• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • A fazenda
  • Capítulo 37 Cara a cara

Info

Membros ativos: 9579
Membros inativos: 1617
Histórias: 1971
Capítulos: 20,927
Palavras: 52,929,536
Autores: 808
Comentários: 108,967
Comentaristas: 2597
Membro recente: Anik

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Entrelinhas de um contrato
    Entrelinhas de um contrato
    Por millah
  • RASGANDO O VEU DE MAYA
    RASGANDO O VEU DE MAYA
    Por Zanja45

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Quem
    Quem disse que eu não sabia amar?
    Por Srta Petrova
  • De A a Zezé
    De A a Zezé
    Por caribu

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

A fazenda por Natalia S Silva

Ver comentários: 2

Ver lista de capítulos

Palavras: 1663
Acessos: 3099   |  Postado em: 24/04/2019

Capítulo 37 Cara a cara





Carmen


Andamos devagar, vasculhando canto por canto de todas as salas do prédio abandonado, porém, fora só no terceiro e último andar, que ouvimos vozes. Escondemo-nos assim que terminamos de subir as escadas, havia um corredor por onde as vozes podiam ser ouvidas, Augusto e eu nos escondemos de um lado, enquanto Benjamin ficara do outro.


As vozes eram baixas, masculinas, provavelmente dos cúmplices de Fabrício.


--Ele disse que dividiria a grana em partes iguais, mas até agora ninguém pagou nada.


--Acha que ele não pretende nos pagar?


--Na verdade! Acho que ele nem espera receber.


--Como assim?


--Ele está louco, chapado lá dentro! Isso não é um seqüestro, é uma vingança. Ele não vai libertar ninguém.



Senti meu corpo amolecer, a possibilidade de acontecer algum mal a Elisandra me fazia tremer. Não sabia que Fabrício usava drogas, ao menos era o que os homens mencionavam.


As vozes cessaram, ouvimos passos que vinham em nossa direção, nos escondemos rapidamente, vendo que o homem loiro que havia pego Elisandra, descia as escadas. Benjamin fez sinal que o seguiria, e assim o fez.


Então, Augusto seguiu por uma direção do corredor, e eu por outro, tínhamos que ter calma e frieza, qualquer deslize colocaria a vida de Lisa em risco. Andei rapidamente, vasculhando todo espaço por onde passava.


Seguia com a Glock em punho pelo corredor, estava quase chegando ao final dele quando uma porta fora aberta, e de lá saíra Juliana distraidamente, bem diante de mim. Rapidamente recuperei-me do susto e aproveitando-me de sua surpresa, agi instintivamente impedindo qualquer reação de sua parte, a coronhada fora certeira, fazendo com que perdesse os sentidos.


Segurei-a por debaixo dos braços, antes que caísse no chão, impedindo que o barulho da queda atraísse a atenção dos outros cúmplices de Fabrício, ou dele próprio. Abri a porta da sala de onde ela saíra, com a mão que empunhava a arma, após certificar-me de que não havia ninguém ali arrastei seu corpo para dentro, largando-a no chão em qualquer lugar, saindo logo em seguida.


Segui até o final do corredor dobrando-o, andei mais alguns metros até que passei a ouvir sons estranhos, e vozes abafadas. Aproximei-me devagar, até que descobri de onde vinham os sons e as vozes. O sangue ferveu, e eu agi.


* * * *


Elisandra


Abri os olhos com dificuldade, minha cabeça doía bastante na parte detrás, sentia-a úmida, certamente era sangue. Estava sentada em uma cadeira, com as mãos presas as costas, diante de mim estava Fabrício sentado em uma velha poltrona com um copo de uma bebida, que não soube identificar. Ele sorria, cínico, debochado, com ares de vencedor.


--Olá meu amor! Seja bem vinda a minha humilde residência.


Encarei-o, temia pela minha vida, temia pelo que via em seus olhos, ele estava alterado, provavelmente estava sob efeito de algum entorpecente, e pensar que eu jamais desconfiara que ele usasse drogas.


