Capítulo 19 - Consequências
Milena
Devia ter ficado em minha casa, eu sabia que não estava preparada psicologicamente para Marina e Helena em um mesmo ambiente ainda mais com o marido dela presente.
Mas nada tinha me preparado para Marina me assediando, era incrível que depois de tanto tempo ela ainda queira reatar algo como se nada tivesse se passado, o ódio que eu sentia maior é meu corpo ter respondido aos carinhos dela e minha mente ter custado a reagir a sua invasão e ainda por cima ao sair do banheiro dar de cara com a Helena.
A Marina sempre foi acostumada a mentir o seu status então foi ela quem primeiro se recuperou do susto.
- Nada Helena, aproveitei que Milena entrou para retocar a maquiagem e usei o banheiro aproveitamos para relembrar os velhos tempos. Disse com a cara mais deslavada do mundo.
Em outro tempo eu acharia até graça de como ela é rápida em arrumar desculpas, mas estava era fula, fula com Marina me assediando, fula com Helena me questionando, ainda mais depois da cena que eu havia visto agorinha com o marido. Como ela pode vir aqui e perguntar o que estava acontecendo? Ela nem tinha este direito de questionar coisa alguma.
Ela ficou nitidamente com a cara interrogativa esperando uma reposta minha, que por sinal eu nem queria dar, por desaforo.
Mas para evitar ainda mais coisa naquela noite dei de ombros e respondi.
-Isso mesmo, Helena. Vou descer e encontrar minha acompanhante.
Para quem me conhecia meu tom saiu ríspido e para meu desgosto vi a cara de quem não ta entendendo da Marina, esqueci neste instante que ela sabe quando estou com raiva, com ciúme e a ponto de explodir.
Resolvi sair de perto, antes que ficasse pior. Desci e procurei Camila, que estava conversando com uma mulher, cheguei e perspicaz como ela percebeu que algo estava errado, pediu licença e saímos caminhando.
-Que foi Milena? Aconteceu algo?
- Sim, a cara de pau da cunhada de Helena, me jogou para dentro do banheiro, me deu um beijo, me assediou, disse que me quer de volta e ainda por cima ao sair dou de cara com sua amiga.
- Nossa isto tudo neste curto espaço de tempo? Esta menina não se enxerga não? É mesmo uma cara de pau! Ainda mais que eu havia dito que você estava comigo, é uma mimada mesmo, nunca vai mudar. E Helena o que disse?
- Questionou o que estava acontecendo. Até parece que ela pode muito mesmo me questionar. Falei ainda com raiva.
Vixe que a baixinha sexy ta uma arara.
-Calma, Milena. Você está estressada, em relação a Helena eu entendo ela gosta de você, tem ciúme uai.
- Ciúme sei! Ciúme tenho eu de ver o marido dela agarrando-a na minha frente.
O caso é de rir, mas sei que nem posso, ela ta fula.
- Mas você sabia disso uai, não pode culpa-la. Quanto a Marina precisamos colocar ela no devido lugar.
- Você é amiga de Helena claro que vai a favor dela, e eu sabia sim, só não quero ver.
- Fica calma, você precisa entender se quer que dê certo, você vai ter que ter paciência minha cara, sabia no que estava se metendo, não é?!
Suspirei alto, sabia bem no que estava me metendo, isso que me dá mais raiva, ter me apaixonado de novo, e por alguém comprometida, linda e que me mata de desejo e de quem não quero mais ficar longe. Que futuro aquilo podia ter, ainda mais agora com Marina me rondando.
Assim que Helena descobrisse iria virar uma coisa ainda mais difícil, e ver ela hoje com o marido, cercado por este luxo todo, que futuro eu posso dar para ela? Somos de mundo completamente diferentes, como era eu e Marina e olha no que deu.
Aff to cansada de tudo!
- Vou tentar manter a calma e daqui a pouco vou embora, já compareci quero ir para minha casa.
