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  • Capítulo 15 - Loucuras de Amor - parte 2

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Maktub, a vida e seus caminhos.... por alex72

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Palavras: 4266
Acessos: 2760   |  Postado em: 28/06/2018

Capítulo 15 - Loucuras de Amor - parte 2

Milena

Acordei ainda sem me localizar bem, sou assim adoro minha casa e minha cama, espreguicei lembrando que em pleno sábado teria que trabalhar, fazer o que né!

Já que não tem outro jeito me deixa levantar e começar o dia! Tomei um banho, coloquei uma calça jeans e uma camisa branca meia estação, um sapato baixo, estava num casual simples, fiz um coque, peguei meus óculos e vamos tomar café.

Encontrei com o Luís e o João na recepção.

- Olá meninos! Vamos tomar café?!

- Ei Milena, respondeu ambos. Sim vamos.

-Milena, ficarei com vocês até por volta das 18, e volto para BH. Você ficará mesmo aqui no domingo? Vai voltar segunda?

- Vou ficar amanhã sim, quero dar umas voltas mesmo por que venho pouco a São Paulo, e aproveito para finalizar mais algumas questões do projeto e adiantar para o João, não quero ter que vir aqui muito não!

- Ta com medo da Maura?! Falou rindo o Luís. Aquela ali faltou somente te arrancar a roupa.

- Realmente ela não é nada discreta, mas não faz meu tipo.

- As vezes tenho inveja de você viu Milena, dispensar uma loira daquela não é mole não!

O Luís conhecia Carla, apesar de não ser íntimo dela, nossa relação era bem mais caseira nunca foi muito fã de socializar, ela não era feia, mas realmente não chegava aos pés da Maura, mas que adianta né! O meu corpo e coração não reagem a ela e sim a minha Helena.

- Nem é questão de dispensar, ela não me atraia e sou comprometida. E com duas se quer saber.

- E por falar no diabo?! Apontou com a cabeça para a entrada.

Maura vinha caminhando em nossa direção, estava com um short social deixando suas belas pernas de fora, com um salto médio que vai deixar ela bem mais alta que eu, cabelos soltos, realmente era linda, e seus olhos azuis cintilavam, era uma mulher de deixar mesmo qualquer um babando.

- Olá pessoal?! Passaram bem a noite?! Perguntou a mesma olhando diretamente para mim, me olhando de cima abaixo.

Senhor dai-me paciência e calma.

- Sim Maura, respondeu Luís.

- Arrumamos a sala de vídeo do hotel para trabalharmos hoje, estaremos lá os aguardando, bom café. Saiu rebol*ndo.

- Milena, se olhar comesse você estava sem pedaços, disse Luís as gargalhadas. Você é baixinha, mas vou te contar pega mais do que dois homens juntos rsss.

- To pegando ninguém Luís. Fechei a cara.

- Num pega por que não quer!

- Há me deixa, e vamos tomar café por que temos um dia para fazer um monte de trem.

Foi uma manhã trabalhosa, tínhamos muita coisa para levantar de dados, para resolver e alinhar, estávamos desenhando um software para administrar intercaladamente toda a rede de hotéis deles, algo mais sofisticado do que estava no mercado, e se nosso projeto fosse efetivo abriria muitas portas, daí o interesse do Luís em atender bem a eles.

A Maura, foi profissional, porém a todo momento me pegava, sabe aquelas pessoas que conversavam sempre tocando é ela. Não saberia dizer se era mania ou se era a forma dela de ficar provocando mesmo.

Quando ficava demais o Luís vinha me salvar, eu estava preocupada já por que a noite ele não estaria e eu sabia que ela iria ficar, já estava prevendo problemas.

Deu o horário do almoço, fui para meu quarto antes de descer para almoçar, quando recebi a mensagem dela que me fez sorrir e relaxar.

Oi minha linda, saudades de mais de vc! Como está tudo aí? Onde você está hospedada, nesta selva de pedra?! Com um coração no fim.

Eu fico sempre boba, quando recebo mensagens dela, quando a vejo, quando penso, ou seja, boba apaixonada.

Respondi para ela, e fui tomar uma ducha rápida, troquei de blusa e sai para almoçar.

Estava trancando a porta quando me viro dou de cara com a Maura, ela estava agora mais informal, também com calça jeans e cabelos molhados, parou a centímetros de mim, e disse com a cara mais deslavada do mundo.

- Podíamos descer depois para almoçar que tal? Colocou uma mão de cada lado do meu corpo me encostando na porta.

