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Tormenta por Kara

Ver comentários: 2

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Palavras: 2861
Acessos: 1367   |  Postado em: 26/10/2019

Ao resgate

Vitor estava de pé olhando para filha que andava de um lado para outro da sala, enquanto Isabela mantinha a atenção e os ouvidos bem abertos a cada palavra de Leticia.

Leticia tinha acabado de desligar o celular e sentou -se no sofá, já não usava as roupas costumeiras de porte social, tinha se trocado um tempo antes de descer para assistir o jornal com a família, pensou em subir e colocar uma roupa mais quente para sair de casa, mas não o fez, em vez disso passou a calçar suas sapatinhas que estavam largadas em um canto fora do tapete.

O pai percebeu que ela sairia da casa a qualquer instante sem ao menos explicar aquela ligação.

— Onde vai?

Leticia se conteve, mas passou se explicar.

—Pai eu preciso ir até a casa de pesca do Paulo, alguma coisa está acontecendo, Priscilla parecia em desespero ao telefone e disse que Paulo estava chamando a polícia, não sei exatamente o que está acontecendo, mas preciso fazer algo.

Isabela interveio.

— É por isso que não deve ir, Leticia o que estava havendo com você? Vamos ter de perder mais alguém da família é isso? Se a policia está envolvida deixe eles resolverem.

Leticia fecha os olhos e respira pausadamente, para em seguida ir até a madrasta e pegar suas mãos com todo a calma que poderia fingir naquele momento.

— Isa, confie em mim, por favor.

Vitor continuou em seguida um pouco aflito.

— Filha, Isabela tem razão, essa casa de pesca do Paulo fica em outra ilha, vai levar tempo até chegar lá e está tarde, se chamaram a polícia, eles irão resolver isso.

Nesse instante Leticia soltou as mãos de Isabela e se distanciou dos dois.

Leticia já estava ligando para alguns números da sua agenda atrás de um barqueiro que pudesse leva-la até a ilha.

Vitor foi até a filha.

—Tudo bem, já que não vai nem se preocupar em me responder, eu vou com você.

 

Isabela revira os olhos.

— Claro, porque não. Eu sou a única aqui responsável?! Eu vou ligar para polícia.

Ninguém dá muita importância para Isabela que caminha até o telefone fixo, que fica na sala e começa a discar.

Leticia está ao celular com alguém marcando um embarque imediato.

— Ok, estou a caminho te encontro no píer.      

A jovem mulher pega as chaves e aperta entre os dedos, por um leve instante ela olha para o espelho sobre o aparador, pode ver o quanto fundo estava em volta de seus olhos e o batom desfragmentado em seus lábios que precisava de retoque, mas nada fez além de desviar os olhos e passa a caminhar até a saída da casa.

Mas antes de sair ela vê o homem que está vestindo um casaco impermeável sobre o moletom, pensa que seria bom estar acompanhada, não sabia o que realmente estava acontecendo.

 

— Pai vou dar a volta com o carro e deixa-lo no estacionamento de frente ao píer, melhor não ir pela areia.

O homem percebe que não vai precisar insistir mais, a filha finalmente o responderá.

— Está certo, eu vou pegar minha carteira te encontro no carro.

—Rápido, por favor!

Vitor coloca a carteira no bolso, e bate as mãos ao longo da calça como se certificasse de não estar esquecendo nada, em seguida gira o pescoço fazendo ruídos de estalos.

— Isabela, desliga esse telefone, vai falar o que para policia meu bem? Alias eles já foram notificados não é mesmo?!

A esposa o olha com temor e aceita o beijo que lhe é depositado nos lábios antes de ver o homem passar pela porta e desaparecer. Somente quando o vê sair consegue pronunciar algumas palavras, mesmo que ninguém mais estive-se ali para ouvir.

—Tomem cuidado.               

— Desculpe Senhora?! Não entendo?

Isabela acorda do transe e passa a falar com o policial que atende sua chamada do outro lado da linha.

 

 

Em pouco tempo pai e filha caminham até o píer, mas antes mesmo de chegar podem ver um movimento incomum para o lugar e para hora.

Enquanto vão se aproximando, os rostos vão ficando familiares.

Um homem caminha para os dois, está trajando uniforme e carrega nas mãos uma arma carregada.

— Senhorita Leticia, senhor Vitor, o que fazem aqui?

— Recebi uma ligação um tanto quanto estranha da Priscilla filha do Dr. Paulo, algo grave está acontecendo...

