• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Tormenta
  • De volta

Info

Membros ativos: 9579
Membros inativos: 1617
Histórias: 1971
Capítulos: 20,927
Palavras: 52,929,536
Autores: 808
Comentários: 108,967
Comentaristas: 2597
Membro recente: Anik

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Entrelinhas de um contrato
    Entrelinhas de um contrato
    Por millah
  • RASGANDO O VEU DE MAYA
    RASGANDO O VEU DE MAYA
    Por Zanja45

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Brincando de colorir
    Brincando de colorir
    Por Cida Dias
  • O primeiro clarim
    O primeiro clarim
    Por brinamiranda

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Tormenta por Kara

Ver comentários: 3

Ver lista de capítulos

Palavras: 2964
Acessos: 1092   |  Postado em: 29/10/2019

De volta

O ambiente escuro era iluminado com uma lanterna pelo soldado atrás de Leticia.

Ela não acreditava no que via, podia se lembrar de todas vezes que perdeu e recuperou a esperança de um dia encontra-la, mas agora era real. Anne ainda com o corpo levemente inclinado para Priscilla, debilitada era evidente, mas ali, viva.

A mulher podia ver a palidez ressaltada da garota, a expressão distorcida de seus olhos pela claridade, os cabelos castanhos da jovem estavam bagunçados, mas era ela, mais magra, com alguns hematomas evidentes na pele alva, olheiras profundas, mas era ela.

Leticia fixava os olhos sem perder um movimento se quer, nem ao menos ousava piscar correndo o risco de perder a imagem da garota, conforme seus músculos começavam a ganhar movimentos novamente Leticia se aproximava da cama onde as duas mulheres ainda estavam levemente atordoadas pela luz forte.

 

Alguém avança até um pequeno abajur sobre a cômoda e o liga, o objeto pisca por um momento, por fim acende por completo, o soldado desliga seu farolete e o ambiente se acalma. Leticia não pensa em mais nada, apenas se prende a imagem da menina.

Nesse momento as duas mulheres ecoadas passam a ver os movimentos por toda a volta com clareza. Só então Anne enxergou tudo que lhe faltava nesse momento.

A menina via uma figura surgindo a sua frente, procurou forças onde não tinha e levantou-se bruscamente se jogando em direção a Leticia, poder senti-la depois de tanto medo, era o que  Anne pedia em orações silenciosas a dias, mas algo a puxou de volta, não permitindo o avanço e soltou um grito de dor.

Leticia que estava em devaneios com a presença da garota, transparecia agora pavor, angustia, raiva misturado ao desespero em ver sua pequena amarrada como um animal junto a cama.

Anne cai e nem Priscilla e nem Leticia conseguem segura-la a tempo, os joelhos da menina tocam o chão com força podendo ouvir até o leve eco que o impacto causa no ambiente.

 

Mas mesmo sentindo dor não só nos joelhos, mas por todo o corpo Anne não resvala mais nenhum ruído, seus olhos ainda estão pausados no chão, ela olha para o par de pés a alcançando rapidamente e dor se torna irrelevante, não se importa mas com ela, só quer alcançar Leticia, quer sentir o perfume agradável e acolhedor do seu porto seguro, da única razão de se manter viva.

Agora olhando para cima Anne estica seus braços em suplica e Leticia se lança até a menina, também caindo ao chão.

Priscilla se distância um pouco e observa sem muito o que dizer.

 

Vitor rompe a porta e vê suas filhas ali juntas, sem acreditar na imagem esfrega os olhos compulsivamente. Ele não pensa só agarra o telefone e disca o número da esposa, chorando e rindo ao mesmo tempo.

 

Paulo vira-se para Carlos que não tira os olhos de Leticia e Anne abraçadas ao chão.

— Eu fiz um exame rápido por cima, ela precisa de atendimento em um hospital, tem um ferimento infeccionado a bala acima do peito e parece que levou uma pancada forte na cabeça, não se lembra de praticamente nada. Eu quero acompanhar e ajuda-la em tudo que precisar, faço questão.

