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  • Capítulo 40 - De volta para o futuro

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As escolhas de Helena por escolhasdehelena

Ver comentários: 2

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Palavras: 2765
Acessos: 1719   |  Postado em: 13/09/2019

Capítulo 40 - De volta para o futuro

 

 

Sala de estar parcialmente arrumada, com um sofá retrátil ao centro, em frente a uma TV em 3D e projeções holográficas opcionais. Alguns brinquedos infantis, como pequenos robôs caninos remotamente controlados por um aparelho de tela fina, estavam espalhados pelo chão. Próximo à porta do apartamento de cobertura duplex que Helena comprara a fim de ter um lugar próprio na capital paulista, um rapaz de gel no cabelo, terno de linho fino e maleta de couro, aguardava a irmã mais velha. Impaciente, resolveu invadir o quarto.

“Helena, temos que ir, a audiência de conciliação começa em menos de duas horas!”

“Flávio, quando você chegar na minha idade verá a importância de se perder tempo utilizando cremes. ” Helena, na véspera de seu 46º aniversário, passava uma série de substâncias no rosto, em frente ao espelho.

“Faça isso outra hora! Temos que ir. A menos... a menos que esse cuidado todo seja para rever a Pérola...”

“Não é!” Helena franze a testa. “E não me faça arrepender de ter escolhido meu próprio irmão caçula como advogado.”

“Eu sei, eu sei, estava brincando. Já perdi as contas de quantas vezes você já disse que ter aceitado o namoro com Pérola em uma transmissão ao vivo é seu maior arrependimento na vida.”

“Posso ter contado diversas vezes, mas o desgosto é o mesmo toda vez que me recordo...”

 

“Helena, eu sei que a gente se conhece há pouco tempo, e as circunstâncias nas quais nos conhecemos não foram as melhores...” Pérola retirou uma caixinha do bolso e abriu, mostrando um par de alianças de prata. “Mas nesse pouquíssimo tempo você já conseguiu me desvendar em tantos níveis que eu nem sei como agradecer... e eu também sei que a distância atrapalha, e já conversamos a respeito disso por causa de eventos passados em nossas vidas, mas estou disposta a tentar, se você estiver também. Quer ser minha namorada?”

“Sim! Sim! Sim!” Helena enxugava as lágrimas com uma mão, e com a outra, estendida, deixava Pérola colocar a aliança.

“Aos homofóbicos de plantão, essa é minha namorada!” Pérola olhou para a câmera, piscou, e depois se voltou para Helena, dando-lhe um beijo apaixonante.

 

Flávio e Helena entraram no carro e o motorista pegou a via principal em direção ao local da audiência. Com o trânsito um pouco lento, o motorista particular da família pegou o celular e leu as últimas mensagens.

“Sr. Flávio e Sra. Helena, o Sr. Horácio Neto pediu para levá-lo em uma casa de festas na zona oeste mais tarde, pela terceira vez. O que devo responder?”

“Sr. Giba, diga a ele que são ordens expressas do papai para não levá-lo nem buscá-lo até que se acerte na vida.” Flávio responde, com firmeza.

“Coitado, Flávio. Ele passou por um péssimo término, já estava namorando aquela estudante de moda há um ano e meio.” Helena defende o outro irmão.

“Já está na hora do Neto ter mais responsabilidade. Ele carrega o nome do vovô, deveria amadurecer um pouco. Em um ano e meio ele conseguiu engravidar a moça, perder o bebê, e além disso separou e voltou sei lá quantas vezes. Sem contar que ele conseguiu falir a sorveteria que o papai montou para ele.”

“Acho que sobre isso de ser intenso em um relacionamento eu não posso julgá-lo...” Helena desvia o olhar, recordando-se de outros momentos.

 

“Espera... você quer se mudar para cá?” Helena perguntou, meio assustada, após um mês de relacionamento com Pérola.

“Sim... por que não? Eu já anunciei o meu apê para alugar aqui, e daí é só pegar um aí, podemos até morar juntas...”

