Capítulo 16 - Nem tudo são flores.
Narradora
Elas se encaminharam até o platô onde dava para ver os aviões decolando, Camila estava com as gêmeas e com a babá olhando pela janela.
Chegaram devagar e Helena chamou as gêmeas, que viraram com sorrisos gigantesco e correram com os bracinhos abertos gritando mamãe.
Milena ficou mais atrás observando a cena.
- Meus amores, que saudade, se comportaram? Gostaram da festa do pijama?
- Sim mamis, responderam as gêmeas, queremos mais. Tia Camila fez pipoca, chocolate quente, um monte de coisa gostosa. Disse Sofi.
- Que ótimo lindinhas, faremos outras. E lembre-se será nosso segredo, coisas de meninas, não vamos contar para papis nosso findi. Combinado?
- Sim mamis.
- E aí chefinha, como estamos? Sua pele esta mais bonita, ta mais nova? Falou Camila, sorrindo.
- Tava demorando né, palhaça.
- E ai Milena, se achegue.
As ninas ficaram olhando para Milena, sem saber quem era.
- Oi Camila, tudo bem? E estes dois anjos, quem são heim?! Falou com as meninas ficando do tamanho delas.
- Camila e eu Sofia. Falaram com carinha de vergonha.
- Eu sou Milena, amiga de tia Camila e da sua mãe. Posso dar um beijo em vocês?
Elas balançaram a cabeça e Milena deu beijos nas bochechas das meninas, do outro lado Helena observava a cena sorrindo feliz.
Camila aproximou dela e disse:
- É Lena, acho que as meninas também foram fisgadas pela baixinha sexy. Observou Camila que estava vendo Milena escutar as meninas contando da festa do pijama. Estou muito feliz por você amiga, nota-se que você está muito feliz.
- To mesmo Camila, estou apaixonada por ela. Mas sei que teremos muitos problemas pela frente.
- Uma coisa de cada vez Lena. Um dia de cada vez.
Saímos do aeroporto em direção ao estacionamento e despediram de Milena.
- Tchau baixinha sexy, obrigada por cuidar da minha amiga. Disse Camila baixinho para Milena.
- Obrigada você Camila, por ficar com as meninas, amei a surpresa.
- Tchau linda. Milena se despede de Helena com um beijo no rosto.
- Tchau pequena. Até mais. Vou ficar com saudade (disse baixinho para ela)
- Tchau meninas.
Camila seguiu com Helena para a casa dela com as meninas e a babá.
Adentraram a mansão e viram que Fábio ainda não havia retornado.
- E ai chefinha, foi tudo ok?
- Conversamos amanhã sobre isso Camila, aqui não.
- Beleza, então vou indo ok?! Amanhã começa a labuta.
- Certo, até amanhã então.
Camila foi embora deixando para traz uma Helena pensativa, aproveitou que estava sozinha e mandou uma mensagem para a pequena, subiu depois para tomar banho, colocou sais na banheira, tirou sua roupa, ficou nua, a água morna relaxando os músculos e seus pensamentos vibrando lembrando daquele corpo moreno no seu.
Como viver agora sem você? Sem seus beijos? Sem seu corpo? Como pequena?
Estava nestes pensamentos deliciosos, quando abriu os olhos e parado na porta estava seu marido.
- Olá Helena?! Como foi o fim de semana?
- Que susto Fábio, quer me matar do coração? Estava ai a muito tempo?
- Não, por que?
- Por nada.
Helena sai da banheira e o olhar de Fábio passeia pelo corpo da esposa, seu rosto estava inexpressivo, pensativo. A mulher estava incomodada com o olhar dele e com o fato de não estar disposta a ficar com ele.
Ele adentrou o banheiro e se postou às costas da Helena, pousou sua mão na cintura da esposa descendo lateralmente pelo corpo da mesma, ela retesou o corpo, não queria ser tocada por ele.
- O que fez no fim de semana? Perguntou continuando a acariciar a lateral.
- Fomos para a casa da Camila, fazer festa do pijama como já havia te dito. Respondeu com enfado.