Senhor, até que se eu fosse solteira e não estivesse amando Helena, talvez não sucumbisse a uma mulher desta me cantado.

- Você é linda Maura, linda mesmo, mas sou comprometida então não vai rolar.

- Mas não estou te pedindo em namoro, estou querendo você, somente isso, qual o problema?!

- O problema que não sou assim.

- Hum... Fez cara de decepção. Não vou desistir, nunca desisto do que quero e desejo, pode escrever ai Milena, quero você e vou tentar te ter.

Ela foi saindo e soltei o ar dos pulmões, que Deus me proteja desta mulher.

Almoçamos, descansamos um pouco e voltamos ao trabalho, Maura não deu o ar da graça na parte da tarde, somente quase ao fim ela apareceu para conversar com o Luís, o mesmo iria embora e deixaríamos o João colhendo e tabulando todos os dados para a construção do software.

Ela me ignorou e fiquei tranquila, vai ver que depois ela pensou bem na resposta que eu dei e deixou para lá a ideia de me conquistar, melhor assim, ainda mais que teremos outros encontros.

Estava pensando nisso quando minha linda mandou outra mensagem, fiz cara de novo de boba, percebi que Maura ficou me olhando neste momento, mas não se aproximou.

Queria tanto ela aqui comigo, pensei, mas pelo menos ela estava toda atenciosa.

Acabamos o dia, Luís foi arrumar as malas e iria me deixar, falou para eu me comportar, engraçadinho ele.

Subi para meu quarto, para descansar, pretendo dormir cedo por que estou mega cansada, a minha Helena ciumenta tinha me perguntado se iria sair, nada quero mais é minha cama, um filme e tá ótimo.

Descansei e desci para jantar, estava sozinha, João havia saído para a noite paulistana, afinal era solteiro e jovem. Estava ali de bobeira, pensando na minha vida, quando a loira fatal chega.

- Olá linda Milena.

- Oi Maura, e nem sou linda assim. Respondi.

- Você não tem noção né, sua beleza não está no seu corpo, está neste seu jeito latino, e neste seu olhar que é forte.

Fiquei sem graça, desta vez a abordagem dela estava diferente, das outras vezes era um olhar safado e carregado de desejo, agora ela estava com um olhar de admiração.

- Obrigada, respondi sem saber o que falar.

Ela perguntou se podia jantar comigo, estávamos ainda no balcão pois eu estava tomando um aperitivo antes de solicitar uma mesa.

Disse que claro, uma vez que não tinha motivo para negar sua companhia, e querendo ou não ela era minha contratante ali.

Ficou conversando comigo, coisas banais e até que desta vez o papo fluía melhor, sem as costumeiras cantadas dela naqueles dois dias e olhares que queriam me despir, estávamos assim neste bate papo, quando o Carlos chegou e fomos para a mesa, solicitamos o jantar.

Ela aproveitando a presença do irmão sentou do meu lado de um jeito bem próximo, em um dado momento ela colocou sua mão em minha perna e inclinou o corpo para falar a meu ouvido.

- É quase impossível resistir a você Milena.

Estava ainda pensando no que responder a ela, quando quase caio da cadeira ao escutar uma voz.

- Oi Milena, surpresa. Disse uma voz furiosa atrás de mim.

Virei lentamente meu corpo sem acreditar que a voz era de quem eu imaginava ser, e lá estava ela em pé com o olhar negro cintilando de fúria, olhando de mim para Maura e depois na mão dela que ainda estava em minha perna. Pensei é danou-se.

- Helena!

- Não vai me apresentar as pessoas Milena? Disse olhando diretamente para a Maura a meu lado.

Ainda em choque me levantei e apontei.

- Estes são os acionistas do Hotel, Maura e Carlos.

A loira olhando Helena, avaliando ela, os olhares duelando, perguntou e você Helena né?! Quem é você?!

- Sou a namorada da Milena, e vim fazer uma surpresa para minha mulher.

Falou dando ênfase para o minha, eu não sabia o que fazer pois ela me deixou sem fala ao falar que era minha namorada.

Helena.

Ao adentrar o restaurante e localizar a Milena, que estava de costas para mim, vi também a loira vadia sentada tão próxima dela que se espirrasse cairia no colo de Milena, um ódio mortal subiu pelas minhas entranhas, ao observar o olhar dela para a minha pequena, se não bastasse aquilo a talzinha põe a mão na perna de Milena e se inclina para falar algo no ouvido dela, assim já é demais. Nem pensei onde eu estava, que eles eram os contratantes de Milena, que eu era casada e comprometida, só o que vi foi aquela loira oferecida em cima do que era meu, sim MEU, não vou dividir ela com ninguém e aquela loira iria voltar pro lugar de onde ela veio A GO RA.

