Capítulo 18 - O gosto do pudim
Capítulo 18 — O gosto do pudim
Uma semana se passou desde o aniversário de Juliana, Flávia trabalhava como um fantasma silencioso na pousada, seu único momento prazeroso era quando cuidava do jardim do local. No albergado passava a maior parte do tempo livre lendo os livros sobre jardinagem e paisagismo, queria ocupar a mente de qualquer forma.
Juliana não sabia onde ficava a pousada nem o telefone de lá, Flávia não tinha celular. Bateu na porta da casa de Maurício no sábado à tarde.
— Oi Ju. — Ele a cumprimentou sem muito entusiasmo.
— Posso falar com você um instante?
— Claro, entra.
Assim que Juliana sentou no sofá, a namorada de Maurício apareceu, a cumprimentando.
— Juliana, essa é a Geovana. Geovana, essa é a Juliana.
— Ah, você é a ex-namorada de Flávia, não é?
— Ãhn... É, sou. — Disse encabulada.
— Quer beber algo? Um café?
— Não, obrigada.
— Veio ter notícias de Flávia ou ela já é passado pra você? — Maurício perguntou.
— Vim, e também queria o endereço do local de trabalho dela. — Disse com firmeza.
— Você deve imaginar como ela está, se você em algum momento entendeu o quanto significava para ela.
— Como ela está?
— Tocando a vida.
— Eu preciso conversar com ela, Mau. Ela saiu correndo naquele dia, não conversamos.
— Escute, falo isso com todo carinho que tenho por vocês duas. Deixa ela em paz, ela passou esse tempo conturbado na cadeia, agora ela quer tranquilidade para reconstruir a vida, deixa ela seguir.
— Não, eu preciso falar com ela. — Correu no sofá se aproximando de Maurício. — Por favor, me ajuda.
Ainda na tarde daquele sábado Juliana saiu em disparada para a Ilha, chegando na pousada próximo das cinco horas. Encontrou Flávia no jardim em frente mexendo na terra.
— É bom poder colocar a mão na massa, não é? — A jovem disse ao se aproximar, ganhando a atenção de Flávia, que a fitou ainda agachada.
— É, eu gosto disso. — Levantou e colocou a pequena pá dentro do balde.
— Você tem um minuto para mim?
— Estou trabalhando. — Respondeu erguendo as mãos com luvas sujas de terra.
— E depois? Posso esperar seu expediente terminar.
— O que você quer, Juliana? — Disse de forma impaciente.
— Só conversar. Cinco minutos do seu precioso tempo.
Flávia balançou a cabeça organizando os pensamentos, olhando a sombra de Juliana projetada na grama.
— Desculpe a sinceridade, mas não quero conversar com você. E também te peço para não aparecer mais aqui.
Juliana teve vontade de chorar ao perceber que Flávia estava realmente decidida a tocar a vida sem ela.
— E se eu te der um tempo? Sei que você está magoada comigo, mas...
— Estou, que bom que você sabe disso. — Flávia interrompeu. — Sei que você tinha terminado comigo em novembro, mas me substituir assim tão rápido me deixou bastante decepcionada, por isso que digo isso a você: siga sua vida, que eu sigo a minha. Vá fazer suas descobertas por aí, me deixa em paz.
— Eu sei que não tem justificativa, mas você tinha falado que sua pena ia aumentar, que não saberia quando ia sair da cadeia, e também não estávamos mais namorando, eu tava meio perdida, Carol me cercou de atenção e aparecia lá em casa todo dia, acabou acontecendo.
— Justifique para você mesma, eu não quero ouvir.
Juliana engoliu o nó e não conseguiu falar mais nada, apenas voltou para seu carro e dirigiu entre lágrimas de volta para o continente.
***
Duas semanas se passaram e Juliana não aguentava mais a agonia e angústia de não falar com Flávia, novamente entrou em seu carro e seguiu para a pousada após seu expediente na fábrica de Cláudia.
Faltando cinco minutos para o final do dia de trabalho, Flávia relaxava lendo um livro num sofá no ambiente ao lado da recepção, ouviu a sineta do balcão tocar e levantou-se rapidamente para atender.
— Tem vagas? — Juliana perguntou com um sorrisinho. Era difícil para Flávia não retribuir aquele sorriso, mas policiou-se para não o fazer.
— Não, estamos lotados.
— Que pena. Você sai agora?
— Sim.
— Quer uma carona? Você pode pegar caronas?
— Posso.
— E aí? Eu tava passando aqui perto e resolvi ver se você queria uma caroninha, já que é caminho para mim.
— Não acho uma boa ideia.
— Por que?
Flávia não respondeu de imediato, ajeitava cabisbaixa os montes de folhetos e folders sobre o balcão da recepção.
— Não tá certo, você tá com outra pessoa e eu ainda sinto algo por você, assim não vou conseguir te esquecer tão cedo, Juliana.
Juliana se aproximou, olhou por baixo do olhar de Flávia, percebendo sua tristeza.
— Queria conversar um pouquinho com você, se assim desejar eu nunca mais apareço na sua frente, mas queria uma chance de conversar uma última vez.
Flávia hesitou, continuava olhando os papéis sobre o balão.
— Tá bom, vou buscar minha mochila.
Já no carro, Flávia seguia quieta e Juliana fez a proposta de tomarem um café em algum lugar próximo ao albergado, tinham pouco mais de uma hora. Acharam uma padaria com espaço para café e Flávia degustava com prazer um cappuccino, coisa que não fazia há muito tempo.
— Eu terminei tudo com Carol. No mesmo dia em que você esteve lá em casa. — Juliana soltou de repente enquanto mexia o canudo no milkshake. Flávia engasgou-se com o café. — Você tá bem?
