To muito animada em escrever, espero terminar o mais rápido o possivel.
Se não gostarem foi minha galinha a frida que escreveu
Capítulo 2
O jantar foi tranquilo ambas aproveitaram para se conhecer, Luiza nunca havia comido tão bem em toda sua vida, ao final da refeição Elizabeth a chama para ajudar em suas necessidades.
- Agora que terminamos gostaria que me ajudasse a retirar toda essa roupa e enfim me banhar.
- Sim, o jantar estava maravilho. Luiza sente um frio percorrer sua espinha em imaginar aquela linda mulher a sua frente nua. Se levanta e segue a condessa até seus aposentos, ao chegar encontra Elisabeth de costas à sua espera.
Luiza se aproxima em silencio e se coloca ao trabalho desatando os laços da cinta, agradecendo por não observar os olhos da mulher a sua frente, ao terminas retira o resto das roupas com as mãos tremulas sentindo a macies da pele e tentando não observar quão linda aquela mulher era.
Elisabeth também estava absorta sentindo o toque da jovem em seu corpo imaginando como ela estaria, contudo ela balança a cabeça tentando relembrar que a moça poderia não sentir a mesma coisa e que não queria assusta-la.
A mais velha solta os cabelos e entra em sua banheira o mais rápido que podia sem transparecer nervosismo. Luiza se esqueceu como respirava quando viu a bela mulher de pele alva totalmente nua com os cabelos soltos que chegavam ao meio das costas, paralisada esperando a próxima ordem escuta a voz melodiosa de Elisabeth.
- Lui! O cabelo, preciso que me ajude, pegue o sabão ali. Elisabeth não precisava realmente da ajuda de Luiza, mas a necessidade de sentir o toque da moça em si falou mais alto.
Rapidamente Luiza pega o sabão e começa a massagear os cabelos da mulher mais velha, sem deixar de observar o desenho de seus seios pela água coberta por uma fina camada de espuma e como a mulher a sua frente era divina.
Ao terminar o banho Elisabeth pede a toalha e pede que a moça se retire, já estava tarde a mesma também precisava se banhar e descansar, pois logo cedo iriam ao corte e costura e procurar um tutor para moça, para que aprendesse não só etiqueta, mas a ler e escrever.
Luiza ao deitar na cama logo sente o sono a abraçando.
Observa ao canto do quarto Elisabeth com suas roupas de dormir transparente mostrando não só os lindos seios, mas sua intimidade, ela se aproxima da cama de Luiza sem nada falar beija a mesma, um beijo molhado e extremamente sexual, ela desce sentindo o corpo de Luiza que gem* ao sentir a mulher tocando em suas partes de uma forma na qual nunca foi tocada, quando a mesma se abaixa para ch*par o triangulo de Luiza, um raio de sol clareia tudo.
Luiza acorda de seu sonho extremamente molhada e assustada com o sonho que teve, imaginando se teria gemido entre o sonho, resolve descer para cozinha em busca de água.
Assim como Luiza, Elisabeth não conseguiu dormir e decidiu por um vinho e ler um livro em sua sala quando escuta barulhos vindos da cozinha e corre para ver o que aconteceu, encontra Luiza ensopada depois de derrubar o jarro de água em si e no chão. A camisola estrava transparente mancando todo o corpo da mais nova que olhava Elisabeth com um olhar assustado esperando por gritos de raiva, contudo a mais velha se abaixa recolhendo os pedaços da jarra do chão.
Luiza já imaginada o pior, já havia escutado como as damas de companhia poderiam sofrer nas mãos de suas senhoras, seus olhos começam a se encher de lagrimas.
- Perdão, minha senhora, eu estava apenas em busca de água, acabei deixando a jarra cair, pode descontar a mesma do salário, perdoe-me. A moça falava se tremendo de medo.
- Calma Loi, eu não farei nada com você, nem descontarei de seu salário, acidentes acontecem e já pedi que não me chame de senhora. Elisabeth deixa seu desejo de lado quando vê o desespero da moça, sabia como boa parte dos nobres tratavam seus empregados, as dores e torturas que os obrigava a passar, mas nunca esperou ver alguém com medo de si.
Elisabeth se aproxima de Luiza calmamente seca as lagrimas que corriam dos olhos da moça que continuava em uma espécie de estado de pânico.
- Venha, vou te levar para o quarto assim pode se trocar. Elisabeth segura a mão de Luiza e a leva para o quarto, deixa-a sozinha para se trocar e retorna pouco depois com uma taça de água para moça.
Luiza fica sem entender a bondade de Elisabeth, como ela poderia ser tão maravilhosa, enquanto bebe a água a mais velha se senta em sua frente e se põe a falar.
