• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Tomada de assalto
  • Capítulo 24 - Leito após leito

Info

Membros ativos: 9583
Membros inativos: 1619
Histórias: 1963
Capítulos: 20,887
Palavras: 52,833,367
Autores: 809
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: Ali

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (874)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (229)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Mundos invertidos
    Mundos invertidos
    Por Natalia S Silva
  • Diamantora
    Diamantora
    Por AlphaCancri

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Meine Erste Gebrochene Regeln
    Meine Erste Gebrochene Regeln
    Por Anonimo 403998
  • O Natal dos encontros inesperados
    O Natal dos encontros inesperados
    Por caribu

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (874)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (229)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Tomada de assalto por Cristiane Schwinden

Ver comentários: 6

Ver lista de capítulos

Palavras: 1691
Acessos: 4840   |  Postado em: 09/05/2018

Capítulo 24 - Leito após leito

Capítulo 24 — Leito após leito

 

Depois de quase uma hora e muita tosse na sala de espera de atendimento do hospital, finalmente Flávia foi examinada por um médico, em companhia de uma tensa Juliana.

Foi uma consulta curta, dali encaminhou-se para realizar alguns exames e mais um bom tempo de espera. No início da madrugada foi novamente atendida pelo médico, agora com os resultados dos exames em mãos.

— Por quanto tempo você inalou fumaça? — O jovem médico com olhos avermelhados perguntou, ele já havia perguntado na primeira consulta.

— Duas horas, mais ou menos.

— Você demorou muito para buscar tratamento médico.

— Eu sei...

Bateu com a caneta na radiografia que estava presa numa caixa luminosa na parede.

— Você teve comprometimento pulmonar por conta da infecção, vai ter que ficar na ventilação mecânica até os edemas internos diminuírem e sua capacidade respiratória melhorar.

— Traduzindo...

— Já solicitei sua internação. — O médico digitava em um computador antigo. — Vou ver com outro médico se você será entubada ou vai para uma ventilação não invasiva, vamos entrar também com antimicrobianos, broncodilatadores e corticoterapia. Você vai esperar um pouquinho no ambulatório até arrumarem uma UTI.

— O estado dela é assim grave? — Juliana perguntou espantada.

— É um tanto sério, para ter o tratamento que ela precisa só numa UTI. Com os cuidados devidos tem grandes chances de ficar tudo bem em breve, não fiquem preocupadas, ela tem boas chances de recuperação. Se evoluir bem vamos tirar da ventilação dentro de alguns dias.

Flávia não dizia nada, ainda estava em choque com as palavras do médico. Juliana tomou sua mão, ganhando sua atenção.

— É para recuperar seu pulmão, para você ficar bem logo.

— Desculpa, eu deveria ter me cuidado melhor.

— Vocês podem aguardar no ambulatório, no final desse corredor. — O médico disse já de pé.

Deitada numa maca e já com um acesso no braço onde recebia o gotejamento de medicamentos, Flávia seguia quieta, parecia tensa, ainda tossia de tempos em tempos.

— É um absurdo você não ter direito a um acompanhante na UTI. — Juliana resmungava. — Vai ficar lá sozinha? Tá errado isso.

— Você precisa ir para casa agora e dormir um pouco, amanhã de manhã você trabalha, não trabalha?

— Trabalho, mas Cláudia vai entender se eu não for, e sábado tem menos trabalho por lá.

— Então vá dormir, fofinha.

— Só depois que te buscarem. Eu venho amanhã de manhã perguntar como você está, e à tarde venho no horário de visitas, às três.

— Não venha pela manhã, se estiver muito preocupada ligue aqui ou peça para Maurício ligar, não posso transformar sua rotina nesse caos, estou atrapalhando você.

— Você ainda não entende que se tornou uma prioridade pra mim, Flávia. Mas tudo bem, vou tentar ligar primeiro, se não me passarem informações então dou um pulo aqui. Vou avisar Maurício pela manhã também.

— Obrigada. — Estendeu a mão pedindo a dela. — Prometo que vou ficar boa logo e voltar para casa, vou cuidar de você e compensar tudo isso.

Juliana retribuiu o carinho com um sorriso aberto. Um enfermeiro veio buscar Flávia com uma cadeira de rodas.

— Posso ir andando?

— Infelizmente não.

O enfermeiro ajeitava o frasco de soro e medicamentos numa haste da cadeira de rodas, Flávia despediu-se de Juliana.

