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Maktub, a vida e seus caminhos.... por alex72

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Palavras: 1426
Acessos: 2786   |  Postado em: 18/05/2018

Notas iniciais:

 

 

Capítulo 5 Perguntas sem reposta

Capitulo 5

 

Milena

Ficamos ali no sofá agarradinhas até ela levantar para ir ao banheiro, ela sempre ficava encharcada e ficava incomodada com seu sex* molhado, enquanto saiu dos meus braços para um banho meus pensamentos voaram a ultima vez que senti este mesmo sentimento.

4 anos atrás

Chegamos na boate e fomos para um canto mais reservado do lado de fora, um lugar mais escurinho próprio para namorar, ainda era cedo, e a música ainda demoraria a começar, ela sentou de frente para mim e nossos olhares comiam uma a outra, aquele sorriso lindo e safado dela que fazia cada célula do meu corpo vibrar se fez presente e nossas mãos se entrelaçaram, ficamos ali alguns segundos sem palavras, toda nossa conversa naquela semana, longas conversas sumiram, estávamos ao mesmo tempo felizes e sem graça era tudo tão novo, tão diferente para mim, o que falar para aquela menina? Ela era tão jovem e eu tinha uma vida tão sofrida, uma bagagem tão forte, o que podíamos ter em comum? Mas eu sabia eu sentia que ela mudaria minha vida. Seus olhos olharam os meus mais uma vez e seu rosto se aproximou de mim seus lábios e sua língua adentrou na minha boca e sugou com sofreguidão a minha. Ela levantou-se eu já sou baixinha, mas ela ainda era menor que eu, ficou no meio das minhas pernas em pé e eu a puxei pela cintura e nos perdemos naquele beijo e nossas mãos exploravam o corpo uma da outra, ela colocou suas mãos por dentro de minha blusa e começou a arranhar minhas costas sem tirar sua boca da minha, subia e descia e me enlouquecia com tão pouco, subi minha mão até sua nuca puxando ela para mais perto, meu corpo louco e meu sex* latejando e escorrendo, ofegava, separei minha boca dela e disse sussurrando em seu ouvido, se continuar assim vou goz*r sentada aqui, ela sorriu o sorriso mais lindo e seus olhos pequenos e castanhos me fitavam com fome e disse não acreditar que isso aconteceria mas, continuou a fazer e a me provocar e me beijar  o pescoço e meu corpo esquentou e esfriou e por fim ali no meio de um bar só existia eu e ela e g*zei sem que ela me tocasse o sex*, mas tocou muito mais que ele ....tocou minha alma.

Ela me chamou do banheiro e despertei do passado, desde que aqueles olhos negros me fitaram meu passado e a dor dele voltou com força, Marina se fez presente por que ela fazia parte do medo inconscientes de repetir aquela entrega, passei 4 anos me poupando do amor, amor? Logico que não podia amar alguém que acabei de conhecer, mas aquele frio no estomago que não sentia desde então, voltou ao fitar aquela mulher naquela sala.

 

Helena

 

Saímos para o jantar com meus sogros, as meninas estavam lindas com aquelas carinhas sapecas e seus vestidinhos, elas eram iguais e tão diferentes, nunca vestiam iguais e não gostavam das mesmas coisas, mas apesar de tudo eram inseparáveis, meus sogros moravam em Alpavilhe em uma mansão.

Chegamos no condomínio e o porteiro abriu e nos cumprimentou, as ninas deram um oi simultâneo e adentramos. Suspirei, detestava estes jantares, sou de família de classe média, não tínhamos posse, sempre vencemos pela batalha, mas éramos unidos e felizes, estas reuniões regadas a etiquetas além de enfadonhas eram de poses e meias palavras, nunca ficava confortável, mesmo depois de anos.

Dei um olhar para meu marido em seu elegante terno, com aquele sorriso de menino ainda apesar de seus 45 anos, ele pegou uma das meninas pela mão e eu peguei a outra e seguimos até o salão.

Minha sogra veio nos receber seu olhar desceu para meu vestido e me deu um dos seus muitos olhares de reprovação, eu sorri mentalmente, nunca iria agrada-la mesmo se vestisse de princesa, por que meu sobrenome era nada perto do dela.

Olá Helena, está bem vestida disse com seu sorriso sarcástico.

Olá Isabel, você como sempre elegante, respondi no mesmo tom.

