Este capitulo esta mais longo que de costume, como capriconiana que sou, detalhista rss, não quis diminuir nem partir o capitulo, pois nos próximos as meninas teram decisões dificieis a tomar e eu precisava neste amarrar algumas questões.
Capítulo 20 Vidas entrelaçadas
Narradora
Camila deixou Milena em sua casa, e a morena adentrou pensando em como sua vida estava diferente e em tudo que havia acontecido neste curto espaço de tempo, teria uma conversa difícil no dia seguinte com Carla. Foram quatro anos de muita cumplicidade e por causa dela tinha conseguido recobrar sua vida e ficar tranquila.
Ficou olhando em sua volta tantas lembranças de viagens, do dia a dia de ambas e mesmo refletindo não conseguia entender o por que de nunca ter se apaixonado.
Lembrou de quando uma vez uma ex namorada havia dito para ela “que amor não nasce com o tempo como a maioria diz, amor nasce no primeiro segundo que se vê, o resto é consequência”, acho que afinal ela estava certa, pois no primeiro olhar de Helena ela já sabia que algo iria mudar.
Eu preciso achar um bom momento para contar para ela que Marina era minha ex namorada. Isso fica martelando na minha cabeça, esta menina só entra na minha vida para colocar ela de perna pro ar, droga.
Ainda se acha no direito de vir me querer, tinha que ser logo cunhada de Helena? Nossa estou morrendo de saudades dela, de beijar aquela boca linda e fazer amor com ela. Suspirou. O jeito é dormir e sonhar.
A mulher deitou-se e passou a noite tendo pesadelos com Marina e Helena, lutando por ela, brigando por ela e com ela.
Do outro lado da cidade, Helena estava também se preparando para dormir na residência dos sogros coisa que ela odiava fazer, a pouco haviam subido para se recolher ela e o marido, a mulher tirou sua roupa e encaminhou-se ao banheiro para tomar seu banho, Fábio estava no quarto e ao ver a mulher se despindo ficou com desejo dela, a muitos dias não estava com ela, pensou naquele corpo lindo e esguio e seu membro logo enrijeceu, resolveu participar do banho.
No chuveiro a bela mulher estava absorta em seus pensamentos, sonhando com a boca e aqueles olhos castanhos que tanta falta fazia a ela, estava desejosa e saudosa dos momentos lindos que havia compartilhado com sua pequena em São Paulo, queria tanto repeti-los, mas como fazer? Estava assim distraída quando seu marido encostou seu corpo nu, e ela sentiu a virilidade dele encostando em seu corpo, sentiu um asco grande de ser tocada por ele, o mesmo começou a deslizar suas mãos tocando seus seios.
- Te quero meu amor, quero comer você todinha Helena.
- Fábio, estou cansada, disse ela na tentativa de se desvencilhar dele.
Ele fingiu que não escutou e continuou a buscar seu corpo, massageando seu clit*ris, enfiando seus dedos na mulher.
Helena estava se sentindo suja, mais parecia uma prostituta fazendo sex*, sem nenhum prazer, sendo invadida por mãos calosas que tiravam dela sua individualidade.
- Da para mim, você é minha Helena, minha.
As pernas dele entraram no meio da mulher e forçaram ela a se abrir para ele, fez seu corpo inclinar, o marido estava alucinado, havia muito tempo que ambos não faziam sex*, e ela não teve mais como fugir, fez o que era possível para que acabasse o mais breve possível, o homem copulou com ela, deu um urro de prazer e saiu de dentro.
Ainda de costas para ele, Helena permaneceu quieta enquanto suas lágrimas se misturavam a água que escorria do chuveiro, o marido ainda agarrado ao seu corpo, com a respiração ofegante.
- Você é deliciosa, a mulher mais gostosa que já comi e minha.
Fez a mulher virar-se para ele, e observou que ela estava com os olhos vermelhos.
- O que foi Helena? Está chorando?
-Não, estou cansada e disse para você que nem se importou com isto.
-Você nunca foi destas frescuras e tem dias que não trans*mos, estava com saudade, e te ver nua assim deliciosa não resisto.
Helena ficou olhando aquele homem ali a sua frente, desceu o olhar pelo seu corpo, o membro que ainda estava semi ereto, e se perguntou até quando iria continuar conseguindo manter a farsa de seu casamento, acabara de trair Milena, por que era assim que ela se sentia, traindo, se sentia novamente imunda.
O marido a sua frente continuou observando a mulher e suas reações sabia que ela não havia se entregado como de costume e mais uma vez jurou descobrir o motivo que estava fazendo-a ficar distante dele.
No seu quarto Marina pensava na recepção, até que não havia sido de todo ruim, tirando o fato de ainda ter que fingir ser hétero para a sociedade e aguentar sua mãe querendo apresentar todos os homens solteiros de 30 a 40 anos, o resto foi ótimo. Pode rever as amigas queridas e deliciar os olhos e a boca em Milena, ela estava ainda mais linda do que antes, e agora ainda mais desejável se fazendo de difícil, mas sua reação aos meus toques continuam o mesmo, tenho certeza que se eu fizer direitinho ela não irá resistir por muito tempo.