 

O comandante fica um pouco sem reação, mas concorda com o médico, que mesmo ferido passa a dar ordens aos paramédicos que começam a entrar pelo ambiente.

Leticia segura o rosto da menina em suas mãos querendo gravar cada movimento dela, tendo a certeza que a garota estava ali mesmo. Então ela esboça um sorriso incrédula com o que vê, mas se desfaz rapidamente percebendo a gravidade de tudo, mesmo sedenta pela boca da garota, ela tenta se recompor, Anne está tão frágil e debilitada, mas a vontade é maior e prevalece, instintivamente a mais velha puxa a face da menina mais para si e deposita um leve beijo em seus lábios, com medo de a machucar tamanha a fragilidade em que Anne se encontra.

A mais nova não se satisfaria com aquele beijo tão suave, ela deseja mais, era tão pouco pelo tempo que ficara ali, então Leticia sorri novamente entendendo e sentindo o mesmo desejo de  Anne, seus olhos se confortam e ambas sabem que ainda não é o momento, então a garota encaixa a cabeça no peito de Leticia e descansa sem mais ter medo.

 

Leticia suspira e Anne lê aquele movimento de relaxamento do tórax como “Tudo vai ficar bem, confie em mim”

Nenhuma palavra se quer foi trocada entre as duas, nada precisava ser dito naquele momento Leticia apenas tinha a necessidade de senti-la e assim o fez.

 

Todo o gesto, do beijo depositado com ternura até o respirar profundo de ambas foi muito rápido, entre tanto alguns olhos captaram cada milésimo de segundos.

Carlos deu um leve passo para trás se sentindo tolo, mas tentava se reconfortar punindo seus olhos, como se eles estivessem o enganado “Carlos seu idiota, são irmãs isso é um selinho algo tão natural”

Priscilla já observava mais ao longe nesse momento e sentiu um leve fisgar no peio, entretanto sabia que não tinha mais nada que pudesse fazer por agora, ela só não entendeu se a dor em ver elas ali trocando um beijo repleto de carinho por mais inocente que seja, era causado por ciúmes de Leticia ou de Anne.

Paulo engole um pouco, sentindo a boca seca e encara a filha, depois seus olhos percorrem todo ambiente em busca de qualquer movimento deliberado dos demais ali presentes.

Ainda uma outra pessoa pode ver o gesto compartilhado pelas duas.

Vitor, que ainda segurando o celular nas mãos esperando sua esposa atender.

O homem chega a tombar levemente a cabeça acompanhando o gesto para ter certeza de que seus olhos não o confundiram. A felicidade de Vitor não permitiu qualquer outra reação naquele instante, não era hora para isso, apenas estava em estase.

 

Enquanto as garotas, elas estavam em outro mundo nesse momento e nada notaram de seus espectadores.

 

Um policial que esperava o momento oportuno se aproxima das duas, Leticia o vê segurando o alicate tesoura nas mãos e rapidamente com ajuda de um dos paramédicos levanta calmamente Anne e a senta na cama, para que em seguida o homem com destreza rompesse as correntes que a mantinha presa de forma humilhante.

 

Finalmente Anne estava livre e ao lado de quem mais lhe importava, não se sentia mais em perigo, por fim seu corpo não precisava mais se manter vivaz e contendo seus últimos fios de energia, se deixou descansar, se entregou aos cuidados de todos que ali estavam.

Depois dos olhos fechados tudo foi muito rápido, mobilizaram o corpo da jovem tudo sob os olhares cuidadosos de Leticia e seguiram para fora do local.

A mulher se sentiu alivia em sair daquele ambiente, não podia imaginar como Anne se portou enquanto esteve lá, afastou os pensamentos e seguiu junto aos paramédicos e seu pai até uma das lanchas, várias mãos ajudaram a erguer a maca em seguida puderam sair daquela ilha.

