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Tormenta por Kara

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Palavras: 2840
Acessos: 918   |  Postado em: 29/10/2019

Dia Fatídico

Priscilla chega bem cedo sem avisar na mansão dos Nogueiras e lá está a mais nova integrante da família sentada na varanda da casa olhando para o nada, nem ao menos percebe o movimento de Priscilla sentando ao seu lado.

Anne havia acordado cedo naquela manhã quando o sol nem se quer havia saído, caminhou pela casa e sentou -se na varanda, lembrando o quanto Leticia a machucava, quando por um momento de repente começa achar que enfim Leticia irá confessar seus sentimentos, no outro momento simplesmente some sem deixar rastro.

Um dia brigam como cão e gato, no outro está aconchegada em seus braços, as últimas semanas foram torturantes, na manhã anterior Leticia saiu de casa e nem se quer se despediu de Anne, o que deixou a garota terrivelmente triste o dia todo, ainda mais agora que sua mãe havia lhe questionado sobre Leticia, “ Como mamãe é esperta”.

 A última noite passou quase toda em claro e agora lá estava ela olhando para o nada, como sol ela estava ali tentando sair para um novo dia.

Anne é acordada das lembranças.

—Ei! Está sonhando acordada fedelha!

— Ei! Não te vi chegando me desculpe, a Leticia não está.

— E quem te disse que eu vim ver a Leticia, ainda mais tão cedo assim?

— Me desculpe novamente! Eu estou um pouco...       

­— Distraída?!

— Me parece uma boa palavra para o momento. – Anne ri um pouco sem vontade.

­— Olha você está muito tristinha, o que está havendo?

Anne por mais que quisesse alguém para desabafar, não se atreveria a contar qualquer coisa, logo para Priscilla, sabendo o quanto ela gosta de Leticia.

Mas como se adivinhasse os seus pensamentos Priscilla respondeu sua própria pergunta.

— Na verdade eu sei o que está acontecendo!

Sorrindo com a surpresa dos olhos de Anne, Priscilla continua:

— Ela é irresistível não é mesmo?

— Quem? – Anne fingi de desentendida tentando imaginar como Priscilla pode saber de algo.

— Horas, sabemos que estamos falando de Leticia, eu sei que está apaixonada por ela, vejo em cada movimento seu, todos aqueles olhares sempre que estamos todos juntos e ela acabou me contando o que aconteceu. – Priscilla tenta uma jogada para saber se houve correspondência pela parte de Leticia e Anne morde a isca inocentemente.

 

— Ela falou com você sobre nós, sobre o beijo?

Priscilla se manteve apenas em um sorriso.

— Não posso entender o que passa na mente dela Pri, em um instante está próxima me desejando, no outro se desvencilha de mim tão rápido quanto se aproximou.

A garota passa a falar sem pensar muito, ela segura por tanto tempo esse amor mal correspondido, sem uma amiga próxima para lhe acalentar, que a menor brecha que Priscilla lhe dá passa a relatar cada sentimento.

Nesse exato momento Priscilla se contém o máximo que pode, calculando como arrancar mais informações de Anne.

Essa garota realmente lhe trazia alguns conflitos, antes a achava tão água e sal, entanto agora lhe agrada estar ali, ouvindo e observando seus gestos exagerados, sentia graça e deslumbre.

— Oh! Meu bem. Leticia ela é assim um espirito livre. Eu sou amiga dela a tempos e a conheço bem – Priscilla se esforça para dizer as próximas palavras

— Não tenho o mesmo amor que você por ela, apesar de as vezes, bem você sabe... mas não é nada sério apenas um passa tempo, agora você é tão inocente, sei que a ama e está sofrendo.

Priscilla não expõem aquelas palavras com muito sentimentos, mas agora ela consegue ver a garota inquieta e cabisbaixa. Priscilla não entede muito bem mais isso lhe causa uma pontada de tristeza.

Anne deixa as lágrimas caírem enquanto não sabe o que dizer.

A mulher ao seu lado age rapidamente e a abraça apertado, a intenção nem se quer era de um abraço real, mas estava gostando desse contato.

—Eu não sei o que fazer dói tanto.

Priscilla é rápida em concluir seus pensamentos.

— Tive uma ideia fedelha, porque você não vem comigo para a casa de Veraneio, eu acho que a Leticia foi para lá? – Antes de a menina responder ela continua a se expor.