A menina ficou a lembrar de todas as sensações que teve ao beijar sua ex, e do toque em seu corpo cheio de curvas, era diferente do que era com Claudia, ela a dominava e fazia dela o que queria e com Milena sempre foi um equilíbrio entre dar e receber com igual intensidade, ainda não sabia se o que estava querendo com ela era algo mais ou simplesmente a vontade te-la novamente, mas estava solteira então nada demais. Lembrou também do entrevero com Camila e aquela história de namorar Milena, seria verdade? Até que a loira não era de se jogar fora, tinha olhos lindos e era bem atrevida, petulante, pena que não era muito fã de loiras riu-se, já tinha tido sua cota de loiras falsas e fatais, tinha que tirar aquela historia a limpo e saber se a sua ex estava com aquela doida, pois sim.
O domingo amanheceu ensolarado e as mulheres em suas vidas pensativas e entrelaçadas naquele jogo da vida que embaralha as cartas e uni e desune destinos.
Na mansão dos Albuquerque a mesa já estava posta para o café da manhã e todos da família já estavam a postos para o desjejum.
Enquanto as filhas de Helena, falavam como matracas com despojada tia que dava atenção as pequenas o restante da mesa encontrava-se silenciosa.
Helena havia tido uma péssima noite de sono, sonhando que brigava com Fábio e falava com ele que amava uma mulher, acordou suada e com uma dor de cabeça infernal, e ainda tinha que aturar olhar para a cara entojada de sua sogra.
Foi Agatha que quebrou o silencio da mesa.
- Meninas já viram que somente a gente tem língua nesta casa? Disse falando com as gêmeas. O resto desta família nem conversa, até parece que estou aqui a anos e não viajei por mais de quatro anos.
- Agatha e sua mania de ser espirituosa né minha filha. Falou Isabel com cara de poucos amigos. Mas já que está tão disposta a conversar gostou de sua recepção?
- Até que não foi ruim, igual as que eu participava antes da viagem, mas também desta vez meus melhores amigos estavam.
- E por falar em amigos mana, quem era aquela garota que veio com Camila?
Helena ficou desconfortável com a pergunta e Marina havia percebido.
- Ela como te disse era minha amiga e conhecida antes de minha viagem para Paris, mas você podia perguntar sobre ela para Helena afinal reencontrei a mesma na sala dela. Especulou a menina.
Fábio arqueou a sobrancelha e olhou para a esposa.
- Então Milena trabalha na sua empresa?
-Não, ela é gerente de um projeto terceirizado e é amiga pessoal de Camila. Respondeu Helena, contando uma meio verdade, estava andando em um terreno minado ali.
- Entendi e tem muito tempo? Tornou a perguntar o marido.
- Uns dois meses acho, mas por que das perguntas?
- Nada curiosidade nunca tinha visto ela, e vocês pareciam íntimas, mas agora entendi.
Helena ficou analisando Fábio e aquela resposta dele em relação a Milena fez com que ela tivesse um arrepio lembrando do sonho que havia tido com o marido.
Marina estava pensativa olhando a cunhada, já havia percebido que a mesma ficava bem incomodada com a minha proximidade com Milena, e ao ser questionada pelo mano ficou também sem lugar, qual seria o motivo? Será mesmo que a minha mulher estava namorando a amiga de Helena? Eu precisava urgentemente marcar território e resolver minha vida, não queria novamente perder a Milena.
O café da manhã seguiu-se na mansão dos Albuquerque e as mentes de cada um estava ruminando os problemas que tinham.
Depois do desjejum Helena, Fábio e as meninas voltaram para a casa destes, o silencio imperava no carro da família nem as próprias meninas geralmente falantes queriam conversa, ainda estavam com sono.
- Vamos almoçar fora hoje amor? Falou Fábio.
- Preferia que ficássemos em casa, estou cansada, queria ficar um pouco com as meninas na piscina e descansar.
- Tudo bem? Posso fazer um churrasco para nós, a muito tempo não temos este momento família. Disse sorrindo.
-É. Respondeu uma Helena sem entusiasmo.
O marido ficou a observar a falta de reação, aquilo já estava beirando a indiferença, e o moço não estava acostumado a tanta falta de atenção.
- Querem meninas um churrasco do papis?
- Simmmmm, responderam as gêmeas.
- É pelo menos alguém nesta família fica entusiasmado.
Helena olhou pra ele sem animo, aquilo estava ficando insustentável, sabia que ela não era mais a mesma, a insatisfação com a situação estava chegando no limite, seu corpo clamava pela Milena, e tinha que se sujeitar ao marido.
Em nenhum momento de sua vida imaginara apaixonar por uma mulher, quando na faculdade teve aquele enrosco, apesar de ter achado ótimo o beijo seu corpo não havia incendiado pela menina, e pensara que realmente não teria atração por mulheres, mas quando a mulher de olhos castanhos fortes olhou para ela, suas reações derrubaram tudo.
E agora depois de ter ficado com ela, não conseguia pensar em mais nada com clareza.
