Este capitulo é dedicado as duas outras mulheres desta historia e aos fãs de Camila.
Capítulo 27 Camila e Agatha Marina
Agatha
Quando na casa da minha mãe fiquei sabendo que minha cunhada estava no Shopping em companhia da loira, resolvi que queria pagar para ver se o que estava sentindo tinha futuro.
A muito tempo não sentia esta vontade de conquistar alguém, ela me instigava com aquele jeito marrento dela, além do que era linda demais.
Aquele episódio no banheiro não saia da minha memória, queria ficar com ela e quando eu colocava algo na cabeça ia atrás.
Cheguei ao Shopping e fui direto onde as minhas sobrinhas adoravam brincar a Loira não estava só minha cunhada com cara de tristeza, aquela história dela com Milena também estava esquisita e eu queria ajudar a pequena, devia isso a ela.
- Oi Lena! Tudo bem? Falei sorrindo.
Ela me respondeu sem muito animo e perguntou sobre o Fábio, eu ainda vou saber o que aconteceu pois pelo semblante dela sei que não está feliz e duvido que o que ela disse a Milena seja verdade.
Quando trocamos algumas falas a loira chegou e meu coração foi parar na boca, ela como sempre me provocando me chamando de patricinha, vou mostrar para ela quem é a patricinha, mas em outro lugar sorri internamente.
Quando Helena chamou para ir embora me veio a ideia de pedir a carona, claro eu havia vindo de carro, mas deixaria ele no shopping só para não perder a oportunidade de fazer a loira me levar.
Ela bem que tentou se esquivar, mas acabou se rendendo e aceitando meu pedido e por fim meu convite para subir até o flat.
Subimos para meu apartamento, ela me olhava de rabo de olho e eu com coração disparado antevendo o que eu queria de todo coração que acontecesse.
- Este é meu cantinho provisório Loira, até eu comprar um lugar para morar, mas antes quero estabelecer meu studio. Disse fazendo ela entrar.
- Legal, até que é aconchegante. Disse ainda tímida.
-Que você quer beber? Água, suco ou cerveja? É o que tem no frigo.
- To de carro, não dá para beber. Respondeu a loira.
- So dormir aqui, tem outra cama. Disse piscando e sorrindo.
Ai quer me matar mesmo é uma descarada esta patricinha.
- Sei! Me dá uma água daqui a pouco vou embora.
- Calma Camila, não vou te morder. Disse debochando a pequena. A não ser claro que você queira.
Oxe, ta de sacanagem comigo né não?!
Peguei a água para a loira que estava sentada no sofá e um suco para mim entreguei o copo e toquei a mão dela com a minha, e a corrente elétrica que sempre passava pelo meu corpo estava lá.
- Diz para mim loira, você tem namorada? Perguntou Agatha.
A loira engasgou com minha pergunta.
- Você é sempre assim patricinha?
- Assim como? Perguntou a menina.
- Direta.
- Só com quem me interessa. Respondeu sorrindo.
Meu Pai, não vou dar conta disso não.
- E eu te interesso?
- Sim, muito. Alias loira disse se aproximando, a muito tempo ninguém me chama tanto a atenção.
- Patricinha você não é fácil heim? Disse Camila. Mas já te disse que nós não iremos combinar, não gosto da sua família e sei que você se esconde no armário e eu já estou bem velha para isso.
- Você não vai ficar com minha família e sim comigo, e não escondo no armário, minha mãe sabe que sou gay, ela que não aceita.
A Loira ficou surpresa com a informação e com o jeito decidido dela.
- Você me conhece pouco loira, sei que já fiz muita burrada, já fiz escolhas equivocadas, mas não sou má pessoa. Não sei por que você me vê desta forma ruim.
- Por que eu tenho olhos uai! Você é a típica garotinha mimada de família rica, que por sinal eu não gosto.
- O que você afinal tem contra minha família?
- Não gosto do seu irmão ele é um falso, machista, que conquistou Helena fazendo e falando as coisas certas e sei que não passa de uma farsa, sua mãe é uma esnobe idiota e seu pai um froixo.