Dr. Paulo seguia junto na lancha com Leticia e Vitor, ele visivelmente não se importava com a própria dor, mantinha seu monitoramento sob a jovem desfalecida sobre a maca. Os paramédicos seguiam suas ordens, por ser o mais experiente ali e por já conhecerem o renomeado médico.

Vitor sentia-se agradecido por aquele homem, tamanho cuidados com sua filha mais nova. Trocaram olhares reconfortante e Paulo deu uma leve pousar de mãos nos ombros do homem que conhecia longa data.

—Ela ficará bem, logo estaremos todos comemorando a volta dessa pequena guerreira.

Vitor sorri e balança a cabeça em afirmativa por várias vezes.

 

Priscilla ainda permanecia na casa de pesca junto ao comandante Carlos e outros policiais, a confusão e o calor do momento fizeram com que Carlos liberasse a mulher para sair na próxima lancha, recolheriam seu testemunho e demais informações no dia seguinte, já que isso era papel dos investigadores da polícia e não seu.

Ele relatou o ocorrido pelo rádio, para o perito criminal, que viria com a perícia apenas ao amanhecer, devido ao horário e a distância.

Algumas ordens foram dadas para que seus homens não tocassem em mais nada, isolando toda a área incluindo o porão onde Anne foi encontrada.

Deixou alguns homens de guarda durante toda a noite.

 

 

 

Na casa de Veraneio

 

 

Isabela recebeu a ligação do marido, sem entender direito o que aconteceu, fez tudo o que lhe foi pedido.

O homem lhe orientou para trocar de roupa e aguardar um amigo da família que a levaria até um local, que ela ainda não tinha ideia de onde era. Ainda deixou bem claro que todos estavam bem, que era para ela se manter calma.

 Essa altura já se encontrava no carro acompanhada por Pedro e Vitória, um casal do qual ela particularmente gostava muito, já tinham passado muitas noites todos juntos em épocas mais felizes, jogando a conversa fora e tomando bons vinhos, eles sempre lhe proporcionaram bons momentos.

 

Por mais que pedisse a ambos eles nada diziam, apenas se justificavam que Vitor nada tinha dito a eles também.

— Mas para onde está dirigindo Pedro?

Não obteve resposta, entre tanto não era mais preciso. Isabela ficou com o semblante aterrorizado quando percebeu onde o caminho os levava.

— Mas aqui é o hospital, Vitor disse que eles estavam bem, o que está acontecendo?

 

 

No píer

 

A lancha encosta no píer.

No final dele, já haviam homens de prontidão que veem de encontro a maca e ajudam a carregar Anne até uma ambulância prontamente aguardando, praticamente quase dentro da praia.

Muitos olhos curiosos estão por ali, enquanto Anne está sendo transferida da lancha até a ambulância.

Leticia colada a Anne, já dentro do transporte de emergência, enfia suas mãos no bolso e arremessa sua chave ao pai, que agarra e corre rapidamente ao carro parado no estacionamento. Tudo é muito rápido, mas mesmo assim Leticia consegue reconhecer um jovem parado quase próximo a ambulância, ele dá um leve sorriso para Leticia, era Cesar, o garoto parecia realmente feliz ao reconhecer Anne ali com vida.

 Um dos paramédicos manuseia a porta para fecha-la, Leticia ainda olhando para o rapaz, e sem sabe porque sentiu a necessidade de corresponder aquele sutil sorriso, antes que a porta se fechasse por completa ela o fez e a ambulância pode romper a multidão que já se aglomerava na areia.

Em minutos todos estão a caminho do hospital, onde Dr. Paulo trabalha, o melhor da cidade. Leticia olhava para Anne ainda desacordada e desviou os olhos por segundos para a janela onde via as luzes da pacata cidade passando como borrão pela velocidade em que estavam, voltou sua atenção rapidamente para garota ao sentir um leve movimento, mas Anne ainda mantinha os olhos fechados. Leticia olhou para Paulo, que toca em suas mãos antes de falar qualquer coisa.

— Não se preocupe.  

