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Ela Vale Milhões por Bruna 27

Ver comentários: 2

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Palavras: 2453
Acessos: 3554   |  Postado em: 01/06/2019

Capítulo 12 - Teenage Dream

 

Quando Jenny Brooks deixou a casa do padrasto, ela comemorou sua independência ostentando uma mansão de luxo. Ao inaugurá-la, ela deu a festa mais comentada no meio artístico. Fazia um tempo que isso acontecera. Aquela casa gigantesca ficava quase sempre vazia, Jenny viajava e a mansão ficava aos cuidados de seus empregados que faziam a manutenção do local. Até que um dia, sua mãe bateu a porta.

 

Era um sábado nublado, um táxi deixou três pessoas e um cachorro em frente ao grande portão fechado daquela que era conhecida como a Mansão Brooks. Lorena Montenegro trajava um vestido florido e sapatos de salto alto, ao seu lado o marido tinha o rosto completamente apagado e os olhos perdidos. Foi assim que Jenny os encontrou. Margot estava meio escondida entre uma pilha de malas, ao vê-la a cantora se comoveu. A pequena segurava uma boneca desgastada contra o peito. A boneca estava tão segura que Jenny achou que ninguém nunca poderia arrancá-la de seus braços.

 

Margot foi o principal motivo para Jenny ter aceitado a mãe e o padrasto falido em sua casa. Ela não detestava Orlando, ele nunca a tratara mal e era um ótimo pai para sua irmã. O problema era sua mãe, Lorena. Uma mulher que para Jenny era completamente louca e que tinha a capacidade de enlouquecer todos ao seu redor.

 

Uma semana com a mãe e Jenny mudou para o hotel. Havia nessa atitude muito de revolta adolescente, imaturidade que falou mais alto. Foi difícil deixar Margot. Principalmente por razões tão egoístas. Quando se despediu da irmã, ela notou as lágrimas rolarem no rosto da pequena. Margot não disse nada, nem poderia dizer. Há muito tempo não dizia. Também não expressou gestos, apenas lágrimas.

 

Talvez Margot fosse mais corajosa do que Jenny supunha e mesmo com pouca idade já entendia muito sobre a vida. Entendera que tinha que deixar Jenny ir, que a irmã era uma cantora de muito sucesso que precisava fazer shows, cantar suas músicas para multidões.

 

Mas não era de Jenny Brooks, a cantora, que Margot precisava. Era da irmã mais velha. Quando Jenny entrou no quarto de Margot, ela finalmente entendera isso. O quarto inteiro era Jenny Brooks. A pequena o devia ter decorado na sua ausência. Talvez fosse o modo que Margot encontrou para mostrar o quanto a irmã significava para ela e o quanto queria tê-la presente. Mais uma vez, a pequena comoveu Jenny.

 

Ela recebeu aquela constatação como um tapa na cara, mais um em suas certezas. O que Jenny entendia, afinal, sobre o que era realmente importante na vida? Ultimamente, estava descobrindo o mundo além dos holofotes e glamour. Estava aprendendo a lidar com o perigo de morte iminente, encontrara uma paixão tão avassaladora que perdera todo o controle de suas atitudes e agora, estava descobrindo o verdadeiro significado de família.

 

Não existia mais lugar para inseguranças, para ser a Maria-vai-com-as-outras ou uma garota mimada por todos. Margot precisava dela.

 

Jenny temeu ser tarde demais para reparar seus erros com a irmã. Por isso, ao encontrar Margot no quarto assistindo a um de seus vídeos clipes, ela tinha a sensação de que sua garganta estava fechando e o ar não passava para seus pulmões.

 

A pequena abriu um grande sorriso ao vê-la. Jenny também sorriu e a sensação ruim em seu peito diminuiu. Elas se abraçaram e Jenny apertou a pequena com força quase como Margot segurara sua boneca naquele dia em que chegara a sua casa, assustada por estar em um lugar desconhecido. Provavelmente, antes disso presenciara a angústia do pai por ter perdido tudo o que tinha na vida e o desespero da mãe materialista que se importava demais com dinheiro para dá atenção a quem realmente importava.

