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Pasiones del valle por Meiryan

Ver comentários: 2

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Palavras: 2235
Acessos: 2790   |  Postado em: 19/10/2018

Notas iniciais:

Como prometido...

sentimiento de culpa

—Qual é agenda de hoje, Matildes— Fui dizendo a minha assessora enquanto caminhávamos rodeadas pelos seguranças nos longos corredores do palácio do congresso nacional do México.

—Senhora, reunião às 8:40 com familiares das vitimas do massacre de Tepito, votação às 11:00 de projetos de lei, às 13:45 almoço com o presidente e senadores, semana da votação de aprovação da conta da União. Senhora,17:30 médico, Às 19 horas uma entrevista em seu apartamento de POLANDO, para a revista CASAyDECOR.

—Desmarca a entrevista, por favor— Respondi sem hesitar.

—Senhora, é a quinta vez que desmarca. A contratação da sua amiga estagiaria da revista depende dessa exclusiva.

—Puta merd*, tinha me esquecido. Pode confirmar. Ela não vai me perdoar se eu desmarcar mais uma vez.

—Ok, Senadora. —Acatou o pedido, anotando tudo cuidadosamente em uma agenda.

—Leva uma jarra de suco detox para minha sala, fazendo favor.

—Algo mais, Senhora? —Não respondi, apenas fechei a porta do meu gabinete. Deixando a secretária e a manada de seguranças para o lado de fora.

 

Já sentada em frente a tela do computador, chequei a minha caixa de e-mail. E um em especial me chamou atenção. Uma mensagem com uma fotografia, na imagem uma moça em pose sensual, nua. A foto não mostrava o rosto, mas mostrava todo o resto.

De: paola.lufthansa@org.mex

Para: alejandra.vialle@outlook.mex

Fui designada para fazer parte do seu próximo voo para os Emirados. Espero que fique tão satisfeita quanto eu fiquei.

Resposta:

De: alejandra.vialle@outlook.mex

Para: paola.lufthansa@org.mex

Sua insubordinação é digna de ser estudada pela NASA, por vezes já pedi para não me mandar e-mail com esse tipo de conteúdo. Mas posso dizer que apreciei, tanto a foto quanto saber que nos veremos mais uma vez em breve. Meu funcionário vai entrar em seu computador e apagar os rastros dessa conversa. Se cuida.

Att: Alejandra.

Assim que terminei de responder os e-mails, a secretária entrou trazendo a bandeja com a jarra de suco que eu havia pedido alguns instantes antes.

—Tá aqui o que me pediu Senhora, quer que eu lhe sirva?

—Por favor. —E assim ela colocou uma quantidade generosa na taça e trouxe junto com um aparador de copo— Os familiares das vítimas já chegaram?

—A vam que está trazendo-os, estaciona em 15 minutos, senhora.

—Ok, eu já estou indo para a sala de reunião. Quero estar lá quando eles chegarem.

E assim o fiz, terminei em goles apressadas o horrível suco que me dispus a tomar graças a recomendação da nutricionista e segui em passos apressados até a sala onde aconteceria o encontro.

Eu tinha interesse pessoal em ajudar essas pessoas e o motivo era apenas a culpa. Meus homens em uma disputa por território, acabou assassinando 10 jovens que não tinham nenhum envolvimento com o tráfico. Essa era a maldita forma que eu encontrava de aliar toda a culpa e raiva de mim mesma por fazer toda essa merd*. Pedi para os seguranças me esperarem do lado de fora da sala de conferência. Apesar de ser arriscado, eu estava disposta a passar pelo risco de sofrer alguma violência física por parte de algum familiar mais exaltado. Eu queria conversar de forma mais pessoal com todas aquelas pessoas. Sem convenções ou formalidades.

Cheguei no auditório e me posicionei o mais próximo da porta. E depois de alguns instantes de espera, as pessoas começaram a chegar. Recebi um por um na porta com comprimentos mais calorosos possível. E minha consternação por aquela situação era real. Não havia encenação. Todos acomodados, eu tomei a palavra.

—Bom dia, queria muito ficar feliz em estar reunida aqui com vocês. Mas infelizmente as circunstâncias não nos permitem estamos felizes.

—Já prenderam os culpados pela morte dos nossos filhos, senadora? —Disse um homem de meia idade, enquanto aparava nos ombros uma mulher chorosa.

—Não, senhor. O último relatório entregue pessoalmente a mim pela polícia, dizia apenas que eles interrogaram cerca de 70 pessoas. Entre suspeitos e testemunhas.

—Já faz 4 meses e a policia só sabe dar a mesma desculpa, senadora—Respondeu exaltado uma mulher. —Quem matou nossos filhos? Nós exigimos a respostas.

—Eu tenho acompanhado esse caso de perto, cobrando resposta do poder público. E infelizmente ainda não encontraram nada. O povo do México não merece tanta insegurança.

—Senadora, aqui não é campanha política. Não somos seus cabos eleitorais— Retrucou o mesmo homem que amparava a mulher, que a esta altura da conversa estava ainda mais chorosa.