 

 

Hospital

 

Instantes após o susto inicial uma Isabela aflita já se encontrava na recepção do Hospital.

Muitas coisas passam pela sua cabeça, mas a mais provável é que Leticia teria se ferido de alguma forma, sabia que a enteada era impulsiva e que algo grave tinha acontecido na casa de pesca.

 

Isabela senti uma agitação maior em seu peito, quando vê a rotina do hospital mudar bruscamente, pessoas de branco e outras de roupas azuis correndo até a porta, ela pode ouvir o barulho de sirenes e um movimento assustador na entrada do hospital, em seguida alguém sendo trazido por uma maca, seus olhos não estavam a procura de ninguém conhecido, mas assim que a vê fica atordoada, Leticia ao lado, seguida por Vitor logo atrás. A mulher tentava organizar as imagens fragmentada em sua cabeça como um jogo de montar, seria Priscilla ali ferida, ela via agora Paulo com sangue em sua roupa, tudo era muito rápido e confuso para Isabela.

Então a maca passa bem diante seus olhos ao longo do corredor e sobre ela sua filha, imóvel, Isabela acompanha, girando o corpo enquanto maca passa ao seu lado. Ela fica imóvel e suas pernas ficam fracas, ela ia desabar a qualquer momento.

Vitória segura a amiga pelos cotovelos antes que essa caísse ao chão, Vitor visualizando tudo a distancia alcança a esposa, em instantes Pedro, Vitória e Vitor seguravam Isabela. O marido sussurrava ao seu ouvido.

 

—Ela está bem, só está descansando meu bem, nós a temos de volta.

 

Ouvindo cada palavra que seu marido lhe profetiza, assim que assimila a mulher respira e lágrimas desmedidas caem dos olhos enquanto ela sorri.

Isabela vê Leticia voltando ao longo do corredor, essa quando cruza com os olhos da madrasta lhe sorri, então Isa sente seu coração disparar em alegria. Agora sim ela tinha certeza que tudo ficaria bem.

 

— Você a trouxe de volta.

Leticia já estava próxima o suficiente e Isa se desvencilha dos outros se jogando para um abraço aconchegante da enteada.

—Eu não fiz nada Isa, mas farei de tudo para ela nunca mais se afaste de nós.

Então ela sentiu um abraço mais apertado ainda.

 

 

Horas depois todos estavam na sala de espera, Isabela chorava sem parar, enquanto Leticia gastava o chão da sala indo e vindo.

— Vocês duas podem para por um instante, estou uma pilha e vocês não estão ajudando.

O homem calmo e paciente de outras épocas havia desaparecido, desde que entraram na sala de espera, o nervoso das duas mulheres o deixava louco.

 Leticia se sentou e Isabela passou a enxugar as lágrimas, tentando cessar os soluços.

O homem se enfia entre as duas mulheres já arrependido por ter ralhado com ambas.

— Logo vamos poder vê-la, vocês não querem que Anne perceba que vocês duas estão aflitas. Ela precisa de conforto, certo?!

As mulheres concordaram enquanto o casal de amigos atravessa a porta, Pedro carregava três copos de café, enquanto Vitória mantinha dois em suas mãos.

— Café? – A mulher diz com um sorriso carinhoso.

Todos olharam para eles e pegaram seus respectivos copos.

 

 

 

Priscilla assim que chegou na ilha, foi direto para o hospital, sabia que todos estariam lá.

Sentia dores nas costas e uma exaustão muito grande. Estava carregando um sentimento estranho no peito, desde a hora em que viu Anne e isso estava lhe causando mal, incrivelmente queria vê-la novamente. Ela tinha certos privilégios naquele hospital, afinal de contas seu pai era diretor chefe dele, estava já próxima a recepção tirando informações da enfermeira de plantão.

Quando vê seu pai conversando com um policial ao longo do corredor, esse quando a vê se move em sua direção, dando uma leve tapinha nos ombros do oficial antes de começar a andar.

O policial por sua vez se volta para mais ao fundo do corredor, fala com uma enfermeira que o segui até uma escada e desaparecem.