- E hoje? Perguntou Fábio mirando-a através do espelho.
Helena estremeceu, como se adivinhasse que algo estava fora do lugar, tentou controlar a respiração e respondeu.
- Fomos ao aeroporto buscar uma amiga de Camila que chegou de viagem, e levar as meninas para ver os aviões decolando e pousando.
Ele estreitou o olhar, e virou a esposa de frente para ele.
- Entendi. Deu um beijo no pescoço dela e a mão subiu até o seio dela.
- Não Fábio, disse Helena. Estou cansada.
- Cansada Lena, Cansada? Disse um irritado Fábio. Espero Helena que seja somente isso. Pegou firme nos braços da esposa apertando-a. De tudo na vida Lena a única coisa que não perdoaria é uma traição.
- Mas de onde você tirou isso Fábio?
- Você anda estranha, e sem tesão, nunca foi assim. Espero que seja mesmo somente cansaço, pois não tenho vocação para corno.
- Você está me machucando, desvencilhou dos braços dele.
-Desculpa Lena, estou estressado, cansado e cheio de cobranças.
- OK Fabio somente não aceito agressões, não sou propriedade de ninguém. Agora vou dormir estou cansada.
Fábio
No último mês minha vida com Helena, não andava bem. Sei que ela nunca foi extremamente apaixonada por mim, mas tínhamos uma vida boa, feliz, tirando o fato dela não gostar de fazer parte das rodas sociais.
Mas eu não tinha culpa de ter nascido em uma família tradicional e da matriarca ser uma mulher controladora, acho que foi isso que me fez apaixonar perdidamente por Helena, ela é o oposto de minha mãe, independente, mãe amorosa, doce mas firme. Quando a conheci, desejei ela instantaneamente e coloquei que ela seria minha, e assim foi.
Mas agora algo estava errado, ela estava arredia, fazendo coisas que habitualmente não fazia, negando meus toques.
No jantar da minha família ela não quis ir, sabendo o quão importante para mim é a presença dela, e tive que escutar horas a fio minha mãe reclamar que minha esposa não era digna de nosso sobrenome.
Fiquei um fim de semana inteiro longe dela, fomos visitar as obras no interior e ao retornar de viagem fomos levar meu Tio para embarcar, e qual não é minha surpresa de ver minha esposa toda sorridente ao lado de uma mulher que nunca vi.
Sorte minha que meu pai estava distraído conversando com meu tio e não percebeu pois seria mais um daqueles discursos da liberdade e espirito livre de minha esposa.
Ela disse que era amiga de Camila, mas e onde estaria então ela? E por que minha esposa parecia tão feliz ao lado daquela mulher?
Não admito que Helena separe de mim, ou me traia sou capaz de tudo para tê-la somente para mim, e quero saber o que anda acontecendo, irei contratar um investigador para segui-la, e assim saberei o que anda afastando ela de mim.
Milena
Foi um fim de semana maravilhoso com minha Deusa, tínhamos uma sintonia sem base, sem precedente. Fazer amor com ela era como me encontrar, adentrar um oásis quando se está sedento.
Ainda conseguimos conversar e eu pude dizer o que sentia, que não quero ser amante, pois já tive minha cota disso durante minha vida, nem tenho vocação para me esconder eternamente.
Mas sinto que ela me quer, e deseja tanto quanto eu manter nossa relação. Esta semana darei o primeiro passo para ser somente dela, Carla irá retornar e irei por um ponto final em nossa relação, amo ela mas como amiga, depois do que passei com Marina, era delicioso me sentir novamente viva, com desejo, com borboletas no estomago enfim feliz. Que venha a semana e que eu possa resolver todos os problemas com tranquilidade, pensando assim deitei lendo a mensagem de saudades dela.
Narradora
A semana começa para as meninas, que estavam desejasse de viverem mais o romance, porem Helena estava inquieta e com medo das reações de Fábio. Ela chegou na empresa e logo após Camila adentrou sua sala.
