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  • Quando o amor bate na porta
  • Capítulo 2 Giovanna\ O beijo

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Quando o amor bate na porta por danyferreira

Ver comentários: 2

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Palavras: 2892
Acessos: 741   |  Postado em: 08/09/2019

Capítulo 2 Giovanna\ O beijo

Giovana ...

 Estava no quarto com um livro aberto sobre a minha barriga; lendo uma literatura que falava de  casos e acasos. Quando ouvir minha mãe bater na porta: pedir que ela entra-se, e então me sentei na beirada da cama. Era sexta-feira e qualquer garota da minha idade estaria animada para sair a noite; ou seja para um barzinho, ou uma balada. Mas eu sou do tipo de garota que prefere ficar em casa lendo livros, e assistindo series. Como faço faculdade de direito, dou preferencias aos estudos, ainda mais com a reta final se aproximando, fica ainda mais puxado. Sempre tive poucos amigos, pois quando era criança meus pais sempre me mantiveram com a mente ocupada, então nunca tinha tempo de brincar como uma criança normal, sempre presa em aulas extras; quando não estava na escola, ou estava no ballet, ou na aula de piano, ou na natação. E assim fui crescendo. De uma forma ou de outra isso influenciou no meu modo de viver. Minha prima e melhor amiga Amanda é muito diferente de mim, até porque ela foi criada de uma forma totalmente diferente. Filha do irmão mais velho do meu pai,o tio Alfonso. Sempre deu total liberdade para a Amanda fazer oque tivesse vontade, diferente do meu pai que sempre fora um homem serio e muito rígido. Minha mãe é super diferente e até hoje me pergunto como que ela foi se apaixonar, justo por um homem totalmente diferente dela. Vai entender. As coisas do amor devem ser assim mesmo, porem eu não sou a melhor pessoa mais indicada para falar sobre isso, não sei nada sobre o amor, enfim. Conversamos um pouco sobre nosso dia e logo ela me disse que faria um jantar no sábado a noite. Então me pediu para que eu fosse a uma floricultura e comprasse uns pacotes de lírios. Como passaria o dia no spa ,não teria tempo. Assim que minha mãe saiu do quarto , Amanda me ligou, convidando para sair no sábado a noite. Fiquei atentada a aceitar, apesar de não ser um ambiente muito a minha cara, estava precisando me divertir um pouco. Ainda na sexta feira fui ao cinema com o pessoal da faculdade, assistir um filme e depois avisei que teria de ir. Peguei um táxi e no caminho de casa, avistei uma floricultura aberta, como era a unica mais próxima do meu bairro, resolvi comprar os lírios que minha mãe havia me pedido. Me encantei com o lugar, na verdade não era uns dos lugares que eu frequentava, já que era sempre a mamãe que comprava flores. Alem de tudo lá em casa tem um lindo jardim florido que já esta de bom tamanho para mim. Fui atendida por uma mulher bem simpática e perguntei se havia a flor que eu precisava,mas ela não soube responder, notei que a loja já estava para fechar, porem ainda assim, a mulher foi lá dentro verificar se havia oque pedir, voltou acompanhada de uma outra mulher, essa era ainda mais simpática e muito linda; Cabelos negros bem alinhados, os olhos esverdeado e com um olhar firme,não sei oque aconteceu mas nessa hora meu coração deu um gelo, eu não sabia dizer se ele estava batendo mais forte ou parando. Que sensação estranha,mas confesso, até que gostei. Ela me olhava de uma forma diferente, e seu sorriso era meigo. Então perguntei se ela poderia me ajudar e com toda sua simpatia disse que sim. Fiquei aliviada ,afinal minha mãe iria ficar uma fera se eu não conseguisse comprar, afinal ela pediu para eu ir resolver isso cedo ,mas como fui ao cinema acabei esquecendo. Felizmente deu tudo certo,mas só poderia pegar a mercadoria no sábado pela manhã, achei ótimo e logo me despedir daquela mulher maravilhosa. Chegando em casa dei de cara com o meu pai que me fez um interrogatório perguntando aonde eu estava. Expliquei tudo e logo me ausentei da sala e fui direto para o meu quarto. Apesar de eu já estar bem crescidinha, ele gosta de me tratar como uma criança, é claro que eu odeio, mas não dou muita bola para não criarmos um clima chato e desconfortante. Então eu relevo a sua preocupação exagerada, ele é muito protetor. Por isso, acho um saco ser filha unica, quem sabe se eu tivesse outros irmãos, assim como a Amanda, não seria diferente:  Entrei no quarto e fui direto para o banheiro tomar um banho, aquela mulher dominava meus pensamentos e seu rosto não saia da minha cabeça. Claro que eu tinha noção do que estava se passando pela minha cabeça, eu estava encantada com aquela mulher, só não sabia até que ponto. Só podia estar confusa por causa dos dias cansativos que eu estava levando, ou carência talvez. Já faz alguns meses que eu não saiu e nem me relaciono com ninguém, isso pode está confundindo minha cabeça, então descartei a hipótese de esta interessada por uma mulher.