—Bem ouvi sua mãe dizendo que vocês iriam amanhã. Mas talvez vocês duas tivessem uma chance de conversar a sós antes do seus pais chegarem.

Anne fica um momento pensativa. Priscilla sente uma leve animação da menina quando ela fala de ficar a sós com Leticia e insiste na conversa.

 

—Pode ir comigo, o que acha? Eu estou doida para tirar esse medo bobo seu do mar, quem sabe você não me deixa te levar para um passeio alto mar depois hein?!

Anne responde por fim:

— Talvez eu possa abrir seus olhos.

— Garanto que sim meu bem.

 

Priscilla sabia que Leticia estava na casa de veraneio e sabia que havia levado uma garota com ela. Leticia tentava de todas as formas esquecer Anne e resolveu ficar por uns dias na ilha. Priscilla havia se convidado, mas Leticia não permitiu, disse que iria acompanhada de uma garota, sabia bem de quem se tratava, era uma recepcionista bonitinha que vivia naquela ilha.

No momento em que arrancou a verdade de Anne pode perceber o que estava acontecendo e porque Leticia andava tão distraída e estranha nos últimos meses.

Ela sempre soube que Leticia tinha sentimentos pela garota, por mais que tentasse esconder, pois estava confusa com essa história de irmã, só não imaginou o quanto isto estava realmente afetando Leticia. Porém Priscilla pode arquitetar um plano em apenas segundos depois que Anne abriu seu coração a ela.

Apesar de estar começando a gostar da garota, Priscilla não queria correr o risco de perder Leticia, assim.

“Sei que Anne ficará arrasada se vir Leticia com outra pessoa e provavelmente eu possa dar o bote na garota, já que ela é bem gostosinha, depois é só arranjar uma forma de Leticia saber que peguei sua garotinha de jeito. Dois coelhos com uma cajadada e meia.”

Priscilla ri diante seus pensamentos, para segundos depois se sentir levemente incomodada, com o próprio plano. Sempre utilizou de impulsos para resolver seus dilemas, na maioria das vezes se dava bem, em outros episódios acabava em alguma confusão.

Quando lhe vem uma ideia ou um sentimento, não reflete, suas ações são imediatas, porém não é uma intuição é um ato de alguém sem amadurecimento, uma ação de infantilidade.

Mas agora ali olhando para Anne, entrando em sua casa e minutos depois voltando com a velha mochila surrada, consegue parar por alguns segundos refletindo se deve ou não prosseguir nos próprios impulsos ou controlá-los.

Priscilla decide em oferecer o melhor sorriso para Anne e em seguida ajudá-la a guardar a mochila no carro.

Em instante a menina estava entrando no automóvel com Priscilla que pisava fundo no acelerador, sabendo que se corresse provavelmente encontraria Leticia ainda dormindo no quarto com a acompanhante.

Anne ainda segura os comprimidos em suas mãos, mas ao invés de tomar dois toma apenas um, não queria correr o risco de chegar na porta da casa de veraneio e não conseguir ser acordada por Priscilla.

Mas antes de engolir os comprimidos a garota olha para a mulher no volante como se esperasse uma aprovação.

— Tudo bem queria, pode tomar eu cuido de você.

Com um sorriso singelo Anne engole os comprimidos, minutos depois o sono chega.

Priscilla aproveita que a garota está desacordada e pega o frasco dos comprimidos de Anne, dá uma rápida lida nos componentes e guarda o frasco consigo. Ela quase se formara em medicina por insistência de seu pai, mas trancou a faculdade por um tempo, achava tudo muito entediante e cansativo, mas conhecia bem alguns medicamentos e suas reações.

Depois olha para a garota e solta o cinto da menina com uma das mãos, enquanto a outra ainda segura o volante, depois puxa Anne para seu colo a acomodando para que fique confortável.

A ausência de imprudência não tiraria o prazer de Priscilla naquele momento.

 

 

Quando o carro para na frente da casa de veraneio dos Nogueira, Priscilla observa o carro de Leticia na garagem, tudo correndo como ela previa até o momento, então voltou sua atenção para garota adormecida em seu colo e sutilmente passa as mão pelo seu rosto ainda adormecido, ela teve mais uma chance de impedir o que estaria por vir e quase o fez, mas rapidamente Anne abre os olhos um pouco confusa e com um pouca ânsia como de costume.

— Olá bela adormecida!

— Chegamos?! – Ainda confusa Anne pergunta sem precisar obter a resposta quando observa onde está.

