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Minha Professora Particular por Sorriso e

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Palavras: 1554
Acessos: 2349   |  Postado em: 07/06/2018

De volta ao passado e nova fase.

Passei a noite em seu quarto, sentindo seu cheirinho provido do travesseiro macio. Ao me sentar olhei pra sacada. Lá estava minha casa do outro lado daquela cerca branca, um lar sem amor companheirismo carinho, não iria chorar ou pedir pra voltar será tudo diferente a partir de hoje.

Tomei um banho procurei uma roupa confortável, e desci o cheirinho de café feito na hora estava por todo ambiente. 

Ao entrar na cozinha Clara sorriu me dando um bom dia chamativo, Amanda tem sorte de tê-la por perto apesar do inferno que vivia.

-Dormiu bem ?

-Seria melhor se ela estivesse de volta.

Clara muito atenciosa me servia achocolatado, porem recusei pro seu espanto.

-Dona Amanda me disse que costuma tomar isso todas as manhãs. 

-Prefiro um café puro.

Pegou uma xicara e me serviu, tudo que menos queria nesse momento era levar notícias ruins pra Amanda.


-O que vai fazer hoje Clara ?


Perguntei enquanto me servia de pão francês e peito de peru.


-Ficar em casa, por que ?


Olhou-me desconfiada e curiosa ao mesmo tempo, sorri revelando a minha possível artimanha.


-Preciso da sua ajuda, vamos sair.


-Não tem aula hoje ?


Olhou pro relógio, e depois pra mim.


-Sim tenho, mas um dia não vai fazer mal. 


Saímos por volta das 10:00 horas andamos um pouco pelo centro, entramos em várias casas de artesanato outras de roupas, por fim acabei encontrando o que queria. 


Clara ficou encantada com o que viu, eu mais ainda comprei umas coisinhas com o dinheiro que tinha guardado.

Ao deixarmos a loja fomos pra casa, mas no meio do caminho precisava fazer umas coisas ainda sozinha, então Clara não se importou em ir pra casa sozinha.


Depois de uma hora estava de volta, de pé em frente à minha antiga casa se é que posso chamar assim, peguei a chave reserva que ficava em baixo do vasinho de planta e entrei.


Ao entrar senti um vazio nunca esperado, agora entendia como as pessoas me viam do lado de fora. Passional medrosa e incapaz de abrir a boca, suspirei e subi as escadas pegando o que ainda era meu.

Ao entrar no quarto agora todo transformado ao meu gosto, estava entregue a poeira. Peguei meu celular meu notebook entre outras coisas, ao descer as escadas minhas pernas travaram, apensar de todas as coisas ela era minha mãe, continuei a descer e deixei um bilhete em cima da bancada da cozinha, depois me retirei.


Ao sair da casa me deparei com Lara parada olhando a fachada, encostada em seu carro. Ao me ver sua surpresa fora grande, se aproximou lentamente me olhando de cima a baixo.


-Você está linda, não não você está mais linda ainda.


-Obrigada.


-O que houve não apareceu no colégio ? 


-Há precisava de um tempo sabe, caminhei até a varanda da casa da Amanda, enquanto Lara me seguia sem entender.


-Essas coisas é... o que eu estou pensando ?


-Sim, minha mãe me expulsou de casa, é agora estou aqui!


Afirmei alegre sem nenhum pudor de alguém saber.


Lara ficou seria por um momento, olhava pro chão, não demorou muito pra voltar ao normal.  O que poderia dizer pra amenizar essa dor que lhe causava, não havia nada que pudesse fazer a não ser dizer a verdade. Essa verdade que vinha me consumindo e me afastando da liberdade de antes, não me permitindo amar a Amanda de verdade de temer beijos e mãos dadas na rua, ou de jantar em um restaurante sem que a cidade toda saiba, de dormimos juntas escondidas como duas prisioneiras. 


-É esse carro aí parado, vamos dar uma volta.


Olhei pra ele estacionado e novamente pra Lara, nossa estava sendo cruel demais, estava pronta pra amenizar a situação, inventar que estava sem gasolina ou que ainda fora cedo demais, mas não deu tempo ela me olhava com aquele olhar frio e calculista.


-Eu já entendi, até mais.


-Lara por favor não vá assim...


Minhas palavras se perderam no ar, ela nem se quer olhou pra trás entrando em seu carro sport e saindo em alta velocidade. 


-Precisa de ajuda, Cecilia?


-Bastante Clara.


Estava na calçada vendo por onde ela tinha passado, Lara e uma grande amiga pena que seu coração não entendia isso. 






Tínhamos terminada tudo as palestras foram um sucesso, mais algo me intrigava Cecilia ainda não atendia minhas ligações comecei a ficar muito preocupada. Mais uma vez estávamos na estrada só que dessa vez ela me levava ao passado que tanto quis manter a sete chaves, Ester estava mais alegre plena e radiante como nunca a tinha visto.


