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Tomada de assalto por Cristiane Schwinden

Ver comentários: 9

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Palavras: 1535
Acessos: 4657   |  Postado em: 14/05/2018

Capítulo 25 - Para um lugar melhor

Capítulo 25 — Para um lugar melhor

 

Flávia foi transferida para um quarto três dias depois, agora podia receber visita durante todo o período diurno, mas ninguém podia dormir lá. Juliana trabalhava pela manhã e passava a tarde no hospital.

 Era quinta-feira e estava quase completando uma semana de internação, a alta viria na manhã seguinte, para grande felicidade do casal.

As duas assistiam um filme no notebook que Juliana havia levado, se aproximava da hora de finalização das visitas.

— Pronto, o próximo filme você vai assistir na nossa casa. — Juliana disse desligando o computador ao final.

— Será que podem mudar de ideia? Adiar minha alta?

Flávia estava bem melhor de saúde, já não tossia mais, respirava quase normalmente, mas estava debilitada pela semana de internação e os litros de remédios.

— Daí eu fujo com você, de amanhã não passa. Eu venho te buscar, ok? Daí vou trabalhar a tarde, estou vendo com Maurício se ele pode passar a tarde lá cuidando de você.

— Não, não precisa, eu estou bem, vou ficar bem sozinha.

— Amanhã discutimos isso. Agora quero meu beijo de despedida.

***

Juliana abriu a porta e deu passagem para Flávia, que andava devagar. Carregava uma pequena sacola de viagens com algumas coisas da namorada.

— Bem-vinda de volta! — Comemorou Juliana, largando a sacola no chão.

— Mal posso acreditar que estou aqui... — Flávia estava radiante. — Contei os minutos para ter alta.

Juliana a abraçou carinhosamente por um bom tempo, estava com o coração apertado por ter que deixá-la sozinha ali para ir trabalhar.

— Tem certeza que não quer que eu chame alguém? Maurício disse que vem se chamar.

— Vou sentar nesse sofá e assistir TV a tarde toda, não se preocupe, estou ótima, não estou?

— Ainda tá se recuperando, não abuse. Nada de sair por aí para comprar pudim, ok? Fique quietinha em casa até eu voltar.

— Sim, senhora.

— Ah! Quero te mostrar uma coisa, comprei essa semana para nós.

Juliana abriu a porta do quarto e esperou Flávia entrar.

— Uma cama de casal? — Flávia exclamou com felicidade.

— E é queen size! Teremos espaço de sobra para você dormir como um bicho preguiça nas minhas costas.

— Essa é a visão do paraíso.

— Gostou?

— Finalmente vou dormir numa cama de verdade, e com você! Tenho dormido em leitos há mais de um ano, espero que nada aconteça de novo, hoje eu durmo aqui e pronto.

— Eu dormi nessa cama ontem e adorei. Bom, eu volto logo, tome os remédios nas horas certas, mocinha.

***

Juliana retornou ao apartamento no início da noite, entrou no apartamento e o encontrou na escuridão, as luzes apagadas, o quarto com a porta entreaberta.

Abriu a porta com preocupação, encontrou Flávia dormindo na penumbra. Se aproximou e percebeu que estava tudo bem. Foi até a cômoda e pegou uma roupa para colocar após o banho, virou-se já com as roupas em mãos e olhou novamente a garota dormindo tranquilamente, de lado.

Sorriu ao se dar conta que era a primeira vez que via Flávia dormindo. Muitas primeiras vezes ainda viriam, animou-se com o vislumbre de uma vida normal para elas, de incorporar a namorada em sua rotina, em tê-la por perto todos os dias. Parecia o mais luxuoso dos sonhos.

Ao sair do banho foi direto para a cama, deitou-se delicadamente ao lado de Flávia, que acabou acordando.

— Peguei no sono, desculpa.

— Shh... — Juliana deitou-se de frente para ela, correu os dedos pelo seu rosto. — Que bom que você dormiu e descansou um pouco, meu amor.

— Você está bem?

— Melhor agora que estou inaugurando a cama com você. — Inclinou-se para frente e a beijou sem pressa.

O beijo dividiu-se em vários menores, até morrer ainda com os lábios unidos.

— Enfim na nossa casa. — Juliana murmurou. — E comigo.

— E na nossa cama nova.

