Layla
Quando a Juh entrou na casa, Diego ficou olhando para avisar quando ela aparecesse. Pouco mais de dez minutos estava de volta, começamos a cantar. Mas algo estava errado, seu olhar não era de surpresa e sim de preocupação. Caminhei até ela e aquela garota insuportável apareceu fazendo um show, dizendo que tinha sido atacado pela Juh.
Cheguei aos limites e partir para cima dela, só não consegui descarregar toda a minha raiva porque minha namorada impediu, do contrário aquela vadia estaria com a marca de minhas mãos pelo rosto safado dela. Nem ouvi o que Eduardo disse, estava nos braços da Juh tentando me acalmar, mas as coisas saíram do controle quando vi o que eu havia feito.
Mais uma vez tinha me descontrolado, Anny tentou amenizar fazendo graça, e a Juh também. Mas, acabei ficando irritada com ela sem razão. Saí de seus braços e entrei na casa indo direto para o banheiro, me olhei no espelho e fiquei com mais raiva daquela sonsa, que me fez estragar o aniversário de minha namorada e envergonhar além da minha família, a dela diante de nossos amigos.
Joguei uma água no rosto e tentei limpar o estrago, mas precisava urgentemente de um banho. Naquele momento a Juh apareceu. Não quis ser rude, mas pedi que explicasse o que havia acontecido. Ela me olhou por alguns segundos e entrou trancando a porta, me calou com um beijo. Seus braços envolveram minha cintura, esqueci que estava nervosa. Os beijos dela me acalmaram completamente. Quando nos afastamos sussurrou em meu ouvido:
– Eu tinha um fetiche sabia! – sussurrou mordendo de leve minha orelha, gemi dizendo apenas:
– Tinha é?
– Unhum, passar chantilly em seu corpo e me deliciar toda. – beijou meu rosto descendo pelo meu pescoço ousada e voltou dizendo: – Mas ver você coberta com o recheio do meu bolo favorito, vai além do que eu poderia ter imaginado.
– Essa é você falando ou as duas garrafas de vinho? – sorriu fazendo graça com a sobrancelha, segurou minha cintura e me ergueu colocando sentada na bancada da pia e se encaixou entre minhas pernas, antes de me beijar disse:
– Acho que é o vinho, então deixe-me aproveitar antes que o efeito acabe.
Joguei a cabeça para trás gargalhando, enlacei seu pescoço colando nossos lábios e me entreguei ao momento. Ela tirou a minha camiseta em um movimento único, abriu o fecho de meu sutiã, tirando-o também, encaixando seus lábios em meu pescoço mordendo de leve e me fazendo arrepiar, cruzei minhas pernas nas dela e levei minha mão ao botão de sua calça.
Abri e abaixei o zíper arranhando sua cintura com minhas unhas, deslizei minhas mãos por dentro de sua calça alcançando seu sexo por cima da calcinha, quando encostei nela, gemeu em meus lábios, fiz alguns movimentos circulares lentamente sentindo sua cintura criar vida e seus gemidos aumentarem entre nosso beijo, me excitando ainda mais. Nossas bocas se separaram e nossos olhos se encontraram, ela sorriu dizendo:
– Esse é o melhor aniversário da minha vida.
Abriu minha calça e arrancou junto com minha calcinha, depois sugou meus seios com desejo, gemia baixinho a cada sugada que ela dava. Ainda na bancada da pia ela abriu minhas pernas me aproximou da beirada e abaixou a cabeça mordendo de leve minhas coxas, seguiu com a língua até minha virilha. Encostei no espelho apoiando minhas mãos e erguendo um pouco meu corpo me oferecendo para ela.
Ao notar a minha intenção, apoio suas mãos em minhas coxas e me abriu passando de leve sua língua em meu clitóris, gemi baixinho e ela o capturou com seus lábios sugando de leve. Eu estava quase gozando com o prazer que a língua dela estava me proporcionando. Me penetrou com seus dedos e dessa vez não pude me controlar, sua língua me sugando e seus dedos entrando e saindo de meu sexo, minutos depois me derramei nela e para ela.
Continuou com os movimentos da língua, dessa vez mais lento. Minhas mãos deslizaram de seus ombros para sua cabeça, fiz com que me olhasse. E o desejo que vi estampados neles quase me fizeram ter outro orgasmo, sorriu e veio de encontro aos meus lábios, me beijou e me prendeu em seus braços. Me pegou no colo e me levou para o box, onde me prendeu na parede e escorreguei encaixando meu sexo em sua perna, gemi com aquele contato. Sorriu ligando o chuveiro.
