• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Maktub, a vida e seus caminhos....
  • Capítulo 26 Ciclos que se fecham.

Info

Membros ativos: 9579
Membros inativos: 1617
Histórias: 1971
Capítulos: 20,927
Palavras: 52,929,536
Autores: 808
Comentários: 108,967
Comentaristas: 2597
Membro recente: Anik

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Entrelinhas de um contrato
    Entrelinhas de um contrato
    Por millah
  • RASGANDO O VEU DE MAYA
    RASGANDO O VEU DE MAYA
    Por Zanja45

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • A AUTORA
    A AUTORA
    Por Solitudine
  • UM DIA  NOS ENCONTRAREMOS
    UM DIA NOS ENCONTRAREMOS
    Por EdyTavares

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Maktub, a vida e seus caminhos.... por alex72

Ver comentários: 2

Ver lista de capítulos

Palavras: 4316
Acessos: 2106   |  Postado em: 02/09/2018

Capítulo 26 Ciclos que se fecham.

Helena

Estava com um sabor de derrota na boca, ver Milena aos beijos com aquela mulher foi uma das coisas mais difíceis e pior ainda é não ter nenhum direito de achar ruim.

O Fábio ao tempo todo me apresentando alguém, me mostrando e eu só querendo me enterrar na minha cama e chorar toda minha dor.

Depois de flagrar as duas não mais vi Milena, somente a insuportável da Maura que ficava a me observar com um sorriso debochado no rosto.

Aproveitando um momento que Fábio havia descolado de mim ela chegou-se.

- Que coincidência heim Helena, nunca que poderia imaginar que você era casada com o Fábio, depois do nosso encontro no Hotel. Riu sarcasticamente.

Se fosse em outros tempos estaria com medo, porém agora Fábio já sabia.

- O que você quer Maura? Não estou com paciência para conversar com ninguém.

- Como gosto das coisas as claras, vim te avisar que irei lutar pela Milena, já que agora sei que você é bem comprometida. Sorriu a mulher. E como ela vai para São Paulo, ficarei mais próxima dela e farei ela te esquecer.

Nem me dignei a responder, sai de perto daquela mulher antes que eu esfregasse a mão na cara dela.

Procurei por Fábio e o encontrei na roda daquele povo insuportável de homens de negócio, puxei ele e falei.

- Vamos embora Fábio, estou cansada.

Ele me olhou de cima abaixo pensei que fosse dizer não, mas acabou concordando.

Chegamos em nossa casa e fui direto ver como estava minhas filhas, fiquei observando o sono delas, pensando nos sacrifícios que eu estava fazendo por elas, comecei a chorar, a saudade de Milena me sufocava, a dor de ve-la dar um beijo em outra boca que não a minha tirava meu chão.

Fiz um carinho nas meninas, beijei-as e fui para meu quarto direto tomar um banho, queria que a água levasse toda a dor.

Sai e ao chegar no quarto dou de cara com Fábio, eu estava só de toalha, ele me olhou como se fosse me atacar, apertei mais o pano no meu corpo, que ficou tremulo, só em imaginar ele me tocando a bile subia pelo meu estomago.

Ele caminhou para perto de mim e eu dei dois passos para trás.

- O que quer aqui Fábio?

- Aqui é meu quarto e você minha mulher, tenho todo direito de estar aqui. Disse ele com uma cara indecifrável.

- Já disse para você Fábio, nunca mais teremos nada.

 Ele me prendeu entre a cômoda e seu corpo, arrancou com violência minha toalha, e ficou me olhando nua.

Cobri minhas partes intimas com as mãos, lágrimas nos meus olhos, um medo daquele homem que eu não mais reconhecia.

Ele me olhou com imenso desdém, arrancou a minha mão dos meus seios e ficou a olhar.

- Vou te ter a hora que eu quiser, você é minha! MINHA. Mas ainda tenho nojo de pensar você com aquela mulher e ela parece estar em todos os lugares, inferno. Disse com a voz rouca e baixa cheia de rancor e ódio.