--E então?! Estava com saudades?


Mantive-me calada, se respondesse suas perguntas provavelmente provocaria sua ira, e vendo o estado que se encontrava, isso poderia causar a minha morte, bem mais rápido do imaginava que ela chegaria.


--Não?! Ah que decepção.


Ele se levantou, deixando o copo sobre a mesa, andou em minha direção, parando em minha frente.


--Sabe Elisandra?! Antes da sapatão desgraçada aparecer nas nossas vidas, eu acreditava que te amava.


Continuei em silêncio, pedindo a Deus que me livrasse de todo mal.


--Mas ai ela apareceu e toda aquela sua resistência em relação aos meus pedidos de casamento, toda aquela sua insensibilidade para comigo, foram esclarecidas aqui.


Apontando para a própria cabeça, ele continuou.


--Você também é uma sapatão miserável, que não soube dar valor a um macho de verdade e sabe aquele amor que eu sentia por você? Tornou-se ódio, raiva e nojo.


Ao proferir a última palavra, ele desferiu um tapa em meu rosto, fazendo com que um filete de sangue escorresse dos meus lábios.


--Sabe o que eu vou fazer com você não sabe?


Desconfiava, ele estava louco, drogado, não havia muitas chances de sair viva dali. Retruquei.


--Você é louco! Por Deus, não sei o que eu vi em você, não sei como pude perder tanto tempo com um cretino covarde feito...


Mais um tapa, calei-me apesar do ódio crescente.


--Vou te mostrar o que você perdeu, e depois eu vou matar você, você e a sua sapatão...


--FIQUE LONGE DELA!


--Não se preocupe, você não verá ela implorar pra que eu a mate, enquanto estiver fudendo ela porque apesar de ser sapatão e eu odiá-la, ela é gostosa, e eu vou adorar comê-la, assim como farei com você.


Ele ria, gargalhava, tirou o cinto da calça que vestia, abrindo logo em seguida o zíper. As lágrimas rolaram pelo meu rosto, não sabia como um dia havia conseguido me deitar com um homem, muito menos com aquele que estava diante de mim, mas definitivamente, preferia a morte do que pertencer a ele novamente.


--Me diga amor?! É como ela te fode se não tem isso?


Fabrício estava em pé a mais ou menos um metro de distância. A pergunta fazia referência ao membro, que ele tocava em minha frente.


--Admita. Você sente falta disso não é?!


Se aproximou ainda mais de mim, obrigando-me a recuar evitando contato com ele.


--Paga um pra mim vai, pensa pelo lado positivo. Vai ser a primeira e última vez, já que você nunca quis, se não gostar nunca mais precisará fazer.


Segurando-me pelos cabelos, ele dirigiu meu rosto em direção ao seu membro, no entanto, como um milagre Carmen surgiu na sala, empunhando uma arma.


* * * *


Carmen


Assim que Fabrício notou minha presença, afastou-se de Elisandra dando alguns passos pra trás.


--Filho da puta... Você nunca mais vai tocar num fio de cabelo dela...


Andei em sua direção, apontando a Glock pra ele, tinha ganas de puxar o gatilho. No entanto, inesperadamente um terceiro homem apareceu pelas minhas costas, virei-me rapidamente pondo a arma a centímetros de seu rosto, assim como ele havia feito comigo.


Nos mantivémos alguns segundos assim, em silêncio, nos encarando. Ele era bem mais alto e mais forte que eu, mas não era dois, se estivesse desarmado eu não teria dificuldades em derrubá-lo. Resolvi ser persuasiva.


--Vai mesmo se envolver nisso? Não está vendo que isso não acabará bem pra vocês?


Ele encarava-me sério, mas via a dualidade de sentimentos em seus olhos. Insisti.


--A polícia está vindo! Ainda tem tempo para fugir.


