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  • Quando o amor bate na porta
  • Capítulo 3 Amanhecer \ Jogo de sedução

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Quando o amor bate na porta por danyferreira

Ver comentários: 1

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Palavras: 3101
Acessos: 901   |  Postado em: 08/09/2019

Notas iniciais:

 

Capítulo 3 Amanhecer \ Jogo de sedução

— Ela interrompeu nosso beijo e me pediu desculpas

—  desculpa pelo oque exatamente ?

— por esse beijo, acho que confundimos as coisas

— você não gostou? 

— Não. Quer dizer, não é isso, gostei muito — falou colocando uma de suas mechas atrás da orelha 

— Então porque está se desculpando? Eu quis esse beijo tanto quanto você

— É que eu não sou dessas que saem por ai beijando as pessoas assim derre pente

— Já percebi — Mas legal que não se importe em estar em um lugar que não seja do seu gosto 

— Isso é. Eu não sou muito de sair, mas qualquer lugar que eu me sinta bem, não exito em está presente.

— Não entendo como não conheci você antes

— Como eu disse, não sou muito de sair. e você me parece ser bem veterana por onde vai, já que conhece quase todos aqui

— Digamos que sou um pouquinho só 

A conversa estava maravilhosa, até que fomos interrompidas pelas meninas que voltaram da pista de dança bem ofegantes e animadas. Olhei no relógio e já passava das 03 horas da manhã, a boate já estava mais vazia e restava poucas pessoas na pista de dança, Olivia anunciou que já estava de partida, porque estava um pouco cansada e com sono, até me ofereceu uma carona mas preferir não aceitar, queria ficar um pouco mais e ver se eu conseguiria da pelo menos uma ultima palavra com a Giovana, quem sabe quando vou voltar a vê-la novamente. Mariana também se despediu e restaram apenas nos quatro. Amanda virou para sua prima e disse que estava surpresa, ela nunca ficava até essa hora em festas alguma e ainda por cima sem reclamar, sentir um pouco de ciumes no comentário que ela fez em dizer que eu parecia ser a responsável já que passamos a noite inteira conversando, Foi a vez da Cristina opinar, ela disse que também estava surpresa comigo, pois passei a noite sentada em uma mesa conversando ao invés de estar na pista de dança aos beijos com uma mulher linda e que eu acabava levando para casa. Era só oque me faltava, ela querer queimar meu filme ali na frente da menina, mas eu sei que foi totalmente sem quer, afinal ela não falou nenhuma mentira, essa era a Verônica que ela conhecia, mais até quando.

Decidimos ir para casa,e como eu vim de carona com a Cristina e nos duas bebemos muito, decidir pegar um táxi e no dia seguinte Cris iria  buscar o carro, afinal bebida e direção não combinam, já Amanda veio com o carro do seu pai e como a Giovana mal bebeu, só fez enrolar e tinha parado de beber antes da gente, decidiu que estava sóbria para dirigir. Eu não morava tão longe mas Amanda ofereceu seu apartamento para eu passar a noite já que estava muito tarde e quase não havia táxi nas ruas, não quis aceitar mais foi o melhor a se fazer naquele momento, realmente estavamos todas cansadas e como seus pais estavam viajando resolvi aceitar. Tudo bem que não foi só por isso, eu só aceitei porque amei a ideia de dormir na mesma casa que a Giovana.

Cris até que chegou a ir até a porta do carro com a gente mais lá fora encontrou a mulher com quem estava mais cedo e então decidiu ir para a casa dela, se despediu da gente e então partiu. Eu  já ia entrando no carro e sentando na parte de trás do carro, mas a Amanda preferiu sentar atras pois estava um pouco enjoada, então sentei no banco carona para fazer companhia a Giovana, que estava calada durante o final da noite, eu posso até esta imaginando coisas, mais depois que a Cristina falou aquilo na mesa ela ficou calada desde então. 

Seguimos a viagem em silêncio mais foi então que eu tomei a iniciativa e arrisquei um dialogo;

— Tem certeza que você está bem para dirigir?

— Sim claro, eu quase não bebi, mais enrolei que tudo, eu sabia que a Amanda não iria resistir e beber, e alem de tudo não gosto de pegar táxi a essa hora. Acho bem perigoso.

— Faz sentido. mais no nosso caso, perigoso é ir dirigindo 

— verdade — Conseguir arrancar um sorriso de quem estava tão seria

Chegamos no apartamento, Amanda  acabou dormindo e tivemos que acorda-la, pegamos o elevador e assim que chegamos ela me mostrou o quarto que eu iria dormir, avisou a Giovana que ela poderia dormir com ela ou no quarto de seus pais;

— Verônica, fique a vontade e Gigi você  é de casa , bom dia, vou dormir porque estou morta, só me acordem amanha as três horas da tarde, quiserem comer algo fiquem a vontade para olhar na geladeira — Disse sonolenta e foi direto para o quarto.