Nem respondi, ele saiu do quarto e eu suspirei de alivio, tremendo tranquei a porta.

Em que ponto cheguei meu Deus, me ajude, me dê uma Luz.

Milena

Acordei com uma pontada na cabeça sentindo-a pesada, nem me lembrava como tinha chegado ao meu quarto, virei-me e dei de cara com quem a muito tempo não acordava a meu lado Marina, foi vindo na memória a noite anterior, Fábio, Helena, Maura e o beijo, eu no bar, bebi demais.

Fiquei olhando Marina a meu lado, ela continuava a dormir de bruços, aquela cara de anjo, seu cabelo loiro espalhado no seu rosto, desci o olhar ela estava nua da cintura para cima, tinha esta mania de dormir sem roupa, suspirei, minha vida estava mesmo um caus.

Separei de Carla, Helena me deixa pelo marido, Maura me assediando e acabo na cama com minha ex, o extremo da ironia.

Ela mexeu-se na cama, esfregou o nariz e acabei sorrindo, algumas coisas nunca mudam, uma nostalgia grande invadiu-me, tempos que amei aquela menina e por ela quase morria, como se o ar ficasse rarefeito perto dela, ela abriu os olhos e ficou me olhando, ficamos sem saber o que falar.

Ela quebrou o silêncio.

- Bom dia, meu bem! Ta melhor?

Meu bem, lembrei de tempos felizes.

- Um pouco de dor de cabeça, mas nada demais. Como vieste parar aqui?

- Te achei no bar do flat, eu moro aqui também, você estava mal e te trouxe para cá te dei banho e ia embora, você quem pediu para eu ficar.

Fiquei constrangida ela levantou um pouco o corpo e os seios dela grande que eu outrora amava apontavam para mim.

- Obrigada, desculpa o trabalho.

Ela estendeu o braço em minha direção, fazendo um carinho em meu rosto, contornando meus olhos e depois a boca.

Coisas mal resolvidas, lembrou Marina preciso resolve-las.

Marina continuou a fazer carinho no meu rosto e quando dei por mim ela estava em cima do meu corpo.

-Marina, o que você está fazendo?

Ela me olhou com aquela cara safada que eu me lembrava bem.

- Milena, ficou faltando uma despedida, para fechar nosso ciclo ou reabrir outro, deixa meu bem, precisamos disso.

Fiquei olhando para ela, não amava mais aquela mulher, mas seu corpo em cima do meu, seu cheiro, não era indiferente e o sex* com ela sempre foi ótimo, por que não!

Olhei profundamente em seus olhos castanhos e nos cabelos loiros daquela menina, peguei sua nuca e trouxe ela para os meus lábios, nos beijamos com calma e depois o beijo foi aprofundando, alguma saudade, alguma dor, pensamentos e sensações conflitantes no meu peito e talvez no dela.

Virei para cima dela, desci meus lábios e tomei os seios volumosos dela em minha boca, suguei e mordi, a minha mão no outro apertando como sabia que ela adorava, ela era sempre entregue, gemia descontrolada.

Desci, pela barriga dela mordiscando, arranhando, tirei sua calcinha, cheirei o perfume dela, enfiei minha língua em sua bucet* que já estava molhada, pronta ela sempre foi assim, peguei seu grelo em minha boca mamando, ela colocou suas pernas em meu ombro, abrindo-se para mim, implorando que eu entrasse, eu sabia do que ela gostava, não se esquece a nossa química sempre foi grande.

Entrei nela, com dois dedos estocando com fúria como ela amava, enquanto minha boca continuava a sugar seu grelo duro, coloquei minha mão por baixo, levantando sua bunda mais para mim e meu dedo aprofundando dentro dela até tocar seu ponto esponjoso aquele que fazia ela se derreter em um orgasmo alucinante e ela berrou meu nome.

MILENA.

