir e descer, era como se certificasse de estar viva.

Aos poucos começa recobrar os últimos momentos, encara Leticia e Viviane, que nesse momento estão bem próximas uma da outra.

Assim que Anne as vê, perde o controle emocional e passar a falar mais alto, apontando para as duas mulheres.

 

 

— Vocês duas, eu me lembro! Não acredito como fui tola em pensar que poderia sentir algo por mim Leticia. Vocês estavam trans*ndo esse tempo todo!

Viviane ficou vermelha na hora, ainda mais por estar repleto de pessoas estranhas perto de si, um deles foi o comandante Carlos que ficou tão vermelho quanto a jovem e por fim percebeu que nunca teria chances alguma com Leticia, já que ela estava mais para uma caçadora do que caça.

Dr. Paulo rapidamente sai em direção do próprio carro, enquanto Priscilla o olha assustada, quando passa perto da filha lança um olhar cauteloso.  

Anne continua sendo áspera com as palavras, nesse momento um número maior de pessoas está ao redor tentando entender o que acontece, embora não podem se aproximar muito já que os homens do comandante não permitem.

— Pelas minhas costas, duas hipócritas!

 

A confusão parece sempre vir de encontro aos Nogueiras ultimamente, quando se termina uma começa outra. Isabela não estava acostumada com tamanha agitação. Ela olha envolta constrangida apesar de saber que ninguém consegui ouvir daquela distância, por mais que a garota falasse com tons mais agudos.

Apenas os que estavam em volta do carro, que ao seu ver já era o suficiente para deixa-la envergonhada, podiam realmente compreender a agitação de sua filha.

Paulo volta com uma injeção preparada e se aproxima de Anne, essa lhe empurra, mas sua força não tem nenhum efeito sobre o homem. Todavia seu corpo contrai e a ferida no ombro sofre o impacto do empurrão, ela passa a sentir dor e não esconde um gemido forte, um dos pontos se rompeu e um pouco de sangue transpareceu através das listras de sua blusa.

Apesar disso a dor maior era de se lembrar que Leticia estava dormindo com outra e provavelmente ainda fazia isso, pelas suas costas.

Paulo agarrou ainda mais a garota, pressionou seus dedos tão fortemente que ao redor da pele ficou empalidecido.

 — Não quero mais essas injeções, elas me deixam confusa.

O homem encostou a boca próximo a seu ouvido para que ninguém, o pude- se escutar além de Anne.

— Sua insolente! Está agindo como uma criança é apenas uma injeção. E agora terei que trocar esse curativo novamente.

 

Anne encara o médico e sentiu se incomodada.

O homem percebeu o gesto muito hostil e suaviza a força e ameniza as palavras.

—Quero seu bem, está se autodestruindo, respire fundo e deixe eu te ajudar.

A menina desviou o olhar do médico não conseguia raciocinar direito e continuou insultar Viviane e Leticia, enquanto ao mesmo tempo se justificava não querer outra injeção.

O homem dessa vez não se importou com a reação da garota e lhe aplica o medicamento, seu braço estava rígido o que lhe fez sentir mais dor do que a primeira vez.

Isabela estava aflita vendo sua filha totalmente transtornada, essa não era sua menina.

— Ei! Eu disse que não.

Mas já era tarde o medicamento já corria pelas veias da garota que começa a sentir enjoou.

Viviane está atômica assistindo tudo, ainda assim pode perceber os movimentos do médico lhe causando estranheza, bem mais que o próprio descontrole de Anne.

 Leticia estava preocupada com Anne, as acusações não tinham efeito nenhum sobre si, apenas percebia que a garota começava recobrar um pouco da memória, isso era ótimo, mas ao mesmo tempo lhe preocupava tamanha agitação, mesmo assim não ia permitir que a garota fizesse um alvoroço logo ali cheio de testemunhas e constrangendo Viviane, que era uma boa pessoa.

— Quieta aí mocinha, não sabe o que está dizendo.

Leticia prende o cinto na garota que reluta com os movimentos da mulher. Mas Anne já se sentia tonta e cansada nesse momento, suas forças eram menores ainda.

A filha mais velha olha para seu pai que entendendo passa a direcionar Isabela para dentro do carro ao lado da filha mais nova, enquanto ele mesmo entra, sentando se no banco do motorista.

Leticia afasta os demais e dá um tapa no capo do automóvel avisando ao pai que já podia sair com o carro e uma Anne transtornada.