— Vou deixar meu contato na recepção para me ligarem se algo acontecer ou se você precisar de algo. Peça para me ligarem se precisar de mim, tá bom? Eu virei correndo.

— Obrigada. — Flávia mal conseguia falar tamanha a dificuldade para respirar.

Juliana segurou seu rosto e a beijou.

— Não esquece que te amo.

— Fica bem, meu amor. — Flávia acariciou seu rosto.

— Vamos? — O enfermeiro disse.

— Até amanhã, descanse bastante. E se comporte, nada de correr com essa cadeira pelos corredores. — Juliana recomendou.

Viu a cadeira de rodas sendo conduzida para fora do cubículo e sentiu o peito apertado, vontade de chorar por deixá-la sozinha ali no hospital, era para ser a primeira noite delas e sabia que Flávia aguardava ansiosamente aquele momento. Tomava conhecimento também da gravidade do quadro de saúde da namorada e uma sensação ruim de medo com pavor a rodeava.

Chegou em casa as 4:30h, tomou um banho e ignorou a cama, foi para o computador na sala. Ficou ali pesquisando sobre os problemas citados pelo médico para tentar entender a gravidade e as chances de recuperação, ficou ainda mais preocupada com o que leu, viu em vários sites que a incidência de morte nesses casos era alta. Não aguentando mais de sono, finalmente deitou logo depois das seis da manhã, com o sol nascendo.

Às nove acordou com o celular tocando, era Cláudia.

— Não vem hoje, querida?

— Que horas são? — Disse sentada na cama cheia de confusão.

— Nove. Está tudo bem por aí?

— Eu passei a noite em claro, mil desculpas, eu vou me arrumar rapidinho e logo estarei aí.

Claudia riu.

— Imaginei que vocês passariam a noite em claro comemorando a noite especial.

— Passamos a noite no hospital, Flávia está mal, foi direto para a UTI.

— Meu Deus, por causa daquele incêndio semana passada?

— Sim, ela está com uns problemas sérios, Cláudia.

— Mas vai se recuperar, não vai?

— Eu espero que sim, torço para que se recupere totalmente, que não fique com problemas respiratórios nem nada. E que volte logo para a casa.

— Ela vai se recuperar sim, tenha fé.

Juliana esfregou a mão pelos cabelos.

— Eu deveria ter percebido que ela estava assim ruinzinha, fui relapsa, desatenta.

— Não se culpe, Juli, só piora as coisas.

— Que pessoa lesada que sou? Como não percebi que minha própria namorada estava mal de saúde?

— Você teve pouco contato com ela essa semana, pense apenas na recuperação dela. Quando vai visitá-la?

— A visitação na UTI é das três às quatro da tarde.

— Então faça o seguinte: não venha para cá, durma o máximo que conseguir, faça uma refeição decente e vá visitá-la. Venha aqui em casa à noite jantar com a gente.

— Você é a melhor chefe do mundo. Vou tentar dormir mais pouco, estou com a cabeça doendo de tanto sono.

— Isso, durma. Quando voltar do hospital me mande notícias.

Depois que desligaram, Juliana ligou para Maurício, explicou toda a situação. Vinte minutos depois ele ligou de volta com notícias do hospital, Flávia continuava estável.

Às três da tarde encontrou Maurício no corredor do hospital, ela entrou primeiro, só permitiam uma visita por vez. Encontrou Flávia acordada e sonolenta, com uma grande máscara de respiração artificial, aproximou-se com um sorriso aberto, recebendo um sorrisinho frágil de volta.

— Me esperou acordada, gatinha?

Flávia balançou a cabeça em afirmação. Juliana aproximou uma cadeira ao leito, sentou e tomou a mão dela.

— Não pode falar, tá bom? Só mexer a cabeça e a mão.

Flávia fez sinal de positivo com o polegar.

— Isso mesmo. Maurício tá ali fora, dividimos meia hora pra cada um, tudo bem?

Outro afirmativo.

— Se sente melhor que ontem?

Recebeu um sim.

— Que bom, amorzinho. — Correu os dedos pela testa e pelos cabelos dela. — Falei com o médico, ele disse que você está reagindo bem aos medicamentos, nem precisou de ventilação invasiva e te entubar, a máscara está dando conta?

Um sim.

— Sabe Libras?

Flávia moveu os dedos num sinal de ‘um pouquinho’.

— Eu também só sei um pouquinho de nada. Pode tentar usar se quiser, tá bom? Não prometo que vou entender. — Riu.

A paciente acarinhou a mão e o pulso de Juliana, continuava com semblante sonolento, mas agora havia um brilho a mais no olhar.