Esperei ela ficar mais calma, para tirar meus dedos dela, fiquei la em baixo sentindo seus espasmos, sua respiração ofegante, até que ela me chamou.

- Vem, meu bem!

Fiquei pensando que como para mim um dia aquele chamado foi minha perdição e hoje era somente sex*, do bom, mas sex*, Helena levou meu coração.

Subi depositando beijos na pele dela, ela sorriu para mim.

- Você continua sensacional, não sei como você sempre consegue acha-lo.

Ela acabou arrancando um sorriso meu, o ponto G dela que a levava ao paraíso.

- Humm, um dom! Fiz graça.

Ela subiu para cima de mim, e me beijou.

- Agora minha vez!

- Não precisa, Marina. Você já me deu prazer somente em fazer você gritar meu nome.

Ela fez aquela cara de menina pidona, cara de cachorro que caia da mudança, facetas de Marina.

- Mas eu quero, e vou ter.

Acabei cedendo me dei a ela, afinal como ela mesmo disse não tivemos nossa despedida, ela sabia o que fazer e como me agradar e acabei goz*ndo com ela.

- Nossa Milena, você continua gostosa demais. Ela deitou sua cabeça em cima do meu peito, passando as mãos pela minha barriga. Suspendeu a cabeça e disse. Desculpa, um dia você vai me perdoar?

- Já perdoei Marina, já perdoei. Sofri quase morri, mas passou.

Ela repousou a cabeça novamente no meu peito e ficou quieta, pensei que ela estava dormindo, minhas mãos fazendo carinho em suas costas cheia de pelos dourados.

Ela saiu de meu colo e ficou de lado olhando para mim.

- Eu precisava disso Milena, para saber o que sinto ainda por você. Eu não te amo.

- Isso eu sei. Não pude deixar de sorrir. Ela era engraçada mesmo falando coisa séria. Pensei que soubesse também depois de tudo que aconteceu.

- Sei que você ainda não me perdoou totalmente, mesmo que diga que sim, mas ela tinha algo que me dominava, me deixava fraca e acabei jogando tudo que a gente tinha fora. Ai tudo acabou com ela e eu so pensava em você, achei que a gente podia ficar junto, voltei pensando nisso, e temos química e um carinho.

- Sim, mas não basta né, não bastou da outra vez, comigo te amando a loucura, não iria bastar agora.

- Agora eu sei, mas alguém me disse, que não gosta de coisas mal resolvidas e eu percebi que precisava ver, sentir e ter certeza, eu te amo, mas como uma lembrança ótima e um sex* maravilhoso. Fez a cara de safada.

- Safada você! Você foi e é muito importante por sua causa mudei muito, mas não te amo mais.

- Eu sei.

- Sabe?

Ela balançou a cabeça afirmativamente.

- Você ama a Helena!

Fiquei sem palavra para dizer, em choque, sem saber como reagir.

- Como assim?

- Você disse ontem chorando que amava a Helena, pediu para ela não te deixar, vocês estão tendo um caso?

Fiquei sem saber o que falar já que Helena era cunhada da Marina, portanto irmã daquele infeliz.

- Fala Milena!

- Sim, amo sua cunhada. Não estamos mais juntas ela disse que ama seu irmão e me deu um pé na bunda.

- Nossa! Que babado. Conta para mim, quero entender isso.

Fiquei olhando para ela, mas acabei relatando tudo, precisava desabafar.

- Que história meu Deus, Helena! Jamais poderia imaginar, nunca. Que poder heim , meu bem!

- Há sim poder mesmo, duas que me abandonam!

Ela ficou triste, como o semblante carregado.

- Desculpa Marina!

- Tudo bem! Mas tem algo que não encaixa nesta história, algo muito estranho.

Neste angu tem caroço e vou descobrir, pensava a menina.

- Nada, Milena fui somente uma experiencia para sua cunhada.

- Pode ser, pode ser ou não.

- Ta, não quero falar mais disso, ok.

- Ta, Milena e Camila?

Fiquei olhando para ela sem entender a pergunta.

