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Tormenta por Kara

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Palavras: 3147
Acessos: 871   |  Postado em: 13/11/2019

O presente

Pedro estava sentado no braço do sofá, a agencia andava agitada ultimamente, sem os seus donos por perto, as responsabilidades sobre caíram para todos.

O rapaz barbudo mantinha a atenção na televisão enquanto trocava de programa constantemente. Mas seus olhos estatelaram quando viu a notícia do canal local, reconheceu sua chefe no meio da multidão de reportes e fotógrafos em frente ao hospital mais consagrado da cidade.

— Gente, venham ver é a Leticia encontraram a irmã dela.

Todos da sala se levantaram.

 

A Imagem que na televisão mostrava, Leticia abraçava Anne de um lado e Vitor do outro, ambos tentavam proteger a menina das câmeras e da confusão de pessoas aglomeradas na saída do hospital.

  — Olha só Senhor Vitor que bonitão.

Todos riram com o comentário de uma das meninas da equipe, a alegria era visível no ambiente e todos passaram a conversar alto e rirem, estavam felizes por Leticia e Vitor.

 

A porta da sala de criação se rompeu e uma mulher alta, ruiva com os cabelos presos em um coque adentra o ambiente um pouco áspera.

— O que está acontecendo por aqui, estão atrapalhando a sala ao lado?

— Dona Amanda – a garota aponta para a TV —A Leticia encontrou a irmã.

Amanda era diretora de planejamento, tinha uma admiração muito grande por Vitor e Leticia, era amiga da diretora de criação a épocas, ela sempre fora uma confidente de Leticia, a ruiva suspirou fundo e sorriu verdadeiramente para Leh, mesmo que essa não pudesse ver, já que era apenas uma imagem na televisão.

 

 

 

No arquipélago a família nogueira tinha acabado de chegar na casa de Veraneio.

— Meu bem sente-se aqui- Isabela arrumava uma almofada atrás de sua filha enquanto essa sentava no sofá.

— Acho que foi bom eu ficar longe um tempinho, todos estão tão atenciosos comigo – A garota da uma risada leve no canto da boca.

Leticia lhe reprimi com os olhos.

— Não me fale uma coisa dessas nem de brincadeira. Seu lugar é aqui conosco.

Anne sorriu mais abertamente para Leh, apesar de não ter tido um momento a sós com Leticia ainda, podia sentir que a mulher estava mais próxima de si, que seus sonhos estavam começando a se realizar. Seu corpo ainda sofria com as lesões e dores de cabeça eram constantes. Cada tentativa de Anne de se lembrar de algo para que pudesse ajudar a policia ou a si mesmo, era um tormento, sentia agulhas entrando por toda a extremidade de sua cabeça.

Leticia observou Anne pensativa por um instante e vendo a expressão de sofrimento em sua face.

— Você está bem?

Anne olha para a mulher a sua frente.

—Talvez seja melhor leva-la de volta a nossa casa. – Isabela sugere que saiam do arquipélago e voltem para casa. — Vocês dois também tem que voltar a trabalhar e chega de maresia por enquanto.

— É uma ótima ideia meu amor, alias eu já estava pensando nisso. – Vitor concordou com a esposa prontamente.

Leticia nada disse apenas sorriu para sua pequena.

 

 

 

  

Alguns minutos dali pai e filha estavam na delegacia prestando depoimento para o investigador criminal. Priscilla já tinha sido ouvida e agora Paulo estava na sala reservada conversando com um homem de meia idade, cabelos bem grisalhos. O médico o olhava friamente observando a grande verruga que o homem carregava no canto do nariz, ele tentava a todo custo não a olhar, mas era difícil tal ato.

—Então como o senhor estava me dizendo, o acusado Bruno lhe relatou o que aconteceu naquele dia antes de começarem a brigar?