Me dirigi para onde ela estava com uma fúria controlada.

- Oi Milena, surpresa.

Ela se virou e me disse.

- Helena!

- Não vai me apresentar as pessoas Milena? Perguntei a ela, olhando diretamente para a loira abusada.

Ela levantou -se podia notar que estava sem reação.

- Estes são os acionistas do Hotel, Maura e Carlos.

A loira ficou me olhando, me avaliando, nossos olhares duelando e falou com toda empáfia e você Helena né?! Quem é você?!

- Sou a namorada da Milena, e vim fazer uma surpresa para minha mulher. Respondi dando ênfase ao minha, estou pouco me lixando no que eles vão pensar e no amanhã, Milena era minha e de mais ninguém.

- Há namorada, respondeu a loira, com um sorriso debochado como se não importasse com a informação, que ódio daquela mulher.

Peguei no braço de Milena e dei um selinho nela na frente de todos ali, a cara de surpresa de Milena e dos demais já me deixou feliz, minha mulher passado o susto abriu aquele sorriso lindo e me disse.

- Que surpresa ótima meu amor.

E enfim pude respirar.

 

 

 

Milena

Minha cara de surpresa ficou ainda maior quando Helena me deu um selinho na frente de todos depois de dizer que era minha namorada.

Aquilo fez meu coração ficar aos pulos e abri um sorriso gigantesco, afinal ela tinha demonstrado com todas as letras que gostava mesmo de mim, apesar da loucura que ela estava fazendo, uma vez que a Maura poderia muito bem comentar com o Luís sobre a Helena e minha namorada até então chamava Carla, mas este era um problema para depois neste a minha maior felicidade era ter ela ali.

 - Que surpresa ótima meu amor- Disse para ela- Quer sentar conosco? Jantar conosco?

- Amor, se não se importar prefiro ir para o quarto. Respondeu Helena.

- Que isso Helena, senta conosco e nos brinde com sua presença. Disse a Loira com um tom sarcástico.

Pensei rápido que aquilo não iria prestar, a loira iria encher Helena de perguntas e iria provoca-la e sabia que a morena não iria levar desaforo para casa.

-Tudo bem amor, vou te acompanhar até o quarto. Maura e Carlos espero que entendam, mas vou subir com Helena.

Peguei a mão dela, e saímos do restaurante com o olhar nada amistoso de Maura em cima de nós.

Fomos caminhando em silencio até o elevador, apertei o meu andar e ao entrar nos duas sozinhas não me contive.

- Meu deus Helena, nem acredito que você esteja aqui, amor! Olhei para ela com cara apaixonada.

- Você pode me explicar Milena, o por que daquela loira estar quase sentada em cima de você? Disse Helena ainda furiosa.

- Hum minha ciumenta, ela não é nada para mim Helena, você sim é quem eu quero e quem eu amo, sei que você não gosta quando te falo isso, mas é a verdade, só você faz isso. Peguei sua mão e levei ao meu coração disparado.

 

Ela se desarmou, e abriu aquele sorriso que eu amo, e me deixa grogue.

- Sou ciumenta mesmo, aliás sou ciumenta com você, nunca passei algo  parecido, a vontade que eu tive foi estapear aquela loira.

- Ela é tirada mesmo, mas não adianta, não quero ela, quero você.

Chegou ao meu andar e encaminhei ela a meu quarto, abri a porta e dei passagem , fechei a porta atrás de mim e abri meus braços em direção a minha linda.

- Vem me dar um beijo, meu amor, e matar minha saudade.

Ela  encaminhou-se até a mim, dentro dos meus braços, e baixou seu rosto para tocar sua boca na minha e me devorar de amor.

Nossa boca encontrou-se com sabor de saudade, nossas línguas saboreando o momento único de estarmos juntas sem amarras, sem duvidas somente nosso desejo, minhas mãos foram para suas costas e deslizavam maciamente tocando cada canto puxando ela para encostar em meu corpo sedento de desejo por ela.

Ela levantou seu rosto, deixando minha boca que estava vermelha, me olhando dentro dos meus olhos, vendo refletido neles todo desejo e amor que eu sentia por ela.