Fabio meu lindo filho, meninas estão igual princesas.

Entramos e estavam lá as pessoas de sempre, alguns dos tios e pessoas da construtora, peguei um drink e fiquei com as meninas, elas já sabiam que deviam manter distância dos adultos e eram as únicas crianças daquele ambiente, iriamos dormir na mansão, uma vez que amanhã era sábado, bem a contragosto meu.

Fiquei ali olhando aquelas pessoas, que nada me diziam, sentia falta da minha casa e da liberdade que eu tinha, gostava das coisas simples da vida, de estar com as meninas e suas tagarelices e perguntas, com o Fábio deitado com a cabeça no meu colo ou vice versa, dos meus livros, mas infelizmente tinha obrigações sociais que eu era obrigada a partilhar com ele, como futuro herdeiro ele tinha que conviver no meio daqueles esnobes, ainda bem que ele era diferente, se não nunca teríamos dado certo.

De onde ele estava me procurou com os olhos e deu um sorriso e soprou um beijo, ele sabia quanto eu detestava, mas sempre me dizia que fazia parte do teatro da vida, ele era meu equilíbrio, o chão, eu sempre fui esquentada apesar da aparência tranquila, fiquei ali analisando minha vida, de uns tempos para cá sempre me perguntava como seria o meu futuro, se um dia conseguiria estar de verdade ali no meio daquela gente, quando Fabio fosse o presidente eu teria que estar naquelas rodas, dando sorrisos bobos. Eu sou do meio empresarial, e apesar de viver cercada de homens e ter que “guerrear” com eles, eu era uma igual, ali eu era somente a esposa de um ricaço.

Sofia me chamou com os olhinhos cansados, mamãe to com fome, dei um sorriso para ela, vamos lá na cozinha sussurrei em seu ouvido, saímos a francesa como se tivéssemos fazendo uma pequena travessura.

Oi Cora- cumprimentei a cozinheira, oi dona Lena me respondeu sem graça, as ninas querem comida tem algo para elas? Sentei as meninas e também sentei lá esperando elas comerem, Cora colocou a comida para elas, fiquei ali conversando até escutar os passos e antes de escutar a voz já sabia quem era.

O que está fazendo nesta cozinha Helena? Questionou Isabel, não é lugar para vocês. Os olhos inocentes de Sofia responderam estava com fome vovó por isso vim comer, ela odiava que chamasse ela de vovó, deu um suspiro e falou comigo.

O jantar está para ser servido e você devia estar na sala com seu marido, é do lado dele que você devia estar, devia deixar as meninas com a babá, ou traze-la junto.

Eu sou a mãe Isabel, e gosto de estar com elas respondi seca, e a cozinha é um lugar como outro qualquer.

Ela não ficou satisfeita com a resposta atravessada na frente dos funcionários e eu nem me importei. Irei esperar as meninas comerem e vou coloca-las para dormir, e desço para o Jantar se bem conheço o protocolo deve dar tempo, respondi sarcasticamente.

Era sempre assim desde que entrei para a família nunca nos demos bem por que éramos a agua e o vinho, sempre naquelas reuniões eu pensava como o filho dela podia ser tão diferente da mãe, o Alberto era menos esnobe mais polido mas também em nada o Fabio parecia com ele, sua irmã Agatha era como a mãe, uma patricinha, mas ainda bem vivia na Europa e eu tinha que aguentar só a matriarca, ela saiu pisando duro e nos deixou a sós.

Menina Lena, disse Cora, você precisa ter mais paciência se me permite. Ela era a mais antiga da casa e sabia do jeito problemático da minha relação com minha sogra. Bom Cora paciência eu até tenho só não posso ser o que não sou.

As meninas acabaram e as levei para o quarto e desci pouco tempo para a segunda sessão de tortura. No fim daquela noite fomos para suíte reservada para nós e disse ao Fabio que logo depois do café se ele quisesse ficar para o almoço ficaria sozinho, não tava com saco para mais  daquilo, ele disse que teria que ficar pois iria reunir com o pai e os tios, sócios da construtora, que o motorista levaria nos e depois ele iria embora, naquelas horas eu ficava a refletir o abismo de nossos mundos, ele sabendo do campo minado que era a relação familiar me puxou de encontro a ele e me aconchegou para dormir de conchinha e assim adormeci apesar dos pesares.

 


Fim do capítulo


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