Fiquei ali  sozinha com ela, juro que quase perdi o controle, estava a ponto de agarrar e beija-la novamente, mais me controlei e foi então que eu decidir ir dormir, ela disse que também iria mas antes se ofereceu para preparar um lanche para mim, eu pensei bem e não aceitei. Não seria uma boa ideia ficar mais um minuto a sós com essa garota que esta me enlouquecendo, então entrei no quarto e me dirigir para o banheiro. Depois do banho, vestir um roupão, como não havia me preparado para dormir fora, até que fiquei bem confortalecível.

Deitei na cama e já passava das 04 horas da manhã, a insonia me dominava assim como o meu desejo de ter ela do meu lado. Fui até a cozinha e ao abrir a geladeira, enchi um copo de aguá, ao me virar ouvir um barulho e acabei me assustando. Meu coração acelerou quando meus olhos constataram quem era, a Giovana vestida em um short curto de tecido fino e uma blusinha de alça fina da cor de vinho;

— Desculpe, não quis te assustar só vim beber água— disse pegando um copo no armário

— Sem problemas — peguei a garrafa na geladeira e enchi o copo dela

— Obrigada — sorriu

—  Não pude deixar de repara na sua beleza, ela era magra mas suas curvas eram bem definidas e seus cabelos longos bem castanhos assim como seus olhos eram tão fortes e lindos que nossa, eu definitivamente estava apaixonada por ela — Estava encostada na pia terminando meu copo de água quando ela se aproximou para colocar o seu copo na pia, eu não dei espaço para ela e então nossos braços se encostaram e sentir um imenso arrepio ao sentir sua pele macia  encostar em mim

— Tô indo, vou tentar dormir um pouco — disse se virando e indo em direção a porta

— não resistir e acabei segurando seu braço e a virando para mim — Eu vim até aqui porque não estava conseguindo esquecer nosso beijo

— O meu ou das mulheres que você ainda levando para casa Fiquei ali sozinha com ela, juro que quase perdi o controle, estava a ponto de agarrar e beija-la novamente, mais me controlei e foi então que eu decidir ir dormir, ela disse que também iria mas antes se ofereceu para preparar um lanche para mim, eu pensei bem e não aceitei. Não seria uma boa ideia ficar mais um minuto a sós com essa garota que esta me enlouquecendo, então entrei no quarto e me dirigir para o banheiro. Depois do banho, vestir um roupão, como não havia me preparado para dormir fora, até que fiquei bem confortalecível.

Deitei na cama e já passava das 04 horas da manhã, a insonia me dominava assim como o meu desejo de ter ela do meu lado. Fui até a cozinha e ao abrir a geladeira, enchi um copo de aguá, ao me virar ouvir um barulho e acabei me assustando. Meu coração acelerou quando meus olhos constataram quem era, a Giovana vestida em um short curto de tecido fino e uma blusinha de alça fina da cor de vinho;

— Desculpe, não quis te assustar só vim beber água— disse pegando um copo no armário

— Sem problemas — peguei a garrafa na geladeira e enchi o copo dela

— Obrigada — sorriu

— Não pude deixar de repara na sua beleza, ela era magra mas suas curvas eram bem definidas e seus cabelos longos bem castanhos assim como seus olhos eram tão fortes e lindos que nossa, eu definitivamente estava apaixonada por ela — Estava encostada na pia terminando meu copo de água quando ela se aproximou para colocar o seu copo na pia, eu não dei espaço para ela e então nossos braços se encostaram e sentir um imenso arrepio ao sentir sua pele macia encostar em mim

— Tô indo, vou tentar dormir um pouco — disse se virando e indo em direção a porta

— não resistir e acabei segurando seu braço e a virando para mim — Eu vim até aqui porque não estava conseguindo esquecer nosso beijo

— o meu ou o das mulheres que você costuma levar para casa?

 confesso que fiquei sem reação, não sabia que oque a Cristina disse iria causar esse efeito, mas gostei de saber que ela se importou;

— Acho que nenhum beijo me causou tanto efeito quanto o seu me causou essa noite — a segurei mais firme e aproximei mais nossos corpos — ela me olhava com a boca entre aberta e a minha suplicava pelo seu beijo 

—não faz isso, derre pente eu acredito — disse encarando meus olhos

— Aproximei meus lábios dos dela e dessa vez ela tomou a iniciativa e me beijou — entrelacei meus dedos no cabelo dela enquanto acariciava sua cintura

— o beijo molhado era ofegante e voraz, ela explorava cada parte do meus lábios e isso me exitava de uma forma que senti meu sex* pulsar

— interrompi o beijo para pegarmos um pouco de ar mais logo voltamos a nos beijar, era como se fosse um imã nossos lábios, eu não queria sair nunca mais dali, e a vontade de leva-la para o quarto me consumia.