Mas pisava em ovos, não sabia como agir, que atitudes tomar, tinha as filhas , ficou olhando aqueles dois seres no carro, e seu coração confrangeu em dor, pensando no caus que seria se ela se separasse do pai delas, mas conseguiria seguir sua vida sem ela? Já sabia que jamais ela iria querer ser a amante, e Helena sabia também que não aguentaria ver Milena com outra, mas o medo das reações do marido que andava estranho e ciumento estava tirando a paz da mulher.
- Ninas, vamos passar o dia na piscina, vou ver se a Dinda de vocês quer ir, querem? As meninas amavam Camila.
- Simmm, Mamis, tia Camila é muito legal.
Chegaram a casa e a baba veio pegar as meninas para troca-las, o Fábio foi para a área de churrasqueira, solicitei a empregada levar as coisas para o churrasco e subi para colocar uma roupa e ligar para minha amiga, estava precisando de cia e de alguém para manter o marido longe.
- Camila, bom dia! Amiga vou ficar com as meninas na piscina hoje, Fábio vai fazer churrasco, vem para cá?
- Ai jesus, ninguém merece ser acordada em pleno domingo de madrugada, céus Helena, e ainda aguentar o mala do seu marido, preguei o pai na cruz né não?
-Faz por sua amiga Cá, preciso de você, vem ai dorme aqui e amanhã vamos juntas pro serviço.
- Aff, ta doida, dia inteiro aguentando este seu marido? O que não se faz por quem se ama né! Sabia que a amiga estava mal. Farei por você, mas ficará me devendo heim.
- Te amo, amiga. Te espero.
Quem dera mesmo que fosse amor, suspirou a loira.
- Pelo menos terei o colírio para os olhos da baba? Falou rindo a loira.
- Sim, safada. Mas não vai machucar a menina ok?
- Sou um gentleman baby. Até daqui a pouco.
Carla
As minhas férias coincidiram com a crise de meu relacionamento, eu sabia que nunca havia tocado de fato o coração de Mile, ela era minha, na cama, na vida, mas o sentimento nunca havia sido meu.
Nos conhecemos por um aplicativo, e eu me encantei por ela de cara pela foto, e resolvi me arriscar para um encontro.
Marquei em minha casa, por coincidência estava de férias e havia chegado de viagem da roça de minha família, ela chegou em minha casa tão linda, ela tirou meu folego logo de cara.
Eu sou muito tímida e ela também, mas nossa conversa fluiu bem, ela me convidou para ir em um aniversário naquele dia, e eu resolvi aceitar.
Fomos para a boate, e depois de uma noite mega agradável ela me convidou para dormir na casa dela, e no primeiro encontro tive uma noite de amor maravilhoso, ela era uma amante voraz e me ganhou no primeiro dia.
Eu tive um relacionamento de muitos anos com a Ana e depois havia casado com um homem para esquecer a decepção do termino com ela, mas não deu certo, definitivamente sou lésbica e encontrar Milena foi a prova disso, meu corpo e coração era dela.
Ficar estes 20 dias longe era um risco, mas depois de quatro anos não dava mais para ser somente o estepe de alguém, eu quero ser feliz ter alguém para mim, que me ame.
Iria doer, mas era chegado o momento de saber qual a escolha dela, sabia que algo estava acontecendo com sua mulher, e sabia como ela era, não conseguia ficar pela metade.
Estava chegando em Belo Horizonte e meu coração estava aos pulos o que seria de minha vida sem ela? Tomara que sua escolha fosse por nós.
Me dirigi para nossa casa, adentrei o local e fiquei observando nosso canto, e as memorias de tudo, estava silencioso e resolvi ver se ela estava no quarto.
Cheguei naquele local que já foi palco de várias noites de amor, ela tava deitada de bruços, coisa rara, por que só dormia de lado, a coberta no meio das pernas grossas, sua mania, linda e deliciosa, tomara Deus que continuasse minha.
Encostei no batente e suspirei, ela tinha o sono leve e acabou percebendo minha presença.
- Oi linda, falei com ela.
- Oi. Esfregou o olhinho igual menino pequeno, eu achava fofo, como amava esta mulher.
- Vou fazer café para nós enquanto você acorda. Me dirigi a cama e dei um beijo em sua cabeça. Estou com saudade.
- Eu também, Carla. Você é especial.
Suspirei, sabia que a conversa não seria fácil, a conheço bem demais.
Preparei o café do jeito que ela adora, os seus ovos mexidos e tudo mais.
Ela chegou a cozinha, com seu baby doll cor de rosa, fiquei observando suas pernas grossas que ela odeia e eu amo, seus seios pequenos e deliciosos, meu coração já sabia que a tinha perdido, iria morrer um pouco, mas também sou grata pelos melhores anos de minha vida ela tinha me mudado.
- E ai linda, como está tudo por aqui? Perguntei puxando a conversa.
- Indo. Respondeu.
- Nossa quanto animo heim!
- Carla, sei que você me conhece, e sei que sabe que não ando bem!
Suspirei, ela já quer falar de tudo, pensei que teríamos mais tempo.
- Sim eu sei, você quer conversar?