“Mas e o seu canal? Digo, os equipamentos, o seu trabalho, a capital oferece bem mais suporte para o seu canal do que uma cidade no interior.”

“Qualquer equipamento que eu preciso eu sempre compro online, não se preocupe. Na verdade, já até recebi propostas de aluguel aqui. Só preciso saber se você topa. ”

“Topo o quê?!”

“Morar comigo! ”

“Mas você não disse que iria somente se mudar para cá?!”

“Para que pudéssemos morar juntas, Helena!”

“Eu... eu preciso pensar, Pérola. ” Helena respirou fundo, mas, ao perceber o silêncio desanimador da namorada no outro lado da linha, logo se decidiu. “Okay. Se você encontrar algo acessível e próximo a minha faculdade, eu converso com meu pai para dividirmos. ”

 

 

Ao pisarem no Forum, o coração de Helena desatou a disparar. Pérola a aguardava com um olhar fixo, nostálgico, ao lado de sua advogada.

“Helena.” Anna Júlia tenta cumprimentá-la, mas tudo que recebe é desprezo.

“Caso esteja se perguntando onde estão as crianças, eu deixei os meninos com a minha mãe. Eles não merecem passar por isso.” Pérola se adianta na explicação.

“Claro, obviamente você quer deixá-los o mais distante possível de mim! ” Helena rebate, irritada.

“Helena, por favor, não precisa erguer o tom de voz.” Anna Júlia chama a atenção da ex-amiga.

“Quem é você para me dirigir a palavra?!” Helena aponta o dedo para a advogada em sua frente. “Todos esses anos de amizade entre nós duas e você jogou tudo fora por causa dessa adolescente tiete interna em você!”

 

Anna Júlia entrou no consultório de clínica geral de Helena e foi atendida rapidamente.

“Há quanto tempo!” Helena abraçou a amiga, morrendo de saudades.

“Pois é, pensei que se morássemos em São Paulo nos veríamos mais, só que não é a realidade...” Anna Júlia riu.

“E o que lhe traz aqui hoje? Veio fazer check up?”

“Na verdade, vim para pedir um encaminhamento ou alguma sugestão de clínica de fertilização. Quero ser mãe. Gostaria de saber probabilidades e possibilidade. ”

“Bem, com a tecnologia atual hoje é bem mais fácil, dado que a menopausa tem acontecido mais tardiamente e a média de expectativa de vida aumentou bastante nos últimos 20 anos. Conheço um lugar famoso, inclusive Pérola teve os nossos três filhos por meio dessa clínica. Posso já pedir alguns exames para você, e daí já pode entregar lá na primeira consulta. ”

“Sério? Isso é ótimo! E quanto a você e Pérola, como estão? ”

“Para falar a verdade...” Helena pausou para desviar o olhar. “Nada bem. Acho que vamos nos separar. ”

“Por quê? ” Anna Júlia tomou um belo susto ao saber da notícia.

“Sempre foi tudo no tempo dela... você se lembra bem. No final do internato já estávamos casadas em papel passado. Queria estudar para passar na residência e ela queria tirar um semestre sabático para viajarmos em lua de mel. Consegui passar na prova de residência no Rio de Janeiro, mas ela queria voltar para São Paulo. Desde pequenas até grandes decisões, ela sempre as tomou. Um dia percebi isso e me cansei. ”

“Percebeu um pouco tarde, não acha? ” Anna Júlia já muda o olhar para adicionar um pouco de julgamento à fala.

“Acontece que quando fui me abrir com ela, Pérola não parou para me ouvir. Pedi que fizéssemos terapia de casal para pelo menos eu organizar minha mente e ela já me acusou de traição, falta de caráter, e que a terapia de casal seria uma desculpa de canalha. Insistiu várias vezes dizendo que esse não era o motivo real.”

“E você estava a traindo? ”

“Lógico que não! Em momento algum eu a traí. Porém ela não acreditou em mim e começou a pegar raiva de tudo o que eu fazia. Começamos a brigar por tudo, até que eu tive coragem de pedir o divórcio.”