O Comandante Carlos aparece logo atrás do homem e interrompe a conversa.

— Recebemos a mesma ligação, porém do pai, digo do Dr. Paulo. Parece que aconteceu uma tragédia na casa de pesca da família, mas nada foi muito claro na ligação ele passou as coordenadas e desligou.

 

Leticia olha em volta e vê algumas pessoas vestidas com uniformes de paramédicos, aquilo fez seu corpo arrepiar, em seguida pode ver policiais militares entrando em embarcações.

As lanchas estavam bem equipadas com luzes artificiais fortes o suficiente para varrer uma longa distância.

O segundo tenente que falava com Leticia de inicio pedi licença e se afasta, para voltar segundos depois.

— Estamos prontos senhor!

—  Certo, obrigado.

O comandante se voltando agora para Leticia e Vitor

— Bem senhores, acho melhor voltarem para casa, estamos de saída.

— Ah não, de forma alguma eu vou ficar aqui, estou indo com você Carlos, Priscilla me ligou e pediu minha ajuda, queira você ou não eu estou indo junto.

A mulher já estava subindo a embarcação sem se importar com qualquer uma das patentes que a fitavam, os tripulantes apenas abriram espaço para Leticia enquanto essa passava em passos firmes.

Vitor olha para o Comandante um pouco constrangido, a filha realmente era impossível quando queria.

Ele coloca as mãos no ombro de Carlos sem dizer nada, alias nada precisava ser dito entre aqueles dois homens. Vitor levanta o dedo para o comandante como se pedisse um instante e sai em direção a uma outra embarcação perto dali.

 

Depois de conversar alguns instantes com um piloto que gesticulava um pouco alterado, Vitor volta para junto das embarcações da marinha. Carlos já subia até o convés e foi seguido por Vitor.

 

— Parece que Leticia iria mesmo se não estivéssemos aqui. – O comandante fala apontando a cabeça para um homem sobre um barco perto dali, ainda nervoso depois de conversar com Vitor.

 

— Ela já havia combinado com outro barqueiro, mas acho que a sua equipe vai pilotar bem mais rápido Comandante.

— Essas belezinhas aqui são bem rápidas. – O homem dá um leve tapa na borda da lancha.

Leticia se aproxima do comandante e do pai, seus olhos estão para o além, enquanto as embarcações se deslocam ficando cada vez mais longe da encosta, ela fala em um bom tom, mais parecido como uma ameaça do que um pedido.

— Tomará.

 

Um tempo depois já em alto mar, os barcos seguem quase um ao lado do outro, com pequenas distancias entre eles, os tripulantes podem até se comunicar entre si ao gritarem nas bordas das embarcações, Leticia está sentada na proa e senti o vento cortante e os respingos de água gelada ferindo seu rosto.

Ela não sabe definir o que senti, no momento é um conflito constante.

Por esses dias todos, sua preocupação era exclusiva a Anne e agora estava ali indo em socorro de Priscilla, ela estava negligenciando tantas coisas desde o desaparecimento de Anne, que seu comportamento agora era se esforçar para se manter ali no presente, já que seus pensamentos se ausentam em busca da garota a todo instante. Leticia precisava focar se no momento pois agora é Priscilla que precisa dela.

Mas mesmo assim ela tem a impressão de estar correndo em direção a sua pequena amada.

“Como eu queria que esses pensamentos fossem reais, estar indo de encontro a você Anne”

Leticia balança a cabeça e se depara com as luzes ao longe, pode se avistar a pequena ilha inabitável a não ser pela casa de pesca da família da Priscilla.

 

— Toda equipe se prepare, vamos atracar, podemos visualizar um iate e um barco, fiquem atentos e esperem minhas ordens.

A lancha de patrulha e outra de ação rápida da Marinha, junto com uma terceira embarcação da polícia militar se aproximam da encosta, quando as águas estão rasas o suficiente, alguns homens saltam sobre o comando de Carlos e o segundo tenente com as mesmas ordens na outra lancha faz o mesmo, os homens e mulheres armados não esperam se quer, as embarcações pararem por completo.

 

Algumas pessoas ficam para trás entre eles os paramédicos, Leticia e Vitor.

Mas Leticia não iria se contentar em se manter ali, ela desce da embarcação antes que Vitor conseguisse segura-la pelo braço.

 

— Leticia, espera!

O homem sai atrás da filha.