- Sim, vamos acabar o café e sentar para nos falar, quando saiu daqui pediu para eu pensar.
Tomamos o café, falei da viagem, da roça, gostava de ir para lá porque não tinha celular, não tinha nada só a paz.
Sentamos no sofá depois do café uma de frente para a outra como a 4 anos atrás, quando nos conhecemos, mas agora eu sabia ser diferente.
- Carla, você é a melhor parte de minha vida nestes últimos anos, uma companheira, uma amiga e mulher linda, mas meu coração você sabe era de outra pessoa.
- Você ainda quer a Marina depois de todo este tempo Milena? Não entendendo esta menina acabou contigo Milena por Deus! Falei impaciente e brava.
- Não Carla, não quero Marina, ela foi um amor forte, motivo de 7 meses de choro, de angustia e você chegou e amenizou tudo isso, me deu amor, carinho, luz e me fez forte. Definitivamente não quero ela, e para você saber ela voltou e já até tive o desprazer de vê-la.
- Voltou? Nossa tudo aconteceu em 20 dias? Mas se não é por causa dela qual o motivo de você falar comigo como despedindo?
- Por que mesmo antes de você sair de viagem eu vinha refletindo que não posso estar em sua vida sem te amar por completo você merece alguém que te ame sem reservas sem ses no meio do caminho. E não quero fazer com você o que Marina fez, te enganar, não sei ser assim.
Meu coração doeu, as lagrimas escorreram por minha face, apesar de ter vindo preparada para isso doía demais perder minha pequena.
- Você esta apaixonada por outra é isso? Por que se não for Milena não tem problema eu te amar mais.
- Não quero te fazer sofrer Carla, mas não quero ser uma mentirosa. Sim conheci uma pessoa que está mexendo comigo, de um jeito que não consigo mais fugir nem fingir.
Nesta hora meu mundo foi jogado pro alto e sabia ter a pedido.
- Agradeço sua verdade apesar de ser para mim a pior coisa que podia escutar, por que eu Te amo.
Ela se aproximou de mim e me tomou nos braços, fazendo carinho, meu corpo acende por ela somente com um toque mesmo que sendo de amizade para ela, para mim era amor.
- Eu quero você Milena, eu te amo. Falei fungando. Olhei nos olhos dela, aqueles que eu amava, seu rosto tão próximo. Mata minha saudade eu preciso de pelo menos uma despedida.
- Carla, você não merece isso. Não quero te machucar.
- Mas eu sei, não vai machucar, por favor. Beijei aqueles lábios macios de boca carnuda e minhas mãos puxaram sua nuca. Ela acabou cedendo.
Ela tomou minha boca, ela era sempre mais ativa, seus lábios e sua língua me devorando dando para mim aquilo que eu amava. Desceu a boca para meu pescoço e tirou minha blusa, massageando meu seios enquanto a boca ainda passava a língua pelo meu pescoço.
Tirou o soutien e começou a sugar meu mamilo, meu ponto G como costumava dizer Milena, e como ela sabia me deixar louca, sou capaz de orgasmos múltiplos somente com ela mamando em mim.
Sua mão adentrou minha saia, empurrando minha calcinha para o lado, ela adorava isso, roupas, gostava de sex* sem ter que tirar tudo, nunca entendi muito bem esta fissura dela, mas ela ficava louca quando me comia sem tirar nossas roupas, mas eu queria mais, afinal seria nossa despedida.
- Quero tudo meu amor, vamos pro quarto.
Ela me olhou nos olhos, triste, mas eu não queria “aguar o bom do amor” resolvi sorrir.
- Vamos a nossa despedida.
Me entreguei a ela, do jeito que amava, ela me comeu deliciosamente, sugou meus seios do jeito voraz dela, sua mão em meu sex* pulsante com saudades e molhada de desejo, nossos gemidos deliciosos, e seu dedo enfiando dentro de mim em um vai e vem rápido e forte. Meu gozo uma explosão, a saudade misturada com a dor da despedida, ela tinha me feito muito feliz, e eu sabia que não podia negar ela o recomeço, desde sempre eu sabia que ela não era minha, estava somente emprestada.
Recuperei o folego e disse.
- Agora é minha vez. Sorri.
Montei em cima dela, desci pelo pescoço, passei pelos seios delicioso que ela não tinha muito tesão, e fui rápido ao seu centro de prazer, e comecei a suga-la, ela era uma mulher sem limite, quando ativa era demais mas quando se entregava era um vulcão, seu sex* pulsante de grelo imenso, e grandes lábios me levava a loucura, enfiei dois dedos dentro dela e comecei a estocar com força da maneira que havia aprendido com ela e do jeito que ela amava, enquanto fodia ela, me movia em sua perna grossa, seus gemidos escandalosos foram subindo até a conhecida explosão de seu orgasmo delicioso.
- Incrível como sempre. Suspirei. Iria ficar com saudade de nosso sex* que somente recentemente tinha ficado muito bom, pois demorei a me entregar.
- Sim, você aprendeu direitinho. Falou ela sorrindo.
Abracei ela, sentindo o cheiro delicioso de sex* e dela.
- Como será agora? Você vai embora? Perguntei triste.