Suas mãos subiram até meu rosto, desenhando com a ponta dos dedos todo seu contorno, seu polegar desenhou minha boca e adentrou nela, eu suguei o mesmo ch*pando devagar, Helena ofegou e gem*u baixinho, molhando seus lábios ressecados.

Minha mão dava pequenos apertos em suas costas, ela retirou o dedo de minha boca descendo-os pelo meu pescoço, levantando meu cabelo e despejando pequenos beijos e mordiscando o mesmo, foi minha vez de suspirar.

Enquanto ela mordiscava meu pescoço, suas mãos começaram a desabotoar minha blusa, deixando meu colo desnudo, deslizou para dentro apertando meu seio, me arrancando um gemido rouco, gutural, visceral, vendo o poder que ela tinha sobre mim desceu mais sua boca, e arrendando meu soutien abocanhou o outro seio, mamando com força e desejo.

Resolvi sair da submissão e sem ela esperar girei nossos corpos encostando ela na porta, colocando minha perna no meio das suas, e ainda por cima de sua roupa comecei a apertar seus seios enquanto meu corpo se roçava no dela, que gem*u deliciosamente.

- Vamos para cama Milena!

Não precisaria pedir duas vezes, não queria fazer sex* com ela, queria devora-la, mas demonstrando todo amor que tinha.

Fomos caminhando no curto espaço nos beijando, a beira da cama ela acabou de retirar minha blusa, e abriu meu soutien deixando a mostra meus seios médios, com aureolas bem marcadas, algumas pintas no meu colo, suas mãos passeavam e seu olhar parecia querer decorar cada uma delas, também tirei a dela, seus seios entumecidos e do tamanho que cabia na minha mão se ofereciam para mim, com as costas da mão os acariciei, e com minha boca dei beijos, pequenas mordidas enquanto Helena arqueava seu corpo em minha direção, suas mãos pegaram minha nuca, puxando ainda mais minha cabeça para ela.

Suguei, mordiscando, enquanto minhas mãos acariciavam a pele desnuda, abri sua saia, e quase perco o folego ao ver a cinta liga vermelha, naquele corpo torneado.

- Você é espetacular, linda, linda!

- Gostou?! Especialmente para você.

- Como não gostar? Tomei ela nos meus braços deitando seu corpo na cama. Permaneci em pé e tirei calmamente minha calça com o olhar faminto dela, ainda de lingerie, deitei meu corpo sobre o dela.

- Se for sonho não quero acordar?!

- Não minha linda, não é! Venha me fazer sua !

Subi até seus lábios, beijando demoradamente, nossas línguas também se amando, se reconhecendo, nossas mãos passeando por nossos corpos desejosos.

Desci novamente até seus seios, enquanto minha mão descia pelo abdômen liso e definido de Helena, seus gemidos baixos, estavam fazendo um estrago em minhas entranhas, meu sex* encontrava-se encharcado e pulsante.

Me sentei em sua cintura, encostando meu sex* ainda coberto, sentindo a quentura da dela, me chamando, nossos olhos demonstrando o desejo da entrega.

Me ajoelhei, me desfazendo da cinta liga dela, tirando devagar, e depositando beijos por toda virilha sem tocar em seu sex*, com pelos rasos, linda, totalmente molhada, acariciando com a ponta da língua, toda extensão, até seus pés que são lindos, suspendi seu pé sugando seu dedo, ela estava se contorcendo de tesão, suspirando e me implorando para deixar de tortura-la.

Dei um meio sorriso, e voltei o caminho subindo novamente em cima do seu corpo desnudo, mordiscando seu pescoço e minha mão em seu seio, apertando e rebol*ndo em cima dela.

Sem que eu esperasse ela me virou, e começou a sugar meu seio, com força, a mão dela apertando minhas coxas, ela desceu o corpo até o meio das minhas pernas, cheirando meu sex*, abrindo aquele sorriso estonteante.

- Que cheiro delicioso de femea que minha pequena tem, quero você toda, fazer contigo tudo que faz comigo, quero que nossa noite seja inesquecível. Disse isso descendo minha calcinha, mostrando meu sex* encharcado, pulsante, meu clit*ris totalmente intumescido, grande, com dois dedos ela começou a acaricia-lo, ela sentada em minha coxa, deixando sua bucet* molhada roçando nela enquanto tocava na minha, apertando meu grelo, dedilhando, entre os grandes e pequenos lábios, arrancando de mim gemidos altos, minha mão segurando os lençóis, enquanto ao mesmo tempo ela cavalga minha coxa, eu não conseguia deixar meus olhos abertos tamanho desejo estava me assolando, quando pensei que ela me faria goz*r desta forma, Helena enfiou dois dedos dentro de mim, devagar.