 

Margot já suportara muito. Jenny se assustava em pensar que havia outras coisas desconhecidas que aconteceram com a irmã que ela guardava em seu silêncio.

 

Quando Jenny finalmente desfez o abraço, havia lágrimas em seus olhos. Margot olhou para ela e com doçura enxugou as lágrimas da irmã com a ponta de seus pequenos dedos. Jenny sorriu novamente e observou os olhinhos azuis fixados nela.

 

Ela desligou a TV, sentou na cama de Margot e pôs a garotinha em seu colo.

 

-- Você gosta de histórias? -- Perguntou.

 

A pequena assentiu, balançando a cabeça efusivamente.

 

-- Que bom! Então, vou contar uma história sobre uma linda princesa. O que acha?

 

A pequena abriu um sorriso que ia de orelha a orelha.

 

-- Era uma vez uma linda princesa de cabelos dourados que vivia em seu castelo com o pai e a madrasta má...

 

Através da história contada, Jenny tentou transmitir para a irmã mais nova fatos que aconteceram em sua vida, como a perda do pai quando era pequena até à morte de Kitty. Nesse ponto, Jenny falou com cuidado, tentando atenuar o horror da cena. Embora, aquilo fosse inútil, já que de algum modo Margot conseguira fazer um desenho fiel à realidade. Aquilo intrigava a ela e a Sam, mas não pressionou a irmã a revelar o porquê fizera o desenho. Talvez um dia pudesse entender o que se passava naquela cabecinha.

 

 

***

 

Já era fim de tarde quando Sam decidiu ir até o quarto de Margot. Passavam horas desde que Jenny fora conversar com a irmã. Sam estava preocupada, pensando se ela tivera dificuldades de contar para a irmã sobre a morte de Kitty. Mas ao vê-las, suas preocupações se esvaíram. As duas estavam dançando uma música da cantora. Jenny fazia a coreografia enquanto a pequena a acompanhava imitando seus passos com perfeição. As irmãs estavam ofegantes e suadas.

 

Ao notar estar sendo observada, Jenny disse:

 

-- Vem, Sam! Junte-se a nós!

-- Não sei dançar esse ritmo.

-- É fácil, Sam. É só seguir os passos.

 

Sam continuou a recusar-se.

 

-- Tudo bem -- Disse Jenny, dando-se por vencida.

-- Eu só vim ver como vocês estavam -- Disse Sam -- Vou voltar às minhas obrigações

 

Jenny segurou o braço de Sam, impedindo-a de sair.

 

-- Pensei que eu fosse sua obrigação. -- Disse Jenny, com suavidade -- Por que não fica com a gente. Margot tem muitos jogos. Podemos nos divertir.

-- Não estou aqui para diversão, Jenny.

 

Os olhos enormes de Jenny encararam os de Sam, com tristeza. Depois, ela baixou o olhar para sua mão que ainda segurava o braço de Sam. Lentamente, ela o soltou.

 

Nesse momento, Lorena Montenegro adentrou o quarto da filha acompanhada da babá da garota.

 

-- Jenny, está na hora de Margot jantar -- Anunciou Lorena.

 

Ana, a babá de Margot que era uma mulher de meia-idade, levou a pequena do quarto.

Lorena observou a filha mais velha e sua guarda-costas, com olhar de reprovação.

 

-- Não quero vocês duas com Margot -- Disparou ela -- Você é uma péssima influência para sua irmã, Jenny.

 

Jenny não acreditou nas palavras da mãe.

 

-- Olha quem fala -- Rebateu a garota, observando a roupa que a mãe vestia. Um short curtíssimo que deixava totalmente à mostra suas pernas.

-- Estou falando sério, Jenny. Deixe Margot longe de suas práticas homossexuais.

 

Jenny riu alto.

-- Mamãe, logo você sendo tão moralista? Você que é uma péssima influência para minha irmã -- Criticou Jenny -- Poderia, por favor, me explicar porque contou a Margot sobre a morte de Kitty?

 

Sam observou a surpresa evidente no rosto da mãe de Jenny que parecia não fazer ideia do que ela estava falando.

