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  • Maktub, a vida e seus caminhos....
  • Capítulo 4 Nossas vidas, nossas dores....

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Maktub, a vida e seus caminhos.... por alex72

Ver comentários: 1

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Palavras: 1418
Acessos: 3033   |  Postado em: 12/05/2018

Capítulo 4 Nossas vidas, nossas dores....

Helena

Depois de um dia exaustivo nada melhor do que a casa da gente, cheguei a minha casa no Mangabeiras, meu lar, e ao abrir a porta, as razões de minha vida veem correndo me dar boas-vindas. As gêmeas já estavam de banho tomado, e correram para me contar o dia delas.

Me joguei no sofá delicioso de minha sala e cada uma sentada em uma perna, reclamando uma da outra rss, duas geniosas, fiquei ali entretida com as duas que nem me dei conta da hora e do fato que Fabio já tinha chegado e eu não dei muita bola para ele.

Ergui minhas vistas quando escutei seus passos descendo a escada.

- Ei amor, nem foi me dar oi. Esqueceu que temos um jantar?

Ele chegou próximo a mim e me deu um selinho nos lábios.

- Não esqueci, fiquei aqui escutando o dia das princesas, sabe que fico de coração partido ainda de ficar tanto tempo sem elas.

- Nem fala isso perto de sua Sogra, por que ela irá começar com o velho discurso de que sou frouxo em deixar você trabalhar e que você é uma feminista. Diz ele suspirando e revirando os olhos fazendo graça.

- Precisamos mesmo ir?

- Sabe que sim, já adiamos muito e mesmo minha mãe sendo difícil é minha mãe e tenho saudades.

-Então vou tomar banho e aprontar.

Dei um beijinho nas ninas, e as deixei assistindo desenho enquanto subi as escadas de mãos dadas com meu marido.

Entramos no quarto e já fui tirando sapatos e comecei a me despir, distraidamente, meu pensamento vazio, estava de costas para a porta e não percebi que meu marido estava admirando até escutar seu suspiro.

Isso é uma provocação? Este corpo lindo e moreno nú? Assim não guento, fez gracejo.

Dei um meio sorriso para ele, pois sabia que bastava um convite e ele iria para o banho comigo, seu membro já se fazia ereto, fiquei analisando minha vontade de começar algo.

Nossa vida conjugal era tranquila, serena sem grandes problemas, ele era sociável, amável e simples, um pai presente e um marido que me valorizava como mulher e pessoa. Estendi a mão para ele em um convite mudo e o mesmo não se fez de rogado, o conduzi para o banheiro eu já estava nua e suas mãos grandes deslizavam pelas laterais do meu corpo, até chegar aos meus seios, que reagiram ao seu toque, ele fazia movimentos circulares, fazendo os bicos se intumescerem, desci minhas mãos para seu membro rijo e o tirei para fora, virei de costas me apoiando na parede e arrebitando minha bunda firme e média para que ele me penetrasse , gosto muito desta posição ela me faz ser falsa passiva uma vez que eu acabo conduzindo os movimentos da forma que gosto.

Ele começa uma falsa penetração, colocando o membro por entre minhas coxas, explorando com suas mãos meus seios e meu corpo, comecei a me movimentar junto com ele e rebol*r, a mão dele desceu para meu sex*, masturbando meu clit*ris em movimentos circulares, fazendo o mesmo crescer e molhar em seus dedos, quando sentiu que estava pronta desceu mais minha coluna de forma a facilitar suas estocadas, comecei a rebol*r em seu membro, meus gemidos baixos e o barulho das estocadas subindo, senti meu corpo reagindo  e a respiração ofegante de Fabio mostrando que ele já estava pronto. Goz* para mim, delicia fala ele, goz* pro seu macho, sempre gozo com estas sacanagens em meu ouvido, minha respiração acelerou e senti meu corpo estremecer, ele começou a soltar seu liquido em mim e veio a minha mente um par de olhos penetrantemente castanhos, não sei por que cargas d’água lembrei-me dela na hora do meu prazer, dei um suspiro que para o Fabio foi de prazer e para mim era de pura confusão, me virei para ele com um sorriso sem graça e acabei de tirar sua roupa e o puxei para o banho, quem sabe a agua levaria embora aquelas coisas estranhas da minha mente.  