Nesse momento percebi a movimentação de Fabrício, ele já havia se recomposto, e nesse instante rapidamente tentou apanhar algo sobre um móvel, que não consegui identificar. Sua ação fez com que o homem que estava na minha mira, se distraísse por alguns segundos apenas, mas que foi o suficiente pra mim. Desviei o rosto da mira de sua arma, segurando seu punho com a mão esquerda, acertando uma coronhada em seu rosto, e em seguida uma em sua nuca. Ele vacilou com os golpes, mas mantive-o em pé ao continuar segurando-o pelo braço, apenas para chutar a lateral de seu joelho, provavelmente o quebrando. A essa altura ele agarrou-se como pode em mim, desarmando-me. No entanto, após seu grito viera a queda, o golpe fora duro e ele não conseguira se manter consciente.


Fora tudo muito rápido, assim que o vi caindo não tive tempo de apanhar novamente minha arma, pois Fabrício já estava praticamente em cima de mim, empunhando uma faca. Tentou golpear-me, fui afastando-me de costas como pude, evitando as investidas. Chutei seu braço, fazendo com que derrubasse a faca no chão, acertando imediatamente um soco em seu rosto.


Fabrício perdera o equilíbrio e quase caiu, mas assim que tentei novamente chutá-lo, ele recuperou-se se defendendo do golpe, acertando em seguida um soco em meu rosto. Vacilei, dei alguns passos pra trás, sentindo um segundo golpe, que dessa vez viera no abdômen.


--CARMEN?!


Ouvir a voz da minha garota dera-me mais raiva do homem com que lutava. Conhecer sua dor, saber pelo que ele a havia feito passar, ter visto o que ele tentara fazer com ela, isso tudo fizera com que eu me recuperasse quase que imediatamente.


Contive a mão de Fabrício no ar, impedi que me acertasse revidando no mesmo instante, ele tropeçou, eu o empurrei pra trás com o pé, corri em sua direção segurando-o pelo colarinho, girando nossos corpos, finalmente o jogando sobre a velha mesa de centro que ali havia. A mesa cedeu, Fabrício manteve-se no chão, quase que perdendo a consciência.


Voltei-me pra Lisa, ela estava com lágrimas nos olhos, ferida, assustada. Meu peito apertava ao vê-la assim, corri até ela me pondo de joelhos, para poder soltar suas mãos.


--Vou tirar você daqui amor!


--CUIDADO!


Após o alerta de Lisa, senti a pancada as minhas costas, mais especificamente em meu ombro. A dor fora absurda, o ferimento do tiro que havia levado a algumas semanas, definitivamente não estava totalmente curado. Cai no chão, ao lado de Elisandra, com a mão pressionei meu ombro tentando inutilmente aplacar a dor, Fabrício empunhava um pedaço de madeira nas mãos, provavelmente da mesa que havia sido quebrada. Novamente ele investiu contra mim, impedi o golpe com o pé e em seguida chutei seu joelho, não tão precisamente como com o cúmplice, mas foi o suficiente para que ele recuasse sentindo a perna.


Levantei-me rapidamente, investindo contra Fabrício, ele golpeara-me mais uma vez, mas não com a força de antes. Não liguei para a dor e com um gesto bruto arranquei de suas mãos a madeira, desferindo um chute em seu abdômen, e um golpe forte com a mesma madeira, em seu ombro. Ele caiu, recuou. Eu tinha raiva, ódio, queria matá-lo, fazê-lo pagar por todo o sofrimento que nos havia feito passar. Aproximei-me dele, eu o mataria.


Fabrício vendo minha aproximação, jogou o corpo para um lado onde o seu cúmplice estava caído, e apanhou a minha arma que estava ali no chão. Rapidamente apontou pra mim, que estanquei.


--CARMEN!


Ouvi a voz desesperada de Lisa, ouvi o disparo, e vi a morte.

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 37 - Capítulo 37 Cara a cara:
Lea
Lea

Em: 22/10/2021

O cara é um miserável

Responder

[Faça o login para poder comentar]

rhina
rhina

Em: 27/04/2019

 

Cadê os homens que estavam com Carmen? ???

Quem será que levou o tiro? 

Rhina

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web