— É a primeira vez que vejo você falando ‘nossa’. — Juliana disse num grande sorriso. — Agora senti firmeza. — Riu.

— Fiz uma janta na nossa cozinha. — Brincou.

— Sério?

— Uhum. Gosta de omelete de frango?

— Você fez comida? Nesse estado?

— Sei que minha aparência não é das melhores, mas estou bem, eu juro.

— Obrigada, querida, não precisava ter se desgastado com isso.

— Omelete não é nenhuma meia-maratona.

— Vou trazer aqui pra gente comer.

— Não, gosto de comer na mesa.

— Como desejar, madame. Como passou a tarde? Você está bem?

— Cada dia melhor, quase nova em folha.

— Vá devagar, tá bom?

— Agora que pedi demissão na pousada preciso procurar emprego, acho que segunda-feira já consigo sair por aí.

— Não, senhora. Você vai passar esses primeiros dias procurando só na Internet, já conversamos sobre isso. Vai que acontece algo com você na rua? Você se sente mal ou tem alguma tontura dos remédios?

— Você é assim com todo mundo?

— Só com garotas que sobreviveram a uma rebelião na prisão.

Após a janta e um tempo na sala assistindo TV no sofá debaixo de um edredom, Flávia adormeceu deitada sobre a namorada, que ficou um bom tempo afagando seus cabelos e curtindo aquele momento de paz.

— Eu prometo nunca mais te magoar, prometo te amar todos os dias e todas as horas, prometo te fazer a mulher mais feliz do mundo... — Dizia num sussurro quase inaudível enquanto a observava dormir.

— Eu também, querida. — Flávia respondeu com um sorrisinho, ainda de olhos fechados.

— A bonita tava acordada, é?

Bocejou e ajeitou-se sobre Juliana, roubando um beijinho.

— Acordei com você falando essas coisas que adoraria ouvir novamente.

— Eu achei que você estava dormindo, eu sei que você ainda está magoada comigo e fico sem jeito de falar essas coisas.

— Por que não deixamos essas coisas no passado? — Flávia disse com uma voz tranquila, sentia-se tão confortável deitada corpo a corpo com Juliana.

— Você já passou por cima?

— Tem alguma dúvida disso? — Flávia correu os dedos pelo queixo dela. — Adoro esse furinho.

— Eu admiro a leveza com que você encara as coisas, sério, admiro mesmo.

— Se eu tivesse sido intransigente com você onde estaríamos agora? Com certeza não seria aqui, agarradas num sofá. Você sabe que errou e se arrependeu, qual a dificuldade em perdoar quem se ama?

— Quanto mais você fala, mas me apaixono por você, sabia, Dona Flávia? Vem cá, me dê um beijo decente e vamos dormir na cama.

Flávia buscou água na cozinha e tomou seus remédios já no quarto, sentada na cama.

— Dão sono? — Juliana perguntou, deitada na cama.

— O que?

— Esses remédios todos.

— Sim, tem um que me derruba.

— Também quero, quem sabe resolva minha insônia. — Juliana disse e abraçou a cintura de Flávia, com o rosto em suas costas.

— Você costuma ter dificuldade para dormir?

— Tenho sim, você vai perceber. Ou talvez não, você me parece ser daquelas que dormem em cinco minutos. — Juliana ergueu a camiseta dela e distribuiu beijos pelas costas.

— Costumo dormir rápidinho, mas nunca dormi com você, talvez as coisas mudem. Posso desligar o abajur?

— Uhum. Depois venha aqui.

Flávia desligou a luz e subiu de mansinho na namorada, recebeu as mãos quentes dela ao redor do seu rosto.

— Como posso ajudar a senhorita a dormir mais rápido? — Flávia perguntou se ajeitando.

— Talvez você piore as coisas, talvez eu não queira dormir. — Juliana respondeu entre um sorrisinho.

Flávia a beijou, depois desceu os beijos para seu pescoço, Juliana se animou virando por cima dela e tirando a camiseta.

À medida que o desejo ia crescendo, a falta de ar de Flávia também ia. Juliana interrompeu já um tanto preocupada, apesar da imensa vontade de seguir adiante.

— O que foi?

— Você não tá legal ainda, amor.

Buscou a camisa atirada no criado mudo, vestiu e acendeu o abajur.