— Sim senhor, ele achou que minha vida findaria naquele momento, assim como da minha filha, ele não pretendia deixar testemunhas, então talvez por ter um ego grande, não sei ao certo, ele me relatou que no dia da tormenta estava pescando e quando voltava para casa devido ao tempo, se deparou com o iate à deriva, de início tentou se comunicar mas ninguém respondeu, ancorou o seu barco e entrou na outra embarcação, quando se deparou com a garota – Paulo se sentiu um pouco incomodado e o investigador percebeu.

— Continue Drº, por favor precisamos entender o que aconteceu, quais os motivos para toda essa tragédia.

— Bem, pelas palavras dele, não me lembro muito bem, mas ele pensou que a garota estava sozinha e sabemos que ela é bem bonita...

— Acha ela bonita Drº Paulo?

— Ninguém pode negar isso, meu senhor, não é mesmo? – Paulo percebe uma certa inquisição nas palavras do investigador e lhe responde com outra pergunta, sabia que ele estava sendo investigado também, não queria passar a impressão errada.

— Acredito que tenha razão – o senhor deu um sorriso — Mas por favor continue.

— Ele relatou ainda que o Rafael apareceu do nada, quando ele já tinha a garota em seu poder, então passou a ser mais vago, afirmando que brigaram e acabou atirando no rapaz e pelo que entendi uma das balas pegou a garota sem querer. Ele disse que se livrou de Rafael, mas a garota ele não conseguiu. Já ouvi falar de uns psicopatas que tem costume de manter suas vitimas como troféu em cativeiro, bem não sei o que passou na cabeça desse homem, ele é um monstro. Depois disso acabei indo para cima dele e o resto o senhor já sabe.

— Bom Drº ele era um mostro, não é mesmo, pois já não está mais entre nós, teve o mesmo destino do Rafael.

Paulo se mexeu na cadeira nesse momento.

— Quase eu e minha filha tivemos o mesmo destino também senhor.

 

A conversa continuou por um bom tempo ainda, depois que se deu por satisfeito o investigador, dispensou Paulo.

— Drº Paulo eu agradeço pela colaboração, só preciso coletar uma amostra do DNA seu e de sua filha, acredito que esteja de acordo?

Paulo concorda balançando a cabeça.

Nesse momento Lara que estava atrás de um grande vidro que a escondia em uma sala ao lado entra no ambiente e cumprimenta Paulo rapidamente.

 O homem a olha com um semblante misterioso, enquanto ela entrega uns papeis para que Paulo assine, liberando o recolhimento de DNA.

Momentos depois Priscilla também o fez e Lara pode pegar uma amostra através da saliva de pai e filha.

 

—Lara para que isso?

—Não se preocupe Priscilla, procedimento padrão, vocês estavam no local do crime, no cativeiro, enfim.

 

Priscilla conhecia Lara da época da faculdade, não eram amigas nem nada parecido, apenas frequentaram algumas aulas juntas antes da jovem abandonar o curso. Já tinha cruzado com a mulher algumas vezes no hospital e seu nome sempre aparecia em alguns lugares como revistas e jornais. Priscilla nunca leu mais do que os títulos, realmente o assunto que vinha em seguida eram cansativos e sem importância para ela.

Lara toca a mão da morena despertando a mulher de seus pensamentos.

— Tudo pronto você e seu pai estão liberados, só peço que adie sua viagem por um tempo, sei que estava saindo do país.

— Isso quer dizer que terei que dispensar Paris?

Priscilla sorri enquanto joga todo seu charme para a perita.

— Paris terá de esperar – Lara retribui o sorriso.

 

 

Casa de Veraneio

Isabela, Vitor e Leticia tinham decidido que o melhor seria retornar para casa e manter Anne longe por um tempo de iates, mar e tanta agitação de curiosos.

O dia anterior tinha sido muito intenso, encontrar Anne viva e apesar de tudo, bem, era emoção de mais para todos. Concordaram em partir apenas no dia seguinte.

Vitor ligou para Amanda sua diretora de planejamento e a deixou a par de tudo, em seguida discou para Teresa, que já tinha visto tudo pela tv e exaltava felicidade pelo telefone. O homem acalmou a senhora que não parava de falar.

