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Ela Vale Milhões por Bruna 27

Ver comentários: 2

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Palavras: 2843
Acessos: 3069   |  Postado em: 15/06/2019

Capítulo 23 - Flashlight

 

O trabalho de Sam com Muniz fluíra naturalmente nos dias em que estiveram trancadas no escritório a analisar documentos e levantar hipóteses sobre o caso Brooks. Ela e Muniz tinham linhas de raciocínio que seguiam a mesma direção. Passaram pelo mesmo treinamento, mas Sam sabia que ambas tinham muito mais em comum. Talvez Muniz fosse sua duplicata andante, que atravessara seu caminho. O risco de se andar com sua cópia por aí, diriam os crédulos, era estar mais próximo da morte. De fato, sempre que as duas estiveram próximas, a morte as rondara.

 

Demoraram dias vasculhando a vida financeira de Erick Brooks, mas o esforço fora recompensado. Foi assim que chegaram a conhecer o nome de Maria das Dores Gimenez. Os contatos que Sam ainda mantinha no exterior foram úteis. Muniz também tinha suas fontes que contribuíram para a eficiência da investigação. A história resumia-se a uma mulher que não tivera sorte na vida. Crescera numa família muito pobre no México, desde cedo se prostituía para seu sustento. Entrar clandestinamente nos Estados Unidos foi o que colocou Erick Brooks em seu caminho. Acreditara nele e em suas promessas. Tiveram um filho. O garoto nunca foi registrado com o sobrenome do pai. Mas, Maria convenceu o pequeno Erick Gimenez de que ele era Erick Brooks. Ter o mesmo nome do pai parecia um orgulho para mãe e filho. No fundo, queriam acreditar que eram especiais para o americano.

 

Maria adoeceu. Brooks não deu muita importância à mulher, menos ainda ao filho ilegítimo. Quando ela morreu, o garoto ficou sem nada. Mas Erick Gimenez-Brooks tinha algo a seu favor. Aprendera muito com os anos observando os negócios do pai. Sabia que ele depositara dinheiro conseguido de formas ilícitas no nome da mãe. Utilizando-se de artifícios, Erick conseguiu ficar com todo o dinheiro encontrado nessas contas. Pouco tempo depois de Maria morrer, foi à vez de o pai falecer deixando toda a fortuna para a filha legítima, Jennifer A. Brooks.

 

Erick Gimenez mudou de identidade e de país. Encontrou uma maneira de conhecer a meio-irmã e fazer parte de sua vida. Afinal, tinha muito dinheiro e tempo para conhecer aquela que, em sua mente, tivera a vida que ele não teve.

 

Fora um detalhe que fizera Sam ter certeza que Billy Sens era Erick Gimenez: a data de nascimento. Algo aparentemente sem importância, mas que para Billy significava muito. O dia em que sua mãe o trouxera ao mundo.

 

Com a descoberta, Sam não perdeu tempo. Ela e Muniz retornaram às pressas para a cidade. Precisavam localizar o rapaz e reunir mais provas contra ele. Foram mais dias de investigação. Erick continuava agindo como Billy, um jovem homossexual ganhando a vida como maquiador. Era esperto, esperava que a garota cedo ou tarde procurasse por seu melhor amigo.

 

Após levantarem todas as provas obtidas, elas precisavam agir. Muniz concluíra que o modo mais seguro de obter a condenação definitiva do rapaz era fazê-lo confessar.

 

-- Isso não será problema -- Disse Sam -- Farei com que ele fale.

-- Como? Vai torturá-lo como queria fazer comigo?

-- Ele merece. Aquele desgraçado estava nos enganando o tempo inteiro. Jenny ficará arrasada, ela o considera um amigo.

-- Você não pode torturá-lo -- Rebateu Muniz -- A justiça jamais aceitará uma confissão assim.  A menos que você queira acabar com isso de outro modo, terá que jogar limpo, Sam.

-- Você sabe que não posso fazer de outro modo. Não sou mais assim. -- Sam levou as mãos à cabeça -- Droga! Como eu queria esganá-lo com minhas mãos!

-- Fique calma, Sam. Tenho uma ideia.

-- Ideia? Sandra, da última vez que você teve uma ideia dois homens explodiram.

-- É verdade! Não lembrava disso! -- Disse Muniz, com um sorriso nos lábios -- Voou pedacinhos deles para todo lado.

 

Sam franziu o cenho.

 

-- Dá para ser menos psicopata. Aquilo não teve graça nenhuma.

-- Eles eram assassinos. Mereceram.

 

A guarda-costas refletiu enquanto andava de um lado a outro.