- Camila? Como assim Camila.

- Vocês não estavam juntas na minha festa?

- Há sim! Marina era meio doidinha. Ela estava me protegendo de você, eu havia contado para ela nossa história, o seu abandono, e ela como melhor amiga de Helena queria você longe de mim.

Humm agora entendi o por que da história mal resolvida, imagino o que ela pensa de mim.

-Entendi.

Ficamos ali conversando um pouco até que a Marina falou que precisava ir pois tinha que ir almoçar com a família.

Levei ela até a porta ela enlaçou meu pescoço e me deu um selinho.

- Obrigada, por tudo. Fica bem, precisando de mim, estou aqui.

Acariciei seu rosto e dei outro beijinho nela.

- Eu que agradeço!

Camila

Há aquela menina, são sei o que ela tem que me deixa deste jeito, Agatha, Marina, Patricinha ....linda.

Pensar nela meu corpo acendia, o gosto de sua boca na minha, sai da boate, levei a morena para a cama, mas minha cabeça somente vinha a imagem dela.

Merda! Será a sina da minha vida, gostar de pessoas que não posso ter?

É muita falta de sorte desejar uma Albuquerque que ainda por cima fica dando de cima da ex.

Imagina eu cunhada daquele mala? Tendo como sogra aquela entojada da Isabel? Puts senhor quando perdi alguém legal, o senhor me manda isso?

Fui dormi lá pelas tantas e acordei mal de ressaca e cabeça pesada e ainda por cima sonhei que estava trans*ndo com a patricinha, mereço.

Ainda estava na cama quando Helena me ligou com a voz péssima pedindo que mais tarde fossemos ao shopping com as meninas, sinceramente não estava com saco para ela, mas as meninas não tinham culpa de ter uma mãe cagona, falei que talvez iria, vamos ver.

Passei meu dia, pensando, pensando, pensando, levantei e tomei um banho, resolvi ir ao bendito shopping.

Short, camiseta, tênis amarrei meu cabelo em rabo de cavalo e lá vou eu, sei que Helena, vai detestar o look básico, já que anda sempre arrumadinha.

Tínhamos combinado de encontrar na área infantil e lá estava ela, fiquei parada observando minha amiga, seus ombros caídos e a expressão triste no rosto, suspirei.

Como gosta de jogar a felicidade fora senhor!

- E ai chefinha!

- Oi Cá!

- Nossa que voz derrotada meu Deus! Quem morreu?!

- Eu estou morrendo por dentro.

- Por que quer senhorita! Vai jogar fora o que sente pela janela?

-E o que você quer que eu faça Camila? Perguntou exasperada a mulher.

- O simples, lute por seu amor, converse com Milena, diga o que está acontecendo, reaja pelo amor de Dio.

- Camila, eu tenho medo, medo do Fábio, das ameaças dele em relação a Milena, ele está sádico estranho, nem de longe parece o homem com que me casei.

- Ou ele sempre foi assim e você não queria ver né? Ele era manipulador sempre foi sempre fazendo e falando as coisas que te agradavam para te conquistar, era isso o que me irritava e me irrita nele. Ele é dissimulado.

- Você nunca gostou dele, ele não era assim. Não era possível que eu tivesse tão cega será?

- Independente disso Helena, acho que Milena merece que você seja honesta com ela e não ela pensar que você estava brincando com ela, você imagina o mal que está fazendo para ela? Se soubesse da história com Agatha não ia fazer isso.

- Vou pensar prometo, vou pensar. Agora quero um dia de paz com as meninas e você, por favor? Preciso disso, está muito difícil, você nem imagina, eu estou em pânico e só em pensar no Fábio me tocando da vontade de chorar.

- Ele tentou algo?

- Ainda não, mas sei que vai e eu não quero, não consigo mais. Disse Helena com os olhos lacrimejando.

Que situação meu Deus, queria fazer algo para ajuda-la mas o que?

