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Passos de luxúria por millah

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Palavras: 1965
Acessos: 1169   |  Postado em: 27/01/2019

Notas iniciais:

Como dito na nota

Cada personagem tem sua passagem em primeira pessoa marcado com seu nome no começo mas todos seguem a mesma linha de tempo apresentada.como na vida nao tem retorno de tempo.

Capítulo 1--Meus obstáculos seus desafios

 

                                                   *   ELIZABETH   *

 

Passei minha longa vida erguendo um império da moda.

o brilho,luxo e o esplendor sempre estiveram presentes em minha rotina mas agora descubro que estou com Câncer de pulmão e meu cigarro deixou de ser meu conforto nos dias de tormenta.

para quem deixarei tudo aquilo que me esforcei tanto para construir??a Lex?que odeia tanto a mim quanto ao meu dinheiro?não.

a Alex??que apesar de ser gentil e doce não ousaria me substituir?eu não seria tão má com ela a entregando este fardo.

meu ex-marido?quando ele me deixou jurou que nunca mais citaria meu nome então foda-se ele.

meu cachorro?ah,eu não tenho um cachorro.

se no fim tudo que me resta é morrer, é melhor fazer tudo que ainda me resta aqui em terra enquanto ainda tenho forças.

 

Encontrei em minha bolsa um ultimo cigarro esquecido.talvez um fugitivo do meu maço passado.ter-lo em minha mão me fizera pensar que durante toda a minha vida este foi meu companheiro de viagem e agora arrancava de mim meus dias restantes.

Era inacreditável,havia acabado de receber esta lamentável noticia pela boca de minha filha e ele ainda me atiçava.em minha cabeça tudo que aquele pequeno e branquinho cigarrinho agora me dizia era a necessidade que sentia em voltar para minha boca e como isso me enojava.

 

--Você não vai fumar isso aqui.ao contrario de você tem pessoas aqui que se importam com suas vidas e o quanto são valiosas para suas famílias.--disse minha filha tomando de minha mão o cigarro e o colocando novamente em minha bolsa.ela sempre foi uma estraga prazer.

 

--O que veio fazer aqui Lex?ja me deu minha sentença de morte.--retruquei.não pude negar que estava magoada.recebi a pior noticia da minha vida pela minha filha e ela continuava como sempre.a seriedade estampada no rosto,quase sem emoções e muito mais forte do que eu vivendo aquele momento junto a mim.logo eu Elizabeth Ross.

 

--Não culpe ninguém alem de você por isto.meu hospital tem todos os tratamentos possíveis contra o câncer.se você se dedicar poderá ter resultados satisfatórios.--disse ela,totalmente profissional.como se suas palavras me agradassem.

 

--Resultados satisfatórios??quer dizer mais alguns anos sofrendo nesta cama com um tanque de oxigênio?!--me irritei aumentando ate meu tom de voz.ah deus,Lex era tão forte.por que não eu?

 

--Esta vendo tudo pelo lado negativo.--disse ela como se tivesse um lado bom em ter câncer.

 

--Não,não estou!de quê me adianta um tratamento se vou morrer no fim?tenho os desfiles,os eventos, eu não posso deixar todos na mão!

 

--E é por isso que peço que faça o tratamento.pelo seu trabalho,já que é a coisa da qual mais se importa nesse mundo.é difícil mas também não seria um milagre.não sei como seu corpo reage tão bem estando nesta fase complicada então..um pouco de esforço e dedicação e podemos nos livrar disso.

 

--Pelo menos me fará de graça não é?

 

-–..desculpe.--que filha da..respire fundo Elizabeth..respire fundo. 

 

--O que?!sou sua mãe!O hospital é seu!--exclamei.

 

--E eu sou sua filha e sei que pode pagar.O tratamento tem o preço elevado sim e não posso fazer isto de graça.os aparelhos do tratamento são bastante requisitados aqui no hospital..

 

--Então ponha alguém que valha a pena se tratar no meu lugar.eu vou pra casa!

 

--Se essa é sua escolha.morra sozinha em casa e dificulte o meu trabalho!dificulte a vida de todo mundo!

 

--Olha como fala comigo garota!posso estar doente mas ainda meto a mão na sua cara!--engrossei..estava furiosa e sequer pensei no que estava dizendo.algo que prometi a mim mesma nunca mais repetir.

