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Tormenta por Kara

Ver comentários: 2

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Palavras: 2764
Acessos: 1064   |  Postado em: 16/10/2019

Notas iniciais:

Espero que eu não esteja confundindo a leitura, com essa linha de passado e presente constante, porque toda a estória foi articulada assim.

A inteção é religar todos os pontos e deixar o romance e o suspense interessante, mas também quero dispertar sensações pela memória, que sempre é mais rica em detalhes,  contruir conceitos que diferenciem o ontem de hoje, quando se olha para o passado tudo é mais saudoso, não se lembra apenas do cheiro e sabor da comida, mais o que esse cheiro e sabor lhe causou, sensações mais intensas.

Massss posso apenas estar confundindo todo mundo hahahaha.

Beijinhos, boa leitura.

Kara 

 

 

Whisky

Dias atuais.

Voltando da Ilha da Pedra.

 

Leticia acompanhou todo traslado do corpo para o IML da cidade, e só se permitiu ir embora depois de falar com o comandante Carlos. 

 

— Leticia vá descansar, amanhã entraremos em contato com a família para reconhecerem o corpo, eu te deixo a par de tudo, por hora um bom banho e cama para você. 

 

Aprofundando os olhos em Leticia ele continua, jogando na sorte, por uma resposta positiva.

 

 

— Você precisa de carona?

O Comandante não pode deixar de dar um sorriso encantador para a mulher.

 

Ela fica um pouco sem entender, já que estava de carro o tempo todo e ele o sabia.

Em um gesto sutil ela aponta para o automóvel bem atrás de si, sem precisar dizer nada e nesse exato momento pode se ver o homem ficando rubro e completamento atrapalhado pela gafe. Coçou a garganta tentando se recompor.

 

— Claro, você estava de carro esse tempo todo não seria diferente agora na hora de ir embora, estou ficando louco me desculpe.

 

Leticia passou a observar melhor aquele homem a sua frente, está ali disposto a ajuda-la mesmo sem a obrigação de lhe passar todas informações, mesmo as mais sigilosas e de forma tão rápida, mas mesmo assim o fazia.

Seu rosto tinha uma expressão juvenil, mesmo tendo inúmeros fios brancos por toda extremidade de seus cabelos, eram curtos e bem aparados, suas roupas sempre bem alinhadas como se tivesse acabado de passar. Era um homem bonito e o uniforme acentuava a beleza, talvez 37 ou 40 anos. Em suas mãos não haviam aliança, mas Leticia podia jurar ver uma fina linha de pele bem mais clara em seu terceiro dedo da mão esquerda, contando a partir de dedo mínimo.

 

Leticia só o enxergava como um homem muito bom e prestativo. Rapidamente ela muda de assunto.

 

— Tudo bem Carlos, por favor só não deixe de me comunicar. Quanto a câmera? Irão fazer pericia certo? 

 

— Já está nas mãos de nossos melhores especialistas, se tiver alguma digital ou qualquer outro vestígio, eles irão descobri. 

Se sentindo exaurida a mulher apenas balança a cabeça. 

 

Se despedindo Leticia entra em seu carro e dirigi até sua casa, onde terá de explicar cada detalhe desse dia tão exaustivo. 

 

Carlos a vê se afastar e relaxa mais o corpo quando a mulher já está longe o suficiente.

” Intimidadora e atraente” – pensa ele.

Respira fundo e volta a seus afazeres.

 

Ao chegar em casa pode enfim relatar tudo ao casal a sua espera. 

Isabela tinha pavor em sua face, quando revelado que o corpo de Rafael foi encontrado, ainda mais enterrado. 

 

Letícia falou mais, contou tudo ao seu pai sobre a conversa que havia tido com um amigo de Rafael no café e a suspeita de que tinha mais alguém com eles no iate. 

Isabela está afundada no sofá e Vitor ouvi tudo tentando manter a calma, que evidentemente já se foi a muito tempo. 