— A chave de seus pais está com você, é só pegar e ir para o quarto de sua amada. – Priscilla solta um sorriso espontâneo e Anne sorri timidamente. — Eu vou estar por aí, qualquer coisa que precisar, tem meu telefone.

Anne se despede de Priscilla e passa a andar timidamente até a porta, busca a chave dentro de sua mochila enquanto vê o carro de Priscilla se distanciar.

As chaves já estão em suas mãos suadas por nervosismo, estresse ou qualquer outra coisa, isso acaba irritando Anne que limpa insistentemente a palma da mão em seu short jeans desbotado, até o peso da câmera em seu pescoço incomoda, ela tem medo de deixar Leticia furiosa, de não dar espaço suficiente para que ela possa respirar.

“Mas tenho que resolver isso, não posso mais ficar assim, sem vontade de nada pelo simples fato dela me ignorar. Quero que ela saiba que não vou desistir, que a amo”

Com esses pensamentos a encorajando Anne gira a chave e entra pela sala, sem vestígio de Leticia, a casa está um silêncio sufocante, retira sua mochila das costas e coloca sobre o sofá, mais alguns passos a frente ela retira a câmera do pescoço e a coloca sobre o aparador perto das escadas, Anne sobe degrau por degrau tendo a certeza que encontraria sua amada no quarto descansando.

“Quem sabe Leticia possa enfim entender que não é errado ficarmos juntas”

Anne abre a porta sorrateiramente e o quarto ainda estava na penumbra, as cortinas serradas impediam de o sol entrar. Anne vê a silhueta de Leticia na cama que salta percebendo o movimento no quarto acendendo o abajur ao seu lado.

— Anne!

Com a voz elevada de Leticia mais alguém se movimenta na cama, levantando um pouco atordoada com toda a movimentação.

Anne ainda parada em pé ao lado da porta, sem acreditar no que via.

A mulher seminua se levanta e vai até as cortinas que dão para a sacada e abre bruscamente para que possa iluminar o quarto e ver quem está ali parada na porta.

Todos ficam em silêncio por um instante, até que a mulher seminua se manifesta.

— Quem é essa garota?

Leticia passa a língua entre os lábios na tentativa de humedecer a boca seca de nervoso.

— É minha irmã.

Anne que estava perplexa até o momento, olha fuzilando para Leticia, que nesse momento percebe o quanto foi ruim a escolha de suas palavras, quando disse irmã.

A mulher perto da sacada ficou sem entender, porém, um pouco mais aliviada em saber que era apenas sua irmã mais nova, por um momento pensou que poderia ser uma namorada ou algo assim. Mas seu alivio acabou em segundos quando Anne rompe o espaço do quarto e voa para cima de Leticia com os punhos fechados e chorando compulsivamente.

As três estão próximas a sacada enquanto Anne grita palavras desconexas de raiva, Leticia a segura por alguns instantes e faz a garota olhar para si. Enquanto a jovem mulher que agora se agarra a um lençol para cobrir os seis observa tudo sem nada entender.

 

—Pare com isso, o que deu em você? O que faz aqui? Nossos pais estão lá em baixo?

Leticia faz várias perguntas, tentando entender como a garota foi parar ali, mais nenhuma foi respondida por Anne que agora está sem forças para se soltar ou dizer qualquer coisa. Apenas lágrimas caem de seus olhos cansados.

Ela abre a boca se esforçando para fazer uma pergunta.

— Porque não quis se deitar comigo, mas não mede forças para se deitar com qualquer outra? – Anne olha pra a mulher que nunca havia visto antes por alguns segundo e depois olha para baixo sem encarar Leticia.

 

—Está agindo como criança Anne e por isso a trato como tal. Não passa de uma menina mimada que faz birra quando não ganha o presente que quer.

Anne não reagi provocante como de costume apenas olha nos olhos de Leticia e fala pausadamente quase sem folego.

—Eu sou a única madura o suficiente para não esconder meus sentimentos, apesar de você me chamar de criança mimada.

Leticia fica paralisada com a resposta de Anne e como um último golpe de forças ela puxa seus pulsos das mãos de Leticia que a deixa escapar tirando a pressão dos seus dedos.

Se vendo solta, Anne corre para fora do quarto.