 

-- Kitty? Aquela sua gata irritante? Não contei nada a Margot sobre isso.

-- Ah, não? Pois ela fez um desenho medonho de Kitty morta.

-- Garota, realmente não sei do que está falando.

-- Jenny, talvez a senhora Montenegro não tenha contado nada -- Interrompeu Sam -- Pelo menos não diretamente.

-- O que você quer dizer? -- Questionou Jenny.

-- Margot pode ter ouvido alguém conversando sobre Kitty -- Explicou Sam.

-- Viu? Não é culpa minha -- Defendeu-se Lorena.

-- Nada nunca é culpa sua -- Jenny ironizou.

-- Olhe aqui, garota! Eu sou sua mãe.

 

A senhora Montenegro levantou o dedo em riste para filha.

 

-- Não precisa me lembrar disso -- Falou Jenny, com desprezo.

-- Eu devia ter colocado você no seu lugar quando podia, garota irritante.

 

Jenny em sua fúria, quase avançou contra a mãe, mas foi impedida por Sam que a segurou em seus braços e a conduziu para o quarto da cantora.

 

-- Por que não deixou ir até ela?

-- Jenny, você quase agrediu sua própria mãe -- Disse Sam, com seriedade -- Não podia permitir que fizesse isso.

-- Ela merecia, Sam.

-- Tem certeza disso? Olha, Jenny, agora que você está com a cabeça quente, talvez faça sentido, mas quando se acalmar vai ver as coisas com mais clareza.

-- Ela me tira do sério, Sam. -- Disse Jenny, desolada -- Não sei mais o que fazer.

-- Sabe o que você precisa nesse momento? -- Falou Sam -- De um bom banho gelado, não tem coisa melhor.

-- Um banho gelado? -- Duvidou Jenny.

-- Isso mesmo. É o que eu faço quando fico de cabeça quente.

-- Tá, acho que realmente preciso de um banho. Mas porque logo gelado? Não pode ser numa temperatura ambiente?

-- Não faz o mesmo efeito.

 

Sam tomou a liberdade de encher a jacuzzi do banheiro com água fria. A garota estava reticente. Aproximou-se da banheira e colocou uma mão dentro da água, retirando-a imediatamente.

 

-- Você tá louca se pensa que vou entrar nessa água -- Disse ela, cruzando os braços sobre o peito.

-- A água está maravilhosa, Jenny.

-- Maravilhosa? Se está tão maravilhosa porque você não entra nela? 

-- Mais é você que precisa esfriar a cabeça

 

Jenny aproveitou um momento de distração de Sam e jogou seu corpo contra o dela em direção à banheira. As duas acabaram caindo na água completamente vestidas. A calça jeans de Jenny ficou encharcada, assim como sua camiseta.

 

A roupa de Sam grudou no seu corpo, instintivamente ela pegou a arma que trazia na cintura. Ao retirar o cartucho de munição, água saiu de dentro da arma.

 

-- Oh, não! Eu estraguei sua arma, Sam -- Lamentou Jenny.

-- Não necessariamente -- Disse Sam -- Esta arma dispara na água, preciso verifica-la para ter certeza.

 

Sam retirou um telefone celular do bolso e um equipamento eletrônico.

 

-- Agora, esses aqui não são a prova d´água.

 

Jenny ficou totalmente sem graça, e disse:

-- Não se preocupe, eu pago pelo prejuízo...

-- Esse equipamento é de última geração, Jenny. Custa uma pequena fortuna, você devia pensar melhor antes de jogar alguém na água.

 

Jenny baixou os olhos, envergonhada pela bronca que levou de Sam. A guarda-costas acabou deixando a arma e os equipamentos de lado, olhou para Jenny que estava muito próxima a ela. As duas permaneciam dentro da banheira.

 

-- Você blefou. Não tem medo de água fria -- Constatou Sam, estreitando os olhos para Jenny que parecia muito a vontade na água gelada.

-- É, você me pegou -- Disse Jenny, enrubescendo.

-- Acho que você merece um castigo -- Ameaçou Sam.