- Dia chefinha. Tudo ok? Perguntou a mesma.
- Mais ou menos, Cá. Ontem o Fábio fez uma cena comigo, pois não quis os toques dele. Além de me fazer um interrogatório do que tinha feito no fim de semana.
-Vixe Lena, que deu nele? E você como reagiu?
- Tentei ficar calma, disse o que havíamos combinado, ele pegou meu braço com força, falando que estou estranha, Camila estou com receio, Fábio nunca irá reagir bem se sonhar o que anda acontecendo comigo.
- Calma Lena, estarei sempre do seu lado, você precisa ter cuidado e infelizmente não vai poder fugir sexualmente dele Lena. A meu amor, queria que nada de mal acontecesse contigo.
- Eu sei que não Camila, mas é horrível somente em pensar, pois não quero viver uma vida dividida, e quero somente ela.
- É Lena, a baixinha sexy te pegou mesmo de jeito heim?!Que inveja dela, doí, mesmo sabendo que nunca tive chance doí.
- Sim Camila, ela me conquistou, com seu jeito, seus beijos, quase tive um entrevero com ela. Cheguei em São Paulo e uma loira oferecida estava dando de cima descaradamente na Milena.
- Heim? Como assim? Mato esta baixinha se ela fizer Helena sofrer.
- Pois é a contratante dela, uma loira fatal estava quase sentando no colo de Milena quando cheguei la.
- E o que você fez? Perguntou curiosa.
_ cheguei me apresentei e disse que era a namorada dela e dei um beijo na frente deles.
- Oi? Você ta doida? Perdeu o juízo mulher? E se alguém comenta?
- Nem pensei nisso Camila, meu sangue ferveu e só queria mostrar de quem era a Milena.
- Nunca te vi assim, com ciúme e agindo sem pensar. Senhor ela ta mesmo apaixonada.
- Eu sei realmente fiquei fora de mim, mas também após isso foi tudo de bom, a melhor noite da minha vida, ela é simplesmente apaixonante.
- E você pensa em separar do Fábio?
- A verdade que queria ser livre para ela, mas sei que não será fácil, e o meu maior medo é as gêmeas, a família dele é capaz de tudo para me tirar as meninas. So em pensar nisso meu coração sangra. Começou a chorar Helena.
- Xii não chora, levantou a Camila e a abraçou, calma tudo vai se resolver viu! Meu amor, não deixarei ninguém te machucar.
Camila ficou embalando e fazendo cafuné na cabeça de Helena tentando acalma-la.
- Meu bem, somente te peço tenha cuidado sim, principalmente nos encontros com Milena, para não perder seu direito, seja discreta, até você ter certeza do que senti por ela.
Helena, levantou-se para se recompor, foi ao banheiro e retocou a maquiagem, seria uma semana longa, cheia de reuniões, com cunhada chegando de viagem, mas pelo menos veria minha linda, minha pequena todos os dias.
- Ainda tenho que aturar esta semana, jantar na sogra e volta da cunhada, ninguém merece.
- Mesmo heim a patricinha está de volta né? Se quiser me descola convite que vou te dar uma força.
- Boa ideia, farei isso, agora trabalhar. A tarde minha linda vem. Suspirou Helena.
É o cupido flechou mesmo ela.
A manhã passou com inúmeras reuniões, mal as meninas tiveram tempo de comer um lanche no refeitório da empresa.
Por volta das 14 horas a secretária avisou que Milena havia chegado, com o coração aos pulos pediu para que deixasse a mesma entrar.
Ela entrou e nossos olhares se encontraram com todo o desejo que tínhamos uma pela outra, ela estava linda de saia coisa rara de ver, blusa social e um salto médio que fazia ela ficar mais próxima do meu tamanho, os cabelos soltos como amo.
- Oi Milena, oi Claudio. Falou Helena.
- Oi Helena. Falou abrindo aquele sorriso que amo. Esta semana acompanharei o trabalho.
Que bom assim ficarei perto de você todos os dias, pensou Helena.
- Que bom então, precisam do que?