- Ok daqui a pouco nós vamos, antes disso ainda preciso fazer algo.
- O que vai aprontar Camila?
- Vou colocar uma certa pessoa no lugar dela.
Eu imaginava de quem ela estava falando, e estava sem energia até para retrucar, minha mente estava uma confusão só, e eu sabia que amanhã meu dia estaria ainda pior, pois era o dia do retorno de Carla.
- Espero que saiba o que vai fazer, não quero mais problema, para mim nem para sua amiga.
Helena
Havia visto Milena subir e resolvi ir atrás dela, Fábio havia me arrastado para perto dos pais, naquela conversa enfadonha de negócios e idiotices, sua mão segurando meu braço e minha cabeça em outro lugar.
Eu havia visto o olhar de desgosto dela quando o Fábio me enlaçou e beijou meu ombro, era difícil para mim também, mas o que ela queria que fizesse desse um safanão nele?
Eu precisava dela, do seu sorriso para mim, aquele mesmo que ela me deu ao chegar, e não aquele olhar de ira e ciúme.
Eu entendia, mas ela sabia que eu era casada, não tenho culpa. Estava de olho para ver se ela voltava, consegui finalmente me livrar do Fabio dizendo que ia dar uma olhada nas meninas.
Ela devia ter ido ao banheiro pensei, e mesmo sabendo que era uma loucura fui atrás.
Qual não é minha surpresa a ver Milena sair do mesmo banheiro que Agatha, claro que minha reação não poderia ser boa? Eu já estava por demais acabrunhada com a situação e ela trancada com minha cunhada? Ainda não entendia bem esta amizade e se minha cunhada fosse mesmo gay como Camila achava? E se elas já tivessem ficado juntas? Um frio subiu em minha espinha ao pensar nisso.
- O que está acontecendo aqui? Perguntei sem nem ver.
Minha cunhada respondeu e obvio que eu queria saber era de Milena, que confirmou a resposta e saiu de forma grossa de perto de nós.
Agatha ficou me olhando sem entender bem a saída intempestiva de Milena, e eu acabei caindo na real que não devia ter perguntando daquela forma, ela não podia desconfiar de modo algum do meu envolvimento com ela.
_ Está tudo bem Helena? Perguntou Agatha.
- Sim por que? Especulei para ver se ela havia desconfiado de algo.
- Sei lá de repente o clima ficou estranho, mas conheço Milena, ela não gosta muito de ser questionada, quando não está fazendo nada de errado. Sorriu a menina.
Dei um sorriso sem graça e respondi.
- Sei, vou ver suas sobrinhas. E sai caminhando.
Precisava respirar e pensar no que tinha acabado de acontecer, somente depois de conversar com Milena eu poderia esclarecer aquela situação e entender o porque das duas estarem trancadas no banheiro.
Marina/Agatha
Milena estava deslumbrante e minha libido foi as alturas. Ela sempre teve o dom de mexer comigo, e não resisti quando a vi subir para a casa.
Claro que para reconquista-la tinha que jogar com toda as armas e sabia muito bem do que minha ex gostava, neste ponto éramos muito parecidas, sempre adoramos sex*. Eu sabia que ela não seria indiferente e eu queria mostrar a ela meu interesse.
Eu também tinha plena consciência que não seria fácil, e não foi surpresa o empurrão que ela me deu, mas já era alguma coisa, sou leonina e não desisto do que quero, ela seria minha novamente.
A coisa mais estranha foi o comportamento da minha cunhada na saída do banheiro, o questionamento dela era meio fora de propósito, mas como eu não posso ainda falar abertamente o que sou resolvi deixar baixo, em outro momento procuro saber o por que do interesse da minha cunhada em Milena e em mim.
Sai feliz do banheiro e voltei para minha festa, dei atenção a meus pais, minha mãe como sempre me empurrando alguém para conhecer, era um saco, ainda mais ela sabendo que não gosto de homem.