Paulo deixa cair as mãos agora relaxadas, ainda segurando a injeção.

 

Contudo rapidamente saí do estado de relaxamento e se direciona a Leticia.

— Leticia eu vou até a casa de seus pais, para poder examina-la melhor e ver se preciso refazer os pontos.

— Agradeço a você Paulo, se fizer isso.

 

 

Priscilla abraça Leticia demoradamente em seguida acompanha seu pai até o carro.

 

Leticia fica parada um tempo tentando entender tudo, enquanto as pessoas se afastam e voltam seus afazeres.

Viviane ainda estava ali, seu rosto começava recobrar a cor original. A moça olhava Leticia com ternura, as vezes que tinha se deitado com ela, foi apenas por prazer, ambas eram solteiras e desimpedidas, nunca se imaginou em uma situação dessa.

— Leh? Eu não imaginava que ela não se lembrava do que tinha acontecido aquele dia, sinto muito por tudo, eu não sabia que vocês...

— Vivi, nós não tínhamos nada, aliás ainda nem temos, não que eu não queira, só não houve tempo para nós ainda, mas existe muito amor uma pela outra e tudo que mais quero é que ela entenda que é única para mim... Você não tem culpa de nada.

Leticia acaba se abrindo em um momento um pouco estranho, não é de costume fazer isso, porém estava tão agitada por dentro e Viviane lhe transmitia a serenidade que precisava, que se permitiu falar.

Viviane segura as mão de Leticia e lhe entrega um sorriso reconfortante.

Cesar se aproxima com uma cara debochada.

— E ai meninas! Querem uma carona?

Só então Leticia percebeu que estava a pé, pensou em chamar um motorista de aplicativo, mas decidiu aceitar a carona.

Os três caminhavam pelo estacionamento quando Leticia enxerga um carro sugestivo a sua frente.

Era um Tempra de 1990 que chamava bastante atenção por sua cor vermelha e adesivos brancos colado por toda a carroceria, formando faixas. O carro estava muito rebaixado, Leticia tinha certeza que se alguém entrasse ali o assoalho tocaria o chão com o peso. Ela rezou para que o carro em questão não fosse de Cesar.

 

À medida que iam andando ficou óbvio que suas orações não funcionaram.

Leticia se vira pra Viviane, que segura o sorriso antes de falar qualquer coisa.

— O que eu posso dizer? Eu não tenho carro e com meu salário só me resta aceitar sempre a carona do meu irmão.

As duas dão risada e Cesar destrava o carro sem entender muito bem as duas mulheres atrás dele.

Leticia podia jurar que o garoto tinha cãibra nos pés, o que lhe impedia de ser sutil nos movimentos, não teria uma outra justificativa, cada freada seu corpo ia todo para frente sentindo o impacto do sinto de segurança.

Viviane estava sentada no banco atrás enquanto Leticia permanecia ao lado do motorista.

— Sabe Vivi, tenho que passar a te dar mais caronas, prezo por sua vida.

— Muito engraçada Dona Leticia, fique sabendo que dirijo muito bem.

 

— Leh, por favor não me entenda errado, não quero ser invasiva, mas como Anne foi parar na casa de veraneio aquele dia? Sabemos que não foi seus pais que a levaram, eles só chegaram no dia seguinte.

— Me lembro de te deixar na sua casa, depois fui direto para o Hotel, não queria encontra-la mais naquele dia. – Leticia pensou mais um pouco — No dia seguinte meu pai me ligou dizendo que tinha acabado de chegar e perguntou onde estávamos, no caso eu e Anne.

— Bem foi aí que tudo começou, mas não se perguntou como ela chegou lá?

Leticia deixou essa questão passar despercebida, eram tantas coisas acontecendo que foi tola de nem se quer perguntar ao seus pais ou a própria Anne, que provavelmente não saberia responder pelo menos antes, já que não se lembrava do dia em si. Mas agora era diferente, começava a se lembrar.

 

Rodaram um pouco pela cidade antes de seguirem ao destino, todos riam e a conversa fluía apesar da diferença de idade de cada um, no entanto a alegria acabou quando Cesar estaciona o carro barulhento próximo à casa de Leh.

 

— Obrigada pela carona, só não convido vocês para entrarem, bem vocês me entendem não é mesmo?

— Claro que sim Leticia. Desejo que tudo se resolva logo para vocês.

— E eu que você se resolva logo com a tal doutora misteriosa.

— Aquela nem tem olhos para mim. – A garota ri enquanto o irmão arranca com seu “possante” dali.