- Nossa senhora, você detesta mesmo heim? Para ter uma raiva crônica assim do Fábio aí tem. Então é verdade que você é apaixonada com minha cunhada? Olhei nos olhos dela para ver sua resposta.
Camila inspirou profundamente e não fugiu da resposta.
- Sim fui apaixonada por sua cunhada por quase toda minha vida.
- Foi ou é? Perguntou a menina.
- Fui, estou me curando, quero alguém que me ame e não que seja como foi com Helena, unilateral.
- Você não respondeu minha primeira pergunta Loira.
- Qual?
- Você tem namorada?
Isso não vai prestar! Não vai não. Pensava a Loira.
- Não, estou e sou solteira.
- Humm, o povo aqui tá mole então! Disse se aproximando ainda mais da Loira.
Os olhos da menina se perderam no azul intenso da loira sentada a sua frente, o cabelo preso no rabo de cavalo, deixando o pescoço branco e esguio desnudo, a camiseta grudada marcava o corpo da mulher e os seios médios me convidavam.
As pernas longas naquele short estavam me deixando louca, de repente meus lábios secaram e eu molhei instintivamente os meus lábios com a ponta da língua, e a loira gem*u sem perceber.
Aquilo fez meu coração acelerar e sem aguentar aquela vontade falei.
- Desculpa loira, mas não dou conta mais.
Sem que ela esperasse puxei sua nuca para mim e nossos lábios se encontraram, minha língua invadiu aquela boca que estava me deixando doida, nosso beijo encaixou e minhas vísceras deram um nó de desejo, tudo explodiu dentro de mim.
A mão da loira me puxou para ela, sua mão cingiu minha cintura e nossos corpos se tocaram produzindo a corrente elétrica que estava me torturando.
Meu Deus, esta patricinha me deixa maluca. Camila você está perdendo este jogo, ou sai ou entra.
Minhas mãos estavam passeando no pescoço da Loira enquanto nossas bocas se saboreavam se engoliam, enquanto nossas línguas bailavam e se sugavam mutuamente.
- Nossa, que beijo. Disse quando o folego acabou e precisamos respirar.
- Ufa! Patricinha até que você beija bem! Disse a Loira.
Nossas respirações desajustadas, rápida, olhos nos olhos e a tensão ali.
- Loira, eu quero você! Disse a menina. Muito.
- Agatha, já disse isso não irá dar certo. Disse resistindo.
Eu não posso cair nisso, senhor. Esta menina é tudo que eu não preciso, eu sei que ficaria de quatro por ela e não quero, não posso me apaixonar por uma Albuquerque.
Olhei nos olhos azuis dela e naquela boca que me enlouquecia e tive a certeza que não iria desistir.
- Não sou minha família Camila e sei que você me quer também.
- Convencida! Disse a Loira.
- Não sou, so digo o que sinto. E quero você!
Puxei novamente ela para mim e busquei seus lábios, minha língua forçou a entrada e ao tocar a dela, a loira gem*u.
Resolvi que só tinha um jeito de Camila entender que eu a queria, seduzindo a loira, resolvi jogar todas as fichas e sentei em seu colo, na posição de amazonas.
A loira enlouqueceu finalmente, e sua mão grande me puxou para perto dela apertou minha bunda arrancando de mim um gemido em sua boca.
- Delicia! Você me enlouquece, loira! Me deixa doida.
Camila desceu os lábios pelo pescoço da menina, sua língua passando e mordendo devagar, suas mãos buscando o corpo da menina.
- Patricinha, não posso, mas não resisto.
- Se entregue, loira, deixe acontecer, você não vai se arrepender.
Senhor assim eu espero.
Peguei as mãos da loira e coloquei ela nos botões da minha blusa, olhando nos olhos dela.
- Me faz sua Camila, me toma e me faz sua!
A loira gem*u e começou a abrir finalmente a guarda.
Camila
Aquele jogo de gato e rato da Patricinha estava minando minha pouca resistência, seu jeito de menina misturado com aquela cara sedutora de mulher estava a me enlouquecer.