“Entendo... e você já tem advogado?”

“Tenho sim, meu irmão se formou há pouco tempo e pegou a causa.”

“Quem? O Flávio?”

“Ele mesmo! Sempre achei que eles se tornariam médicos. A vida teve planos bem diferentes para os rapazes.”

“E você sabe se a Pérola já arrumou algum advogado?”

“Por quê? Está interessada por acaso?” Helena contrai os supercílios, em uma micro expressão de ódio.

“Não, lógico que não! Só estava querendo saber, desculpe-me.” Com medo, Anna Júlia responde no impulso.

 

 

Já de volta no carro, após a audiência, Helena observava a paisagem decorada por prédios ao longo da cidade.

“Você está bem, maninha? ” Flávio pergunta, preocupado.

“Tenho que estar, não é?” Helena forja um sorriso.

“Seu celular está tocando, não vai atender?”

“É Lívia, depois eu falo com ela. Provavelmente é para perguntar sobre a audiência. ”

“Deveria falar com ela. Não foi ela que passou por quatro divórcios? ”

“Você acha agora que a gente tem um clube para divulgar casos e experiências em divórcio, Flávio?!”

“Desculpa, eu pensei que ela pudesse ajudar... vocês tiveram um passado, não tiveram? ”

“Muito tempo atrás, quando ela ainda namorava o primeiro marido dela.”

“Talvez seja hora de reacender velhas memórias...”

“Flávio, não inventa. Nunca daríamos certo juntas e ela já está quase casando com o quinto marido. Para de tentar me enfiar em problema. ”

“Foi só uma sugestão. Já que não deu certo, o que lhe resta é visitar o papai. Ele anda perguntando de você. ”

“Farei isso depois de ver como o Horácio está. ”

 

_________//_________

 

 

Algumas horas depois, já de noite, Flávio foi buscar os dois irmãos, mas dessa vez na delegacia.

“Será que vou ter que falar com o papai sobre vocês dois?!” Flávio, extremamente bravo, lança um olhar acusador sobre Helena e Neto.

“Chegou o queridinho do papai.” Horácio revira os olhos, enquanto o policial tira as algemas do rapaz.

“Queridinho do papai que acabou de lhe livrar de entrar em cana, não é mesmo? E você, Helena? Era para ser a mais responsável de nós três!”

“Dá para me deixar em paz?” Helena, extremamente bêbada, responde.

“Sorte dos seus irmãos que o pessoal do bar não prestou queixa. Eles arranjaram confusão com vários clientes. ” O policial explica para Flávio.

 Quando o advogado se distraiu, o oficial da lei se virou para outro colega, em tom de deboche sussurrou: “Aquela ali é uma encrenqueira de marca maior. Bem típico daquelas vadias quarentonas encrenqueiras que vivem parando aqui na delegacia. ”

“Eu sou o quê? Do que me chamou? ” Helena se vira para o policial, escutando o sussurro.

“Quem falou o quê?” Flávio pergunta, perdido.

“Mulheres...” O policial faz cara de desdém e Helena não aguenta. Como em um filme em câmera lenta ela traça seu destino jurídico ao estender o braço, cerrar o punho e levá-lo de encontro a uma das bochechas do oficial.

 

________//________

________//________

 

 

 

 Sala de estar parcialmente arrumada, com um sofá retrátil ao centro, em frente a uma TV em 3D e projeções holográficas opcionais. No chão, uma garrafa de whisky. Na mão de Helena, um copo com duas pedras de gelo. Olhava para o relógio eletrônico a todo momento. Onze e cinquenta e nove. Meia noite. Helena celebrava a data com um gole de sua bebida em seu duplex na capital paulista, que já morava desde que saiu da faculdade. Passou em um concurso para médico legista e decidiu se firmar em tal carreira. Perdida em pensamentos, nem percebeu que seu aparelho acusava uma chamada do porteiro. Ao ignorar, recebeu outra chamada, mas era de uma de suas antigas amigas, que estava lá no térreo aguardando. Helena então se levantou, colocou o copo sob a mesa de centro e desceu.