- Pede amor, pede o que você quer, diga para mim, implore o que você quer Milena?

- Eu ahhh He le na , por favor. Os dedos entravam e saiam devagar quando ela saia levava os dedos melados até o clit*ris, em uma tortura lenta. Me fode Helena, rápido, forte, me come. Implorei por ela.

Ela desceu o rosto e tomou meu grelo grande em sua boca, mamando ele, enquanto seus dedos dentro de mim, estocavam com força me levando a loucura, minhas mãos foram até sua cabeça, pressionando-a mais, abrindo minhas pernas ainda mais colocando meus pês em seu ombro dando livre acesso, rebol*ndo meu corpo para sua boca me devorar ainda mais, fui subindo loucamente, em uma espiral até explodir em um orgasmo sem tamanho e eu gritando Helena.

 Ela deitou-se a meu lado, realizada e feliz, seus olhos negros cintilando, suas mãos fazendo carinho, sua perna em cima da minha.

- Você é deliciosa, seu gosto é demais minha pequena. Nunca que eu imaginei que seria assim.

- Você me levou no céu, tem certeza que nunca fez isso? Pois não parecia.

- Tenho boa professora. Respondeu com um sorriso, boa em todos os sentidos.

- Sou é? Então vou demonstrar mais um pouco para você. Subi em cima dela, abri suas pernas encaixando nossos sex*s, peguei sua perna direita colocando ela sobre meu ombro e cavalgando nela, nossos fruídos misturados, meu grelo tocando o dela, Helena gemia cada vez mais alto, cada vez mais forte, seu corpo movendo abaixo do meu, auxiliando, nosso barulho, aumentando a medida que encharcávamos mais e mais, a respiração ficando curta e acelerada, minhas mãos apertando suas coxas, acelerando, acelerando, acelerando até explodirmos ambas em um mesmo orgasmo, e nosso cheiro por todo o quarto.

Helena

Não dá para descrever o que sinto me entregando a Milena, seu corpo abaixo do meu, eu dentro dela e observando suas expressões de prazer e entrega, seu gosto em minha boca, meu beijo em seu clit*ris, não tem palavra que fale o quanto isso me deixa maluca.

E quando ela me toma, e me faz dela, é como se eu partisse em milhões de partículas para depois me tornar única novamente, renovada e mil vezes feliz, nossos olhos uns nos outros, demonstrando todo desejo e todo sentimento.

É incrível que eu possa sentir tudo por esta criatura pequena, uma mulher. Ainda é muito doido para mim, ela esta agora aqui de olhos fechados do meu lado, sua mão entrelaçada a minha, tentando acalmar a respiração descompassada, e eu queria ter uma solução mágica para nossa relação, por que de uma coisa eu sei, não irei conseguir ficar longe dela. Quando fazemos amor, estamos sempre de frente nos encarando, nos devorando com a pele, com a mão, com a boca, com a alma, e era inevitável para mim comparar com ele. Quase sempre me entregava de costas para ele, nunca pensei muito o porquê, mas hoje tenho a impressão que seja pelo fato de não querer de verdade me entregar, mas com ela não, com ela quero me entregar por inteiro.

- Minha linda pequena, você me deixa de um jeito que nem dá para explicar. Falei e ela abriu os olhos sorrindo.

- Então estamos empatadas, meu amor. E sabe de uma coisa? Quero mais.

Passamos a noite toda nos amando e nos entregando descobrindo todos os nossos pontos, todos os nossos caminhos.

Acordei e ela estava de bruços, nua e linda, seu corpo moreno, sua bunda grande, um corpo cheio de curvas, dormindo com a cara feliz, comecei a dar pequenos beijos para acordar a dorminhoca.

- Acorda princesa? Temos que aproveitar o dia, vou embora cedo. Fiz carinho no rosto dela, que abriu os olhos com cara de preguiça.

- Já vi que você é daquelas que acorda cedo e animada né?!

- E você pelo visto é bicho preguiça, né pequena?!

Ela me puxou para cima dela, e com a cara safada respondeu – Depende!

- Adoro fazer amor com você, mas precisamos aproveitar o dia, vamos tomar um banho e ir tomar café!