A mulher apenas sorri e a leveza que sentia até momentos atrás se torna um peso. Teria de encarar sua garota.

 

 

 

Algum tempo antes

 

Priscilla e Paulo estão em silêncio no carro, o homem dirige rapidamente pelas ruas. A mulher olha para as luzes da cidade pensativa, quando não aguenta mais a angustia.

— Ela se lembrou de tudo! Essa porcaria de injeção não resolveu nada.

Paulo tira uma das mãos do volante e desfere um tapa na filha que se assusta com o ato, agora depois de adulta sentia o peso das mãos do pai, pressão psicológica sempre sofreu, mas agressão física ela não lembrava de ter sofrido.

— Cala tua boca! Não seja insensata. A garota apenas se lembrou de um fato isolado, pela emoção do momento. Reze para isso não acontecer de novo, pois será tua culpa.

O carro continuou a seguir em direção aos Nogueiras enquanto Priscilla não ousava abrir a boca novamente, apenas se perdeu em pensamentos.

 

 

Leticia fica parada na porta, mas não entra, puxa seu celular do bolso do casaquinho preto que usava e disca para o pai.

— Pai? Como está tudo por aí?

— Leh, cadê você?

— Bem eu não sei se devo entrar, Anne está uma pilha, isso não fará bem para ela.

Nesse momento Vitor rompe a porta dando de cara com sua filha que desliga o celular ao ver o pai.

— Uma coisa não justifica outra, as duas terão de se entender, aprender a separar as coisas. Está me escutando Leticia?

— Sim estou.

— Então reaja, você é adulta e vai ficar aí fora, pensando se deve ou não entrar, enfrente seus problemas como sempre o fez.

Leticia passa pela porta com um sorriso cortado, queria rir do pai por ser drástico, mas sabia que ela merecia.

— Aliás ela está apagada no quarto de hóspedes e a Priscilla está lá, você não se importa mesmo, não é? Nem se quer sabia se iria entrar em casa. – O homem foi irônico.

Leticia escondeu o sorriso e saiu em passos largos para escada, passou pela sala voando, mal pode ver sua madrasta conversando com Paulo.

Em questão de segundo Leh está dentro do quarto de hospedes e vê Anne recostada em Priscilla, com os olhos fechados.

O sol invade fortemente o quarto, o dia estava ficando mais quente, a garota transpira tamanha aproximação de Priscilla, ela acaricia a face de Anne, tirando algumas gotas.

Leticia passa a caminhar até a janela aberta e a fecha, deixando o ambiente mais escuro.

— Sabe Priscilla, você me deixa confusa.  

Em seguida pega o controle remoto do ar condicionado e liga, deixando a temperatura do quarto mais amena.

— Uma hora me ama loucamente, fazendo burradas para me ter junto a ti, na outra se esqueci de mim por completo e faz mais burradas ainda para ter Anne.

— O que está dizendo? Não quero ninguém, nem fiz burradas alguma – Priscilla solta a garota com um certo cuidado, deixando a na cama.

— Que bom saber, então já pode sair eu cuido dela.

Priscilla ia saindo quarto, mas Leticia a impediu.

— Só mais uma coisa. Foi você, não é? Que trouxe Anne aquele dia aqui? Só me resta saber por qual motivo...

...Para ela me ver com Viviane e me deixar livre para você ou para ela cair nas suas graças de boa moça compreensiva enquanto chorava por mim.

Priscilla se desvencilha de Leh e sai as presas do quarto, passa pela sala mal se despedindo de todos.

Paulo decide ir embora também e se despede um pouco envergonhado pelos modos da filha.

 

— Bem espero que façam boa viagem, ela ficará bem, continue com os medicamentos, em dois dias vou a casa de vocês para vermos como Anne está.

— Mais uma vez obrigada por tudo Paulo – Vitor aperta forte a mão do médico, agradecido, mas feliz por ele ir embora.

 

Isabela se levanta para ir até a filha, mas Vitor a impedi com um abraço seguido de um beijo.

— Anne está bem acompanhada minha querida, que tal sua atenção para com seu marido por alguns minutos.

 

 

 

Paulo sai da casa enfurecido, pensando em como se enfiou em um problema desses, tudo pela imaturidade de sua filha.

O homem entra no carro e acelera em demasia depois freia bruscamente em frente sua casa que fica próxima da residência dos Nogueira.