— Teresa você pode dar uma organizada lá em casa amanhã, estaremos de volta e vamos precisar da sua ajuda?

— Mas claro que sim senhor Vitor, estou indo agora mesmo para lá.

— Obrigado Teresa, você é incrível.

 

 

Anne via todos agitados de um lado para outro, Leticia vinha da cozinha trazendo em suas mãos um copo com suco, enquanto sua mãe descia da escada carregando uma coberta, Vitor falava ao telefone, mas não soltava as mãos da menina em nenhum instante.

Ela via tudo com graça e aliviada por estar ali com todos que ama.

—Laranja sem açúcar e gelo.

Anne sorriu, como podia aquela mulher empoderada e muitas vezes ríspida consigo, preocupada se o suco estava ao seu gosto.

 

— Okay, vamos parar todo mundo! Eu entendo a preocupação e adoro ser mimada, mas estão exagerando um pouquinho – Isabela fez cara de espanto, Vitor deu gargalhada e beijou a cabeça da menina, enquanto Leticia ficou parada centímetros da garota segurando o copo com uma expressão misturada de decepção e surpresa.

— Bom o suco vou querer – Anne estica o braço que não está machucado e carinhosamente pega o copo das mãos de Leticia que abre um sorriso satisfeita.

Poucas perguntas foram feitas a Anne, todos sabiam que ela pouco se lembrava e a preocupação pelo bem-estar da jovem estava acima de qualquer resposta naquele momento.

O dia passou calmamente e quase ao anoitecer Isabela finalmente contou a filha que Rafael não estava mais entre eles, o corpo já havia sido liberado para o enterro. Anne não entendia como Rafael podia estar morto. Ela expressou a vontade de ir ao velório, mas Leticia convenceu sua madrasta que seria melhor não.

— Será amanhã e já teremos partido minha filha.

— Eu preciso me despedir dele mãe.

— Minha filha eu conversei com a Leticia e ela acha...

—Mãe não é justo, Leticia não pode controlar tudo e nem você, está decidido eu vou, só uns minutos, depois podemos ir para casa.

Isabela fixa o olhar para filha e ficou feliz mesmo que em silêncio por ela expor suas vontades e não se retrair como de costume. Sua filha era uma adulta e Isabela tinha de encarar isso.

Leticia entra no quarto de Isabela, onde mãe e filha estão na cama conversando, ela ouviu cada palavra antes de entrar.

— Dr. Paulo virá te diagnosticar amanhã cedo para que possamos voltar para casa e se ele disser que pode ir no velório, você irá. Não quero que se emocione e prejudique seu estado, já está muito fragilizada.

Anne ouve tudo que Leticia tem a dizer e permanece quieta, era difícil contraria-la quando estava de frente a mulher.

Anne pelo menos se sentia aliviada de talvez poder se despedir de Rafael.

Ela só queria saber o porque de toda essa tragédia, como isso tudo foi acontecer. Enquanto olhava para a mulher a sua frente linda, tentou se lembrar de como foi parar no iate, pressionou os olhos e se viu no píer, correndo. Sentiu o peso da máquina fotográfica sobre o peito, sentiu uma brisa no rosto e viu Rafael esticando as mãos para ela, mas antes que pudesse sentir o toque do garoto, uma pontada forte na cabeça a fez voltar a realidade.

 

 

 

 

Na delegacia se encontra Drª Lara, o comandante Carlos, investigador Ricardo e a delegada Ângela, discutiam o caso Nogueira.

Ângela era uma mulher firme e justa, se vestia um pouco exagerada para uma delegada tradicional, roupas coloridas em sua grande maioria, carregava no peito seu distintivo caído sobre uma corrente. Seu ato de esconder o mesmo era constante, talvez em sua mente aquele aparato não combinava com seu look.

Sentada na ponta da mesa de seu escritório ouvia paciente o investigador Ricardo a qual ela tinha uma estima muito grande. Ângela escuta a opinião de todos ali e suas teorias, em seguida pergunta ao grupo:

— O que mais temos, já em mãos?

Lara a mais jovem do grupo relata a delegada.

