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Tormenta por Kara

Ver comentários: 4

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Palavras: 2194
Acessos: 992   |  Postado em: 19/11/2019

Lágrimas e risos.

 

­Vitor entra em sua agência em passos demorados, sendo parado a cada canto, todos queriam felicita-lo por milagrosamente terem encontrado Anne.

Ele esbanjava felicidade e não se importava com aquela agitação.

 

Passa pelo departamento de sua filha Leticia e fala com todos, aproveita para perguntar o andamento de algumas campanhas no quesito arte.

Minutos depois ele já está reunido com a equipe de planejamento, querendo saber as novidades.

As horas se passaram sem ele perceber, próximo ao meio dia Amanda o cerca antes de saírem da sala de reunião.

 

— Vitor, podemos falar um segundo?

— Claro Amanda, para você sempre estou à disposição – Vitor sorri para a mulher jovem a sua frente com galanteio.

Amanda se aproxima mais e o puxa para se sentarem após todos terem saído da sala.

— Eu sei que o caso de Anne ainda não foi encerrado, apesar de a mídia estar anunciando a todo instante a culpa do tal pescador por tudo.

— Sim, ainda estão investigando, mas acredito que já esteja tudo resolvido, provavelmente é só uma questão burocrática.

— Bem, minha ex-esposa ela está no caso e me encheu de pergunta sobre Leticia e Anne, não sei Vitor, ela é bem teimosa e vai contra deus e o mundo quando desconfia de algo e não sei, ela não me pareceu muito convencida de que o mentor de tudo seja aquele nojento do pescador.

— Amanda eu tenho confiança na justiça, apesar de rezar para que tudo já tenha acabado eu fico feliz que sua ex-esposa esteja empenhada em saber a verdade, só tenho a agradecer.

— Tudo bem Vitor, mas de um toque na Leticia, não sei quando ela virá trabalhar e é muito provável que Lara irá atrás dela para mais informações. Eu acabei falando de um suposto desentendimento entre as duas, aconteceu enquanto estiveram aqui na agencia, alguns funcionários me contaram, nem sei se é verdade, mas Lara pareceu interessada no assunto.

 

— Fique tranquila, Leticia não tem nada a esconder, você conhece sua amiga – Vitor sorri amistosamente tranquilizando Amanda.

— Claro que sim, bem vamos embora, estou morta de fome.

 

8 dias depois da Morte de Rafael

 

Paulo passa ao lado da filha e vai até o bar.

 

— Meu deus! Ele está morto?

 

— Ainda não.

 

Priscilla está paralisada, a morena nunca esteve tão pálida.

 

Paulo a olha com desdém.

 

— O que foi? Ele sempre foi um peso morto mesmo.

 

Priscilla não conseguia entender, aquele homem ali apagado e implora com os olhos em lágrimas ao seu pai, querendo saber o que estava acontecendo ali.

 

— Ah Priscilla sem drama, minha querida. Me escute bem, cada palavra que eu disser, temos até amanhã para se preparar, esse cara não vai acordar tão cedo, a proposito alguém te viu?

 

— Não, a praia estava deserta, apenas Isabela antes de eu sair da casa dela, eu disse que precisava ir embora porque iria viajar e tinha de arrumar as malas.

 

— Você não perde tempo não é mesmo, fica correndo como cachorrinho para Leticia. Mas okay, posso arrumar essa sua desculpa esfarrapada.

 

— Meu deus, o que você está falando?

 

— O barco de Bruno está com vestígios de sangue tenho certeza, aquele imprestável não saberia como limpar, se é que se lembrou em fazer, sem dizer que ele realmente enterrou o corpo de Rafael na Ilha, tudo se encaixa perfeitamente eu tive cuidado com a câmera ela tem digitais dele. A única coisa é o próprio Bruno ele irá negar tudo e nos acusar.

— Espera, o que você está dizendo? O Bruno encontrou o Rafael e depois o enterrou? – Priscilla se senta em uma poltrona na tentativa de ingerir tudo o que seu pai falava.

O homem ignorava qualquer pergunta da filha, continuava falando em sua linha de raciocínio.

— Mas tenho um plano para isso também. Antes precisamos combinar o que falar para polícia.

Priscilla leva as mãos até sua boca, a mulher está visivelmente afetada por cada palavra.

— Ok, vamos fechar essas lacunas. O que exatamente disse a Isabela?

Priscilla ainda atrapalhada com os acontecimentos responde ao pai.

— Disse que iria viajar amanhã anoite e precisava arrumar as coisas, comprar as passagens, reserva de hotel e precisava procurar o passaporte. Mas o que isso vai ajudar nessa confusão que está me metendo?

— Perfeito! Nossa deixa. Preste atenção Priscilla...