 

-- Por causa de Billy Sens, quatro homens estão mortos e muitos outros feridos. Ele trucidou a gatinha de Jenny e está tentando matá-la também... Tem razão, devíamos explodi-lo.

-- E desistir de fazer a coisa certa, Sam?

-- Estou apenas usando de ironia. Afinal, você tem razão, matá-lo não o faria pagar. Ele precisa refletir sobre o que fez com a vida. Ter sofrido com um pai abusivo não dá a ele razão para sair por aí machucando as pessoas. Prefiro que ele seja preso. Franzino daquele jeito, a prisão o fará definhar. E, além do mais, acho que esse é o modo menos doloroso para Jenny. Eles são meio-irmãos, isso a abalará muito.

-- Sempre pensando nos sentimentos da garota. Devemos nos preocupar em pegar esse rapazinho. Admita, Sam, ele fez você de boba esse tempo todo.

 

A veia no pescoço de Sam pulsava. Ela bateu com o punho na mesa com força, derrubando alguns papéis que estavam ali.

 

-- Tudo bem, qual o plano?

 

Muniz sorriu de lado.

 

-- É simples, vamos colocá-lo frente a frente com a garota.

-- Nem pensar!

-- Desde que não ofereça perigo à Jenny -- Completou Muniz.

-- Sandra, se isso não funcionar. Será mais um degaste emocional para Jenny

-- Temos que arriscar.

-- Não sei -- Disse Sam -- Jenny já passou por muita coisa. Isso pode ser demais para ela.

-- Ela aguenta. Odeio admitir, mas a garota é forte.

 

Sam respirou fundo.

 

-- Mais do que você pode imaginar.

-- Então?

-- Tudo bem. Mas, não correremos riscos.

-- A ideia é levá-lo de surpresa, desarmado...

 

Muniz contou seu plano com detalhes. Pensara em tudo o que poderia dá errado. Quando terminou, ela esperou pela resposta de Sam.

 

-- Podemos voltar para a parte da tortura? -- Disse ela.

-- Muito engraçado, Sam!

 -- Tudo bem. Vamos em frente.

 

Acertaram todos os pormenores do plano. Só discordaram no ponto em que Muniz estaria presente no apoio à operação.

 

-- Não se preocupe, Sandra. Os Sanches estarão lá. Papai tem um arsenal escondido naquele sítio.

-- Grande consolo, os irmãos e o papai Winchester!

-- Só você para me fazer rir nesse momento...

 

Sam gargalhava, enquanto Muniz cruzou os braços, emburrada.

 

-- Isso não é justo. Eu faço a festa e não sou convidada para ela.

-- Não haverá festa nenhum, Muniz.

-- O que você quer que eu faça, então? Tem que ser algo muito importante.

-- E é -- Respondeu Sam -- Lembra-se de Lyanna Smith?

 

Muniz ergueu uma sobrancelha.

 

-- Você me mostrou algo sobre ela... não morreu?

-- Você não prestou atenção ao que falei? Ela não morreu. Está no hospital. Os médicos dizem que jamais voltará a andar.

-- Que pena para ela -- Disse Muniz, sem interesse.

-- Enfim, estão tirando os sedativos aos poucos. Ela acordará a qualquer momento.

-- E o que? Quer que eu vá atrás de uma moribunda? Qual é a urgência disso, Sam. Afinal, ela não vai sair de lá andando, vai?

 

Muniz riu da própria piada que para Sam não tinha a mínima graça.

 

-- Eu não vou perder toda a ação! -- Insistiu Muniz.

-- Não terá ação alguma. Esperaremos que Billy se entregue por bem. Não é esse o plano? Não é por isso que submeteremos Jenny a uma situação estressante?

-- Tá. Mas por que preciso está lá com essa Lyanna?

-- Precisamos que ela testemunhe contra Billy. Smith ia me contar a verdade antes de ser alvejada por tiros na mansão Brooks.

-- Não me diga que ela é inocente. Pelo que me contou, essa aí é perigosa. Tem certeza que testemunhará a nosso favor?

-- Ela pediu minha proteção, Muniz. Não tinha outra saída.

 

Sam foi tomada por uma forte sensação de tristeza. Tentou esconder o rosto olhando para o lado enquanto recuperava o controle de suas emoções.

 

-- Entendo agora -- Disse Muniz -- Se sente responsável pelo que aconteceu com ela.

-- Meu trabalho é proteger pessoas, se elas se machucam significa que falhei.

-- Bobagem! Não deve se sentir assim, muito menos por essa mulher. Por Jenny até entendo, você está apaixonada por ela. Mas, essa Lyanna não fez mais do que cavar a própria sepultura. É fácil vir correndo implorando proteção depois que fez merd*.

-- Você não entende. Não queria que terminasse assim para ela -- Confessou Sam --Acreditava que poderia protegê-la quando ela me pediu.