“Eu tenho que ficar uns tempos longe do arquipélago, ficarei na cidade, acompanhando Anne de perto, ainda mais depois de hoje, essas lembranças repentinas voltando.”

O homem era um médico renomado, um dos sócios diretos do melhor hospital da região, tinha uma clinica particular na cidade, pensava em se aposentar logo, pelo menos da parte prática, pretendia seguir com a burocrática do hospital, lhe trazia mais dinheiro.

Tinha alguns dólares investidos em negócios pelas redondezas, mas sabia que nenhum dinheiro no mundo era capaz de livra-lo dos problemas que Anne lhe causaria se lembrasse de tudo que aconteceu.

Estava decidido voltaria a morar por um tempo na casa fora do arquipélago, Priscilla já fazia isso para ter uma vida mais livre. Ela teria de se acostumar com a presença do pai por perto mais tempo que o normal.

“Fico imaginando como aquela casa está sem minha presença por tanto tempo, provavelmente de pernas ao ar.”

Paulo está na sacada de sua casa e toma um copo de whisky, enquanto o gelo tintila no copo, o homem olha suas mãos e vê sangue por toda ela, em um gesto rápido chacoalha suas mãos na tentativa de sumir com o sangue imaginário, seu copo cai ao chão se destruindo em mil pedaço.

“Realmente o dia não está sendo bom”

 

Inquieto o doutor caminha até a mesa do seu escritório, seus dedos tocam um dispositivo abaixo da gaveta que se abre. Depois de retirar um fundo falso ele pega um capuz preto e o admira por alguns segundos. Caminha até a porta se certifica de estar trancada, volta calmamente desviando dos cacos no chão e se senta em um poltrona de couro marrom que representa bem todo o ambiente masculinizado de sua sala.

Então a veste, cobre toda sua face com a máscara, sentindo a própria respiração mudar. Ele vivencia cada segundo de outros dias em que vestiu aquela mascará.

Seus batimentos aceleram e até mesmo o cheiro de maresia e peixe invadem suas narinas. Passa a ouvir o gemido fraco de uma garota ferida, todo o contexto o excita muito.

A homem ura de prazer apenas retrocedendo seus pensamentos.

(...)Ele disse que se livrou de Rafael, mas a garota ele não conseguiu. Já ouvi falar de uns psicopatas que tem costume de manter suas vítimas como troféu em cativeiro, bem não sei o que passou na cabeça desse homem, ele é um monstro(...)

Fim do capítulo


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Comentários para 18 - Lembranças:
perolams
perolams

Em: 16/11/2019

Sabia que era Paulo o psicopata, minha única dúvida é se Rafael sabia de tudo ou caiu na armadilha com Anne e morreu tentando defender a crush. Sua história é muito boa, espero que depois dessa venham outras mais.


Resposta do autor:

Paulo é um psicopata, não resta dúvida, agora Rafael, ele forçou a barra em uns capituloas atrás, logo vamos descobrir o papel dele,rs.

Fico feleiz que esteja gostando da  história , quanto escrever outras, confesso que gostaria.

Porém com mais tempo, se preocupando melhor com as revisões, rs.

 

Beijinhos

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rhina
rhina

Em: 14/11/2019

 

Viviane

Priscila

Lara

Claro que elas tem papel importante nesta trama

Confesso que surpreendida fiquei quando vc trouxe de volta a Viviane a trama........logo tem coisa aí

Mas gostei......gostei da personalidade que tu conferiste a ela. Alias a amei......acho que vou cata la primeiro. A médica........ Será Lara?

Viviane vai contribuir para descobrir as intenções malévolas de Paulo. Ele está dopando a Anne. Agora ......desde do começo achei qur ele era culpado só não sabia como coloca lo na cena........

Rhina


Resposta do autor:

Mulheres incríveis, com personalidades destintas, vamos ver como elas podem ou não se cruzar na trama. Ah Viviane, Vivi é doce e já ajudou Leh, apenas com uma pergunta, fazendo nossa mocinha perceber que Priscilla foi bem articulosa. 🤗 

Paulo está entrando com tudo, ele é um homem lancinante, atroz.

Bj 

Kara

 

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Mary34
Mary34

Em: 14/11/2019

Ai meu pai mentira q ta ficamdo cada vez mais gostosa a trama? Assim n aguento a ansiedade por mais.Minha querida voce é i n c r i v e l !!! Beijossss😍


Resposta do autor:

Ah! Obrigada, muito bom ler isso! Que continue estigante a leitura.

Beijo

Kara

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