...Você não encontra seu passaporte, em lugar algum e se lembra que talvez, tenha guardado no cofre da casa de pesca com alguns dólares, que também irá usar para viajar, com muita insistência me convenceu a traze-la até aqui para procurar. Mas antes que isso aconteça ouvimos gritos na cabana, então corremos para lá e descobrimos que permanece trancada, eu volto pra procurar as chaves que guardo na gaveta da mesa do escritório. Porém quando chego até lá, as chaves desapareceram.

Paulo para analisar a filha, que está prestando atenção a cada palavra.

— Não entendo.

— Vai entender até amanhã. – E o homem continua, seu raciocínio.

— Por sorte me lembro que existe uma cópia no Iate e voilà!

Nisso Paulo pega um molho de chave que mantinha escondido consigo e insere nos bolsos do homem desacordado no sofá.

— As chaves que “sumiram”, serão encontradas com Bruno.

Priscilla nesse momento começa entender que o pai pretende incriminar Bruno de algo e que Rafael tinha sido encontrado e estava enterrado a mando de seu pai.

— Você vai incriminar Bruno.

Paulo consente.

Priscilla por mais confusa que esteja, já passa entender a dinâmica que o homem construía e agora um pouco mais calma passa ajudar no seu raciocínio, seja lá o que esteja realmente acontecendo ela o ajudaria, afinal era seu pai.

— Dólares eu sei que tem no cofre e o passaporte?

— Pois bem, por sorte não vão perguntar pela confusão e calor do momento. Mas se vierem fazer, simplesmente não os encontrou, se perguntarem em um outro momento mais a frente, já estará em sua posse. Só não reaja com confusão, seja direta.

— Certo.

—  Então concluindo, fomos adentrando e encontramos a garota naquele estado, então Bruno aparecerá do nada e nos confrontará e por legitima defesa ele acabará morrendo. Agora só temos que se preparar para os detalhes.

—  Você está louco, vai matar mesmo esse homem...espera você disse garota? Vocês... Bruno, nem sei mais quem, encontraram Anne?

 

 

 

Dias atuais

 

Vitor assim que entra em sua casa encontra Isabela na cozinha com Teresa, as duas conversavam sem parar e o marido pode apreciar o sorriso de sua esposa e como era bom vê-lo depois de tanto tempo, finalmente ele sentia que tudo se encaixava novamente.

 

Caminhando lentamente para que ambas não pudessem vê-lo, surgiu do nada na cozinha dando um belo susto nas duas mulheres. Isabela lhe joga um pouco de água usando as mãos como concha.

 

Leticia chega à cozinha franzindo a testa.

— O que estava acontecendo aqui?

Isabela só deu tempo de ouvir e faz o mesmo gesto molhando a enteada também, pai e filha ficam parecendo bobos enquanto a fuzilam com os olhos.

 

Teresa por sua vez não para de rir.

A família realmente estava solta e feliz.

 

Isabela caminha até Leticia e toca seu nariz.

— Vejo um fio de preocupação, o que seria?

— Você não deixa passar nada não é mesmo, só um pouco preocupada com esses remédios, ela está dormindo muito, sei que é parte da recuperação, mas me incomoda, não consigo nem ao menos falar com ela.

— Minha querida também me sinto um pouco incomodada, vou ver se acordo ela para que coma um pouco.

 

Leticia olha para madrasta um pouco sem jeito.

— Será que posso...Levar?

Sem dizer nada Isabela vai até as vasilhas e preenche o prato para filha e volta entregando uma bandeja a Leticia, nela tinha um copo com água junto a refeição e um pequeno guardanapo de boca.

 

Leticia pega e antes de sair ouve Isabela falando.

— Sem brigas por favor.

Vitor está encostado as panelas roubando um grande pedaço de legume grelhado, mais que depressa a senhora mais velha lhe dá um tapa nas mãos, porém era tarde o homem gulosamente enfiara tudo na boca.

 

Isabela se volta para o marido antes que Leticia pudesse responder qualquer coisa.

 

Leticia caminha até o quarto de Anne.

A porta do quarto abre, Leh deposita a bandeja em uma estante e caminha até a janela, abrindo as cortinas blackout.

Uma mansa iluminação entra e toca o corpo da jovem deitada na cama.

A morena está sentada tocando os pés da jovem de forma branda para que acorde sem se assustar.

Anne se remexe e abre os olhos.

— Olá dorminhoca. – Leticia está sorrindo, mas não vê expressão de felicidade em Anne.

— Até quando vai ficar assim comigo, deixe me conversar ao menos com você?

Anne se levanta com um pouco de dificuldade a tipoia lhe atrapalha muito, mas por fim caminha até o banheiro deixando Leticia sem resposta.