-- Você estava fazendo seu verdadeiro trabalho que era proteger Jenny Brooks.

-- Você está certa. Mas, ainda me sinto responsável.

-- Devido a seu complexo de Superman. Você não pode salvar todo mundo. É de carne e osso e se atirarem em você, você morre.

-- Acha que não sei disso?

-- Samanta Kane nunca não teve medo da morte, mas é óbvio que isso mudou. Acho que dessa vez, tem algo a temer. Não por você, mas por ela.

-- Eu sou tão transparente assim? -- Disse Sam, após um tempo em silêncio.

-- Para mim, você é quase transparente...

Muniz lançou lhe um olhar enigmático. Costumava olhar assim para Sam no exército.

 

-- Chega disso! Preciso ligar para o meu irmão.

-- Qual deles, Júnior? Manda um beijinho para ele.

-- Desde quando se interessa por homens, Muniz?

-- Desde nunca -- Respondeu ela -- Mas o acho uma graça, tão parecido com você, Sam.

 

Sam riu.

 

-- Você é louca -- Disse ela.

 

Em seguida, ligou para Júnior. O irmão não demorou a atender.

 

-- Olá, Sam. Conseguiu pegá-lo?

-- Ainda não. Mas temos um plano. Preciso de sua ajuda.

-- Pode contar comigo.

-- Antes disso, como Jenny está?

-- Ela está bem. Pergunta por você o tempo inteiro.

 

Sam sorriu involuntariamente lembrando o jeito da garota.

 

-- Ela vai me matar!

-- Já citou isso algumas vezes... então, Sam. Qual o plano?

 

Sam suspirou.

 

-- Tudo bem. É o seguinte...

 

 

***

 

O plano correra de acordo com o previsto. Ainda assim, Sam ficou abalada com o estado emocional de Jenny. A garota chorava em seus braços tentando sufocar a dor em seu peito.

-- Está melhor? -- Perguntou Sam, quando Jenny estava mais calma.

 

A garota fez que sim com a cabeça. Com as costas da mão, limpou as lágrimas.

 

-- Onde estão Margot e mamãe? Preciso vê-las.

-- Vou levar você até elas.

 

Sam conduziu Jenny até os fundos da casa. Na varanda, encontraram Lorena com Margot no colo a consolando, enquanto cantava uma música infantil, Jenny lembrava da canção ecoando de alguma lembrança infantil. Juntou-se a elas. Deixou-se abraçar pela mãe enquanto a pequenina aninhou-se em seus braços.

 

Sentiu que o passado podia ser deixado para trás. Mãe e filha perderam momentos que jamais retornariam. Jenny voltou a prometer a si mesma jamais separar-se de sua família. Nada havia de mais importante que amar e fazer feliz àqueles que amamos. Eles são únicos e um dia se vão para algum lugar além da vida que conhecemos, e com sorte, podemos reencontrá-los.

 

Ela ainda não compreendia como pudera ter um pai como o seu e ter ficado cega por tantos anos a todo o mal que habitava em seu coração. Ela não sabia o que sentir em relação ao garoto que o pai trouxera ao mundo e que se deixara corroer por sua maldade. Tudo que Jenny sentia era que precisava deixar tudo isso para trás e seguir em frente.

 

Mais tarde naquele dia, Sam levou Jenny para sua casa. A família Montenegro decidiu permanecer mais uns dias no sítio dos Sanches, longe do burburinho que a impressa faria quando a história de Erick Brooks viesse à tona.

 

Sam ofereceu algo para Jenny comer, mas ela recusou.

 

-- Tem certeza, Jen? Você não quer nada? Qualquer coisa que você quiser. É só pedir.

 

Jenny notou a preocupação dela. Falava rápido e gesticulando. Algo que não era comum em Sam.

 

-- Sam, por favor. Não precisa me tratar como se eu fosse um objeto frágil. Eu não quebrei.

 

Sam fitou a garota. Havia um nó em sua garganta. Avançou um passo em direção à Jenny, sem perder o contato visual.

 

-- Desculpe, eu coloquei você nessa situação.

-- Não, Sam. Você não fez mais do que devia. Descobriu quem ele era. Billy não poderá continuar machucando pessoas para chegar até mim.

-- Eu lamento. Não esperava que tudo acabasse assim, não poderia imaginar que quem estava por trás disso fosse Billy, seu melhor amigo, embora todos fossem suspeitos.

 

Aquele nó continuava engasgado na garganta. Sam sentia que precisava se abrir para Jenny naquele momento.