- Luiza sei o que muitos nobres fazem por aí com seus empregados, mas nunca fiz isso com nenhum dos meus, somos iguais o que nos diferencia é a posse e a sorte nada mais. Elisabeth segura a mão da mais nova fazendo que a mesma olhe em seus olhos e continua a falar. – Eu jamais faria algo ruim contra você.
- De-Desculpa, minha prima quebrou a taça do duque que a empregava, ele recolheu os cacos e a fez come-los, por isso fiquei tão assustada, isso não irá mais acontecer. Diz Luiza gaguejando.
- Calma Loi, peço desculpa pela forma de agir da maioria dos nobres, mas não sou assim e não concordo com a lei que torna os camponeses praticamente posse de seu senhorio, quero te ajudar não te maltratar.
- Porque? Pergunta Loi sem entender por que aquela linda mulher queria ser boa com ela.
- Gosto de você, dês de que te conheci, não tenho ninguém com quem eu possa realmente conversar, meus empregados me conhecem dês de meu casamento e sempre precisei mostrar ser fria e forte, principalmente depois que meu marido morreu, quando conversou comigo na feira aquele dia me senti extremamente bem, por isso te contratei, não só porque precisava de alguém para ser minha dama, mas também uma amiga. Elisabeth diz estranhando a própria sinceridade.
- Então serei sua amiga. Luiza olha sorrindo para Elisabeth que fica extasiada com o sorriso da mais nova e sorri de volta se levanta e segue para seu quarto.
Já na manhã seguinte ambas tomaram café e seguiram para encomendar novos vestidos para Luiza, as roupas de camponesa já não condiziam mais com seu trabalho, após as medições escolheram os tecidos e as cores, como Luiza era solteira todos os vestidos foram feitos em tons claros e estariam prontos em aproximadamente uma semana, Elisabeth contratou também um tutor para a jovem.
A semana decorreu calma, sem mais contratempos, Luiza tinha sonhos cada vez mais quentes com Elisabeth e a mais velha não conseguia deixar de aproveitar todos os toques possíveis de Luiza.
As novas roupas chegaram e Elizabeth fez Luiza provar quase todas, a primeira escolhida foi um vestido azul, Luiza pediu que Elisabeth a esperasse para vê-la arrumada, queria tirar da mente da mais velha a ideia de camponesa e mostrar que poderia acompanha-la em tudo.
Elisabeth estava lendo um livro quando escuta a porta do quarto de abrir e uma Luiza estonteante aparecer em sua frente, os cabelos arrumados em um penteado, a roupa que levantava seu busto e o sorriso apresentado por Luiza fez a condessa estremecer.
- Você é linda. Falou Elisabeth sem perceber e logo se corrigiu. – Está linda, a roupa ficou maravilhosa em você.
- Obrigada. Luiza respondeu corada
- Usará a partir de hoje estas roupas no dia-a-dia, se precisar de ajuda para escolhe-las pode contar comigo, peço que deixe o vermelho com branco para a próxima semana temos um evento da nobreza, você irá comigo, prometi ao seu pai que te arrumaria um pretendente nobre se lembra? Elisabeth fala contrariada para Luiza, pois queria saber como a moça se sentia em relação a isso.
- Liza eu preferia que não me apresentasse a ninguém, no momento eu não quero um marido. Lui fala abaixando a cabeça e escuta uma gargalhada de Elisabeth e olha curiosa.
- Tudo bem Lui, falei para saber como se sentia com isso, ninguém merece um casamento arranjado e falo por conhecimento de causa. Elisabeth nunca havia falado sobre a infelicidade de seu casamento com ninguém.
- Você nunca falou sobre seu casamento, você sente falta de seu marido? Foi feliz? Luiza pergunta curiosamente. – Se não se sentir à vontade não precisa.
- Tudo bem Loi, foi um casamento arranjado, eu não queria ele e ele não me queria, por que acha que não tenho filhos? Nunca ficamos realmente juntos como marido e mulher. Elisabeth fala de forma distante.
- Oh então você também é. Luiza fica sem saber como perguntar.
- Oh não, nós tínhamos preferencias diferentes do comum, ele preferia os homens e eu bem. Elisabeth fica com medo de continuar a conversa e assustar a moça a sua frente. – Melhor terminarmos essa conversa antes que eu te assuste.
Luiza se ilumina ao saber que a mulher a sua frente também poderia preferir as mulheres, uma ponta de esperança surge em seu coração queria aquela mulher para si.
Fim do capítulo
*Durante o fim da baixa idade média e o inicio da modernidade os camponeses eram considarados propriedades e os nobres poderiam fazer o que quiser com eles, então foi um banhoooo de sangue, tinha uma galera bem sadica.
Espero que gostem :D
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