Com a mão livre abre a torneira e depois lava seu rosto, da melhor forma que lhe é permitido, em seguida olha para a escova e a pasta de dente, desanimada de usa-las, mas passa fazer a tarefa árdua de colocar um pouco de pasta dental em sua escova, tudo seria cômico se não fosse a raiva de fazer tudo com uma única mão, desde o acidente no velório sua ferida havia sido aberta e a incomodava demais, não tinha força alguma com  o braço do lado do tiro, a tipoia ajudava ficar com aquele lado do corpo mais estabilizado.

Leticia entra pela porta do banheiro e pega o objeto das mãos de Anne, agilmente coloca a escova já completa de pasta na mão esquerda da garota. Que aceita mesmo contrariada.

 

Anne passa a escovar os dentes e Leticia não se mexe, apenas se encosta em uma parede observando o manejo desajeitado da garota que é destra.

Anne tomba o corpo e engole um pouco de água da torneira, quando se vira Leticia está demasiadamente próxima segurando uma toalha de rosto nas mãos, a mais velha passa delicadamente a macia tolha enxugando os resquícios de água pela boca da garota.

Anne por um segundo se vê tentada, ela não consegue desviar dos olhos da mulher linda a sua frente e quando o faz seu campo de visão passa ser os lábios e pensa em como sente falta daquela boca.

 

Leticia sem movimentar o corpo quase colado ao da garota, deixa a toalha sobre a pia, suas mãos livres agora seguram a cintura da menina, Leh percebe a respiração agitada de Anne. Leticia inclina o corpo mantendo Anne presa entre a pia e ela, com zelo se preocupando em não a machucar, se junta a ela mais ainda. Anne ainda mantinha a face fechada, com uma expressão de poucos amigos, mas a boca dizia outra coisa, ela pedia por Leticia, sem ao menos perceber Anne descolava os lábios e os entre abria.

Leticia lia cada movimento e sorriu ao receber aquele convite, sem ao menos Anne perceber que o fazia, era inconsciente, era saudade, desejo.

 

Leh deposita seus lábios sobre os da garota, sem ao menos os movimentar, apenas se tocam. Ambas fecham os olhos sentindo o respirar uma da outra. A incrível sensação de apenas estarem ali, era incrível.

Leticia sentia-se viva após muito tempo, um único toque e podia sentir a frenesim do momento.

É quente e a acalentador o toque de Leticia, Anne sentia-se leve, apesar de desejar com ardência a mulher que descansa os lábios nos seus, ela conseguia controlar toda a emoção e apenas sentir se ali e plena.

 

Não era apenas a tempestade de uma paixão, era a calmaria do amor.

Mas Leticia se moveu, desgrudando os lábios de ambas, com toques delicados passou a beijar demoradamente cada cantinho dos lábios de Anne. Arrastava sua boca contornando os lábios inferiores, chegando ao delicado queixo da menina e descendo gradativamente pelo pescoço, suas mãos subiam e seguravam a face da mais nova, que ainda mantém os olhos fechados, sentindo sua pele ser invadida por beijos suaves. Leticia sobe os lábios levando até os ouvidos de Anne e ali ela solta com a voz rouca e carregada.

— É você que eu amo!

Leticia ainda com os lábios colados, percorre a face da garota dando lhe pequenos beijos, quando sente lágrimas em sua boca, então se afasta para olhar sua amada.

A garota mantinha os olhos serrados, Leticia com as pontas dos dedos limpa as lágrimas que Anne deixa cair, a garota estava entregue aquela mulher, nada mais importava.

Ela abre os olhos por fim e uma linha tênue se forma timidamente nos lábios, mas se transforma em segundos no maior e mais lindo sorriso que Leticia já tinha visto em toda sua vida, nada se comparava aquilo, Leticia se entregou junto a ela e ambas mulheres já não sorriam apenas, transbordavam em risadas e lágrimas.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 20 - Lágrimas e risos.:
Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 20/11/2019

Nossa agora vai.

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perolams
perolams

Em: 19/11/2019

Um merecido momento de trégua para as duas, aguardando ansiosamente Lara descobrir a trama de Paulo e Priscila.

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Mary34
Mary34

Em: 19/11/2019

Uau agora sim a trama esta se desenrolando rica em detalhes mas pelo amor de Deus heim vc torna o momento das duas magico suave romantico exalando amor assim ate eu me apaixono hahaha

Beijos bela sempre dando um toque especial nos caps. So reata aplaudir 👏👏👏👏😘😘😘😘

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Mary34
Mary34

Em: 19/11/2019

Please desculp os pequenos erros na escrita estou emocionada c o desfecho deste reencontro das duas rs 😍😍😍😚😚

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