“Boa noite, Lena. ” Anna Júlia a abraça firmemente. “Outro ano....” Ela suspira. “Espero que esteja bem. ”

“Tento estar. Mas toda vez que essa data chega, sinto-me destruída por dentro. ”

“Bem, por sorte esse ano caiu em um sábado e podemos sair para esquecer. ”

“Ou relembrar. ”  Helena abaixa o olhar. “O motorista já está aí? ”

“Se por motorista você quer dizer seu irmão nos levando, então sim! ”

 

________//________

 

 

Já no bar, Helena, Horácio e Anna Júlia seguravam ou colocavam as bebidas na mesa enquanto conversavam.

“Então, Anna, curtindo morar na capital? ” Horácio pergunta.

“Estou, sim, a promotoria paga bem, o Bernardo construiu uma filial da empresa dele aqui, e a escola que a gente escolheu para o nosso filho oferece   ótimos professores de ensino médio, então deu tudo certo. ”

“Sorte sua ter casado com o Bernardo. Ele é um cara bacana.” Helena comenta. “Horácio também já está quase namorando. Flávio já vai casar. Só eu que continuo remoendo um namoro que nunca de fato acabou.”

“Certo, é a primeira vez que eu saio com vocês nessa data.” Horácio aponta. “Eu sei mais ou menos sobre o que é o assunto, sei que é sobre a sua ex namorada Pérola, sei que ela era meio famosinha no tempo de vocês mas eu nunca entendi, porque me disseram que quando isso aconteceu eu era um bebê.”

“Bem, ela não chegou a ser minha ex namorada. Mas enfim... Pérola adorava filmagens. Ela tinha um álbum compartilhado só de fotos e vídeos do dia que conheceu você e o Flávio. Enfim, ela me pediu em namoro em uma transmissão ao vivo e...”

 

“.... Quer ser minha namorada? ”

“Você está falando sério?!” A expressão incrédula de Helena foi pega em alta definição pela câmera do celular que Anna Júlia segurava.

“E-estou...?!” Pérola continuava de joelhos segurando o anel.

“Sério mesmo?!” A voz de Helena subiu uma oitava, segurando-se para não dar risada de tamanha vergonha que sentia.

“Não vai aceitar? ” Pérola fechou a caixinha com os anéis e virou o rosto para Anna Júlia não captar sua expressão.

“Lógico que não, está doida?!” A cara de indignada de Helena foi bem focada, e Lívia, não suportando tamanho desconforto da cena, deu um sinal para a Anna, que encerrou a transmissão ao vivo.

 

“Nós brigamos, ela foi embora na mesma noite. Ainda tentamos nos falar, tentei acertar com ela uns dias depois por videochamada, mas ela não queria conversar com ninguém, dado que novamente ela havia viralizado por um evento ruim. Mas dessa vez foi mais pesado, a internet caiu bem mais em cima. Encheram-me de mensagens de ódio, mas também a encheram de piadas. Ela não suportou, e alguns dias depois, nessa mesma data de hoje, só que pouco mais de duas décadas depois...”

“Oh...”  Horácio se encolhe na cadeira.

“É.” Anna Júlia toma um longo gole de sua cerveja. “A internet naquela época era cruel.”

“Os tempos eram cruéis como um todo naquela época.” Helena complementa. “Vivíamos em uma Idade Média virtual corroborada pelo governo.”

“Por sorte acabou. Nosso período obscurantista foi terrível, mas acabou. Finalmente colocaram regras na terra-de-ninguém.”

“Não consigo imaginar essa internet que vocês contam, com pessoas se escondendo atrás de perfis anônimos ou falsificados espalhando ódio e notícias falsas.” Flávio comenta.