- Claudio vai para a sala da Ti, e eu poderia ver os progressos contigo?
- Claro. Chamou Camila que acompanhou o Claudio e ficaram sozinhas na sala.
- Oi meu amor. Disse Milena. Já estava com saudades acredita? sorrindo com os olhos, estendeu as mãos por cima da mesa.
- Também linda, também. Queria que nosso fim de semana fosse eterno.
- Quem sabe um dia amor. Como foi a volta? Tenho até medo da resposta.
- Normal.
- Seu marido voltou? Perguntou sendo direta.
- Sim voltou. Esta ciumento e estranho.
- Você ficou com ele? Preciso saber.
Helena olhou nos olhos de Milena, como toda a força do sentimento que tinha por ela.
- Não, Milena. Não quero os toques dele e sim os seus. Mas não posso mentir para você, enquanto for casada com ele, não poderei evitar sempre.
Aquilo era a morte para Milena, doía mais do que uma facada, será que vou dar conta disso? Havia sido amante uma vez, mas ela era casada com outra mulher, agora dividir Helena com um homem, não sei se darei conta.
Helena via nos olhos dela todo o conflito, toda a dúvida, toda dor. Tinha um medo atroz dela desistir, dela fugir. Não quero perde-la.
- Tenha paciência, pequena, por favor. Suplicou Helena.
Milena suspirou profundamente, buscando o ar.
- Vou tentar, juro.
- Você também tem um relacionamento, linda, sabe como é.
- Bom Helena a diferença que ela é mulher e vou me separar assim que ela retornar.
Helena assustou com a informação, ficou sem saber o que falar.
- Tem certeza? É por minha causa?
- Não se preocupe é também por sua causa, mas é um decisão minha, jamais vou cobrar isso de você, estou terminando mas não é sua culpa.
- Estamos tendo nossa primeira DR? Perguntou Helena. Tentando quebrar o clima tenso.
-É acho que sim. Tentou sorrir Milena.
- Minha linda, esperei tanto você chegar, não vamos brigar nos poucos momentos que temos, por favor? Olhou sorrindo.
Este sorriso me desarma.
- Tudo bem, vamos trabalhar.
Milena sentou ao lado de Helena na mesa de sua sala, vez ou outra, as mulheres se olhavam, se tocavam levemente por sob a mesa, dando pequenos sorrisos, e o tempo e o serviço fluiu.
Camila levou o café para ambas.
- E ai baixinha sexy, tá cuidando bem da minha amiga? Cuidado heim sou uma amiga brava?
- Espero que sim Camila, Helena é especial para mim, jamais vou fazer algo para deixar ela triste.
- Acho bom mesmo, e nada de loiras fatais!
- Camila! Chamou atenção Helena. Você não sabe ficar calada não?!
Milena ficou rubra de vergonha e não sabia onde enfiar a cara.
- Uai chefinha só estou cuidando de você, e ratificando minha função de melhor amiga.
- Pode deixar Camila, nada de loiras, nem morenas, somente Helena.
- Ai sim riu Camila. Infelizmente não tem como não gostar dela, o olhar dela para a Lena é puro amor.
- To bem viu, duas doidas. Disse Helena.
- Amor, podemos almoçar juntas amanhã? Você pode ir conosco Camila.
- Acho bom mesmo, assim vocês dão menos bandeira com esta troca de olhares melosos, disse revirando os olhos.
Ambas riram da loira, mas ela tinha razão ambas estavam com dificuldades de disfarçar o desejo.
-Então ótimo, agora tenho que ir. Beijou o canto da boca de Helena e deu três beijinhos em Camila. Se der me manda mensagem amor.
- Sim linda.
- Afff quanto mel, deste jeito vou ficar diabética com vocês.
- Besta, responderam juntas e deram um sorriso pela sintonia de ambas.
- Até amanhã.
No outro dia, elas almoçaram juntas, em um ponto do restaurante um investigador tirava fotos do encontro das mulheres.