— deslizei minha mão por debaixo da sua blusa — fui subindo até seus seios


—  ela suspirou entre o beijo e arranhou meu braço com força — apertei seu seio ao ouvir seu suspiro ofegante  — Ela tirou minha mão do seu seio e se afastou


— Não posso — disse e saiu da cozinha a passos largos


— Fechei os olhos e prensei meus dedos em meus cabelos, colocando-os para trás — meu Deus Verônica, 


Voltei para o quarto e fiquei ali deitada naquela cama pensando em um milhão de coisas e não cheguei a conclusão alguma, já havia amanhecido e o sol clareava todo o ambiente, como não conseguir pregar os olhos decidir ir embora, sei que era falta de educação ir embora sem me despedir das meninas, principalmente da Amanda que me convidou e me recebeu tão bem em sua casa, mas eu não podia ficar mais um segundo se quer ali no mesmo teto que a Giovana, isso estava me enlouquecendo e ela é apenas uma menina, eu preciso controlar esse meu instinto impulsivo.


Sair do quarto e seguir em direção a sala, mas encontrei com Amanda pelo caminho;


— bom dia, já acordada? dormiu bem? — disse bocejando 


— bom dia — dormir sim, e você porque acordou tão cedo?


— minha mãe me acordou, ela me ligou a noite inteira e acredita que não vi o telefone tocar? ela tava quase surtando — ela riu


— não imagino o quanto,mais ta tudo bem ?


— ah sim, já expliquei pra ela. Mas vem cá você ia embora sem se despedir é isso mesmo?


— achei que voce não acordaria tao cedo e eu preciso trocar de roupa


— nossa verdade, esqueci desse detalhe, cheguei tão acabada que nem lembrei de te da roupas para dormir, mil desculpas


— imagina, dormir ótima, peguei um roupão no armário muito confortável por sinal. 


— menos mal, olha porque você não fica aqui, a gente almoça e marca com as meninas de vim aqui assistir uns filmes ?


— Acho que não é uma boa ideia — falei sem pensar


— Porque não? — me olhou confusa


— Quer dizer, eu prefiro ir mesmo pra casa trocar de roupa


— Tá, você vai e depois volta pra cá, ainda é domingo verônica vou ligar para as meninas agente faz alguma coisa, e ai topa?


— Faz assim eu vou para casa e mais tarde te ligo pra confirmar ok?


— Como quiser. Se esperar um pouco até eu tomar um banho posso te levar em casa


— Obrigada mas eu vou de táxi mesmo, fica ai e tenta dormir mais um pouco


— você não aceita nada também  — fingiu chateação


— eu pego um táxi e mais tarde volto pra cá combinado?


— Ai sim, combinadíssimo — vibrou vitoriosa


— eu ri — vou indo, diz a sua prima que deixei um beijo


Sair de lá e não demorou muito, logo peguei o táxi e fui pra casa, estava muito cansada, mentir dizendo que tinha dormido ótima, mas a verdade foi que não preguei o olho pensando no que aconteceu hoje com a Giovana, eu definitivamente estou perdendo a razão, eu nem deveria voltar a casa da Amanda hoje mas creio que sera uma boa oportunidade para eu me desculpar. Cheguei em casa, tomei um banho e fiz um sanduíche para comer, depois disso fui dormir um pouco.