- Já me mandando passear? Fez graça. Vou sim, mas não olhei nada ainda, minha vida anda uma loucura de trabalho.
- Não tenha pressa, posso conviver com você aqui, e quem sabe desfrutar de várias despedidas como está? No amor vale tudo né!
- Besta. Carla era assim mesmo, tímida ao extremo e engraçada com as pessoas que ela tinha liberdade, fiquei olhando para ela, amava seu jeito e aprendi a admirar seria tão simples se ela me bambeasse a perna como ela me fazia, Helena. Acabei de fazer amor com minha ex e somente penso nela, inferno.
- Agora sério Mile, pode ficar aqui o tempo que for, te amo e não terei outra tão cedo, quem sabe você percebe que este encantamento não é nada e volta comigo, já que a sombra voltou e não te deu comichão.
- Só você mesmo Carla, não quero falar disso agora pode ser?!
- Claro, deixa eu desfazer as malas e arrumar as coisas você sabe como sou não gosto de bagunça.
- O cê sei rss, pelo menos disso vou ficar livre heim!
- Magoei! Disse mostrando a língua para Milena e saiu para arrumar as coisas deixando Milena, no quarto a pensar.
Helena
Na casa de Helena, Camila já havia chegado com sua habitual alegria e cara de pau!
Jogou charme para a babá e soltou farpas para o Fábio que estava na churrasqueira.
Helena ficava observando a amiga que apesar de ser pouco mais nova que ela parecia uma criança brincando com suas filhas, colocando-as nos ombros dentro da piscina.
- Cuidado com elas Camila, vai pro meio da piscina, se cai bate a cabeça na borda, sua doida.
- Invés de ficar ai dando ordem devia é estar aqui dentro, afinal são duas e eu só uma rss, podíamos fazer guerrinha!
- Olha bem para minha cara Camila, vê se estou na idade de ficar guerreando com minha filha no ombro! Só tu mesmo!
- Vemmmm mãe, é legal! Disse Sofia que esperava a vez na beira de piscina com a babá, que estava literalmente babando no corpo da Loira descarada!
- Camila, tira sua afilhada do ombro e vem aqui tomar um suco! Sofi, vem cá na mamis também, depois a gente brinca mais.
- Lú, pega suco para as meninas e passa protetor nelas para mim. Falou para a babá.
Camila saiu da piscina, com a afilhada e entregou-a para a baba roçando os dedos na lateral dos seios da moça e dando uma piscadela, mordendo os lábios, a garota ficou vermelha como um peru.
- Tu não é fácil né Camila?! Ralhou Helena. Deixa aproveitar que Fábio está entretido ali e preciso de pedir uma coisa.
- Tava demorando a exploração gente?! Eu sou sua empregada só na empresa viu? E o que vou ganhar beijinho? Se for eu faço! Disse piscando!
- Tome vergonha na cara Cá! Preciso ficar as sós com Milena, não aguento mais de saudade, mas não quero ir a um motel, não tenho coragem ainda, e ai queria ver se você emprestava sua casa por umas horas! Pediu com cara de cachorro que caiu da mudança.
Gente fala sério, é muita covardia com minha pessoa né não?!Eu sou apaixonada por ela e ela quer levar a baixinha sexy para trans*r na minha casa? O senhor coopera ai né não?!Já disse pro cê ser bonzinho comigo e mandar uma mulher gata para eu esquecer esta desnaturada aí.
- Bom vou pensar, se quero melado na minha cama! Falou zombeteira.
- Camilaaaaa, você não leva nada a sério! Por favor ajuda sua amiga e comadre.
- Sei! Fiz bico de charme. Que você não me pede sorrindo que não faço chorando né?!
- Acho que você errou o ditado, mas obrigada, eu preciso muito ficar com ela.
Não minha gata, errei não é chorando mesmo que faço.
Quando elas estavam ainda falando sobre o assunto Fábio se aproximou das mulheres e sentou-se próximo de Helena acariciando suas coxas desnudas.
Camila notou o desconforto da amiga e a cara de imbecil do Fábio, ela detestava ele com toda força. O rapaz fazia de tudo para provoca-la sempre foi assim desde que a conheceu pois sabia que Camila era lésbica e tinha certeza que era caidinha pela esposa, apesar de nunca ter dito nada.
- E ai Camila, a mulher que estava contigo na festa da Agatha é sua nova namorada?
Camila quase engasgou com o suco que estava tomando com a pergunta direta do Fábio e ficou sem saber o que responder.
- Anda muito curioso a cerca da amiga de sua irmã Fábio, por acaso está interessado nela? Vira e mexe pergunta algo sobre! Falou Helena dando tempo para Camila.
- Já disse fiquei curioso por que não a conhecia e vocês três pareciam intimas e fiquei ainda mais surpreso em saber que ela era amiga de minha irmã.
- Ela é uma amiga Fábio, e tem um projeto conosco na empresa, ela já é comprometida, mas acho ela linda quem sabe ela não cai de amores por mim né?! Afinal sou linda e gostosa?! Falou a doidinha!
Fábio entortou a cara em uma clara demonstração de preconceito.