 

 -- Sabe, em todos esses anos, vi o pior da natureza humana. As pessoas podem ser terríveis, causar morte e destruição e alegrar-se com isso. O que eu vi, Jen, não gostaria que ninguém visse. Isso vai matando aos poucos todos os sentimentos de compaixão e amor que existe em você. Até perder o medo pode ser perigoso. A ausência total de emoções... estive muitas vezes perto disso. Esse rapaz, Billy, também esteve próximo a isso. Mas ele ainda tinha um sentimento: ódio. Era isso que o movia. Você tentou transformar isso em seu oposto: amor.

 

Ficaram em silêncio.

 

-- Erick não sabe o que é o amor, Sam -- Jenny quebrou o silêncio -- Talvez nunca saiba. Eu não quero odiá-lo, um dia eu o amei como Billy. Prefiro lembrar dele assim. Esse cara chamado Erick Brooks não é meu irmão. Ele não é ninguém!

 

Por mais que Jenny tentasse manter a voz neutra, Sam conseguia ver todo o ressentimento que ela escondia sobre suas palavras.

 

-- Jen, não há mal nenhum em se sentir assim, não precisa esconder isso. Você só não pode se deixar corroer pelo ódio. Mantenha a compaixão e o amor e poderá conviver com esse sentimento. Foi assim que consegui, todas as vezes que quase perdi minha alma, lembrava minha família e de quanto os amo.

-- Sam, quero ir para o seu quarto. Você pode me levar?

 

Sam não comentou a mudança brusca de assunto, iria respeitar o tempo de Jenny.

 

-- Tudo bem.

 

Subiram ao quarto. Jenny tirou o tênis e subiu na cama.

 

-- Vem, Sam. Deita comigo! -- Pediu ela, encostando a cabeça no travesseiro.

 

Sam deitou ao seu lado. O semblante de Jenny demonstrava tanta tristeza que Sam não sabia o que fazer.

 

-- Pode me abraçar se quiser, Sam -- Jenny adivinhou seus pensamentos -- Aliás, tudo o que quero agora é estar em seus braços.

 

Sam a puxou para si, afagando seus cabelos. Jenny fechou os olhos. Queria o silêncio quebrado apenas pelas batidas do coração de Sam.

 

Logo, a garota dormiu. Para Sam, o sono tardou a chegar. Daqueles sonos que não se sabe se começou ou ainda estamos meio acordados. Veio inquieto e agitado. Algum tempo depois, minutos ou horas, Sam despertou de repente com o celular vibrando. Olhou para Jenny que ainda dormia. Com cuidado, moveu a garota para o lado e levantou da cama.

 

No visor, reconheceu o número de Sandra Muniz. Esquecera-se de ligar para ela.

 

-- Alô?

-- Sam?

-- Sandra, desculpe foi tudo uma loucura, acabei não ligando para você...

-- Não faz mal, Sam. Júnior me contou tudo. Temos um problema bem maior agora.

 

A urgência na voz de Muniz colocou Sam em alerta. Ela ouviu ao fundo barulho de carros, Muniz estava em movimento.

 

-- O que houve, Sandra. Lyanna acordou?

-- Sim, ela acordou. Sam, você tem que sair daí agora. Não era de Billy que Lyanna tinha medo.

 

Sam sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Um pressentimento terrível tomando conta dela.

 

-- O que? O que você está dizendo?

-- Sam, Lyanna disse que foi o tal de Gouveia que a chantageou.

-- Daniel Gouveia?

-- Ele sabia de Billy desde o início. É uma longa história, tire Jenny daí, estou indo para o aeroporto. Um amigo vai me emprestar um jato.

-- Tudo bem, cuidado, Sandra.

-- Sam, vocês que tem que ter cuidado. Ele já sabe da localização do sítio. Pode já está aí.

-- Tomarei cuidado... E Sandra, obrigada.

-- Não agradeça agora, Sam. Apenas saia daí.

 

A linha ficou muda. Sam pôs o celular no bolso e pegou sua arma ao lado da cama.

 

Daniel Gouveia, o homem que a contratara. O velho blefe duplo. Sam sabia muito bem o que Gouveia queria. Olhou para Jenny que dormia ainda alheia ao perigo. Sam nunca deixaria aquele homem encostar um dedo nela. Nem que sua vida dependesse disso. Mas, ele não teria o mesmo destino de Billy. Se Daniel Gouveia cruzasse seu caminho, ela iria matá-lo.

Fim do capítulo


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Comentários para 23 - Capítulo 23 - Flashlight:
Lea
Lea

Em: 23/02/2023

Que adrenalina!!

Responder

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rhina
rhina

Em: 11/02/2020

 

Horas.......

O jogo ainda não terminou......

Loucura

Rhina

Responder

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JanBar
JanBar

Em: 16/06/2019

No Review

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