Voltei depois de um tempo ao meu círculo de poucos amigos estávamos em uma conversa animada quando alguém me puxa pelo braço.
- Podia falar com você um instante Agatha?
Virei para ver quem estava me chamando e segurando meu braço e dei de cara com a amiga de minha cunhada, Camila.
- Claro! Respondi.
- Em particular por favor.
Pedi licença ao pessoal e me afastei com ela.
- O que você pensa que está fazendo heim?! Quem te deu liberdade para dar de cima da minha namorada?
- Mas do que você está falando Camila?
- Não se faça de besta menina mimada, da Milena obvio!
Fiquei ainda mais branca do que sou com a audácia daquela mulher. Fiquei também com uma raiva do modo que ela se dirigiu a mim.
- Oi? Namorada? Fala sério Camila, Você namorando Milena faça-me rir! E quem VOCE pensa que é para me confrontar na minha casa e na minha festa?
- Vou te dar um único aviso, deixa Milena em paz, você já não fez estrago suficiente não? Não bastou uma vez só não, quer outra? Ela está em outra então vê se desaquenda ou quer que sua linda família saiba da sua vida dupla?
Mas que mulher atrevida é está me ameaçando na minha própria casa? Ah mas isso não fica assim mesmo!
Pequei no braço dela e apesar dela ser bem mais alta falei entre dentes.
_ Não ouse me ameaçar garota, você não me conhece, e Milena é bem grandinha para escolher, e agora eu vou sair de perto de você e ai de você se me aprontar alguma outra desta na minha festa.
- Você está avisada, patricinha também sei jogar este jogo.
A loira petulante saiu pisando duro, mas era muito muito muito sem noção esta mulher.
Voltei para perto dos meus amigos e Leka perguntou.
- Você estava brigando com a Loira arrasa quarteirão?
- Como assim arrasa quarteirão, ela é uma doida isso sim, descompensada e petulante.
- Vixe, debochou leka quem desdenhar quer comprar heim cuidado.
- Vai te catar Leka, ela veio tomar satisfação e me ameaçar depois te conto.
- Nossa está quero saber.
- Depois, agora quero divertir.
Camila
Depois do que Milena me disse eu sabia que tinha que fazer algo para ajudar a baixinha sexy e meu amor, pois aquela menina iria jogar o jogo sujo para reconquistar Milena, e carente como ela anda, insegura quanto ao futuro temo que ela não resista.
Afinal a ex dela era mesmo um trem de lindo, aquele jeito de menina sapeca, com um sorriso cativante pequenos olhos brilhantes e aquele corpão de mulher deixava qualquer um doido, mesmo sendo tão miúda.
Mas o que eu to pensando senhor, vendo todos os detalhes de uma Albuquerque, só posso mesmo estar variando.
Balancei a cabeça tirando estes pensamentos teimosos da minha mente, e comecei a conversar com uma Milena impaciente, Helena tinha sumido, e a baixinha estava em cólicas numa mistura de vontade de vê-la e ir embora.
Vi o momento que Agatha foi para perto dos amigos e antes que a coisa esfrie deixa eu dar meu recado á aquela atrevida.
Cheguei perto dela tocando seu braço e novamente aquele incomodo calafrio percorreu meu corpo. Pedi para que me acompanhasse e tivemos nossa pequena discursão.
Tamanho ela não tem não, mas atitude ela tem de sobra, ô se tem, não baixou o topete em nenhum momento.
Não posso deixar de pensar que ela é uma mulher mesmo, daquelas que sabe o que quer.
Mas pelo menos deixei meu recado, para ela afastar de Milena e de quebra dei o álibi para a Helena, quando Agatha falou com raiva entre dentes que não tinha medo da minha ameaça, a vontade que tive foi de lascar um beijo nela, acho que não to boa não!
Voltei para perto de Milena, que me recebeu com a sobrancelha arqueada ela tem esta mania rss, contei por alto e ela gargalhou chamando a atenção das pessoas a nossa volta.