- Sim você é bonita sim, apesar de não chegar aos pés de minha deliciosa esposa, e você devia era arrumar um namorado e casar, isso sim seria certo.
- Oi? Deixa ver se entendi, você está querendo dizer que tenho que arrumar um HOMEM, isto ai me parece preconceito, então deixa te dizer sabe quando vou arrumar um homem? N U N C A, nunca.
Antes que começasse o bate-boca Helena interviu.
- Fábio estou com fome, podia trazer carne para nós!
O marido saiu pisando duro e Helena suspirou.
- Este seu marido é um imbecil, Helena, não sei como você se apaixonou por um idiota com este. Falou irada a Camila.
- Camila, ele é imaturo em algumas coisas, mas é uma boa pessoa e pai de minhas filhas, eu não o amo mais, isso eu já sei, porém ele me deu as melhores coisas de minha vida, e não quero faze-lo sofrer, espero sair desta situação de um jeito sem briga.
- A então desista minha filha, pois du vi do que este sacripantas metido a besta, deixe você se separar de boa ainda mais sendo por uma mulher, você teve uma pequena prova agora.
- Sei que não será fácil, eu sei.
As mulheres ficaram em silêncio cada uma pensando nas coisas acontecidas ali, Helena preocupada com os questionamentos de Fábio e Camila odiando ainda mais aquele homem que um dia roubou dela a oportunidade de conquistar a mulher que amava.
Elas ainda ficaram na piscina e almoçaram com as ninas, Fábio ficou distante depois do entrevero, e após o almoço ele se retirou deixando-as sozinhas.
Levaram as meninas para a sala de cinema e ficaram lá assistindo filme, acabaram adormecendo todas.
Levantaram a noitinha, Helena chamou as meninas e Camila.
-Acorda dorminhocas, hora de banho e preparar para o jantar. Chamou as meninas.
-Vixe nem pode mais dormir nesta casa, senhor! Disse mal-humorada Camila. A loira odiava acordar.
- Bom vai com as meninas, leve-as para a Babá e vá tomar seu banho para o jantar, vou lá providenciar o que vamos comer, enquanto você sobe.
- Ok chefe! Vamos ninas, o general mandou! Riu a loira.
- Camila, estrague seus filhos não os meus né!
A loira subiu com as gêmeas enquanto Helena foi a cozinha falar com os empregados o que fazer para o jantar.
Estava organizando as coisas quando uma visita inesperada adentra a cozinha.
- Oi Lena.
- Oi Agatha, não estava te esperando.
- Uai o Fábio não te avisou, mais cedo falei que iria passar aqui, preciso falar com ele sobre um apartamento para mim, não quero mais ficar em hotel e não vou voltar para casa definitivamente.
- Não ele não disse, porém estava com as meninas na sala de cinema então não o vi.
- Ok, ele ta la em cima? Queria falar com ele.
- Sim deve estar no quarto ou escritório, pode subir.
- E as minhas lindas estão dormindo?
- Não, a babá deve estar dando banho nelas, pode passar lá.
- Ok vou subir.
Narradora
Agatha subiu as escadas e resolveu passar primeiro no quarto das meninas, sabia que depois do banho era pouco provável as meninas durarem tempo suficiente para vê-las antes de dormir.
Ao adentrar a antessala do quarto das meninas deparou com a loira aos pegas com a babá.
- Mas que diabo está acontecendo aqui?! Que pouca vergonha é esta no quarto das minhas sobrinhas?! Falou furiosa.
A babá que estava com a saia enrolada na cintura, ficou rubra de vergonha e gaguejou.
- Nada dona Agatha, nada. Vou dar banho nas meninas. E saiu em disparada para dentro do quarto.
- Camila que pensa que estava fazendo, você não tem vergonha nesta sua cara deslavada não? Você não disse que estava com Milena?
Vixe, esqueci disso, mas também como eu ia adivinhar que a patricinha ia aparecer bem na hora que finalmente consigo dobrar a Lú, ninguém merece.
A loira aproximou de Agatha e colocou os dois braços na parede prendendo a garota no meio, maior do que ela baixou a cabeça e falou bem próximo desta.
- Patricinha tá com ciúme é? Tem para todas! Milena não é ciumenta, se quiser dou uma amostra já que interrompeu o que eu estava fazendo. A loira desceu a boca e roçou de leve os lábios em Marina. Ao fazer isso uma descarga elétrica percorreu seu corpo e Marina deu um sonoro tapa na cara de Camila.
- Mas que descaramento é esta sua doida! Quem te deu esta liberdade heim?! Falou possessa Marina.
Camila levou a mão ao rosto onde ainda ardia o tabefe da garota.
- A patricinha tem topete heim! Da próxima você quem pedirá, pedirá não implorará um beijo meu, e ai vou pensar se vou dar!
- A vá te catar Camila! e saiu pisando duro a garota até esquecendo que havia ido ver as sobrinhas.