Ao entramos na cidade poucas coisas haviam mudado, com a crise havia muitas lojas pra alugar. Fomos logo pro hotel, mas não ficamos muito tempo apensar do cansaço Ester me arrastou pra rua novamente. Ela era calmaria e sorrisos pra todos os lados, enquanto em meu coração havia uma dor latente que parecia estar se aprofundando ainda mais a cada esquina que virávamos. E engraçado como esquecemos fácil, ou quando há a momentos tão trágicos que um simples nome se torna uma tempestade de dor, tentamos amenizar com o tempo nos doutrinando jurando é até negando pra nós mesmos que nunca jamais fazíamos isso.  Como pessoas que se "regeneram" dentro de uma religião esquecem os podres do passado, é jogam pedras em pessoas das quais um dia elas foram sendo vítimas ou acusadores. No meu caso não havia juiz ou jurados, minha consciência era o juiz e meus olhos os jurados que agora viam com clareza o quanto insensível fui ignorando maltratando e odiando um amor puro que era só meu. 



Caminhamos mais um pouco até chegarmos em sua casa, a cor era verde, mais antigamente costumava ser salmão.


-Por que paramos aqui ?


-Vamos entrar.


Caminhamos até a entrada Ester tirou da bolsa a chave, ao entramos o cheiro era agradavel.


-Comprei a casa a um ano.


Entendia os motivos de Ester, mas comprar a casa foi um exagero.


-Está se martirizando Ester.


Falava enquanto caminhava pelo assoalho de madeira antiga, a casa estava mobilhada, temia perguntar se eram os mesmos moveis.


-Estou tentando está em paz comigo mesma.


Ester começou a subir as escadas e a segui, caminhamos por um corredor não muito longo e logo entrou num quarto rosa.


-Sente-se Amanda.


Ainda estava parada tentando analisar tudo o mais rápido que pude, com certeza merecia esse choque de realismo.


Sentei-me na cama que dava pra um guarda roupa branco, Ester tirou da bolsa um caderno pequeno e me entregou.


-É o diário dela, agora ele e seu.



Meu corpo estava paralisado não conseguia emitir nenhuma só palavra, minha respiração por um momento parecia ter desaparecido, com todo cuidado do mundo peguei aquele caderno, o olhando atentamente sorri fraco.


-Eu vou te dar um tempo.


E se retirou do quarto me deixando entregue aquelas folhas desgastadas e amareladas com o tempo, ao abrir uma frase muito marcante que me fez chorar copiosamente.


Sem datas sem horas de uma vida anormal, pois tudo o que vivo nele fará parte da minha vida pra sempre. 

Comecei a ler lentamente seguindo o rumo, como as águas de um rio.


Sei que um dia estarei lendo essas palavras e me recordando de tudo que senti na pele, cada arrepio cada olhar gestos e batidas desenfreeadas do meu coração. Chegava no colégio mais cedo que todos apenas pra ter uma vista melhor da janela, apenas pra vê-la chegando com o seu grupo de amigos animados e cruéis. Em dias de frio costumava usar um moletom azul escuro a deixava mais sexy e inteligente, seu tênis all star combinava com todo o figurino, suas madeixas cismavam em deixa-la despenteada como se isso fosse possível, sorria pra alguns e analisava outros com seu olhar de superioridade. Aqueles minutos eram o máximo que conseguia ver sentir sem ser humilhada e massacrada pela mesma é seu grupinho. Em nenhum momento havia como uma pessoa má de coração, minha mãe costuma dizer que isso são fases da vida, e que tudo passa. Eu torcia pra isso acontecer, me esforçava ao máximo pra não ser corrompida pelo ódio, eu tenho um plano encontra-la anos depois e independente de que esteja com alguém ou não, quero que saiba que a amo mesmo que ela ria da minha cara, pois não há nada melhor que se sentir bem consigo mesmo fisicamente é emocionalmente. 



Fechei o caderno enxugando as lagrimas que desciam sem cessar. A porta fora aberta fitei Ester me olhando com ternura.



-Eu ia ama-la, como amo a Cecilia. 




Ao anoitecer estava em meu quarto lendo mais um trecho do diário da Erica, e analisando o quanto ela era incrível, costumava a acompanha a avó em aulas de crochê, a dançar em seu quarto músicas da época, tinha medo de filmes de terror porem amava o clipe do thriller do Michael Jackson, mas nem tudo eram flores sofria de bulimia, e odiava o pai por ter uma amante.


Meu celular me tirou do transe e me trouxe de volta, ao ver o visor era uma vídeo chamada da minha Cecilia. 


Atendi imediatamente, porem seu dedo tampava a web cam.


-Amor para com isso...deixa eu te ver, estou morrendo de saudade. 


Ela sorriu, e retirou o dedo me revelando uma nova mulher.


-Você está maravilhosa.


Ela tinha cortado o cabelo e picotado estava usando um baby dool preto.


Não revelei que voltava amanhã, ficamos conversando por muito tempo. Estranhei ela está em minha casa, mas isso era é o de menos agora. Compreendia não havia o porquê mudar a Cecilia certas atitudes partem de nós, mas se não houve mudança não teria problema a amaria ainda mais, porque é sincero puro e reciproco não trocaria isso por mais nada. 











Fim do capítulo


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Comentários para 56 - De volta ao passado e nova fase.:
Luhemi
Luhemi

Em: 09/06/2018

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