 

--Eu não tenho tempo para perder com os seus chiliques Elizabeth..você sabe!..se passar mal de novo pode voltar ao hospital.--disse ela saindo do quarto do hospital me deixando.eu não queria voltar ali de novo mas sabia que voltaria.

 

Logo eu,Elizabeth Ross,deixaria aquela doença me derrubar??

 

                                                         *  CLAIRE  *

 

Entra dia, sai dia e minha vida continua na mesma.O que eu posso dizer??eu queria poder mudar,viajar,ver o mundo de outra maneira sem ser vista como a estranha da facul.Carrie a estranha poderia ser minha melhor amiga.era o que todos diziam já que nunca me dei bem com pessoas..ou talvez fosse o contrario.as pessoas é que não gostavam de mim.

tá,tirando meus pais,minha mãe no caso e talvez minha irmanzinha o resto me via como se pertencesse a outro mundo.essa horrível sensação de desprezo.eu podia sentir no olhar de todo mundo quando eu pisava naquele prédio.no corredor,nos armários,todos com aquelas caras de chacota.

 

Meu jeito na minha e introvertido, ate mesmo meu visual nerd de roupas desleixadas,com meus óculos grandes e cabelo liso e tão loiro que não se via nas capas de revistas ou nas caixas de shampoo, nunca me ajudaram a me enturmar, mas era o que me faziam ficar a vontade então foda-se modinha.

Eu sempre quis muito mudar mas acho que acabaria virando a piada da turma e de patricinhas esnobes e carinhas que se acham demais.Na verdade,eu quero distancia deles.

 

Estudar jornalismo não era minha primeira opção,mas quando se trata de escrever prefiro estar em um mundo de páginas brancas do que nesse mundo tão cruel.uma das razões pelo qual mal espero terminar meu curso.bem que medicina era o meu grande sonho mas grandes mentes não conquistam grandes sonhos sem dinheiro.por isso decidi conquista-los com minhas palavras.

 

Fui trazida de volta a realidade por uma bolinha de papel que me atiraram do fundo da sala.ja era tempo..

eu já não me virava mais e tentava achar culpados,isso nunca resolvia, mas ouvia bem as risadas ao fundo e isso sempre me ajudava a identifica-lo como também..sempre me incomodavam pois sempre eram os mesmos.

 

--Quatro olhos!--gritou um dos garotos do fundão sendo seguido pelas risadas abafadas do seu grupinho de babacas.desta vez tive que olhar.fui rápida porém medrosa.graças a Kitty Miles,a loirinha mais patricinha que já vi.diria ate que ela é a rainha de todas elas.não,uma zumbi da moda ou coisa do tipo.

 

--(rs) Ela olhou pra mim?!que nojo.será que ninguém disse a ela que a sala dos esquisitos da literatura é no final do corredor?(rs)--disse ela em um tom em que eu pudesse ouvir.aquele olhar cerrado e cheio de maldade.seu ar de superioridade afetava mesmo seu cérebro.

 

--É serio pessoal!creio que todos aqui já tenham ouvido falar da diva da moda,Elizabeth Ross não é?--começou nosso professor,o senhor Jefferson.ele costumava preencher suas aulas com temas diversos, alguns de interesse somente dele, outros como hoje..nada espetaculares.

 

--Todos menos a Claire.--disse Kitty arrancando uma risada macabra de seus servos.

 

--Foco gente..os jornais e mídias não param de nos informar que ela se encontra agora no hospital Saint Ross da filha,Lex Ross..isso pode ser lido em qualquer site de fofocas atualizado em duas horas atrás..suspeitas e boatos enchem as revistas das celebridades com seu nome mas o que realmente esta acontecendo com esta fabulosa mulher?um bom jornalista saberia.por que tanta atenção desnecessária??por que tantas visitas a este hospital??ela não se dá bem com a filha...para nós que querem seguir a carreira de jornalista,saber dos mínimos detalhes é vital para uma boa matéria, por isso eu lanço um desafio a vocês meus queridos alunos.(rs) aquele que me trazer o melhor artigo sobre Elizabeth Ross e seja lá que ela esteja passando ganhará nota máxima neste bimestre.tragam-me suas melhores teorias ou quem sabe (RS) ate uma entrevista com a própria?--disse o professor me fazendo esquecer dos babacas da minha sala e me mostrando que deste desafio eu poderia ganhar.uma entrevista??seria moleza para mim.seria a prova para aqueles otarios que eu,Claire Morris era melhor que todos.