Giovana


Depois que eu voltei da floricultura um pouco frustada por não ver a verônica, achei melhor esquecer aquela historia toda de querer ver ela outra vez, resolvi que iria sair e tentar conhecer alguém e a boate seria um bom lugar para isso, não fazia muito o meu tipo sair por ai, flertando com qualquer um, mas eu precisava de um pouco de diversão. Quando eu e Amanda chegamos na boate, fomos procurar  a Cris e a Mari que tinha marcado com a gente lá, a boate já estava bem movimentada, até que para um lugar recém inaugurado  estava lotada. Tinha pessoas de todos os tipos e gostos, fiquei  bem animada e enquanto Amanda tentava falar com a Cris por mensagem eu tive que procurar um lugar menos barulhento para atender meu pai que me ligava, como eu já o conheço bem, se eu não atendesse a ligação, era capaz dele mandar um exercito me procurar  ainda mais que eu não iria dormir em casa, quando voltei já não lembrava o lugar que estava quando cheguei, ninguém merece. Quando encontrei ela mal podia acreditar no que estava vendo, na hora pensei que estava delirando por causa de todas aquelas luzes coloridas piscando, lá estava ao lado dela a Verônica, nem acreditei que as duas se conheciam, que coincidência incrível , agente passou a noite inteira trocando olhares, nossa que olhos lindos ela tem, eu amo o jeito de como ela me olha. Ficamos a sós, conversamos um pouco e quando ela me disse que tinha algo na mesa que a interessava mais do que la na pista de dança eu fiquei desconcertada, até que ela me beijou, eu claro correspondi e não me arrependo, foi o melhor beijo de toda minha vida, confesso ela sabe fazer isso muito bem, se eu soubesse que uma mulher beijava tão bem, eu já tinha provado antes, eu me limitei muito de viver até agora , e pra que?  só para fazer as vontades e os caprichos do meu pai, mas chega preciso me libertar, já sou uma mulher e logo estarei  me formando com uma profissão inteira e de grande responsabilidade pela frente preciso ser mais firme, preciso viver mais.


A noite foi incrível, as conversas, o clima tudo perfeito, depois que nos beijamos tudo parecia diferente, estava me sentindo mais leve  e tinha vontade de ficar ali com ela a noite inteira, as meninas não pareceram ter notado nada do que ouve, exceto a Olivia a mulher que trabalha na floricultura  com a Verônica, essa dai me encarava de um jeito que eu não sabia decifrar oque passava na sua cabeça, mas pouco me importa até que ela era uma pessoa legal.


Quando decidimos ir para casa, fiquei preocupada quando a verônica disse que iria de táxi, eu não acho muito confiável ir de táxi sozinha com alguém desconhecido e a essa hora da madrugada, adorei quando a Amanda a convidou para dormi em sua casa, ela até tentou recusar mais eu reforcei a ideia e no final ela acabou cedendo. No carro seguimos a viajem em silencio,  eu ainda ficava sem jeito perto dela e também estava pensativa sobre algo que a Cristina havia falado lá na boate, dizendo que a verônica é do tipo que vai a boate e sempre sai com uma mulher direto para cama, bom não disse bem com essas palavras, mas para um bom entendedor, meia palavra basta. Eu sentir ciumes e medo, como eu poderia me entregar a alguém que não leva ninguém a serio, depois que chegamos no apartamento nos recolhemos, pelo menos eu tentei dormir, mas não conseguia parar de pensar naquele beijo, meu lábios suplicavam por mais  e isso estava me deixando louca, fui ao banheiro tomar uma água e lá estava a verônica fazendo o mesmo, acabei assustando-a , me desculpei e tomei a água o mais rápido possível, ver ela de roupão me deixou  literalmente desconcertada e aquele olhar  sedutor ia acabar  me ganhando mais uma vez, e não era isso que eu queria, ser apenas uma mulher que ela leva para cama fácil e depois não olha na cara, quando eu já ia voltando para o quarto ela me puxou, e dessa vez eu acabei não resistindo e iniciei um beijo, o segundo foi ainda melhor, ali a gente teve mais contato físico, quando ela tocou meus seios, nossa que sensação maravilhosa, senti meu corpo esquentar e meu sex* molhar, confesso que isso me assustou, essa mulher me fez sentir coisas em apenas um dia, coisas que em anos eu nunca sentir por nenhum outro alguém. Me afastei e fui correndo para o quarto, eu não queria fazer nada que eu fosse me arrepender depois,  passamos do limite, tudo bem que um beijo não mata ninguém, mas aquele beijo acabaria me levando a fazer algo que eu ainda não estava preparada. 


Fiquei pensando muito sobre oque aconteceu, eu precisava de um conselho, estava decidida a conversar com  Amanda assim que ela acordasse, ela é minha prima e sempre foi minha melhor amiga, sempre tem conselhos ótimos para me da, além de tudo não seria justo esconder dela algo tão importante e que esta me tirando o sono.




Fim do capítulo


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Comentários para 3 - Capítulo 3 Amanhecer \ Jogo de sedução:
Brescia
Brescia

Em: 21/09/2019

           Boa noite mocinha.

 

Esse capítulo foi cheio de sensações nunca sentida pelas duas, Verônica está sentindo como uma adolescente que nunca namorou alguém e a Gio realmente nunca se sentiu tão perdida.

 

        Baci piccola.

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