O médico chega perto o suficiente para falar.

— O que faz aqui?

— Eu precisava saber como você estava! Você levou um tiro!

Paulo olha para o próprio braço, que está enfaixado, porém o jaleco que o cobre não permiti que Priscilla possa ver, apenas uma saliência mais alta nessa região, apontando um provável curativo abaixo da roupa.

— Minha filha, você precisa descansar também, o dia foi exaustivo. Eu estou bem.

— E o policial?

—É um investigador, veio pegar o depoimento a garota, mas como médico não permiti, ainda é muito cedo. Falei tudo que sabia para ele, mas mesmo assim terei de ir até a delegacia amanhã.

Priscilla também teria de ir amanhã a delegacia, mas não se preocupou em dizer ao pai, era evidente que ele sabia. Porém tinha uma necessidade aumentada de poder ver Anne.

 —Onde ela está?

O pai respira fundo, mas passa a andar em direção a uma porta depois de subir alguns degraus.

 

 

 

Na sala de espera.

 

Depois de um tempo.

Priscilla apareceu na porta da sala de espera e Isabela logo percebeu sua presença.

— O que está fazendo aqui?

— Oi pessoal, eu estou tão feliz. Oh! Meu deus e Anne ela está louca para vê-los.

 

Isabela se levanta e encara a mulher.

—  Como assim você viu minha filha antes de mim?

Nesse momento Paulo entra e coloca as mãos no ombro da filha.

— Gostariam de vê-la? Ela acabou de acordar e está ótima.

Isabela quando ouviu que a filha estava acordada e ótima a fez esquecer qualquer outra ideia a não ser tocar na sua pequena novamente, senti-la, abraça-la.

Leticia já estava em pé e confusa com pai e filha, não pode deixar de sentir uma leve pontada de ciúmes, por que Priscilla visitou Anne antes dela, de todos ali naquela sala, sua família. Mas o fato de poder ver Anne novamente, varreu qualquer outro pensamento.

Todos concordaram que já era sem tempo, Pedro e Vitória vão para o refeitório para dar um momento de privacidade para a família, enquanto os demais seguem o médico.  

Priscilla permaneceu, mas esticou os braços para tocar nas mãos de Leticia enquanto a mulher passava por ela e quando essa a olhou, Priscilla lhe deu um sorriso cheio de conforto e meiguice.

Leticia piscou os olhos e soltou seus braços delicadamente depois de devolver um sorriso sincero.

 

Assim que Leticia continuou seu caminho, a morena desfaz o sorriso e fica sem expressão, era difícil saber se ainda sentia algo por Leticia. Depois de tudo que passou, que fez para estar com ela, só lhe restava agora confusão.

Priscilla vê a mulher se distanciando ao longo do corredor e seus pensamentos voam para alguns dias atrás, em um dia fatídico.

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 13 - De volta:
Kara
Kara Autora da história

Em: 01/11/2019

Mais um capítulo meninas, no fim de semana não vou conseguir postar. Compenso na segunda. 

Boa leitura, tenham um ótimo dia! 

Beijinhos

Kara

Responder

[Faça o login para poder comentar]

rhina
rhina

Em: 30/10/2019

 

Oi

Boa noite.

Priscila alem de enrolada ......creio eu pela situação vigente.......pode está desenvolvendo sentimentos pela Anne??????

Mas esta. Ilha parece um Caldeirão.

Rhina


Resposta do autor:

Oie

Uma mulher bem complicada, inclusive nos sentimentos, rs

Beijooo

Kara

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Mary34
Mary34

Em: 30/10/2019

Que alivio esse reencontro rs agora é desvendar o misterio por tras disto que aconteceu... voce pegou meu ponto fraco...misteriosss haha anciosa por maissss bjo😙


Resposta do autor:

Sim um alívio, Anne ainda está debilitada mas logo poderá estar mais próxima ainda de Leh. Mistérios são bons de mais, também amo. 

Beijos 

Kara

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web