-- Não, Sam, por favor!

 

Sam se aproximou mais de Jenny, pressionando seu corpo contra o dela. Mesmo na água gelada, Jenny conseguiu se arrepiar ainda mais. Sam começou a fazer cócegas nela. A garota ria, se debatendo enquanto implorava para ela parar.

 

-- Você começou, agora aguenta -- Disse Sam.

 

A guarda-costas continuou a provocar cócegas na garota. Ambas não poderiam dizer em qual momento começara, mas quando se deram conta, já se beijavam com urgência. Seus corpos estavam entrelaçados. Jenny segurava a nuca de Sam, puxando-a para intensificar o beijo. Ela sentia ondas cada vez mais intensas de excitação enquanto as mãos de Sam passeavam por seu corpo, explorando-o. Jenny estava adorando o toque delicado da mulher que parecia querer desvendar cada centímetro de seu corpo.

 

Sam interrompeu o beijo, ofegante. Ambas procuraram por ar por alguns segundos. Escutavam apenas a respiração uma da outra, enquanto se olhavam com intensidade. Uma corrente invisível provocava uma atração irresistível entre elas. Jenny grudou seus lábios aos de Sam novamente, dessa vez apenas por alguns segundos. Queria que aquele momento durasse para sempre, mas sabia que não poderia insistir. Sam já fugira dela muitas vezes. Não queria que isso acontecesse novamente.

 

Continuavam a se olhar, mas quando Sam ouviu um barulho vindo de algum lugar distante do corredor, ela procurou por sua arma. Até se dá conta de que esta poderia estar estragada.

 

-- Calma, Sam. É apenas alguém passando para o quarto -- Murmurou Jenny.

-- Acho que tem razão -- Sussurrou Sam.

 

Lentamente, Sam levantou e ajudou Jenny a sair da banheira. Pegou toalhas para si e algumas para a garota.

 

-- Acho melhor virarmos de costas. Digo, para tirar essas roupas molhadas -- Sugeriu Sam.

 

Jenny concordou e começou a livrar-se da roupa molhada. Sentia-se desconfortável e tremia só de pensar em Sam despindo-se às suas costas. Tirou primeiro a camiseta molhada, em seguida desabotoou a calça. Por último, tirou sua roupa íntima. Depois de enxugar-se, ela vestiu um roupão de banho.

 

Terminada sua tarefa, ela virou-se. Seus olhos registraram com rapidez assombrosa o corpo atlético de Sam. Esta terminava de enxugar-se e enrolava-se numa toalha.

 

Jenny reparou na tatuagem de uma serpente em suas costas, abaixo da nuca e admirou sua musculatura bem definida. Mas, as cicatrizes a assustaram, eram profundas e extensas. Doeu a ela pensar na dor que aqueles ferimentos causaram. Preferiu não comentar nada, nem demostrar sua surpresa. Não queria que Sam revivesse lembranças que para ela pudessem ser traumáticas.

 

-- Sua arma... -- Lamentou Jenny, mais uma vez, sentindo-se culpada.

-- Tudo bem, Jenny. Talvez ainda funcione.

-- Ainda assim. Eu fui irresponsável mais uma vez...

 

Sam tocou de leve o braço de Jenny, e disse:

 

-- Descanse, Jenny. O dia foi cheio de emoções para você.

Jenny admirou a forma doce e preocupada com que Sam se dirigiu a ela e prometeu que descansaria. Mas, foi difícil tirar da cabeça a imagem de Sam. Ela era uma mulher realmente forte, que passou por muito na vida. Jenny sentia necessidade de conhecer mais sobre ela, desvendar seus segredos. Talvez aos poucos ela fosse capaz de derrubar todas as barreiras que Sam erguera em volta de si mesma.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 12 - Capítulo 12 - Teenage Dream:
Lea
Lea

Em: 22/02/2023

Essa Lorena não me desce!

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rhina
rhina

Em: 10/02/2020

 

Curiosa.

Como Margot sabe exatamente coma a gatinha de sua irmã fou morta?

Rhina

Responder

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JanBar
JanBar

Em: 12/06/2019

No Review

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