Depois do banho, liguei para Amanda e confirmei que eu iria para a boate com ela. Conversamos por alguns minutos e logo depois, desliguei. Olhei no relógio e vi que já passava da meia noite, eu sabia que teria que voltar na floricultura no dia seguinte, tava ansiosa para ver novamente aquela mulher, e assim peguei no sono sem me da conta.

Na manhã seguinte acordei com minha mãe do meu lado, estava dormindo com tanta intensidade , que nem me dei conta quando ela entrou;

— Filha , acorda!

— Oi mãe, aconteceu alguma coisa? — falei ainda sonolenta

— Não filha, é que eu bati na porta e você não respondeu, fiquei preocupada

— Levantei e encostei na cabeceira da cama — dormir um pouco tarde ontem — expliquei

— assistindo seus filmes ?

— É serie — não segurei o riso

— É a mesma coisa. Você conseguiu comprar oque eu pedir?

— Conseguir sim, na verdade reservei para ir buscar hoje. que horas são?

— Já são 12:00 horas meu anjo, vamos almoçar — disse se levantando da cama

Quando me dei conta do horário, tentei agir naturalmente para que meus pais não notassem meu nervosismo. Felizmente como era um dia muito especial para os dois, me pareceu não terem prestado muita atenção em mim. Logo minha mãe foi para o spa e o meu pai jogar golfe, avisei que não ficaria para o jantar, pois iria para uma festa com a Amanda. Eles até que entenderam bem, afinal era um jantar que iriam comemorar o aniversario de casamento deles, então nada haver eu está presente. Quando terminei de almoçar, tomei um banho e fui até a floricultura, estava muito ansiosa para ver aquela mulher, ao entrar meu nervos quase me mataram, fui atendida por um funcionário, mas como era uma reserva então pedi que chamasse a mulher que me atendeu na sexta a noite, assim foi feito, e logo ela veio ao meu encontro. Perguntei se ela lembrava de mim, e simpática como sempre ela disse que sim, então pediu que me entregassem as flores, assim que paguei, ainda fiquei olhando em volta para ver se via a pessoa que de fato me interessava, mas nem sinal dela por ali, então resolvi usar um pretexto para saber mais sobre;

— Obrigada, e volte sempre! —  disse me entregando um cartão

— Obrigada você pela boa vontade, e agradece aquela moça por mim. Ela trabalha aqui não é?— arrisquei a pergunta e disfarcei o interesse na resposta

— Agradeço sim, pode deixar. Ela é a dona daqui flor —

—  Ah sim! vou indo — fui andando e pensei ter escutado algo, então voltei até a moça

— O nome dela é Verônica 

— Respondi com um sorriso apenas

Fiquei com receio dela ter reparado no meu interesse em saber da Verônica, então sair imediatamente e fui para casa. Chegando em casa deixei as flores na cozinha e fui para o quarto, estava frustada por não ter visto ela, eu tinha tanta vontade de vê-la novamente, mas foi melhor assim, melhor eu esquecer essa loucura toda que só iria me confundir ainda mais. Se isso era carência, eu iria resolver hoje a noite. 

Verônica

Enfim chegamos na boate, apesar do horário, já estava bem movimentada. Cristina e eu entramos e logo encontramos uns amigos de balada , nos juntamos na mesma mesa e pedimos uma caipirinha, a boate era gay, mas ali parecia ter publico de todos os gostos. Enquanto conversava com uma amiga, a Olivia me ligou avisando que viria para a boate, então avisei a Cristina, que disse que também havia convidado sua amiga, essa eu conhecia bem.