 

No fim da aula,a maioria do pessoal da sala saiu em demandada ansiosos por uma festa que estava acontecendo perto da faculdade.já eu,fiquei ali estudando a possibilidade de me encontrar com Elizabeth.

tudo que encontrava no meu celular sobre ela era todas as suas façanhas no mundo da moda e não muita coisa sobre sua ida ao hospital.não existia nada na verdade.estranhei...contudo suas fotos eram magnificas,não havia uma sequer que ela não aparecesse reluzente e com um sorriso no rosto e admito,ela sabia vestir muito bem a nova geração para uma mulher do século passado.ok brincadeira,ela era incrível e em seu semblante eu via um sorriso humilde mas também de uma vencedora,daqueles orgulhosos com o desempenho que tinha sei lá.era o que ela me aparentava naquelas fotos que via mas havia algo mais.

 

havia o repetido boato de uma gravidez.que besteira!tinha de tudo e mais um pouco para qualquer louco.outros suspeitavam ate da própria filha dela,Lex.e como o professor falou,diziam que elas nunca se deram bem então por que tantas visitas a ela??chutes e mais chutes e pelo visto um mais distante do que o outro.

Elizabeth era uma mulher conhecida e me aproximar dela para uma entrevista seria problemático,logo eu uma ninguém..mas uma ninguém que queria ser alguém.

 

 Elizabeth Ross,uma mulher com um império para reinar,o peso em suas costas do trabalho e da mídia sequer se comparavam a mim..talvez..podia ser ate isto.o peso do mundo deveria esta a afetando...isso justificaria muito suas idas ao hospital.quem não se cansaria dessa porcaria??

Não perdi mais tempo.encontrei o numero do hospital Saint Ross e liguei sendo atendida pela recepcionista do local.

 

--Hospital Saint Ross,no que posso ajudar?--disse a atendente educadamente.era agora ou nunca.

 

--Ah boa tarde eu queria saber se Elizabeth Ross ainda esta no hospital?eu queria falar com ela pessoalmente.--perguntei receosa pondo em risco alguma chance que tinha para falar com Elizabeth.

 

--Ok eu verei se ela ainda se encontra no predio.só um momento.--disse ela com um tom de incerteza.

eu sabia que não tinha chance, porem tentar nunca era demais.

 

Com a atendente demorando para responder pensei seriamente nisso mas naquele silêncio ouvi a conversa que ela estava tendo com alguém,talvez uma outra atendente ou médica do hospital.

 

--Tem uma moça perguntando sobre a senhora Ross.--falou a atendente que me atendera.ela parecia nervosa em seu tom de voz.será que acabei colocando ela em uma fria?

 

--Uma repórter?!diga que ela já foi.meu hospital não é nenhum palco para aproveitadores de historias tristes.--dissera a outra voz feminina com um tom rígido mas que muito me deixara pensativa.historia triste??seria séria mesmo a situação de Elizabeth??

 

Se fosse isso..aquela outra mulher tinha razão.eu estava me aproveitando de Elizabeth de certa maneira.finalizei na mesma hora aquela ligação.eu estava desapontada comigo mesma e com raiva por estar desistindo.

não faria aquela senhora me atender para falar de seus problemas e o quanto aquilo iria prejudicar sua vida apenas para ganhar esta nota máxima..faria??eu seria capaz mesmo??

 

Que cruel decisão!!peguei minha mochila e resolvi sair dali.

Me levantei da minha cadeira e desci os degraus apressada.sim degraus.minha sala de aula tinhas suas fileiras constituídas de grandes mesões brancos.havia uma em cada degrau ate o fim da sala.davam um ar de auditório.

eu costumo sentar no meio e só.ninguém senta do meu lado.praticamente todos mexiam comigo e talvez por ser um alvo frequente da turminha do fundão ninguém queria estar do lado da esquisita.ninguem queria este carma na vida.nem mesmo eu.

 

Desci dois degraus para perceber isto e o pé de Kitty Miles me fazendo tropeçar e cair os degraus restantes ate a mesa do professor.

todos riram e ela se fez de preocupada e inocente a minha frente deixando a amiguinha que conversava de lado para se empenhar na carinha triste e debochada que fazia.

 

--Eu realmente não vi você descer Claire.--disse ela com um tom sarcástico e deveras sádico.meu antebraço estava vermelho e ralado da queda e minha mão era o que mais doia.sorte a minha ser canhota eu diria.pode rir feito uma gazela Kitty,porque esse trabalho vai ser o meu triunfo!

 

Fim do capítulo


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