- Você sabe que pode contar comigo né? Se precisar de lugar para ficar minha casa não é grande mas você pode ir para lá a hora que quiser.

- Eu sei, eu sei.

Naquele momento as ninas viram a tia Camila e veio correndo para elas.

- Tiaaaaa Camilaaaaa. Que bom que você veio, falou as meninas.

- Oi minhas lindas, saudades. Disse enchendo de beijos as pequenas.

- Tia, você esta nos devendo uma festa do pijama de novo? Cobrou Camila.

- To sim linda, vamos marcar tá? E agora que tal um sorvete?

- Simmmmmm.

- Vamos Helena?

- Vou ficar aqui pensando um pouco pode ser? Espero vocês aqui.

- Ta certo. E sai com as meninas.

Agatha

Sai do quarto de Milena leve, acho que precisávamos ter ficado juntas para eu principalmente entender que ela era passado. Eu havia perdido a oportunidade com a pessoa linda quando me deixei levar pelo sex* da Claudia.

Agora Inês era morta, não adiantava mais.

Agora minha vida iria entrar em outro patamar, estava livre de fantasmas com projetos estabelecidos e queria mais, bem mais.

Uma coisa não saíra de sua cabeça, a situação da Milena com Helena, não tinha muita intimidade com ela, porém conhecia o suficiente para saber que não era da índole da cunhada brincar com sentimentos dos outros.

Queria entender e ajudar, devia isso a Milena e resolvi que iria investigar isso, há se ia.

Arrumei e fui para casa dos meus pais, almoço de família, o mesmo porre de sempre mas necessário, as vezes eu me perguntava se era filha deles mesmo, claro que adorava a parte de não ter que pensar em dinheiro quando mais nova, mas nunca fui soberba, tanto que a maioria dos meus amigos era pobre.

Entrei na mansão dos meus pais e a minha bela mãe veio me receber.

- Anda sumida heim Agatha?

- Oi mãe. Tudo bem com a senhora? Dei um sorriso de lado dona Isabel detestava quando chamava ela de senhora.

- Estou ótima e você? Como está sua vida? Quando volta para casa? Quando vai arrumar um namorado e casar?

- Aff mãe, você sabe que nunca vou arrumar um NA MO RA DO, quando vai entender isso?

- Nunca, e já falamos sobre isso em Paris Agatha, você sabe as condições e aceitou.

- Sou assim mãe, não vou mudar e você vai ter que aceitar.

Ela mudou de assunto pois escutamos meu Pai descer as escadas, vinha ele e Fábio.

- Oi Pai, oi mano.

- Bem filha? Lembrou que tem família?

Meu pai apesar de ser também meio esnobe era bem mais maleável que minha mãe, e mais carinhoso também.

- Há pai não exagera? Disse dando um beijo na bochecha. Cade Helena e as meninas Fábio?

- Foram para o shopping. Disse com cara de poucos amigos.

- Esta esposa do Fábio é uma sem classe mesmo, invés de vir almoçar com  a família vai fazer programa de doméstica. Disse a Mãe.

Rolei os olhos, não dava conta das idiotices da minha mãe.

- Estou com saudade das meninas ela foi em que shopping?

- No do BH, ia encontrar com a Camila.

Quando ele disse o nome da loira um longo arrepio passou pelo meu corpo.

- Entendi. Vamos almoçar? Tenho um compromisso agora a tarde. Tinha acabado de ter uma ótima ideia.

Almocei com minha família e deixei-os no assunto preferido daquela família status.

Peguei meu carro e segui para o shopping queria ver minhas sobrinhas mas mais que isso queria ver a Loira novamente e esta seria uma ótima oportunidade pensei sorrindo.

Liguei para o celular da minha cunhada e perguntei onde ela estava, e fui encontra-las.

Ela estava sentada na área infantil mas nem sinal da loira e muito menos da minhas sobrinhas.

- Oi Lena! Tudo bem? Falei sorrindo.

- Tudo Agatha. Respondeu uma Helena triste. É minha cunhada não anda bem mesmo.