Fui até a pista de dança acompanhada de algumas meninas, dancei bastante , depois fui até o balcão buscar umas tequilas para beber, voltei para a mesa e lá estava a Mariana conversando com a Cristina, então me juntei a elas, conversarmos um pouco sobre trabalho e fizemos alguns comentários sobre as mulheres que ali estavam presente, eram bastantes atraentes, se eu tivesse em uns dos meus melhores dias , com certeza já estaria conhecendo umas delas, até flertei com algumas aquela noite mas não passou de troca de olhares.

— Mariana — Então Verônica, notei que você hoje não esta muito animada como das outras vezes

—Cris — Percebi também. 

— Que isso meninas, eu estou sim. Não viram que já inaugurei a pista de dança 

— Mariana —  Mas e as meninas ? — disse com um olhar maldoso

— Que meninas ? — me fiz de desentendida

— caímos na gargalhada — Logo a conversa foi interrompida quando avistei Olivia entrando, acenei para ela, que veio até nossa mesa. 

— Boa noite meninas

— Boa noite — respondemos em coro!

— Essa boate é mesmo nova ?—  olhou em volta

— É sim. Também me surpreendi com a quantidade de gente 

— Cris — bem vinda ao méxico meu bem 

— Mariana — vocês vão ficar ai ? porque eu vou dançar, vou namorar um pouco

— Cris — eu vou fazer o mesmo, você não vem verônica? 

— Não. vou ficar mas um pouquinho, boa sorte suas pervertidas .  — não seguramos os risos — Olhei para Olivia que também preferiu ficar, pedimos uma bebida e então conversamos sobre o trabalho;

— E ai, tudo bem por lá hoje ?

— Sim, tudo ótimo como sempre

— Que bom. Então não vamos falar de trabalho aqui não é mesmo

— Como quiser. — sorveu um gole do seu drinque

Estava morrendo de vontade de perguntar se a garota tinha aparecido, mas decidi encerrar aquele assunto, afinal eu não queria importunar a Olivia, era sábado e ela não estava mais no trabalho, então merecia se diverti como todas nos. Porem a mesma me olhava atenta, e logo fui surpreendida com uma pergunta que nem eu mesma soube responder;

— Posso te fazer uma pergunta ?

— claro, oque é?

— é impressão minha ou você está meio que desanimada?

— Não estou não, é impressão sua, eu estava agora pouco na pista de dança, parei pra tomar um drinque mas logo to de volta e você vai me acompanhar — tentei ser convincente 

Levantamos e fomos até a pista de dança, la encontramos a Mari e a Cris aos beijos com mulheres diferentes, estavam super empolgadas, então não ficamos muito perto. Arrisquei alguns passos de dança ao som da musica. Olivia foi falar com o resto da galera e eu fui até o balcão buscar mais uma caipirinha, o local era pouco iluminado, logico era uma boate, e como eu tinha abusado das caipirinha aquela noite, acabei me esbarrando em uma mulher que vinha na minha direção. Me desculpei com a mesma, mas como o som não deixou nos comunicamos direto, tive que falar bem próximo do seu ouvido.

— Desculpa. Não te vi ai

— Eu que peso desculpas, não estou acostumada a andar em lugares tão escuro

— bem vinda a boate — não contive o riso— está perdida então ?

— Na verdade vim atender um telefone, mas já estou voltando para onde minha prima deve esta a minha espera 

— Entendi. Prazer conhece-la, Verônica — entendi a mão

— Giovana. Prazer foi meu — disse apertando minha mão  

Seguimos nosso caminho e eu peguei meu drinque, fiquei encantada com a mulher, ela tinha uma voz meiga e foi bem educada ao se esbarrar comigo, achei ter reconhecido a voz dela de algum lugar mas logo descartei ao lembrar de quem passou pelos meus pensamentos, não era possível que até agora eu esteja com essa garota na cabeça, só pode ser loucura dessa minha cabeça. Olhei em direção até a mesa aonde eu estava sentada, ao avistar a amiga da Cris que parecia procurar por alguém, aposto que ela esta procurando a Cris que ocupada do jeito que está, acabou esquecendo que marcou com a Amanda, fui até ela ;

— Olá Amanda, tudo bem? — me aproximei e beijei o seu rosto

— Oi verônica , tudo bem — retribuiu o comprimento

— Está procurando a Cris não é?

— Na verdade a Cris eu já sei onde está, eu procuro minha prima que foi atender o celular e até agora nada, aposto que está perdida —falou olhando em volta da boate

— Pode ser coincidência, mas eu acebei de esbarrar com uma garota que também estava a procura de sua prima, e alem de tudo também foi atender uma ligação .