Céus o que foi isso, estou toda tremendo com um simples roçar de lábios, esta patricinha tem alguma coisa que me excita, eita só de pensar que ela é uma Albuquerque, filha da cobra , irmã daquele idiota já me dá nos nervos, mas que ela é deliciosa isso é, nossa ainda tem Milena, imagina eu pegando a ex dela?! Além disso ela não presta, aja visto o que fez com a baixinha sexy. Tira isso da cabeça dona Camila, corre disso. Conversa a mulher com ela mesmo.
Resolveu ir para o quarto tomar um banho gelado.
Uma Marina completamente sem chão saiu do quarto das sobrinhas corrida.
Mas que diabo está acontecendo comigo?! Como aquela loira descarada pôde fazer aquilo? E por que cargas d’agua eu reagi deste jeito? Por que gostei dos lábios dela nos meus? Deve ser carência só pode, falta de sex*. Tenho logo que dar um jeito de ficar com Milena, isso sim.
O resto da noite transcorreu de forma tranquila e as mulheres desta história, cada uma em seu canto, traçava e esperava os fios do destino que estavam entrelaçados e começavam a apertar.
Mais uma semana começou e com ela todas as tribulações da rotina que nos toma tempo.
Helena, não via a hora de poder ver e falar com Milena, saiu de sua casa cedo com Camila, que estava de forma inédita calada, desde o jantar em sua casa com a presença de Fábio e Agatha que ela não abria a boca.
- Ta tudo bem Camila? Perguntou Helena.
- Ta sim! Respondeu lacônica.
- Ok então, posso falar com Milena do encontro em sua casa?
- Pode sim, será hoje?
- Não vou marcar com ela amanhã, assim programamos.
Em outra parte de BH, Milena acordava tendo ao lado sua ex, ainda era estranho para ela, já tendo terminado com ela, ainda estar no mesmo leito.
- Oi amor! Bom dia! Disse Carla.
- Oi Carla. Bom dia!
Resolvida a não ficar dando margem a que Carla tivesse duvida resolveu não ficar muito emotiva com ela.
- Vou levantar, tenho que ainda passar na empresa antes de seguir para o Projeto.
- Tá bom, ainda to de férias então vou ficar morgando aqui um pouco.
Milena, se arrumou e foi a empresa tinha uma reunião com o Luis, além dele estava com saudades de sua Deusa, desde sábado não tinha noticias dela, como será que ela estava?
- Oi Luís, quais as novas?
- Oi Milena, as novas é que Maura vai vir a BH nesta semana, para a segunda parte do projeto, então prepare-se?! Disse rindo o rapaz.
- Aff era só o que me faltava! Espero que ela se comporte rss! Mas falando sério, deixarei tudo pronto para as reuniões com ela. Vem que dia?
- Quarta e fica até sábado ao que parece, então prepare sua agenda, com o pessoal do varejo, por que se bem conheço a Maura ela vai querer toda sua atenção. E Milena hoje preciso que você fique por aqui na parte da manhã pois vou precisar me ausentar.
- Tá, respondeu Milena de má vontade, pensava somente em Helena.
Milena foi para o escritório e resolveu ligar para sua Deusa, o telefone tocou por três vezes, estava para desistir quando a voz deliciosa desta falou.
- Alô, quem fala?
- A mulher que clama por ti. Estou morrendo de saudade de você meu amor!
- Milena, suspirou Helena. Você não vem hoje?
- Não sei amor, mas podíamos almoçar que tal?
- Podemos, mas terá que ser somente um almoço rápido por que tenho uma reunião e quero também te fazer um convite.
- Humm já estou curiosa.
- Não sabia desta sua faceta, pequena.
- Sou curiosa sim, nos vemos no nosso restaurante?
- Sim meu bem, mal posso esperar.
A manhã passou rápido e as mulheres se encontraram na hora do almoço, como sempre Camila foi com elas.
Helena e Milena, mataram um pouco da saudade de ambas e Helena perguntou a Milena sobre se encontrarem no outro dia na casa de Camila.
Almoçaram e despediram e nem puderam ter um momento íntimo.
O dia se findou a noite adentrou e amanheceu em BH.
Helena e Milena, dormiram mal de tanta ansiedade de se verem, estavam contando as horas para encontrarem-se, ficou combinado de Camila levar Helena para a casa e Milena iria depois.
Marina
Quando tocou a campainha e a porta se abriu seu coração foi na boca, ao olhar aqueles olhos negros lindos e aquele sorriso estonteante que me deixava mole, encostei no batente por que temi que minhas pernas não me sustentassem.
Ela estava com uma calça social preta colada, uma blusa clara com mangas curtas que deixava seus ombros desnudados, cabelos soltos, linda demais.
Ficamos nos olhando e meu sorriso desenhou nos lábios e umedeci pois secou diante de tamanha beleza, ela estendeu sua mão em minha direção e nossos dedos se entrelaçaram.
Ela me puxou para dentro fechando suavemente a porta, e me puxou para dentro do meu lar, seus braços.
Colamos nossos corpos e nossas bocas sedentas se encontraram e reencontraram, nossas línguas começaram a bailar, sugando sôfregas de paixão.
Quando nos faltou o ar pausamos, nossas testas encontrando- se, suas mãos em minhas costas, fazendo movimentos circulares, algumas vezes apertando, nosso silencio cheio de significado e amor.