Eu sabia que subir ao seu apartamento era um erro, que acabaria que eu não resistiria a atração que se instalou em mim desde o primeiro dia que a vi depois do seu retorno do exterior.
Ela era a personificação do que eu detestava, da elite, daquelas que nunca tiveram que lutar por nada, irmã daquele mala, cunhada do meu maior amor, tinha feito o que fez com Milena não tinha a mínima segurança nela, mas ela tirava meu folego, me deixava louca, me deixava molhada, me deixava sem rumo.
Preciso experimentar, não dou conta mais, que se exploda a razão.
Minhas mãos abriram a blusa da menina, expondo o soutien preto meia taça dela, seus seios fartos, a barriga não muito chapada, mas cheia de pelinhos loiros lindos, tirei sua blusa, devagar, saboreando a visão dela para mim, minha boca desceu até seu colo, beijando tirei seu soutien expondo aqueles seios lindos.
-Meu Deus, você é linda! Disse para ela.
Peguei os seios dela na minha mão, fartos, minha mão que é grande ainda sobrava, meu sex* molhou na hora, coloquei um deles em minha boca, e comecei a ch*pa-lo devagar, saboreando aquela delicia, manando suavemente enquanto minha mão trabalhava no outro, eu olhava nos olhos daquela menina sua entrega, puxei ela novamente para meu colo e levantei com ela agarrada em minha cintura, enquanto eu mamava , suas mãos pequenas puxavam meu pescoço, pedindo mais.
Levei-a para o quarto, deitei- a na cama e quando fui tirar minha roupa ela disse.
-Não ouse, eu que vou tirar.
Dei um sorriso, ela ajoelhou-se na cama, ficando da minha altura em pé, tirou minha camiseta, me deixando somente com meu soutien, sua boca quente me mordeu na barriga, sua mão desabotoou e sua boca inteira ch*pou e mamou.
-Delicia, delicia.
Eu deitei sobre ela, ainda vestida com o short ambas, somente nosso dorço nú se tocando, os seios roçando, as bocas se querendo, nossos gemidos e palavras se misturando, nossas mãos passeando.
- Quero você Camila!
-Eu também te quero, patricinha.
Desci pela sua barriga, dando beijos quentes, minha língua passeando por cada canto dela, ela arqueando o corpo e me buscando me enlouquecendo, abri seu short, descendo pelas coxas grossas e deliciosas daquela menina, deixando-a com a calcinha branca e pequena, molhada, dava para notar.
Voltei olhando nos olhos dela, beijando por dentro da coxa, passando a língua provocando-a.
- Por favor loira, não judia!
Arredei a calcinha dela para o lado, adoro roupa, adoro sex* assim, preliminares lentas e ardentes, deixando o corpo no extremo do desejo.
- Calma delicia, quero você todinha para mim.
Cheirei aquele centro do prazer, seu cheiro de femea invadindo o quarto, eu estava ensopada também, e desejosa dela, segurando a calcinha a ponta da minha língua desceu pela sua fenda molhada, circulando seu clit*ris duro, pulsando, molhada deliciosamente molhada.
Não resisti e enfiei ele todo em minha boca, sugando, mamando seu leitinho, seu mel gostoso, ela gritou meu nome, implorando por mais, mas eu queria deixa-la louca, como ela havia me deixado desde sempre.
-Minha patricinha, minha pequena, vou te deixar louca!
-Já estou loira, já estou.
Subi novamente ficando por cima dela, beijei sua boca com seu gosto, minhas mãos apertando seus seios fartos, sem esperar ela girou por cima de mim, aquele sorriso de covinhas, safado, aqueles olhos castanhos que estavam escuros, me olharam com fome.
- Quero você loira!
Ela desceu até meus seios e voltou a suga-lo como se tivesse fome, ficou ali cuidando dele, me deixando louca, sua mão apertando o outro biquinho, arranhando de leve, me arrepiando toda.