- Milena, deste jeito os Albuquerque vão nos botar para fora! Falei também fazendo graça.
- Camila so mesmo você para me fazer rir hoje! Podemos ir embora? Não tem nada aqui para mim, nem mesmo posso ficar perto de Helena que sumiu e nos abandonou.
- Ô gente está carente é?! Falei debochando. Você foi grossa com ela queria o que? Mas precisa ficar tristinha não por que ela está vindo para cá neste instante.
- Oi amiga?! Onde você estava.
- Com as meninas contando historinha, quando tem festa elas ficam agitada demais.
- Milena estava aqui em cólicas pela sua ausência. Falei rindo.
Minha amiga fez cara de feliz quando escutou o que eu falei, acho que ficou aliviada por Milena já não estar mais chateada.
- Verdade Linda? Perguntou para Milena.
- Sim amor, verdade. Abrindo um sorriso.
Por isso que minha amiga ta de quatro, o jeito que a baixinha olha para ela é único mesmo.
- Que bom, achei que estava com raiva de mim. Estou com tanta saudade Milena, tanta! Falou minha amiga suspirando.
-Nossa deste jeito ficarei diabética, ou morrei no melado senhor?!Tem jeito de ser menos não?
- Besta, falou minha amiga.
- Aqui Lena, estamos indo embora, Milena está comigo de carona e não quer mais ficar.
Minha amiga fez uma cara de tristeza profunda.
- Amor, faz esta cara não! Disse a baixinha, não gosto de festa assim, não quero te aborrecer e me aborrecer vendo o que não estou preparada, entende?!
- Sim entendo, não gosto mas entendo.
- Amanhã se der me manda mensagem tá? Pela manhã por que a tarde Carla está de volta.
Olhei para a cara da minha amiga e sua expressão fechou na mesma hora, vixe la vem tempestade.
- Sua mulher volta amanhã? Falou Helena.
- Carla volta amanhã. Respondeu Milena dando ênfase ao Carla.
- Sei.
- Não fica assim Helena, por que não posso de beijar nem abraçar, nem tocar do jeito que quero. Vou embora, mas você sabe que é você quem eu quero.
- Sei.
- Melhor a gente ir Milena. Chamei a baixinha antes que minha amiga não segurasse mais a tromba.
E quando estávamos próximos de nos despedir vindo das profundezas do inferno, o mala sem alça aparece.
Fabio
Fiquei surpreso quando vi a mulher da foto que agora sei o nome Milena, na festa de minha irmã, ainda mais pasmo em saber que ela havia sido amiga de Agatha antes da sua mudança para Paris. Nunca havia visto ela, tudo bem que a irmã não era muito dada a levar os amigos em casa, pois sendo ela estudante de artes só andava com tipos que minha mãe tem até calafrio, mas a amiga em questão não se parecia com a famosa turma da irmã.
Eu havia percebido o desconforto dela quando me apresentei e me aproximei do grupo, ela estava com Camila, fiquei observando as duas juntas, e quanto mais analiso mais intrigado fico com a proximidade dela com minha esposa. Agora além do investigador vou poder questionar Agatha e tirar mais informações desta mulher.
Helena continuava arredia e tinha pedido licença da rodinha dos meus pais para ver nossas filhas, ela não fazia esforço algum para ficar perto deles o que irritava sobremaneira minha mãe.
Ela estava demorando demais já, fiquei rodando entre os convidados e procurando com os olhos minha esposa, distrai com alguns amigos de meu pai, e quando localizei Helena ela estava novamente perto de Camila e Milena, fiquei olhando de rabo de olho para as três e suas expressões Helena encontrava-se de costas para mim somente dava para ver a silhueta de Camila e de frente estava a tal.
Notei o olhar de admiração da mulher para minha esposa, e gostaria muito de saber do que tanto elas falam, dei um jeito de sair da conversa de negócios e me aproximei delas.