-Cadê as meninas? Perguntei curiosa.

- Foi com Camila tomar sorvete.

- Há sim, vou esperar aqui com você pode?

- Claro.

- Helena, o que você tem? Posso te ajudar? Queria que ela se abrisse comigo, para eu poder ajuda-la

- Nada, so cansada! Veio dos seus pais? Seu irmão estava lá?

- Sim, ele quem me disse que vocês estavam aqui, aproveitei para ver as minhas lindas, minha vida anda corrida, montando o meu studio.

- Legal, que bom que está dando um rumo em sua vida e saindo da barra da família, você é muito nova.

- Sim não quero viver do dinheiro e das neuras dos Albuquerque.

Ficamos ali conversando, estava nítido que minha cunhada estava triste e cabisbaixa, o que me levava mais ainda a crer que a historia contada pela Milena não era toda verdade, Helena não estava feliz e a cara mais cedo do  meu irmão me dava a certeza que os dois não estavam bem, e se era assim como podia Helena ter dito a ela que o amava? Ai tem, mas vou descobrir ou não me chamo Agatha Marina.

Camila

As coisinhas mais lindas das minhas sobrinhas postiças, criança é de uma leveza e sabedoria incríveis e nas falas infantis percebia que o clima na casa de Helena não estava dos melhores.

- Tia, chamou-me Camila sempre para frente em relação a irmã. Você sabe por que minha mãe tá triste?

- Por que você ta perguntando isso pequena?

- Ela anda chorando a noite no nosso quarto, as vezes dorme com a gente, ta sempre com aquela cara de hoje.

- Deve ser algo do emprego amor. E seu pai?

- Ele anda esquisito tia, com uma cara estranha, mas com a gente carinhoso, meu pai é muito carinhoso, adoro os churrascos dele tia!

- Eu sei pequena, eu sei.

- Que dia vai ser nossa festinha? Ela não esquecia.

- Vou ver se fazemos no próximo fim de semana ok?

- Ebaa, vamos lá na mamãe? Ela ta sozinha. Disse com aquela cara lindinha.

- Vamos sim pequena. Peguei na mão das meninas e fomos encontrar minha amiga.

Caminhei em direção ao lugar em que havia deixado Helena, e ao me aproximar notei que ela estava conversando com alguém, meu coração acelerou e foi parar na boca quando identifiquei quem era.

O que ela está fazendo aqui, senhor? Não estou preparada para encontrar a patricinha, ela me tira do prumo não dá.

Sofia percebeu que a tia dela estava com a mãe e saiu em disparada .

- Tiaaaaaaa, que saudade! Disse dando beijos na baixinha.

- Oi linda da tia, cada dia mais princesa. Disse olhando a menina e levantando as vistas para encontrar aquele par de olhos azuis que esquentavam ela toda.

- Oi tia. Falou Camila dando beijos na Tia.

- Ei linda, respondeu olhando diretamente para Camila.

- Oi Camila! Falou Agatha com a voz ligeiramente rouca.

Meu Deus é covardia né não? Só faço pensar nesta boca e o senhor me coloca ela assim aos meus pés? É o que teste pra cardíaco?

- Oi Patricinha!

A risada infantil quebou o encanto entre as duas moças.

- Tia Camila é Tia Agatha num é Patrícia não?!

Camila sorriu e abaixando até a altura de sua afilhada e ficando também na altura da menina disse debochada.

- Eu sei, mas né o nome não Camilinha é a atitude.

A menina obvio não entendeu nada e Agatha olhou e deu a resposta.

- Bem que gosta da Patricinha né Camila? Disse com um meio sorriso.

- Você é bem convencida heim? Falou exasperada.

Helena ficou olhando espantada as duas, era impressão dela ou as duas estava afim uma da outra? Bem que poderia Camila merecia alguém, mas será Agatha esta pessoa? Seria no mínimo engraçado já que a amiga odiava a família do marido dela.