 

— Eu queria poder trazer boas notícias, mas realmente não sei mais o que fazer. 

Leticia se senta no sofá abraçando fortemente sua madrasta, que se entrega aos abraços da enteada. 

 

— Minha menina, quero ela de volta Leticia, traga para mim. 

Leticia a abraça mais forte, sem nada dizer. 

 

 Leh sente o celular vibrar em seu bolso. Quando se desvencilha de Isabel para atender. 

 

— Alô? 

— Leh, está em casa? Gostaria de te ver. 

 

Leticia olha para o relógio no seu pulso para se certificar das horas. Por fim responde. 

— Priscilla está um pouco tarde e estou cansada de mais hoje. Não estou com cabeça para nada, não serei uma boa companhia. 

— Por favor Leh, juro que vou me comportar só quero poder te dar carinho, vou ficar quietinha eu juro. 

Leticia ouve a voz manhosa do outro lado da linha e pensa que talvez seja bom ter a companhia de alguém hoje, realmente não quer ficar sozinha quando a imagem de Rafael vier lhe assombrar. 

— Tudo bem Pri, te espero aqui. 

 

Isabela escuta a conversa e se írrita um pouco com Leticia. 

—  Você não estava mais saindo com essa garota, por que agora isso? 

Leticia fica confusa com a notória fúria de sua madrasta. 

— Eu só não quero ficar sozinha está noite, ela virá como amiga, apenas isso. Não tenho cabeça para nada do que possa estar imaginando Isabela. 

 

— Como se você resistisse a qualquer mulher. Talvez se parasse de agir por impulso nada disso teria acontecido.  

 

Isabela fala sem pensar em um momento de fúria. 

 

Letícia fica desconfiada daquelas palavras e uma interrogação surge em sua face. Vitor não poderia ser diferente, nunca viram aquela Isabela, sempre fora amável e doce. 

 

 

Isabela tira qualquer expressão da face e se levanta. Sai em direção a seu quarto sem mais nada a dizer. 

Vitor coloca uma das mãos nos ombros da filha, tentando lhe reconfortar de alguma maneira, depois segue a esposa sem entender quando Isabela passou a se preocupar com quem Leticia sai. 

 

Leticia pode imaginar que a madrasta sabia de algo, talvez a garota tenha lhe contado, a final são mãe e filha e fora isso Leticia se lembrava muito bem quando Isabela quase as pegou no sofá, Anne não disfarça muito bem seus sentimentos, com ela tudo é muito branco ou preto. Indiferente do que tenha acontecido é evidente que Isabela ficou chateada com a vinda de Priscilla. 

 

 

 

Priscilla está estacionada em uma rua próxima da casa de Leticia e assim que termina de falar com a mulher, decidi esperar alguns minutos antes de tocar o carro até a casa de Leh. Seria estranho aparecer tão rapidamente. O seu telefone vibra e ela atende torcendo para que não seja Leticia desistindo de encontrá-la.

 

—Alô? 

—Oi linda, ainda quer me ver? 

 

Priscilla fica pensativa 

 

— Então benzinho, quer me ver ou não? 

— Amanhã, te encontro nas docas, às 9horas, esteja lá dessa vez. 

 

Não atribuiu mais nenhuma palavra para pessoa do outro lada da linha e desligou.

 

“Não sei mais como agir, só quero saber toda a verdade, não apenas parte dela”.

 

Sem mais paciência dirigi menos de duzentos metros antes de entrar pelo portão e estacionar dentro do quintal da frente dos Nogueiras. Desce do carro com pressa e coloca as mãos sobre a cabeça para que os pingos não molhem seus cabelos.

 

Já protegida abaixo da cobertura da entrada dos fundos ela toca a campainha.

 

Leticia caminha até a porta, com certo arrependimento, talvez não devesse ter concordado. 

 

—Ei! 

 

— Ei! Entre. 