— A cena do crime ainda está isolada, a chuva parou isso ajudou muito. Toda as evidências foram coletadas e registradas, as análises laboratoriais das evidências ainda não foram concluídas.

Carlos intervém

— Eu estava na ilha quando sua equipe Drª Lara, concluiu que havia sangue por todo o barco do Bruno. Foi feito analise do DNA?

— Sim esse laudo já saiu, o sangue era em sua maioria do Rafael, mas havia vestígio de sangue da garota, Anne. Ou seja, o barco está associado ao crime.

O investigador também pergunta para a Lara

— E quanto ao corpo?

— Bem o local e a posição em que o corpo estava e o tipo de lesões, tudo fornecem indícios de que o relato do Dr Paulo, obtidos pelo senhor, coincidem. Porém vamos esperar a necropsia para ver se complementa...

...Tudo leva a crer que ouve a briga, o tiro disparado da única arma encontrada, atingiu Paulo superficialmente e um segundo disparo, Bruno fatalmente. Sem vestígio de pólvora nas mãos de Leticia ou Paulo, o único que tinha era o próprio Bruno. Impressões digitais pela cena do crime toda, podemos descartar a maioria, mas na arma apenas de Bruno...

...E claro a minha equipe de perícia identificou que a arma usada contra Rafael é a mesma, o projétil ainda se encontrava no rapaz, sendo conclusiva a análise.

— Sabemos também que não ouve arrombamento - Ricardo afirma olhando para todos.

— Exato, Bruno carregava no bolso de sua calça um molho de chaves, continha todas, inclusive as da corrente em que Anne estava presa.

Lara sente um peso no peito, apesar de estar acostumada a ver tanta violência, imaginar a jovem presa a uma corrente naquele ambiente horrível a deixava inquieta.

— Tudo indica que realmente foi Bruno que sequestrou a garota e matou o rapaz e sua morte por final foi legitima defesa do Dr. Paulo.

A delegada foi firme em sua afirmativa.

O comandante Carlos olha para Lara e essa retribui o olhar.

— Bem senhora, vamos esperar todas as analises, com resquícios de matéria orgânica, DNA. Ainda não me sinto segura em afirmar nada.

Ricardo complementa.

—Concordo com a Drª Lara, alguns pontos ainda estão soltos. Não entendo a câmera largada de uma forma qualquer, como se quisessem que fosse encontrada.

— Não podemos esquecer também que Rafael tinha água salgada nos pulmões e a hipotermia o matou antes do próprio projétil, como Lara já havia colocado antes de encontrarmos Bruno morto. – Carlos completava

— Bem senhores então façam seus trabalhos. – Após isso a delegada deixa a sua sala acompanhada dos demais.

 

 

 

Na casa de veraneio Anne segurou a dor quanto pode, não queria ficar preocupando a família todo tempo, a noite começava a cair e ela adorava olhar para tudo ali. Seus sentimentos estavam intensos, tudo muito aguçado.

 

Leticia contemplava Anne que acabara de sair de um banho ajudada por sua mãe, quando ouviu a companhia tocando.

— Se for aqueles reportes de novo não vou responder por mim.

Leticia desce os degraus de dois em dois e chega até a porta.

— Priscilla?

— Olá meu bem, posso entrar? Desculpe não ligar antes.

Priscilla trazia consigo um embrulho grande em suas mãos, em um lindo papel vermelho com um laço dourado, Leticia se forçou a abrir a porta e deixar a mulher passar.

— Queria ver a fedelha, posso?

— Quando vai parar de chama-la assim Priscilla?

— Ah pare de ser rabugenta, ela gosta.

Em pouco tempo as duas mulheres estavam no quarto.

Isabela não pode deixar de notar o embrulho nas mãos de Priscilla.

— Oi fedelha você parece ótima, sentiu minha falta? Se eu gostar da resposta ganha um presente.

A mais nova sorri de forma sincera e espontânea assim que ouve a voz de Priscilla.

— Senti muita falta.