 

Milena

Sai da reunião direto para minha casa, iria aproveitar que a Carla estava de folga, ela ama quando chego cedo em casa e podemos ficar quietinha na sala conversando e vendo TV. Durante toda minha vida fui considerada pelas minhas namoradas como ninfomaníaca ou apaixonada por sex*, amo mesmo. Mas depois dos meus dois últimos relacionamentos resolvi que esta nunca mais seria minha prioridade, minha vida com a Carla é bem morna neste quesito, achei até que eu tinha ficado frígida em alguns momentos, mas ao ter o olhar negro nos meus percebi que não sou eu e sim minha vida com Carla que andava devagar mesmo.

De qualquer forma não era culpa dela, muito pelo contrário por ela seria todo dia rss, modéstia parte sou boa na arte de dar prazer, por que não tenho pudor, mas ela nunca conseguiu despertar o lado ninfo em mim, mas não era ruim.

Cheguei de surpresa e seus olhos sorriram em me ver, que bom amor, diz ela me cingindo a cintura. Oi linda, dei um selinho nela. Fiz um carinho em seu rosto e falei que ia tomar banho.

Esta é a hora que amo, deixar a agua descer sobre meu corpo e minha mente vagar, meu pensamento voou para a reunião de mais cedo e o toque delicioso, as curvas precisas e do par de olhos escuros no rosto do sorriso lindo, suspirei profundamente ao sentir de novo a umidade no meio das minhas pernas, fiquei imaginando minha língua descendo pelo seu corpo todo, ela tinha um jeito delicioso, o meu Pai o que deu em mim afinal? Será possível que agora irei suspirar por mulheres héteros? Já não me basta as homo problemáticas agora quero as casadas? To boa não.

Saí do banheiro enrolada na toalha com os cabelos molhados e os olhos de minha mulher em mim, seu olhar de devoção é o mesmo de 4 anos atrás e eu sempre me pergunto o que fiz para merece-lo, e me pergunto por que não me entrego a ela sem restrição, meu coração sempre esta longe do dela, mesmo assim tento ser a pessoa boa e carinhosa que ela merece e a mulher fiel, apesar de tudo nunca a traí, a não ser bem em meus pensamentos.

Coloquei o pijama e sentei em nosso sofá, ela adora ficar assim agarradinha assistindo tv comigo, perguntou pelo meu dia, e contei da reunião omitindo os olhos negros que me encantaram. Aos poucos as mãos de minha esposa começaram a passear pelos meus braços e aquele olhar que conheço de pedido silencioso, me fitaram. Ela era muito tímida e nunca soube como me seduzir, parecia ter medo de mim  me virei para ela e tomei seus lábios em um beijo pequeno, nunca foi nosso forte, mas ela tem um corpo lindo e se entrega fácil sempre, desci em pequenos beijos até chegar os seus seios firmes e pequenos do tamanho certo, daqueles que cabem na minha mão, seu colo cheio de sardas era uma das partes de seu corpo que sempre me atrai, comecei a sugar seu seio esquerdo enquanto minha outra mão apertava o direito e seu corpo arqueou procurando ainda mais contato com o meu. Fiquei trocando de um seio a outro enquanto ela ficava cada vez mais alucinada, ali era a fonte de todo prazer dela, e minha mão foi descendo pela sua barriga, até chegar o centro do seu prazer, seu clit*ris duro e grande entre meus dedos, e seus gemidos baixos, me davam a medida do seu tesão, enquanto sugava seu seio enfiei dois dedos e comecei o movimento forte de vai e vem, ela me arranhava e gemia e pedia do seu jeito silencioso mais e mais de mim, quando eu senti que ela estava perto do gozo desci do seio pela barriga reta até chegar onde minha mão estava e comecei a ch*par seu grelo com a boca e a traçar círculos em volta dele com língua ela arqueava cada vez mais o corpo de encontro com minha boca e rebol*va em meu rosto, seus gemidos ficaram entrecortados até que o tremor chegou e seu corpo convulsionou de prazer, ela tentou me tocar mas eu não queria, minha cabeça estava longe e meus desejos estavam em um par de olhos negros longe dali, conhecia os sintomas e pensei que nunca mais eu iria enveredar por este caminho, mas pelo visto estava redondamente enganada.

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Esta semana esta atarefada e por isso não consegui postar, espero que gostem do capitulo, e espero comentários.Bjs


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Comentários para 4 - Capítulo 4 Nossas vidas, nossas dores....:
Cleide
Cleide

Em: 05/09/2018

Nossa é  só  eu estou com dó  da carla? 

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