Elas passaram os dias encontrando-se na empresa, e almoçaram mais um dia juntas era quinta feira já e Helena havia conseguido se esquivar do marido todos estes dias, beneficiada pelo fato do mesmo estar ocupado com os pais nos preparativos da volta da irmã caçula. As duas mulheres estavam cada dia mais apaixonadas e o desejo cada dia maior de ficar juntas.
Estavam na sala de Helena, conversando, depois de retornarem de mais um almoço.
- Amor preciso ficar as sós com você, estou morrendo de saudade de você.
- Eu também linda, meu corpo está sedento dos seus carinhos, porém esta semana é quase impossível, minha cunhada está retornando da Europa, e haverá uma recepção para a mesma, mas prometo semana que vem dar um jeito de encontrarmos com mais tempo.
Estavam assim, desejando ficar juntas mas com a impossibilidade pela vida e obrigações de Helena, Milena pegou a mão de Helena por cima da mesa e olhou nos olhos dela.
- Eu te amo Helena, quero você para mim.
A mulher suspirou, e disse para a Milena.
- Eu te gosto demais pequena, muito mais do que seria possível para eu pensar e admitir, tenha somente paciência comigo, com a situação.
- Eu sei, eu sei, suspirou cansada Milena.
O telefone tocou e Helena soltou as mãos de Milena para atender a ligação.
- Alo, sim, Como? Agatha está aqui? Coisa estranha. Dê um minuto e faça ela entrar, disse desligando.
- Linda, minha cunhada esta ai fora, e vai entrar, não entendi era para ela chegar amanhã, e não faço ideia do que ela veio fazer aqui, mas prefiro recebe-la com você na sala, nunca nos demos muito bem, assim você me salva. Disse suspirando.
Ouviram as batidas na porta, e Helena disse pode entrar.
Quando Agatha saiu de BH ela era uma menina, bonita, mas mimada e extremamente egoísta, olhava sempre para o próprio umbigo, ela nunca foi muito chegada em Helena, pois a mãe dela detestava a Nora e obvio que a filha não iria contra a mãe, ela foi estudar em Paris, fazia moda e sua partida havia sido de repente agora o que ela estava fazendo na empresa, indo ver a Helena era uma incógnita para a mesma.
Ela entrou, estava agora uma mulher, bonita, elegante, mais senhora de si, seu cabelo que era curto quase loiro e o sorriso que sempre foi lindo de dentes perfeitos estava no rosto dela quando entrou na sala.
- Oi Lena, quanto tempo heim!
Helena levantou da mesa e disse, sim Agatha, muito tempo 4 anos não?!
- Sim, quatro anos, mas agora estou de volta e preciso de sua ajuda.
- Minha? Bom antes de mais nada deixa te apresentar uma pessoa esta é minha cunhada Agatha.
Milena estava sentada ainda de costas para a cunhada de Helena, se sentindo desconfortável, com uma sensação ruim, foi levantando vagarosamente, e quando virou-se para a mulher seu coração parou de bater.
- Ma ri na. Disse heim um fio de voz.
Uma Agatha/Marina sem cor no rosto gaguejou ao responder .
- Milena.
Helena olhava de uma para outra sem entender o que se passava por que Milena estava chamando Agatha de Marina, foi quando ela lembrou que o segundo nome da menina era este Agatha Marina de Albuquerque.
-Vocês se conhecem de onde?
- Da vida. Respondeu Marina, com aquele sorriso de covinhas que foi minha perdição.
Senhor não pode ser verdade! Mil vezes não.
Fim do capítulo
Mais um capitulo para vocês, e o que será das meninas com Fabio desconfiando, Agatha/Marina retornando e Helena em cima do muro.
Como será a reação da Milena com o retorno de seu ex amor? Comentem, beijos.
Comentar este capítulo:
AmandaRoiz
Em: 12/07/2018
kkkkk Ah que rumo mara que a história esta tomando, sabia que a Marina ia dar pano pra manga ainda pra coitada da Milena ...
Resposta do autor:
Que bom que está gostando Amanda, valeu!bjs
Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:
[Faça o login para poder comentar]