— O médico também disse que seu pulmão está recuperando a capacidade respiratória, acho que você vai se livrar dessa máscara muito em breve. Esse trambolho incomoda?

Balançou a mão num sinal de ‘mais ou menos’.

— Você está melhorando, logo vai para um quarto, poderei ficar mais tempo ao seu lado.

Flávia apontou para Juliana e colocou a mão aberta ao lado do rosto, perguntando se ela havia dormido.

— Dormi sim, Cláudia me liberou do trabalho, estou novinha em folha, mas preocupada com você.

Agora apontou para Juliana e fez o sinal de se alimentar.

— Também me alimentei, fica tranquila que irei me cuidar para receber bem você em casa. — Beijou os dedos de Flávia. — Vou jantar em Cláudia hoje, ela me convidou. Quando você estiver recuperada vai lá jantar comigo, combinado? Ela tem quatro cachorrões lindos, você vai gostar deles.

Apontou para Juliana e fez duas letras com a mão.

— Eu... Ex? Meu ex?

Flávia concordou.

— Você quer saber se ele estará lá, já que é irmão do marido de Cláudia, não é?

Novamente concordou.

— Não faço ideia, mas acho que não, ele mora com os pais em Águas Mornas. Mas se estiver também não fará muito diferença, pra mim é um passado distante. Você não sente ciúmes dele, sente?

Flávia nada fez.

— Sente? Sério?

A enferma fez um sinal com dois dedos: um pouquinho.

— Não precisa ter, tá bom? Nem pouquinho, Anderson não significa mais nada pra mim, o que é um tanto triste, porque ele poderia ser nosso amigo, mas ele não teve maturidade para isso e preferiu ficar falando mal de mim pelas minhas costas.

Flávia fez um L na testa.

— Loser total mesmo, concordo. — Juliana estava curiosa, resolveu voltar ao assunto. — E Carol, você tem ciúmes?

Flávia fez um sinal com dois dedos: muito.

— Que besteira, Dona Flávia, ela também é passado. Eu já te contei isso, eu nunca senti nada por ela, foi só carência e idiotice da minha parte.

Flávia relaxou a cabeça no travesseiro, parecia mais sonolenta com um longo piscar dos olhos.

— Caso você durma, saiba que voltarei aqui amanhã pontualmente às três, ok? E saiba também que morrerei de saudades. — Disse e inclinou-se sobre ela, beijando demoradamente sua testa.

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 24 - Capítulo 24 - Leito após leito:
Zaha
Zaha

Em: 13/05/2018

Flavinha tá se recuperando bem, já já vão poder estar juntinhas!!!

Demorei pq ia ler dps e quase esqueci que não havia lido kkkkk

Beijinhos


Resposta do autor:

Vou te mandar um bloco de post it pra vc anotar essas coisas e colar por aí.

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Sem cadastro
Sem cadastro

Em: 13/05/2018

Flavinha tá se recuperando bem, já já vão poder estar juntinhas!!!

Demorei pq ia ler dps e quase esqueci que não havia lido kkkkk

Beijinhos


Resposta do autor:

Vou te mandar um bloco de post it pra vc anotar essas coisas e colar por aí.

Responder

[Faça o login para poder comentar]

mtereza
mtereza

Em: 12/05/2018

Ainda bem que a Juliana tomou uma atitude supostamente a tempo pq com vc Cris nunca se.sabe rsrs bjs


Resposta do autor:

Se não bagunçar os coraçõezinhos de vocês não tem graça, né? Com medo é mais divertido 

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Mille
Mille

Em: 09/05/2018

Está bem encaminhado a recuperação da Flávia e logo estará novinha em folha.

E ela com ciúmes dos ex da Juli.

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Já estou encaminhando essas duas para o final, só mais um susto e acabou!

Bjão, Mille, e muito obrigada por continuar por aqui!

Responder

[Faça o login para poder comentar]

bruxakim
bruxakim

Em: 09/05/2018

Só volta logo ta bom.

Estou amando essa historia


Resposta do autor:

Que bom que tá curtindo, Angelica <3 Obrigada por acompanhar!

Responder

[Faça o login para poder comentar]

patty-321
patty-321

Em: 09/05/2018

Oxe tao lindas. Fkavia ha de ficar boa. Que perigo. Eka ignoriu os sinais e deu no que deu. Bjs


Resposta do autor:

Ah essas pessoas teimosas que não gostam de ir ao médico...

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web