— É só a gente ir mais devagar.

Juliana saiu da cama e pegou uma bombinha na cesta de remédios em cima da cômoda.

— Inale isso, é um bronco dilatador para ataque, te prometo mais uns beijos antes de dormir. — Estendeu a bombinha. — Só beijos.

— Onde você aprendeu sobre essas coisas? — Flávia sentou na cama e inalou três vezes.

— Eu li bastante sobre seu quadro clínico enquanto você estava no hospital.

— Para que?

— Entender o que estava acontecendo, saber suas chances, ajudar quando possível... — Disse e apagou a luz, voltando para a cama.

— Isso foi legal. — Abriu um sorrisinho.

Juliana deitou de mansinho por cima dela, dando beijos não muito longos. Por fim repousou a cabeça em seu ombro.

— Posso ficar aqui? Atrapalha sua respiração?

— Tá ótimo assim, fique aqui, posso inclusive dar uns beijos na sua cabeça e testa quando quiser.

— Se precisar de alguma coisa ou se passar mal me acorde. — Juliana disse correndo carinhosamente sua mão por dentro da blusa dela.

— Que mãozinha divina... Eu estou no melhor lugar da minha vida.

Fim do capítulo


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Comentários para 25 - Capítulo 25 - Para um lugar melhor:
Zaha
Zaha

Em: 16/05/2018

Li esse dps do cap 26 kkkk

Amei, fofinho TB! Vc escreve umas frases bonitinhas!!

Bjosss


Resposta do autor:

Essa história tá osso, a fluoxetina tira minha criatividade...

Responder

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Sem cadastro
Sem cadastro

Em: 16/05/2018

Li esse dps do cap 26 kkkk

Amei, fofinho TB! Vc escreve umas frases bonitinhas!!

Bjosss


Resposta do autor:

Essa história tá osso, a fluoxetina tira minha criatividade...

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DriiH Rossi
DriiH Rossi

Em: 15/05/2018

Wow...kk Menos mals... Quando li o título do capítulo, pensei : " a autora mandou Flávia descansar em paz" hahah... Tudo ao que parece está de boas neh?! Ou só parece ... Tenho minhas dúvidas kk '-' 


Resposta do autor:

Bom, ela ainda pode bater as botas, temos mais um capítulo pela frente... hehehe

brigadão e bjão!

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Mille
Mille

Em: 15/05/2018

Olá Cris 

Flávia se recuperando bem  não está 100% mais com a preocupação da Juliana logo ficará ótima e poderão se amar.

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Depois de Flávia recuperada, aquela cama nova vai sair fumaça...

Bjos, moça!

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patty-321
patty-321

Em: 14/05/2018

Esse titulo da capítulo foi pra assustar? Assustou. Bom q flavia ta melhorando e estão juntas, ainda nao vivendo.plenamebte, mas no caminho. Lindas. Bjs


Resposta do autor:

Sim, foi para sacanear um pouquinho... rs

Agora só falta o embate com os sogros.

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perolams
perolams

Em: 14/05/2018

Que susto. Pensei que Flávia ia dessa pra melhor kkk. Ainda bem que as duas agora,apesar dos problemas de saúde de Flavia, estão só o amorzinho, nada de sustos ou conflitos.
Resposta do autor:

hahahaha Flávia partiu para um lugar bem melhor, a cama de Juliana! rs

Agora é só love. Mentira, tem um momentinho de tensão no último capítulo.

Responder

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mtereza
mtereza

Em: 14/05/2018

Juro que tive medo do título deste capítulo rsrsrs


Resposta do autor:

Foi de sacanagem mesmo hahahaha

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Freyya
Freyya

Em: 14/05/2018

Ah, eu amo tanto esse casal ??’?

A Flávia é muito madura, salvo algumas exceções, a Ju e ela formam um casal muito amorzinho e centrado.

Ansiosa por mais capítulos!


Resposta do autor:

Tá um amorzinho só, né? Tô me derretendo escrevendo esse love todo...

Ambas estão aprendendo boas lições de vida, uma acrescenta na vida da outra de forma positiva :)

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ik felix
ik felix

Em: 14/05/2018

Ufa, tomara que agora venha a calmaria kkk, abraço!


Resposta do autor:

Acho que está tudo calmo demais... 

Responder

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