- Vêm meu amor, quero você- disse Helena- Me puxando pela mão.
Adentramos o quarto, nossas bocas novamente grudadas, mordisquei seu lábio devagarzinho, passei a língua contornando sua boca, desci pelo seu pescoço esguio, minhas mãos entraram por dentro de sua blusa arranhando sua pele, meus dedos acariciando os seios apertando o biquinho por cima de seu soutien, Helena gem*u, um gemido sôfrego, suas mãos me puxaram pela bunda, fiquei toda melada.
- Milena, minha pequena, te quero amor!
Escutar ela sussurrando em meu ouvido, foi o estopim, conduzi ela até a beirada da cama tirando sua blusa, distribuindo beijos por todo o seu colo , tirei o que impedia de me deliciar naqueles montes deliciosos, coloquei na minha boca enquanto minha mão apertava o outro, mamei deliciosamente, com força, os gemidos da minha mulher cada vez mais alto, cada vez mais entregue.
Arranhei sua barriga, aquele tanquinho delicioso, desci com minha boca, minha língua molhada ch*pando, abri sua calça, olhando em seus olhos, despi, mordiscando seu centro do prazer por cima da calcinha que estava ensopada.
- Isto tudo para mim amor? Molhadinha assim por minha causa? Arredei a calcinha para um lado e pincelei minha língua em sua fenda deliciosamente melada.
Helena enlouqueceu e pegou minha cabeça apertando no meio de suas pernas.
- Calma amor, te darei todo prazer do mundo hoje.
- Por favor Milena, me come, estou morrendo aqui.
Deitei minha mulher na cama, e comecei a me despir para ela, tirei minha roupa lentamente olhando para sua cara de tesão que me devorava.
Subi em sua cintura e desci meu corpo encostando meus seios nos dela, roçando nossos corpos, as mãos de minha mulher me apertaram e ela se contorceu abaixo de mim, gem*ndo e me mordendo.
Desci sentindo seu cheiro delicioso, até chegar onde me acabo, suspirei, tirei sua calcinha e junto com ela descendo molhei ela toda com minha boca sugando cada parte dela, me posicionei em seu meio e coloquei todo seu clit*ris em minha boca mamando naquele montinho pulsante, seu gosto doce me embriagando, Helena começou a rebol*r em minha boca , colocou seu pé no meu ombro abrindo-se toda para mim, afastei causando um lamuriar dela, olhei embevecida aquela mulher aberta para mim.
- Gostosa, deliciosa, vou te fuder bemmm gostoso minha Deusa.
Lambi de baixo para cima, minha língua em movimentos circulares em seu grelo, entrei dentro dela com dois dedos, em um vai e vem rápido e forte como já sabia que ela gostava.
- Entra Milena, fode amor, fode gostoso sua mulher.
- Rebola para mim amor. As paredes dela começaram a moer minha mão, e meus movimentos circulares dentro dela tocaram seu ponte de combustão e Helena berrou meu nome no meio do seu orgasmo.
Nem bem ela se recuperou e me virou de costas para ela abrindo minhas pernas e montando em minha bunda de lado, enquanto se esfregava em mim, entrou com dois dedos em minha bucet* enquanto seu dedão pressionava meu ânus me levando a loucura.
- Amoorr, ta aaa de li cccia, come Helena, mais forte. Meu corpo começou a convulsionar, e senti que a minha mulher estava indo junto comigo.
- Goz* amor comigo, goz*! Milenaaaa, eu te amo, desabou em minhas costas.
Ao escutar aquelas três palavras dita por ela, meu orgasmo veio poderoso e comecei a chorar.
Helena ainda dentro de mim, mexendo devagarzinho, suspirando em meu ouvido, amor te machuquei?
- Repete Helena, repete o que que você disse.
Ela retirou seus dedos lambendo a mão, sugando meu gozo, olhando em meus olhos.
- Eu te amoooooooooo, linda, amo, amo você.
- E eu amo você desde o primeiro olhar Helena, não quero mais viver sem você.
Nos abraçamos e demos um beijo cheio de amor, de enlevo e ternura, nossas mãos entrelaçadas, o beijo foi aprofundando e nosso desejo se despertou e nos amamos com loucura novamente.
Coloquei ela ajoelhada em minha boca, sentou-se em minha cara me lambuzando com seu mel delicioso cavalgando minha boca enquanto seus dedos masturbavam meu clit*ris, seu corpo em cima de mim nos levando ao ápice novamente.
Tínhamos muito o que falar, conversar, eu precisava falar de Marina, mas naquele momento nem eu nem ela queríamos quebrar nossa declaração de amor, e como em outras vezes a conversa difícil ficaria para depois.
Passamos a tarde juntas, no fim de tarde era hora de partir, Helena me levou a porta, e em uma atitude inesperada enlaçou seus braços em meu pescoço e me deu um beijo caliente e delicioso.
Que interessante, tem gente que irá amar, só que não a notícia! Senhor Fábio, preciso mostrar algo ao senhor.
Fim do capítulo
Espero que gostem, e comentem, beijos.
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