“Pois era bem assim, Horácio. Ainda bem que hoje temos reconhecimento instantâneo e leis bem mais severas e eficientes para o crime cibernético. ” Helena termina sua cerveja enquanto troca olhares com uma mulher pouca coisa mais jovem do outro lado das mesas.

“Pessoal, o Bernardo está me mandando mensagem, ele já finalizou a saideira com os sócios da empresa. Desculpa ter que ir embora mais cedo...” Anna Júlia se despede, e Horácio percebe o flerte entre a irmã e a mulher do outro lado.

“Aquela garota fez faculdade com o Flávio, vivia nos confundindo. Quer que eu a chame para cá?” Horácio propõe e Helena acaba aceitando.

 

 

________//________

 

A acompanhante de Helena dormia tranquilamente enrolada no leçol de seda enquanto a médica legista amanhecia com um copo cheio de rum com folhas de menta. Segurando o copo, Helena foi até a sacada admirar o dia começando, pessoas correndo para todos os lados, ônibus passando, trânsito congestionando. Helena decidiu não trabalhar naquela dia. A sacada parecia mais atrativa. Em sua mente, uma música de sua época. Começou a rir sozinha ao lembrar da letra. ‘Você é muito nova para brincar de morrer...’

O gosto do rum amargava a garganta. Mas Helena parecia não se importar. Virou o copo. Colocou-o cuidadosamente no chão e subiu no parapeito. Fechou os olhos. Uma lágrima solitária escorreu por seu rosto até se perder dezenas de metros abaixo...

 

________//________

 

“Helena, eu sei que a gente se conhece há pouco tempo, e as circunstâncias nas quais nos conhecemos não foram as melhores...” Pérola retira uma caixinha do bolso e abre, mostrando um par de alianças de prata. “Mas nesse pouquíssimo tempo você já conseguiu me desvendar em tantos níveis que eu nem sei como agradecer... e eu também sei que a distância atrapalha, e já conversamos a respeito disso por causa de eventos passados em nossas vidas, mas estou disposta a tentar, se você estiver também. Quer ser minha namorada?”

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Pessoal, alguns pontos importantes: não houve nenhum tipo de incentivo a suicídio no capítulo. E com essa nota venho reiterar que é setembro amarelo, mês de prevenção ao suicídio. Se você estiver passando por algum problema, estiver com algum sintoma de depressão, não ignore. Não é brincadeira. Ideação suicida é um dos maiores sintomas de transtornos psiquiátricos. Procure ajuda qualificada. Ligue no CVV (188). VOCÊS NÃO ESTÃO SOZINHES! Beijão!

 


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Comentários para 40 - Capítulo 40 - De volta para o futuro:
rhina
rhina

Em: 03/09/2020

 

Então da Pérola no final.

Estranho saber o final no meio da história. Não vou dizer que me desagrada mas acho que não era o que esperava.

Rhina


Resposta do autor:

Oie! Fiquei tão feliz que deu uma 2a chance à história!

 

Quanto ao "fim" de Pérola, é meio que Helena tendo escolhas alternativas, são possibilidades que podem nunca chegar a existir...

Mas não se preocupe que o final alternativo não é igual ao das possibilidades apresentadas, muita coisa ainda acontece!

 

(quanto aos demais comentários, vou respondê-los pouco a pouco para aproveitar ao máximo de suas análises hehehehehe)

beijão!

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nany cristina
nany cristina

Em: 14/09/2019

Bem-vinda de volta

Amo essa história e confesso que achei que você tivesse abandonado Surpresa muito boa a vossa volta autora eu tô sentindo falta da Lívia eu amo muito ela 

Bjus e até o próximo capítulo


Resposta do autor:

Gratidão! <3

 

Você não sabe o sorriso que abri agora ao ler esse comentário! hahahahaha

 

Fico extremamente contente de saber isso!

Postei mais um capitulo mas creio que agora os próximos virão entre outubro e novembro... mas fica tranquila que continuarei sim!

 

Beijão e agradeço o apoio <33333333

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