 

Priscilla sorri para a mulher exaurida a sua frente e sem dizer mais nada segura suas mãos calorosamente, em seguida está puxando uma Leticia derrotada até as escadas que dão para os quartos, Priscilla conhece muito bem o caminho e logo adentra a porta e carrega sua amada puxando -a até a cama perfeitamente alinhada. A mulher deixa se jogar na mesma, frisando os lençóis limpos. 

 

—Você está com o semblante tão cansado, minha querida. 

 

— Me sinto consumida, esgotada Pri, preciso de um banho. 

 

Priscilla deixa a mulher na cama e sai em direção ao banheiro, estampando um sorriso elegante, antes de entrar retira sem pressa suas sapatilhas, depois calmamente pega uma presilha que está sobre um pequeno aparador, suas mãos em instantes vão ao alto e com destreza prende seus cabelos negros em um coque mal feito, fios ainda ficam pendurados sobre sua face, mas isso não a incômoda.

 

Sua atenção agora está na torneira, a mulher gira regulando a temperatura da água, aos poucos a banheira vai se completando de uma água límpida e morna.

 

Leticia conheci cada pedacinho daquele banheiro, a mulher agora fica nas pontas dos pés se esticando para alcançar um frasco de sais e outro de aromatizante no nicho logo a cima, seu gesto faz seu vestido levemente subir um pouco acariciando a pele ao longo de suas coxas torneadas.

 

Ela abre o frasco e derrama todo conteúdo na superfície da água, abre o segundo e faz a mesma coisa.

 

O perfume invade o ambiente rapidamente, a morena lança as pontas dos dedos misturando todo conteúdo da banheira, não satisfeita aprofunda ainda mais os dedos, depois a mão, até que a água toque seu antebraço todo, por fim, com a mistura e o aroma a seu gosto, passa a usar as mãos para girar a torneira ao contrário, assim que a banheira já estava quase completa. Agora a toalha de mão branca e perfumada é retirada de seu lugar e passa a sugar cada gota de água da sua pele, com as mãos secas termina todo o ritual indo buscar a mulher que ainda estava estirada sobre a cama. 

 

— Vamos? 

 

Leticia estica suas mãos e com um pouco de dificuldade Priscilla a puxa para ficar em pé. 

 

Lentamente a filha de Vitor tira sua roupa enquanto a morena acompanha com um olhar carregado cada peça sendo jogada ao chão. Leh sabia que a mulher a cobiçava nesse momento.

 

Leticia deita na banheira cobrindo todo corpo, mergulhada até a cabeça sente a água relaxando a musculatura tensa. Quando não pode mais manter o ar dentro dos pulmões, coloca a cabeça para fora o renovando.  

 

Priscilla sentada na borda da banheira esfrega o belo corpo da mulher muda a sua frente e decide se ariscar um pouco, passando suas mãos entre as cochas, subindo lentamente seus dedos. 

 

Leticia se limita apenas em lançar um olhar sem muita expressão. A morena conheci sua amada e sabe que se ela não quisesse teria segurado lhe as mãos nesse momento, sempre foi muito decisiva em tudo, mas essa Leticia pelo contrário era diferente, sem vida, impotente, mas Priscilla resolveu aproveitar isso e continua as carícias, por fim pode sentir uma leve reação no corpo da mulher quando toca de leve entre suas pernas.  

 

Leticia nunca negava sex* com uma mulher, porém ultimamente desejava apenas uma, que não estava ali, mas Priscilla estava sendo tão amável que Leticia começou a cogitar em ter aquela mulher em sua cama hoje.

 

O Banheiro estava pouco iluminado,  a princípio ajudava na calmaria da mente, mas agora fazia as sombras do corpo de Priscilla dançarem e a mulher que carrega uma angustiada  consigo, começa se sentir mais leve, porém intensificando a respiração, claramente o tesão foi surgindo, Priscilla se excitava com a ideia de trans*r com Leticia. 