- Oi as duas? Como assim, isso ta parecendo outra coisa? Disse Helena, cutucando.

- Ta doida é Helena? Esta patricinha é que se acha, demais.

Esta menina me deixa tonta e me provoca, deliciosa fica me olhando com esta cara debochada e sexy.

- Tia Agatha semana que vem Tia Camila vai fazer festa do pijama você vai também?

- Humm lindinha se a Loira me convidar a Tia vai, disse dando uma piscadinha para Camila.

- Era só o que me faltava, resmungou Camila.

Helena ficou rindo da cara da amiga, percebia o total desconforto dela em relação a cunhada, logo ela que tinha resposta para tudo. Camila sempre disse que a cunhada era Gay seria mesmo?

As meninas voltaram para a área dos brinquedos por que a mãe havia dito que tinham somente mais meia hora para brincar, as três mulheres ficaram sentadas conversando amenidades, alias somente Agatha e Helena conversavam, Camila limitava a olhar e concordar com a cabeça.

Ficaram ali até dar o horário das meninas, Helena as chamou e estavam preparando para ir embora quando a baixinha falou perto de Camila.

- Loira tem como você me dar uma carona? Vim sem carro.

Hoje você não me escapa loira, vim de carro, mas depois busco, quero você e terei e será hoje.

- Pega um Uber, tá me achando com cara de chofer? Disse Camila.

Ela passou a mão pelo braço da Loira e olhando no olhos desta disse.

- Nunquinha, ta aí algo que nunca me passou pela cabeça, vai Camila por favor? Disse a menina.

O meu Deus, to louca mesmo so pode.

- Ta sua patricinha folgada.

Helena despediu das mulheres e Camila seguiu com Agatha para o Flat, elas iam em silêncio, ambas sem saber o que dizer e a tensão sexual numa crescente.

A baixinha, olhava as pernas de Camila de fora, o cabelo preso em rabo de cavalo e so pensava em puxar ela para sua boca, a loira pensava na boca deliciosa da menina e do jeito que ela gemia, estava toda molhada mas não podia sucumbir a isto, as duas eram diferentes demais.

Chegaram ao Flat, a Loira desligou o carro e olhou nos olhos castanhos da menina que andava tirando seu sono.

- Entregue Patricinha.

A menina molhou os lábios e o gesto fez o estomago da Loira contrair, a menina levou a mão pequena até o joelho da Loira e disse:

- Sobe um pouco, Camila.

A loira desceu os olhos até a mão da menina e permaneceu com ela no mesmo lugar fazendo pequeno carinho no joelho dela.

- Não acho boa ideia, menina. A voz saiu mais rouca do que ela gostaria.

- Por favor, Camila .

- Agatha, já disse que não gosto de pessoas mal resolvidas, já tive minha cota de sofrimento com isso.

- Não tem nada mal resolvido, já resolvi! Por favor, sobe e toma uma bebida comigo.

Fiquei olhando para aqueles olhos e tudo em mim queria ela. Acho que perdi mesmo meu Juizo senhor!

- Ok, uma bebida, nada mais.

O sorriso brilhou nos lábios da menina e as covinhas surgiram.

É to ferrada! Pensou Camila.

 

No outro lado da cidade alguém recebia as fotos da câmera de segurança do Flat.

Mas que porr* é esta? Agora minha irmã também?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Capítulo novo para vocês. Vem ai grandes emoções para as meninas. Bom domingo e otima leitura.


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 26 - Capítulo 26 Ciclos que se fecham. :
Cleide
Cleide

Em: 06/09/2018

Cara to odiando  esse marido da lena .

Mari e cami se beijam  logo  kkkkkkkl

 


Resposta do autor:

Ixi Cleide acho que vc vai odiar ele um tiquim mais no próximo capítulo Rss!

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Yngrainne
Yngrainne

Em: 06/09/2018

O que posso dizer ,sem comentarios mais um otimo capitulo!
Resposta do autor:

Muito obrigada Linda!Que bom que está gostando!

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web