—O que eu quero dizer, é que não posso nem imaginar o que cada um de vocês estão sentindo. A dor da perda de um filho. E eu pessoalmente tenho empenhando todos meus esforços e cobrando respostas o mais rápido possível. Fui eu uma das que assinou para pedir ajuda ao DEA. Estou fazendo tudo que estiver ao meu alcance para encontrarmos quem fez esta atrocidade.

—Mas todo esse tempo, vocês não têm nenhum um suspeito? —O mesmo homem perguntou, eu já estava me irritando com ele. Mas tinha que me conter.

—O que sabemos é que foi uma briga entre gangues da Zona Rosa com a região de Tepito.

— ‘’ElMondragon,está envolvido nisso, Senadora? —Perguntou em um tom mais ameno uma senhora já de idade avançada.

—‘’ElMondragon’’ é uma lenda, mas a policia não descarta e nem confirma nada. Mas eu particularmente acho que tem algum envolvimento sim. Mas, que fique bem claro que isso são suspeitas minhas. Não há nada de oficial ainda.

—O que leva a senhora a pensar que possa ser o ‘’ElMondragon’’, se até agora não tem nada oficial, senadora. —Perguntou a senhora.

—Zona Rosa foi de onde surgiram os primeiros boatos sobre esse bandido. Eu me lembro disso por conta de uma das últimas conversas que tive com o meu pai. Ele já cobrava respostas da policia sobre a prisão, mas ‘’ELMondragon’’ parece um fantasma, quando a policia pensa já terem o encontrado, dão de cara com a parede.

A conversa seguiu em um tom mais apaziguado até o fim, ao ver o desespero daquelas pessoas por vezes meus olhos se encheram de água. Mas eu tinha que encarar aquilo como EFEITO COLATERAL. Não me deixar abater por situações como esta era uma questão de sobrevivência. Ou era algumas dúzias de inocentes, mortas nesse mar de chorume que era o submundo das vendas de drogas ou era eu...A escolha era óbvia, mas nesse caso em especifico eu realmente fiquei bastante chateada.

—Ao final da reunião, minha assessora estará na porta aguardando para falar com cada um de vocês. Sintam-se à vontade para pedir o que precisarem, ajuda psicológica, financeira, médica. Eu sei que alguns dos jovens eram arrimos de família. Enfim, peçam tudo o que precisarem, e eu me comprometo a ajudar com dinheiro do meu bolso se for preciso. —Me despedi, e já me aproximava da porta quando ouvi um grito ao fundo.

—Muito obrigada, de coração pela ajuda, Senadora. E desculpa por ter me exaltado, os remédios para depressão deixam meu humor meio instável. De todo coração desculpas e mais uma vez obrigado por tentar nos ajudar— Disse o homem com o qual eu havia perdido a paciência. —Neste momento eu não consegui segurar o choro—De nada— Respondi sem ao menos olhar para trás. Meus olhos estavam vermelhos pelas lágrimas. A boca tremulava. E eu fugi daquela sala como se fugisse da polícia. Precisava ir para algum lugar e chorar. Necessitava!

Seguida mais uma vez pela manada de seguranças, fui caminhando olhando para baixo, via meus saltos percorrerem corredores de mármore Carrara. Me mantive em pé neles por pura sorte. Só o meu corpo presente, a secretária falava comigo, mas era como se eu estive em uma redoma de vidro cheia de água e ela alguém tentasse se comunicar falando pelo lado de fora. Minhas pernas tremulavam, mas uma vez bati a porta do gabinete na cara de todos. Os ruídos se abafaram, o que me fez sentir um certo alivio. E ali desabei em choro com a na testa colada na grande porta de ébano.

Hesitante, fui com as mãos até o pingente relicário. O abri, dentro uma quantidade de pó. Era a dose que eu precisava, peguei com a ponta da unha do indicador direito. E sem pensar inalei. Respirei fundo, e a ansiedade passou em questão de segundos. —Aquele homem me agradeceu por ter matado o filho dele— Pensei em voz alta.

Respirei o mais fundo que conseguir, reuni forças e fui até ao toalete privativo. A esquerda da toalete um closet, onde ficava alguns ternos e sapatos reserva. Fui até a pia e lavei meu rosto, uma analisada minuciosa em busca de qualquer resquício do ato ilícito. Com ajuda de água e sabonete de lavanda, tirei um resíduo que ficou no canto inferior esquerdo do nariz.  Abri a porta do armário na parte de baixo da pia e tirei de lá tirei a maleta de maquiagem. Precisava me recompor. Uma base para esconder as olheiras, um delineador disfarçaria os olhos vermelhos. Já recomposta, fui até o frigobar e peguei uma água boricada. Minha fiel parceira de disfarces. Pinguei o liquido nos olhos e senti de imediato o alivio da queimação. Já me sentia minimamente bem para prosseguir o dia agitado que teria.