— Aposto que é a gigi

— Giovana é o nome dela ?

— Isso mesmo, você a viu onde ?

— vem, eu te ajudo a procurar, ela foi pra lá

Apontei até o caminho da pista de dança e fomos a procura da prima dela, confesso que me animei para conhece-la novamente. Atravessamos a pista de dança com um pouco de dificuldade, já que a boate estava lotada e logo do outro lado avistamos, Amanda foi ao seu encontro já eu, mal podia acredita no que meus olhos estavam vendo, não acredito que a prima dela é a mesma garota que foi lá na minha floricultura, sera o destino conspirando a favor? — Me aproximei e constatei oque meus olhos já tinham certeza, era ela sim , eu sabia que tinha ouvido aquela voz em algum lugar, como eu poderia esquecer.

— Tinha certeza que você estava perdida — Amanda falou rindo

— Ela ia dizer algo mas se calou quando me viu— ficamos ali nos olhando fixamente até que a Amanda chamou nossa atenção, perguntando se havia algum problema , então expliquei que já havia conhecido a sua prima no dia anterior, ela confirmou com um sorriso e a mesma timidez de quando me viu a primeira vez. Sentamos na mesa e Cristina logo puxou assunto;

— Que surpresa Giovana, que bom que você veio 

— Realmente estava um pouco caseira demais, tava precisando sair 

— Fez bem, você é jovem tem muito oque aproveitar 

Amanda voltou com duas bebidas na mão, entregou uma para a Giovana que rejeitou explicando que se ela iria beber, alguém teria que estar sóbrio para voltar dirigindo para casa, damos a ideia delas irem de táxi, pois numa noite como essa e em uma boate seria um pouco chato não aproveitar como deveria, depois de muita insistência ela cedeu. Conversamos sobre vários assuntos e logo a Olivia voltou com a Mariana que foi direto cumprimenta a Giovana, parece que todas ali a conhecia, menos eu e a Olivia. Na verdade eu já a conhecia por nome, quando comecei a namorar com a Cristina a um tempo atrás, a Cris e Amanda já eram muito amigas porem nunca tive a oportunidade de sair em grupo porque na época a floricultura tinha acabado de ser inaugurada e então eu mal tinha tempo para sair, mas como assim quis o destino, aqui estamos.

Todas estavam bem enturmadas e distraídas bebendo e conversando, já eu estava ocupada em um jogo de olhares intensos. Definitivamente, eu estava apaixonada por ela. Anos fugindo foi oque me trouxe aqui. Entre um assunto e outro pude conhecer um pouco mais sobre a vida dela. Estava quase a se formar, seria uma grande advogada e tem todo o físico de uma. Apesar da idade ela já era bem seria e conversava bem. As meninas mais uma vez foram para a pista de dança, Amanda foi na frente com a Cristina, Olivia conversava distraidamente um pouco afastada da mesa com a Mariana, e ali ficamos nos duas sozinhas, não perdi tempo, sair da minha cadeira e sentei ao seu lado no lugar que pertencia a Amanda. Arrisquei um dialogo;

— Não vai dançar também?

— Eu não sei dançar muito bem — disse com um sorriso tímido

— Aqui não tem segredo algum, apenas basta se mexer e pronto, você já está dançando

— Pode ser que eu tente, mas e você não está lá porque ?

— Porque tem algo aqui que me interessa mais — falei com o coração disparado

— ela engoliu seco, sem saber como diria o que precisava — Oquê por exemplo?

— Então, me aproximei encarando seus lábios e falei— Você — nossos lábios foram se aproximando ainda mais e quando me dei conta, já estávamos nos beijando. Deslizei minha mão por todo seu rosto rubro e macio enquanto minha língua invadia sua boca e procurava pela sua — Ela correspondeu nosso beijo e ali ficamos um bom tempo sentindo o sabor daquele beijo quente e intenso. 


 



Fim do capítulo


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Comentários para 2 - Capítulo 2 Giovanna\ O beijo:
Brescia
Brescia

Em: 21/09/2019

          Boa tarde mocinha.

 

O interesse foi mútuo, ficaram pensando uma na outra e a vontade de se verem foi bem forte e no final se encontraram . Para quem nunca tinha ficado com uma mulher a Gio se jogou de cabeça.

 

         Baci piccola.

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Blume
Blume

Em: 09/09/2019

Olá, 

Hummm por essa nao esperava ,  direto ao assunto .Gostei kkkk

Bjbj 

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