Leticia sente uma adrenalina forte pulsando suas veias, difícil identificar de onde vem isso, seus pés se movem sozinhos, mesmo que ela seja uma pessoa prudente seu raciocínio logico de se manter segura não a obedece.

Estava usando um jeans escuro que nesse momento estava encharcado até a altura dos joelhos, um sapato casual que grudava junto a areia enquanto arrastava os pés contra a água, forçando e rasgando o caminho.

Deu graças aos céus de não estar usando um salto alto agora, em instantes alcança o banco de areia mais seca e segui em direção a casa, pode ver os soldados passarem pela porta sem resistência, sabia que seu pai a seguia pois não deixava de ouvir os murmúrios a suas costas.

—Ei! Garota me espera, pelo amor de deus o que está fazendo?!

Nesse momento ela se volta para o pai e ele pode ver seus olhos mesmo sobre meia luz e com a garoa que caia entre o vento agitado nas margens do mar.

— Não sei pai, estou tendo um pressentimento, só preciso estar lá.

Leticia aponta o dedo para a casa e nesse exato momento o vento para.

O homem olha para o céu e não senti mais as gotículas sobre o rosto, Leticia tem os cabelos humedecidos pela chuva miúda que não os atingi mais, pequenos fios grudados em seus olhos que fazem ela cerra-los ao olhar para cima, o silêncio que o céu dá é inquisidor.

Leticia jura ter visto algumas estrelas surgirem através de finas nuvens, mas não observou por muito tempo para ter certeza, passou as mãos no rosto, levando os cabelos para longe dos olhos e seguiu em direção a casa.

 

Antes de alcançar a varanda ela viu um policial fazendo sinal, não sabia muito bem o que significava, mas pode ver os demais tripulantes se movimentarem e avançarem em direção a casa e assim o fez também.

Assim que Leticia entrou, passando pelo hall e seus olhos fazem uma busca por todo ambiente caótico que estava ali.

Pequenos pedaços de vidro no chão, a mesa de centro estava sem o tampo o que explicava os estilhaços esparramos, era incrível como Leticia se prendeia aos detalhes como uma câmera lenta, então viu respingos no sofá de couro claro, eram um vermelho quase negro, eram sangue, só então seus olhos se pousaram no tapete e ali viu um corpo caído, ela podia reconhece-lo, era Bruno, suas mãos seguravam uma arma e então Leticia sentiu seu coração palpitando como louco, seu tórax subia e descia agitado e seu único pensamento foi Anne.

“O que Bruno fazia ali?”

 

—Ow meu deus!

O som vindo atrás de si era de seu pai, assustado com a cena.

Em seguida Leticia foi quase derrubada pelos paramédicos entrando na sala, mas a pressa diminuiu ao verem ainda de longe que o corpo estirado ao chão não continha vida. Mesmo assim um deles se aproximou tentando sentir alguma pulsação, porém só constatou que já fazia um tempo que o indivíduo já estava morto.

 

— Provavelmente houve uma briga aqui! – Afirma o comandante Carlos a seu segundo tenente que balança a cabeça em sinal de positivo.

Os demais soldados estavam a postos, vasculhando o ambiente e atentos a qualquer movimento.

 

— Sim, houve Comandante! – A resposta não veio do segundo tenente mais de alguém que surgi pelo longo corredor a direita de todos.

Leticia pode ver Paulo em pé, segurando um de seus braços que sangrava muito, mesmo sobre uma amarra improvisada em volta dele.

Dois dos soltados apontavam fuzis em direção ao pai de Priscilla, que instintivamente solta a mão de seu braço ferido e levanta em sinal de rendição.

— Eu liguei para vocês.

O comandante se aproxima e com um gesto simples para os soldados, esses abaixam suas armas.

Carlos mais uma vez gesticula permitindo que os paramédicos se aproximem.

— Doutor deixe me ver seu braço. – Um homem se aproxima reconhecendo o médico ali a sua frente, agora como paciente.

— Está tudo bem já contive o sangue, foi um tiro de raspão. – Paulo puxa seus braços das mãos do paramédico e se aproxima ainda mais do comandante.

Antes que Paulo pudesse falar qualquer coisa Leticia interviu.

— Onde está Priscilla?

— Era isso que eu estava a dizer, vocês precisam me acompanhar e precisamos de alguma coisa para quebrar uma corrente.

Leticia e Vitor tem uma postura estranha ao ouvir as palavras do homem.