 

A morena ainda sentada na beira da banheira olhava intensamente para a outra e morde os lábios inferiores quando senti mãos  subindo pela parte interna de suas coxa, por baixo do vestido, a mulher sabia muito bem como excitar a morena e em um comportamento abusado puxa a mesma para dentro da água, sussurrando em seu ouvido o quanto Pri estava sendo travessa, deixando-a em fogo, cada vez mais excitada.

 

Carícias provocativas já não satisfaz Leticia que tira o vestido molhado da mulher em seu colo, morde seus lábios como se mordesse uma fruta apetitosa e em um gesto rápido passa a usar seus dedos ferozmente, enquanto com sua outra mão massageava o bumbum da morena, não se satisfazendo crava suas unhas ali, leve mais firme e a puxa para si, para facilitar os movimentos, Priscilla enrijece o corpo, e solta o ar carregado de tesão.

 Leticia ainda mordiscavam os lábios da mulher que gemia entre suplicas pedindo mais. A intimidade era absoluta, ambas se conheciam e conheciam seus desejos.

 

Enquanto satisfazia seu capricho vorazmente, sentiu Priscilla goz*ndo em seus dedos, mas mesmo assim continuou a penetrando, mais e mais, sua respiração era acelerada, quando por fim seu abdômen contrai, ela olha para a mulher prestes a goz*r, mas sua face muda, era outra pessoa ali nesse momento, um rosto conhecido mais pálido do que o comum, ela não respirava, os cabelos castanhos e longos estavam sujos de terra e muitas folhas secas. Leticia fecha e abre os olhos repetidamente, por fim tudo volta ao normal e ali está uma Priscilla praticamente desfalecida em seu colo, Leticia tira seus dedos de dentro da mulher tão rápido quanto os introduziu, seu corpo tem espasmos, pode sentir seu tórax indo para frente e para trás muito rápido.  Priscilla sem nada perceber joga seu corpo para trás agora mais relaxado. 

 

Priscilla se ajeita na banheira com um sorriso satisfeito, na outra ponta Leticia se martiriza e sente um leve estremecer em suas mãos. 

 

Quando a morena se aproxima desejando mais um beijo a mulher agora se encostada mais um pouco ao fundo da banheira, Priscilla não recua, mas se detém, prestando mais atenção na mulher um pouco pálida.

— Está tudo bem?

 

A filha de Nogueira vê preocupação nos olhos da outra e liga uma chave em sua cabeça rapidamente, como se desligasse dos seus medos e assim relaxa sua expressão pesada. Se aproxima mais da morena e segurando seu rosto passa a acaricia-lo suavemente com um pouco de conforto, mas sem permitir que o beijo acontecesse, depois fecha os olhos, se encosta novamente a banheira e fala: 

 

— Poderia pegar um Whisky, para mim? – parecendo muito prepotente, se corrigiu. — Para nós! Acho que merecemos. – E terminou a fala finalmente olhando para morena em seguida lhe dá um pequeno sorriso, como um bônus. 

 

 

 

 

 

 

Algum tempo depois. 

  

Priscilla está enrolada em uma toalha, no quarto de Leticia se preparando para buscar as bebidas, quando o telefone toca. Atende prontamente, assim que olha o visor, mas antes de falar sai do quarto e desse até a sala de estar da casa dos Nogueiras. 

 

— Você de novo? Já não falei que te encontro amanhã?

 

Priscilla não ouve nada do outro lado por alguns segundos.

 

— Apague todas as ligações desse número do seu celular e não volte a ligar.

 

Priscilla se assusta um pouco, mas continua ouvindo mais algumas instruções.

 

Pri desliga o celular e passa a preparar dois copos com whisky.

 

Quando estava prestes a subir, vira um dos copos, e fecha os olhos sentindo a ardência da garganta, em seguida o completa novamente, por fim sobe até o quarto da anfitriã, abre a porta enquanto pensa em uma desculpa para ir embora, mas vê Leticia completamente desfalecida na cama. Priscilla ainda tinha o semblante assustado, mas agradeceu por Leticia estar dormindo.