Fim da noite, vesti a roupa de academia, tênis. Iria caminhando até em casa, era apenas 3 quilometros. Precisava suar, espairecer a cabeça. A horda de seguranças me seguindo, do congresso até meu apartamento em Polanco. Bairro nobre e bem arborizando da região central da Cidade do México. A moletom com capuz ajudava a manter anônima, no AirPods já bem encaixado Imagine Dragons-Believer. Descendo as escadarias em velocidade média, me dei conta o quanto a cidade era linda. Não era muito costume meu fazer este trajeto. O carro preto com vidros entreabertos com homens de preto, outros me seguindo correndo à pé chamava a atenção por onde passava. As pessoas davam passagem. Era como o cortejo, cortejo de uma morta viva. Literalmente.

No meio do caminho uma parada seguida da típica abaixada com as mãos sobre o joelho para ajudar na postura. Meu condicionamento físico estava diminuindo, e eu sabia bem o motivo disso. Do carro o segurança jogou a Squeeze com infusão de limão. Despejei o liquido na boca e já recomposta prossegui. A esta altura do campeonato já havia chegado em Polanco. Sua arquitetura moderna, seus prédios de alto padrão. Era um lado do México conhecido por poucos locais. Meu prédio ficava num condômino fechado de apartamentos.

Depois de todos passarem pela burocrática portaria, eu fiquei esperando na porta do hall pela checagem do apartamento. Tudo ok, eu já podia subir. Um dos seguranças veio trazendo meu celular particular, que atendi de pronto.

—Patroa, os repórteres estão na portaria. Libero a entrada?

—Sim, libera. Eu já estou subindo.

Poucos minutos após ter adentrado o apartamento ouço o barulho da campainha. Eu mesma resolvi receber todas aquelas pessoas. Entre a ela uma jovem. Loira, alta, mas tão alta que seu tamanho destoava até dos meus seguranças. Ela me lançava olhares de reprovação. No qual eu tentava disfarçar/ Correr. Vestia uma saia lápis, scarpim preto, terno risca de giz.

—Eu vou tomar uma ducha, algum problema? —Questionei.

—De forma alguma, é o tempo de montarmos os equipamentos de fotos, enquanto isso vamos fotografando a sala. A senhora aceita gravar um pequeno vídeo teaser da entrevista para postamos nas redes sociais? Disse um dos rapazes da equipe que portava uma Cannon pendurada no pescoço.

—Não, sem vídeo por favor. E manda uma cópia da edição  antes de vocês publicarem, para minha assessoria, por favor.

—Sim, sem problemas— Respondeu solicito.

—Alejandra—Perdão, Senadora Alejandra. Podemos dar uma palavrinha? Em particular— Insistiu a jovem.

Eu tentei desviar, mas não consegui. Não atender o pedido de uma conversa mais reservada poderia chamar atenção desnecessária. Me virei para jovem tentando desfazer a todo custo a minha cara feia.

— Claro—Fomos para um canto da sala onde não tinha olhares curiosos.

—Já faz três meses, Alejandra. —Disse a jovem indignada.

—Tem sido dias agitados, eu achei que você fosse entender.

—Você sabe que meu emprego depende da porr* dessa entrevista—Disse tentando abafar o grito.

—Você já está aqui, fica tranquila. Eu vou te dar uma exclusiva e tudo mais o que me pedir.

—Não fala assim que eu cometo uma loucura e entro naquele banheiro com você.

—Se controla, garota. Deixa-me subir. Em quinze minutos eu desço.

—Porr*, pára de me tratar como se fosse uma puta. Alejandra. Já faz 3 anos que você me trata como um lixo. E eu já estou me cansando disso, eu não me importo que você foda com todas as putas que tem disponível. Eu só não gosto de ser tratada com uma.

—Eu te disse para tratar desses ataques bipolares.

—Eu posso muito bem dar minhas impressões pessoais ao fim da entrevista. Perguntar publicamente sobre suas predileções por garotas— Disse com tom irônico.

—Nós temos um acordo. Não se esqueça. — Respondi tentando manter a calma.

—Eu estou pouco me fodendo para o acordo, Alejandra. Minha família me odeia. Meu pai já me deu parte da herança. Eu tenho como pagar qualquer multa. Eu não tenho medo de você.

—Desculpa eu estar distante, eu juro que vou ser mais presente na sua vida. Só não comenta uma intransigência. — Toquei suavemente em seu rosto.

—Você promete que vamos ficar mais tempos juntas?

—Claro— Olhei fixamente em seus olhos, ela chorava. Subi as escadas e fui direto para o meu quarto.

Fim do capítulo

Notas finais:

Meninas, espero que estejam gostando...

Sugestões construtivas e com respeito serão bem vindas..


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Comentários para 5 - sentimiento de culpa:
anny silva
anny silva

Em: 19/10/2018

Maravilhoso essa mulher e demais.

Anciosa esperando o próximos

Bjsssss

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Flavia1
Flavia1

Em: 19/10/2018

Estou gostando bastante,me agrada muito a forma que vc escreve.

Acredito que a Alejandra vai acabar se dando mal com uma dessas peguetes,mulheres apaixonadas são doidas...


Resposta do autor:

AHhahHAHha, verdade..mas será mesmo?

Vamos aguardar os próximos capítulos...

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