Novamente cheguei por trás de Helena e desta vez tomei sua cintura em sinal de posse, e com meu melhor sorriso perguntei.
_ E ai meninas belas, estão gostando da festa?
- Na verdade estamos indo embora não Milena?! Falou a antipática da Camila.
- Mas já? Mal chegaram! Nem deu para conversar com sua amiga Camila.
- Pois é terá que ficar para outro dia, estávamos despedindo de Helena quando chegou.
- Que pena né amor?! Falei olhando para minha esposa. Ela tinha novamente retesado o corpo quando eu cheguei e estava muda.
- Sim. Respondeu por fim.
- Bom Lena, já vamos. Falou Camila.
- Voltem depois, leve sua amiga lá em casa Camila.
- Tá.
- Até mais Milena né? Perguntei para ela.
- Sim, até. Helena tchau.
- Tchau Milena. Disse Helena baixinho.
As duas mulheres foram saindo de perto de nós e eu perguntei para Helena olhando a mesma.
- Está tudo bem? Você ficou calada.
- Só estou cansada.
- Bom agora que suas amigas se foram, que tal dar atenção ao seu marido! Sai com ela caminhando, mesmo com sua cara de poucos amigos.
Milena
Era péssimo tudo, tudo a minha volta era péssimo, olhar ela nos braços dele, fazia cada musculo do meu corpo doer, uma dor visceral.
Nem quando descobri que Marina havia mentido e me traído tinha doído tanto, e isto me deu a noção de quão apaixonada eu estava.
Helena tinha arrancado Marina de dentro de mim, era até injusto comparar uma vez que na época eu havia me apaixonado por uma menina e eu mesma apesar de bem mais velha era ainda bem imatura para o amor. Sou intensa demais e era um poço de ciúmes na época de Marina, que me deixava completamente insegura. Depois dela eu havia feito uma profunda reflexão de toda minha vida e ao relacionar com Carla tão serena e sem neuras descobri que amar requer deixar o outro ser livre e ele, demorei a aprender, pelo menos isso devo agradecer a Marina ela foi o divisor de águas.
E agora me vem ela, Helena, e derruba todas as estruturas. Agora eu não tenho ciúme dela com o marido eu tenho dor, dor de amar uma pessoa que não pode ser minha. Não tenho posse tenho dor, ver ela ali, e não poder toca-la, e ele se achegar e pegar o que eu achava ser meu.
Novamente estou sozinha e novamente amando quem não devo.
Camila me tirou do devaneio.
- Baixinha, precisamos despedir da patricinha, afinal temos educação.
- Fazer o que né! Falei.
Aproximamos do grupo onde minha ex estava, ela continuava a mesma, sempre atraindo a atenção com aquele jeito despojado dela, pouco tamanho, mas sabia como encantar, “dai a Cesar o que que é de Cesar”.
- Marina, estamos indo embora, obrigada pelo convite disse. Camila estava de braços dados comigo.
Ela virou-se e mirou a loira da alto a baixo, e pegou minha mão.
- De nada, adorei te ver, em breve te ligo. E me deu um beijo no canto da boca.
Camila fuzilou ela com os olhos, e a garota deu o sorriso debochado que eu já vira várias vezes.
- Bom tchau Luiza e Leka, prazer revê-las.
- Tchau Camila disse Marina com a mesma cara debochada, obrigada por ter vindo e trago Milena para mim!
- Deixa de ser oferecida menina! Disse Camila.
- Camila! chamei a atenção dela, vamos embora.
Saímos da recepção e Camila foi logo dizendo.
- Corta esta menina Milena, ou você terá sérios problemas.
- Eu sei Camila, eu sei!
Terei problemas com ela e Helena pensei.
Mal sabia, que os meus problemas não seriam somente com elas.
Fim do capítulo
Ola pessoal, mais um capitulo para vocês, comentem. Abços.
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