Virou seu copo com whisky tomando tudo em um novo único gole, dessa vez a bebida não queimou tanto, deixou o outro copo cheio sobre a cômoda e se vestiu.

 

Segundos depois já estava no cômodo logo abaixo, Priscilla passa pela sala na ponta dos pés e caminha até a cozinha para sair pela porta do fundo e é pega de surpresa quando vê Isabela tomando um copo de suco, junto ao balcão.

As lâmpadas estavam apagadas e apesar de nuvens carregadas persistirem sobre a lua, a luz natural ainda podia iluminar mansamente todo ambiente.

Ela quase não percebeu Isabela ali, mas a mulher deixou-se ser notada quando por fim fala.

 

— Porque tanta pressa, tome um suco comigo... ou mais um whisky?

Isabela nunca teve nada contra Priscilla, apesar de todos sempre perderem a paciência rapidamente com ela, sempre lhe pareceu uma garota um pouco destrambelhada, mas lhe causava risos pela vitalidade e impulsividade, os demais não achavam tanta graça, mas Isabela estava acostumada a ver o lado bom.

Mas nos últimos dias isso havia mudado, sentia uma energia pesada toda vez que a encontrava, nem ao menos sabia identificar se a garota estava com medo ou nervosa, a única coisa que tinha certeza era que o sentimento era outro e agora Isabela tinha mais motivos para realmente não se sentir bem em ver Leticia se relacionando com Priscilla.

Mas uma coisa não dava para negar, Priscilla era uma mulher audaciosa e petulante.

—Ei! Isabela! Ainda acordada, minha querida!

A morena caminha em direção a mais velha e deposita um beijo em sua face.

—Adoraria tomar qualquer coisa ao lado de uma mulher tão linda como você, mas realmente estou atrasada. Vou viajar amanhã à noite e... sabe como é, passagens, reserva de hotel e céus! nem ao menos encontrei meu passaporte ainda.

Isabela pode ver um pequeno sorriso se formando no canto da boca de Priscilla, mas notou que não eram de ironia como de costume, mas temor, entretanto isso não fez com que Isabela deixasse de carrega nas palavras.

— Olha só, vai viajar, não posso te culpar, com esse tempo sempre ruim eu fugiria também dessa ilha.

Priscilla sente o peso das palavras, mas ignora sorrindo, com uma das mãos levantada dá um “tchauzinho” e segue seu caminho.

Deixando uma Isabela pensativa sozinha na cozinha. “Com quem ela estava ao telefone?”

Fim do capítulo

Notas finais:

Parece que Isabela tem muita insônia, pega todo mundo no flagra, hahaha. 


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Comentários para 9 - Whisky:
rhina
rhina

Em: 16/10/2019

 

Oie

Boa noite

A imaginação é o limite!

Tudo nela pode acontecer.......

E está acontecendo

Priscila na área

Isabela sempre alerta......sabe muito mais que Letícia pode acreditar......

E Priscila......tantos rumos para esta mulher com atributos tantos gostosos como malévolos

Rhina


Resposta do autor:

Sim, a imaginação é o limite!! 

Priscilla sempre me surpreende, mas vamos descobrir onde tudo isso vai nos levar!

Finalmente o capítulo que lhe mencionei antes foi postado, conferi lá "o suspeito".

Beijooo 

Kara

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Mary34
Mary34

Em: 16/10/2019

Humm mto bem esta atingindo teu objetivo rs esta cada vez mais instigante essa historia uma pitada de suspense aqui outra ali...u ma riqueza dedetalhes mto boa, esta no caminho certo....continue assim bjos


Resposta do autor:

Que bom! Vamos desvendar isso! 

Obrigada por estar lendo, espero que eu possa manter essa expectativa boa até o final! 

Beijo,

kara

Responder

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