O comandante Carlos olha para um soldado que entende prontamente e sai da sala, enquanto Carlos reuni alguns de seus homens e mulheres, o soldado volta com uma tesoura alicate em mãos.

O médico pálido vai conduzindo todos até os fundos da casa, enquanto relata a Carlos o que aconteceu.

 

—Estava em casa e minha filha revirava tudo por lá atrás de seu passaporte, ela tinha pretensão de viajar mais não achava o bendito...

...Começou a me encher dizendo que só poderia estar aqui, já que não achava em lugar algum. Como eu guardo alguns dólares em um cofre e ela precisaria também para viagem, acabei cedendo e viemos para cá.  

—Para minha surpresa encontrei Bruno aqui, tomando do meu melhor whisky e o surpreendi, tenho bebidas pela casa toda, mas o canalha estava bebendo da minha reserva especial, bem ele tem as chaves. Ele costuma pescar badejos, esses  peixes típicos das costões rochosos, mas também podem ser encontrados em estuários e por aqui é repleto deles e para não ficar indo e vindo eu sempre acabava emprestando a casa a ele, pensei que era um bom rapaz, o que posso dizer era uma troca, ela acabava mantendo tudo em ordem, cuidando do lugar contra baderneiros,  já que quase nunca usamos essa casa, faz muito tempo que perdi o abito de pescar...

...Porém ele estava nervoso e muito diferente do Bruno que conheço, não falava coisa com coisa e sem mais nem menos apontou a arma para minha filha e eu, então agi sem pensar, acabamos brigando e no meio da confusão ele disparou, senti uma dor no braço, estávamos embolado ao chão eu tentava tirar a arma dele quando eu ouvi o segundo disparo, foi tão alto que senti um zumbido no ouvido muito forte, fiquei atordoado por uns instantes, quando sai de cima dele, não se mexia mais, foi um acidente, não sei dizer ao certo, mas no meio de tudo isso um barulho abafado trouxe eu e minha filha até aqui.

Ao terminar a frase Paulo estava também terminando de descer uma longa escadaria, seguido de todos inclusive Leticia que se sentia terrivelmente instável e ansiosa.

Alguns soldados mantinham as armar apontando a frente a procura de qualquer alvo, seguido pelo comandante Carlos, apesar de aparentar calma era visível que seus reflexos estavam ligados, assim como sua atenção a cada detalhe a volta.

Terminando os degraus Leticia que estava atrás de Carlos pode ver uma porta entre aberta, o ambiente a sua volta era húmido e escuro e o cheiro era terrível, mal podia respirar direito sem sentir ardência nas narinas.

Ela começou a andar mais rápido que os demais e seu corpo mais uma vez se movimentava sem comando, desviava dos outros que atrapalhavam seu caminho, quando sentiu as mãos de Carlos em seu braço a segurando com firmeza, Paulo se moveu próximo do Comandante e tocou na mão do homem que soltou a mulher notando nos olhos do medico que não havia perigo algum a trás da porta.

Vitor se sentiu agoniado por sua filha, ele desejava que Leticia fosse mais prudente e menos audaciosa.

Ali parada entre a porta semiaberta Leticia pode ver o contorno de uma pessoa, os corpos estavam próximos a ponto de não perceber que eram duas pessoas de imediato. Seus olhos acostumando com o breu do ambiente, já podia ver melhor.

Priscilla estava de costas para porta embalando alguém em seus braços, mas Leticia não conseguia ver com total clareza, sentiu raiva dos olhos que não a deixavam ver quem estava ali com Priscilla, seu coração palpitava descompassado.

Então um clarão iluminou todo o porão.

A garota no colo de Priscila levantou a face machucando seus olhos contra a luz que vinha da porta, Priscilla se virou instantaneamente, mas a iluminação também a cegou por instantes.

 

Mas Leticia agora podia ver com toda nitidez mundo.

Fim do capítulo

Notas finais:

 

 

 


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Comentários para 12 - Ao resgate:
rhina
rhina

Em: 26/10/2019

 

Muitas coisas agora acontece.......

Tantas arestas.......

E acima de tuda Anne e Letícia

Rhina


Resposta do autor:

Muitas coisas acontecendo, com muito ainda ser esclarecido.

Bj

Kara 

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Mary34
Mary34

Em: 26/10/2019

Meu Deuss que loucuraa.. 👏👏👏👏  addim o coraçao nao aguenta haha ta demais... continua bjos


Resposta do autor:

Aguenta sim! Só mais um pouquinho, rs.

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