Puxei ela para o banheiro, entramos na ducha, ela começou a me ensaboar, passando o sabonete por todo meu corpo, lenta e sensualmente me olhando, seus olhos castanhos se escurecendo aos poucos, mostrando seu desejo, suas mãos tocaram meus seios apertando-os, massageando, arrancando gemidos meus, sua voz rouca no meu ouvido, falando que me quer, que me deseja, me pedindo para dar para ela, me matava de tesão.

- Me fode, Milena! Me faça sua, agora e para sempre. Implorei.

Ela entrou dentro de mim, me fudendo com força, enquanto sua boca mamava meus seios duros e sua intimidade quente e molhada rebol*ndo em minha perna, subimos e chegamos juntas ao orgasmo.

- Deliciosamente, deliciosa. Disse ela.

Ficamos ainda um tempo no chuveiro, depois descemos para tomar nosso café juntas.

Falamos de coisas e gostos da nossa vida, afinal pouco nos conhecemos, descobrimos várias afinidades, perguntei para ela se gostaria de ser mãe.

- Penso sim, nunca quis gerar uma vida, e hoje nem daria mais, mas tenho vontade de adotar, gosto muito de criança.

- Hum que bom então. Filho é tudo de bom, minhas filhas são minha melhor parte.

- Amor, quero conhecer suas filhas, quero ver se elas vão gostar de mim  que acha?

Fiquei muito feliz com a pergunta dela, as gêmeas são minha vida.

- Claro pequena, quero que você as conheça sim.

- Que bom, mudando de assunto que horas é seu voo?

- 17:30. Respondi.

- Hum to pensando aqui acho que vou tentar trocar minha passagem e ir com você que tal?

- Iria amar, assim fico ainda um pouco com você.

Subimos e Milena foi ao quarto dela tentar trocar a passagem e colocar uma roupa confortável para sairmos e caminharmos, fui na suíte que reservei e nem usei, também trocar de roupa.

Saímos depois de um tempo, fomos ao Ibirapuera, passeamos como duas namoradas, sorrindo uma para a outra, desejando que as horas passasse devagar, ela era surpreendente, carinhosa e atenciosa, me dava espaço para fazer as coisas no meu tempo, almoçamos no parque e ficamos deitada lado a lado na grama, nossas mãos entrelaçadas, felizes.

Mas como tudo que é bom dura pouco, havia chegado a hora de voltar a nossa vida, fomos para o aeroporto num silencio carregado de significado cada uma pensando no que viria pela frente, no que nos aguardava, ainda não havíamos falado sobre isso.

Na aeronave ela conseguiu trocar o lugar e sentar ao meu lado.

- Sabe Helena, amei sua surpresa, sua presença, foi muito importante para mim, sei o quanto é difícil para você, e fiquei admirada e por que não preocupada de você ter dito a Maura que é minha namorada, por que ela pode comentar com o Luís.

- Nem pensei, somente fiz quando vi aquela loira dando de cima de você descaradamente. Ainda ficava pé só de pensar. Nossa situação é tão confusa pequena, fico perdida.

- Eu sei Helena, o que você quer para nós?!

- Eu quero você, mas você terá paciência de esperar? Preciso pensar bem em como fazer, em quais atitudes tomar como agir.

- Somente quero falar uma coisa, amor, te quero, desejo tudo com você, terei paciência, mas quero deixar claro que não serei sua amante, não desejo isso para mim.

- Nem quero isso também pequena, jamais. Somente quero que você esteja comigo e não desista de nós.

-Não conseguiria.

Ficamos depois disso calada nossas mãos entrelaçadas, ela recostou a cabeça no meu ombro e assim permanecemos até a chegada em BH. Descemos do avião e andamos lado a lado, mas sem nos tocar, chegamos em nossa terra e não podíamos dar bandeira. Ela tinha bagagem e fomos buscar ela queria ver as meninas que estavam com Camila.

Pegamos a bagagem, e fomos onde havíamos combinado de encontrar; o que nenhuma das duas sabia era que uma pessoa as observava com um olhar de interrogação.

Fim do capítulo

Notas finais:

Capítulo novo para vocês espero que gostem. O amor esta no ar mas os problemas viram na mesma proporção.

Beijos.


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Comentários para 15 - Capítulo 15 - Loucuras de Amor - parte 2:
Ana Gil
Ana Gil

Em: 29/06/2018

????????????


Resposta do autor:

Qual a pergunta Ana?

Responder

[Faça o login para poder comentar]

alex72
alex72 Autora da história

Em: 29/06/2018

No Review

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