Priscilla se senta ao lado da garota na cama e inclina seu corpo para depositar um beijo, Anne fica constrangida quando os lábios de Priscilla tocam os seus com um selinho. A face da garota fica rubra enquanto ela disfarça não tendo coragem de encarar Leticia, mas podia sentir os olhos dela sobre si.

Em seguida a mulher lhe deposita a caixa sobre seu colo.

— Amei a resposta, agora abra quero ver se acertei no presente.

Leticia não está nada feliz, sentiu as mãos da madrasta segurando seu pulso, talvez se não fosse esse ato teria tirado a morena do quarto e a enxotado da casa. Era sabido que Leticia teria de agradecer pela eternidade tudo que Priscilla fez por Anne, afinal a garota estava ali, bem, graças a ela e seu pai. Mas conhecia bem aquela mulher imatura a sua frente e podia jurar que estava esbanjando emoções por Anne e isso a incomodava e muito.

Isabela analisava as três mulheres na sala e sabia que todos estavam a flor da pele, queria sair e deixa-las, mais a curiosidade fala mais alto e permaneceu pelo menos até descobri o que havia naquele embrulho elegante.

Enquanto Anne desembrulhava, a garota foi percebendo do que se tratava.

— Uau! Eu não acredito é linda!

Anne pegou com o maior cuidado dentro da caixa uma Canon DSLR 5D.

— Priscilla eu não posso aceitar, ela é caríssima.

Leticia mordeu os lábios escondendo a fúria que sentia.

“Que espécie de presente é esse para um pessoal que mal se conhece”.

Isabela olhava para enteada e para a filha intercalando os olhares e resolveu intervir antes de Leticia.

— Realmente não da para aceitar minha filha, Priscilla você exagerou, essa câmera é mais de 10 mil, isso sem a lente.

— Ela merece, afinal a câmera dela está estragada. Vocês que estão exagerando eu posso dar e quero dar.

 

Leticia respira o mais fundo que pode, o som é tão alto que todos notam. Anne fica sem reação não sabe muito bem o que fazer.

Priscilla direciona o olhar pausadamente para todos e caminha até Leticia, sabe que terá de convence-la primeiro.

— Vamos fazer o seguinte, sabe que faço trabalhos com algumas blogueiras influentes e com grande referência de moda, entenda como uma permuta, a câmera fica com ela e pode fazer algumas fotos para mim como pagamento, além disso seria um portifólio e tanto, o que acha?

 

Anne sorria empolgada e Leticia nada podia dizer.

Leticia percebia que ambas estavam mais conectadas do que nunca, se sentiu realmente sobrando. Sabia que Priscilla era o tipo de mulher que criava essa atmosfera positiva e envolvente por onde andava. Enquanto ela, sempre parecia estar de mal humor, séria, se julgou por todas as vezes que negou o amor de Anne.

  “Quem sou eu para impedir algo, apesar de querer faze-lo, pois sei que isso só vai aproximar Priscilla de Anne mais ainda e eu vou ser o que deveria ter sido desde o início a irmã mais velha e chata”  

 

Fim do capítulo


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Comentários para 16 - O presente:
rhina
rhina

Em: 14/11/2019

 

Mulher imatura---diz Letícia

Mulher capaz de criar uma atmosfera positiva e envolvente onde quer que passe-----Letícia reconhece.

Então Priscilla.

Como ficamos.?

Te jogo ao leões ou na linha evolutiva da vida......uma segunda chance?

Rsrsrsrs

Rhina


Resposta do autor:

É uma mulher bem humana, cheia de defeitos e qualidades, porém tanto seus prós e contras são além do comum é muita intensidade.

Voluptuosa, impetuosa, entusiasta... Ela é uma mistura de tudo hahaha

Beijoooo

 

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Mary34
Mary34

Em: 13/11/2019

Poxa assim vou pedir indenizaçao pra comprar medicamentos pq quase enfartei esperando... pode postar mais um cap. pra compensar o atraso...please amore 😍😍😍!!!


Resposta do autor:

Poxa me desculpe! Vou compensar então!! Mais um capitulo postado.

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