Foi deixando ele e desceu aos poucos, depositando beijinhos, passando a ponta da língua, sua mão desceu até o cos do meu short, e nossos olhos se encontraram, os dela em uma pergunta silenciosa, fechei meus olhos entregue, ela abriu e o desceu diferentemente de mim tirou toda minha roupa, minha pele branca junto com a dela, também branca, voltou novamente até meu sex* depilado e me olhando safada, molhou os lábios, e meu sex* que já estava pulsando, doeu de tesão, ela baixou a boca nele e sem nenhum pudor começou a mama-lo, colocou meu clit*ris em sua boca, sugando com força, como se ela tivesse sido minha por toda uma vida, pois ela sabia exatamente onde e como eu gostava, peguei sua cabeça, forçando ainda mais sua boca de encontro a ele, rebol*ndo para ela, tinha me esquecido que era eu quem devia estar enlouquecendo-a, me entreguei, ela começou a passar a ponta do dedo na entrada, sem penetrar, judiando enquanto me sugava toda, eu gemia, gritando seu nome, implorando para ela me penetrar.
Ela enfiou dois dedos em mim, estocando sem dó, se colocou em cima da minha coxa, esfregando-se em mim, enquanto sua boca me mamava e seus dedos me comiam divinamente, ela ainda estava com a calcinha e eu sentia seu sex* encharcado, pulsando em mim, ela acelerou os dedos e meu sex* começou a contrair de encontro a eles, o gozo se aproximando e ela cavalgando simultaneamente em minha perna, cada vez mais rápido, cada vez mais entregue, me fazendo subir e cair em um abismo imenso de prazer.
- Agathaaaaaaa, berrei seu nome, tendo um imenso orgasmo.
Sendo seguida por ela, que também gritou meu nome.
Eu puxei ela para cima, beijando sua boca com sofreguidão.
- Patricinha, que loucura.
Ela me olhou e sorriu, daquele jeito que me derrete, acariciou meu rosto.
- Adorei, loira. Você é deliciosa.
- Você que é menina, divina, agora é minha vez.
Girei meu corpo por cima daquela menina pequena e linda, seu cabelo castanho aloirado esparramado pelo travesseiro, me encantando, beijei sua boca lentamente e ao mesmo tempo com toda paixão que estava me consumindo.
Desci pelo pescoço dando mordidas de leve enquanto minhas mãos que tinham vida própria seguravam aqueles montes lindos, apertando enquanto ela gemia se contorcendo por baixo de mim, seu sex* coberto pressionando minha bucet* e me deixando molhada de tesão.
Não mais aguentando de desejo tirei sua calcinha encharcada e minha língua sedenta penetrou em seu sex* arrancando da menina um grito alto de prazer.
- Ahhh loira, me ch*paaaa, me come, me faz sua.
Ela me enlouquece me deixa maluca coloquei ela toda em minha boca literalmente, querendo que toda ela fosse minha, só minha, ela levantou sua bunda, arqueando a coluna me dando tudo.
Nosso desejo se encontrando se buscando, tirei minha boca e enfiei dois dedos comendo com toda vontade, extravasando meu querer, estocando com loucura, ela abriu-se para mim, e penetrei mais um dedo, ela girava a cabeça de um lado para outro, segurava e puxava o lençol, palavras desconexas eram faladas por ela, misturando com meus gemidos alto, enquanto eu comia e comia e quando no fundo encontrei seu ponto esponjoso e exposto para meus dedos, o manipulei pressionando e foi ai que ela me deu o melhor orgasmo que já tive de uma parceira em toda minha vida e neste momento eu descobri que nunca mais queria sair dali.
- Camilllllllllllllllaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Sorri.
Fim do capítulo
Meninas estou de férias então os capitulos estão mais curto, mas espero que gostem. No próximo mais Helena e Milena. Beijos.
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Yngrainne
Em: 11/09/2018
Ai que tudo adoro a Camila maluquinha ,espero que a patricinha nao a magoe ,a Camila estava precisando disso ! bjss autora e curta ferias rsrsrs ! Delicioso esse capitulo mas nao demora por favozinho! putzz todo dia eu olho para ver se atualizou fico na espctativa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Resposta do autor:
Oi linda,obrigada vou tentar postar domingo ok! Espero que Camila seja feliz ela merece ne!
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