Arrancamos o restante de nossas roupas, quero dizer, dela, porque eu estava praticamente nua, e nos beijamos, dessa vez foi a minha vez de passear pelo seu corpo com minha língua, até alcançar seus seios que estavam molhados e rijos. Suguei com desejo ouvindo seus gemidos, adorava deixa-la assim, fui descendo até meus lábios encontrarem seu sexo o qual eu alcancei com minha língua, suguei até ela se derramar em minha boca. Voltei, e nos beijamos.
Tomamos banho e ela me ajudou a tirar o bolo que ainda estava em meu corpo, claro que se aproveitou de mim diversas vezes, e eu adorei aquele banho. Pegou as toalhas e seguimos correndo para seu quarto, sorte que eu ainda tinha roupa no meio das dela, me arrumei e sentei na cama. Ela colocou o tênis e me olhou, estava sorrindo, mas ao me ver séria, veio e se sentou ao meu lado perguntando:
– Você está bem amor?
– Não! – me olhou curiosa, ansiosa perguntei: – O que foi que realmente aconteceu hoje?
– Olha! – passou a mão em volta de minha cintura aproximando nossos corpo, encostei minha cabeça no ombro dela e seguiu dizendo: – Vim ao banheiro, quando saí o corredor estava com a luz baixa, ela me puxou para meu quarto e achei que fosse você. Mas quando falou, imediatamente ascendi a luz, e quando vi, ela estava se despindo.
– Aquela vadia! – levantei e comecei andar de um lado para o outro sussurrando: – Que ódio.
Pegou minhas mãos e me puxou para seus braços, beijou minha barriga me abraçando, passei a mão em seus cabelos. Não tinha como ficar nervosa com ela toda carinhosa gente! Se afastou um pouco e me olhou dizendo:
– Amor, ela nem chegou a tirar nada, quando disse para sair do meu quarto, avançou em mim me mordendo e a joguei na cama saindo irada do quarto. Fui com a intensão de falar com Eduardo, mas fui surpreendida por vocês cantando os parabéns e logo em seguida ela apareceu fazendo aquele show.
– Acabou com a sua festa de aniversário!
– Eu não acho! – ela se levantou, olhei em seus olhos e sorriu beijando meus lábios dizendo: – Acabamos de comemorar em grande estilo, não acho que ela tenha acabado com a festa.
– Sabe o que estou pensando?
– Hum? – beijou meus lábios descendo para meu pescoço me provocando e segui dizendo com dificuldade:
– Estou pensando em comprar algumas garrafas de vinho e começar a colecionar lá em casa. – me olhou divertida e a empurrei na cama, sentou e a empurrei novamente para deitar, sentei em seu colo, apoiei minhas mãos na cama inclinando meu copo sobre o dela completando: – Estou adorando a sua ousadia hoje, apesar de que, lembrando agora... – beijei seus lábios mordendo de leve, desci sussurrando em seu ouvido: – De manhã, duvido que tenha bebido alguma coisa com álcool.
Ela segurou em minha cintura apertando de leve sorrindo, elevei seus braços acima da cabeça e beijei seus lábios, ela se entregou no momento em que alguém bateu na porta perguntando se podia entrar, Juh autorizou. Anny entrou e nos olhou tampando os olhos dizendo:
– Então é esse o motivo da demora?
– Não cunhadinha querida, aqui começamos agora. – falei provocando-a, levantei puxando a Juh concluindo: – Demoramos mais no banheiro.
– Aff! Me poupem dos detalhes. – sorrimos e ela prosseguiu: – Eduardo trouxe um bolo, coitado, está se sentindo culpado, será que podemos ter a honra de ter a presença da aniversariante para cantarmos os parabéns?
– Ele trouxe um bolo? – a Juh perguntou intrigada e concluiu: – Onde conseguiu um bolo a essa altura do campeonato?
– O dono da confeitaria da cidade é amigo e cliente dele.
– Coitado, não era para ele ter se sacrificado tanto assim por minha causa!
– Você sabe que ele não está agradando você com isso néh Juh, não se iluda irmãzinha.
– Pode nem sonhar? – Juh disse rindo me abraçando, boiei perguntando:
– Perdi alguma coisa?