Ela passa pela porta da cozinha e desce as escadas ferozmente que dão para praia, sua cabeça começa fervilha, “para onde eu vou, não conheço nada aqui”, por segundo se lembra de Rafael e seus amigos, mas ela não havia atendido suas inúmeras ligações nos últimos dias, o garoto era muito insistente mas ela não queria nada com o rapaz, agora ela tinha uma ponta de arrependimento, poderia ter ficado com Rafael e esquecido de uma vez Leticia, mas depois sua mente confusa e acelerada se lembra de Priscilla, ligaria para ela, por um breve momento  para, respira fundo se lembrando de suas coisas, tinha deixado na casa e volta para trás.

A mulher segurando o lençol ainda no quarto de Leticia fala com o tom mais firme que consegui encontrar depois de tudo que viu na sua frente.

—Leticia, acorde, vá atrás dela, está menina está desesperada.

Leticia acorda do transe quando vê a mulher chamando sua atenção e com uma afirmativa com a cabeça sai correndo do quarto.

Anne para perto do aparador e agarra sua câmera, mas quando vai pegar a mochila desisti ao ver Leticia quase a alcançando perto da escada.

 

E como rato e gato as duas saem correndo em direção à praia.

— Onde você pensa que vai?

Anne continua a caminhar fingindo não ouvir Letícia, os passos pesados como se quisesse provar para si mesmo que estava no controle, ainda carregava a câmera junto ao corpo.

Leticia percebendo que a garota caminha em direção ao iate grita.

— DE REPENTE PERDEU O MEDO DO MAR?

Letícia insistia em chamar atenção de Anne de alguma forma, qualquer coisa que a fizesse parar pelo menos por um instante. Mesmo que fosse por mais raiva.

Mas Anne não parava, ela pode ver de longe alguém no iate e logo reconheceu, seguia decidida até píer em passos largos agora, irritada queria gritar, queria insulta-la, queria até mesmo enfiar as unhas em sua carne e fazer com que Leticia sentisse a dor que ela mesmo sentia naquele momento. Mas não, engoliu todas as palavras que queria proferir e correu, correu como nunca havia corrido antes, como uma presa fugindo de seu predador.

— VOLTE AQUI! — Letícia berrou e correu atrás da garota a sua frente, mas parou, quase que de imediato uma fina chuva começou e uma exaustão caiu sobre seu corpo como se tudo fosse inútil, como se “talvez as coisas teriam de ser assim, deixa-la ir, se afastar, quem sabe o sol de amanhã a faça ver com outros olhos.”

Leticia estava incrédula, mas a garota estava com tanta raiva, que ia se jogar ao seu medo para fugir dela.

Por alguns instantes Leticia pensou que a garota ia parar e voltar, mas não o fez.

                        

Anne correu e só parou no fim do píer, quando pode ver o iate a sua frente e um jovem todo de branco lhe estendendo as mãos, era Rafael, sentiu se mal por um instante ao vê-lo ali parado e ao mesmo tempo envergonhada pela última vez que se virão. Mas o garoto apenas sorria gentilmente.

Os olhos de Anne que carregavam ódio e decepção, depois vergonha por encontrar Rafael, agora bruscamente haviam mudado de expressão novamente, estavam assombrados. Olhou em direção ao outro lado da extensão do píer e pode ver Letícia ainda parada, mas de costa para ela e então soube que teria de encarar mais um de seus medos, fechou os olhos para que eles não vissem nada a sua frente e esticou suas mãos para que o rapaz lhe ajudasse a subir.

Ao colocar os pés no iate sua garganta secou-se, abriu os olhos e pode ver o lindo sorriso a sua frente, assim que Rafael lhe deu passagem o sorriso sumiu e tomou o lugar uma imensidão de mar a sua frente, Anne sentiu o balançar da embarcação, bruscamente se virou e apavorada agarrou as bordas do iate tentando descer do mesmo.

Fim do capítulo


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Comentários para 14 - Dia Fatídico :
rhina
rhina

Em: 14/11/2019

 

Olá

Bom dia.

Agora tudo explicadinho........ao menos o começo.

É Priscilla vc tem muito o que explicar

Rhina


Resposta do autor:

Olá, muitas coisas já estão sendo explicadas nos demais capitulos, você andou sumida, estava com saudades dos seus comentarios, rs

Beijinho 

Kara 

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Mary34
Mary34

Em: 29/10/2019

Caramba que cretina essa Priscilla ! Mas tudo se resolvera com certeza é so questao de tempo... n judia c demoras please 😙


Resposta do autor:

Estou tentando não judiar, rs juro!! 😚

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