– Ah cunhadinha inocente! – deu de ombro e arqueei a sobrancelha encarando-a que disse apenas: – Explica para ela Júlia, porque ainda estou enjoada por conta da cena que acabei de ver.
– Como se eu já não tivesse pego você e o Júlio várias vezes em situações constrangedoras.
Arqueei a sobrancelha ouvindo de longe a risada de Anny, a Juh segurou meu rosto beijando meus lábios dizendo divertida:
– O Edu, está querendo agradar dona Helena meu amor, e não eu.
– Entendi, e será que ele vai conseguir depois do que aconteceu aqui hoje? – bati a mão no rosto gemendo só de lembrar, Juh perguntou preocupada:
– Que foi amor?
– Foi eu quem começou a confusão, ela deve estar uma fera comigo! Poxa Juh e agora?
– Relaxa pequena, ela até te chamou de gata selvagem quando vim ao seu encontro, estava rindo. – beijou meus lábios concluindo: – Mas talvez ela não te perdoe por me prender mais tempo aqui no quarto.
Dizia cada palavra intercalando com beijos e mordidas em meu pescoço, rosto e lábios. Como ela acha que vou consegui me controlar me provocando daquele jeito? Inspirei fundo empurrando-a com carinho e segurando suas mãos dizendo:
– Vamos amor, não quero que sua mãe fique com mais raiva de mim.
Ela sorriu, passou o braço em volta de minha cintura e fomos em direção a cozinha, saímos e o pessoal começou a cantar parabéns novamente. Ainda abraçada comigo caminhou até dona Helena e beijou o rosto dela, esticou a mão para o Eduardo que estava visivelmente envergonhado, se postou diante da mesa improvisada e apagou as velas.
Cortou o bolo entregando o primeiro pedaço para a mãe, o segundo ela me deu... Depois alguém assumiu a distribuição de bolo e me levou para o outro lado da mesa sussurrando em meu ouvido:
– Esse é de morango amor! – sorriu levando um pedaço a boca e dizendo marota: – Acho que dá para brincarmos com ele também.
– Fica me provocando aqui na frente de todos, senhorita... – beijei o canto da boca dela que estava com chantilly sussurrando: – Morango é o meu favorito.
Gemeu baixinho quando nossos lábios se tocaram, passou a mão em volta da minha cintura colando nossos lábios sorrindo ao me beijar. O restante da noite que passamos na festa, fomos nos provocando e quando voltamos para casa foi a minha vez de brincar com ela.
Fim do capítulo

Andreia
24/11/2021 às 00:34
A Layla deu na Gabi o que ela merecia desde a cachoeira que a Juh não deixou ela fazer nda desta fez foi bem dado a sura que ela merecia a muito tempo já que pelo jeito ela não sabe ter educação e muito mimada.
Achei que não iriam acreditar na Juh ainda bem que ninguém ficou contra ela.
Edu querendo fazer moral para a Dona Helena em. Está Any é uma figura viu.
Ficou maravilhosa estás provocações das duas neste capítulo.
Vamos ver o que vai dar.
Abraços...
HelOliveira
22/04/2019 às 00:06
Adorei esse capítulo cheio de provocações .
Bios
Resposta do autor:
Oi Hel...
Fico feliz que tenha gostado moça... Bora para o próximo então... S2
BJs, se cuida
Bia
Krikadreammy
20/04/2019 às 17:57
Olá Bia,
Como vai? Td bem?
Como é bom qdo vejo q tem alguma atualização sua...
Adorei rever a Layla dando uma surra naquela v...
E continue logo...
Boa Páscoa!
Aqui não comemoramos, às vezes até esquecemos...
Mas esse ano não me esqueci e até fiz uma lembrancinhas pra algumas amigas...
bjs
Kris
Resposta do autor:
Olá Kris, eu estou ótima, e vc, como vai?
Olha que dessa vez deixei a Layla aproveitar mais esse tempinho com a Gabi... hehe Que bom que gostou.
Sobre a páscoa, vcs não comemoram aí do outro lado do mundo néh... Uma pena, pq são momentos divertidos que passamos juntos dos que amamos... Mas fico feliz que tenha lembrado dessa vez, e espero que tenha aproveitado muito esse dia... S2
Sempre bom encontrar vc por aqui nos comentários...
Bjs, se cuida...
Bia