Flávia bebeu um longo gole de água e fitou em choque Juliana.
— Ouviu o que eu falei? — Juliana se certificava.
— Ouvi sim. — Ainda processava aquilo. — Por que fez isso?
— Ah... Não era legal ficar com ela se estou a fim de outra pessoa. Não é justo para ninguém.
Flávia assentiu, seu coração estava miúdo, se esforçou para articular uma frase.
— Quem é essa pessoa?
— Não se faça de desentendida, Dona Flávia. — O sorriso de Juliana foi como um bálsamo na ferida em seu peito. — É de você que eu gosto.
— Eu sou a sortuda? — Disse com uma felicidade pulsante e refreada, esforçava para se conter, mas era difícil ficar incólume com a mulher que amava à sua frente lhe dizendo aquilo.
— Não, eu sou a sortuda, querida. Você é a garota incrível que estou a fim, eu te quero muito, minha vida não tem a menor graça sem você.
— Achei que tivesse me esquecido. — Flávia disse baixinho, com uma pontada de mágoa.
— Nunca, você nunca saiu do meu coração e do meu pensamento. Só quero ficar com você.
— Você já estava com outra pessoa.
— Eu cometi um erro, um erro enorme, mas estou tentando consertar, quero fazer as coisas certas e não te magoar mais. — Correu a mão pela mesa tomando a de Flávia, que estava na xícara. — Você ainda gosta de mim?
Flávia riu do tom quase infantil dela.
— Claro que eu gosto.
— Me perdoa? Me dá uma chance?
O jogo podia ser irônico às vezes.
— O que você quer comigo? De certa forma eu ainda estou presa, continuo sem poder te oferecer muita coisa.
— E daí?
— Tenho pouca liberdade, pouco tempo livre, não tenho nem como te oferecer minha amizade.
— A gente dá um jeito, tenho certeza que a gente vai poder se ver mais do que antes. Não tem vontade de ter um tempinho a sós comigo? Sem fiscais do afeto por perto? Eu desejo você dia e noite.
— Penso nisso todos os dias desde que te conheci. — Respondeu com timidez.
— Eu também, e estou te devendo um beijo de verdade, lembra? — Segurou mais firme sua mão. — Eu estraguei tudo em definitivo? Tá muito chateada comigo?
— Um pouquinho.
— Quando é sua próxima folga?
— Segunda.
— Eu acabei voltando ao trabalho naquele dia do meu aniversário, então ainda tenho uma tarde de folga para tirar, quer ir lá em casa segunda-feira? Acho que temos uma tonelada de coisas para conversar e preciso te levar para o albergue agora. Só uma tarde, e a gente coloca a conversa em dia, acerta os ponteiros. Até lá você pensa no que te pedi, não vou te pressionar. Topa?
— Só uma conversa?
— Sim, uma conversa honesta. Aceita?
— Sim, senhora.
— Ótimo! — Animava-se. — Saio meio-dia, tá bom?
— Estarei lá.
Juliana parou o carro no pequeno pátio ao lado do portão do complexo, Flávia estava sem saber direito o que fazer ou falar, inquieta.
— Obrigada pela carona, e pelo café.
— Disponha, madame.
Flávia lançou um olhar cheio de confusão e saiu do carro.
***
Na segunda-feira um pouquinho após o meio-dia Flávia foi ao apartamento de Juliana, conforme prometido. A porta se abriu e a anfitriã ostentava um sorrisão.
— Você veio!
— Hoje eu que vou cozinhar. — Flávia disse erguendo duas sacolas plásticas.
— Depois. — Juliana tirou as sacolas das mãos dela, colocando rapidamente sobre o aparador.
Flávia permaneceu com os braços suspensos sem entender, até Juliana ir para cima dela correndo com firmeza uma mão em sua nuca. A puxou para um beijo intenso, apaixonado, quase matando Flávia do coração.
A ex-presidiária não se fez de rogada e segundos depois também a segurava de forma impetuosa pela cintura, aprofundando o beijo incendiário tão desejado por elas. A encostou na parede ao lado da entrada da sala/cozinha e as mãos nada bobas iniciaram um passeio.
Juliana parou, ficara sem fôlego. Afastou-se um pouco dela e trocaram um olhar estupefato, se dando conta do que haviam acabado de fazer (e do quanto aquilo foi bom).
— Oi. — Juliana finalmente a cumprimentou.
— Você nem esperou eu te dar uma resposta?
Juliana se deu conta e enrubesceu, levando a mão à boca.
— É mesmo, me desculpa.
— Que apressada! — Disse com as mãos na cintura.
— Apressada?? Tem ideia quanto tempo espero por isso?
— Mas você terminou comigo.
Juliana voltou a cruzar seus braços por trás do pescoço dela.
— Não quer tentar? Hum? Sou toda sua, somente sua. — Juliana disse com uma voz quase rouca perto do seu ouvido.
Flávia a encarou por alguns segundos, seria impossível dar alguma negativa naquele momento, os lábios próximos, o corpo quente dela em seus braços. A beijou com delicadeza e a abraçou fortemente por um bom tempo.
— Flávia, volta pra mim... — Juliana sussurrou com a boca em seu pescoço.
— Sempre fui sua. — Fechou os olhos sentindo o cheiro da namorada, aquilo era tudo que sonhava quando estava aprisionada.
Aquele primeiro abraço de verdade era tão bom quanto o primeiro beijo de verdade, não queriam se desprender.
— Ainda bem que você beija bem. — Juliana disse ainda grudada em seu pescoço, a encarando com seus olhos verdes e pequenos.
— Ah é? Por que?
— Imagina se eu estivesse apaixonada por alguém que beija mal? Estaria ferrada!
Novamente seu coração quase colapsava ao ouvir aquilo.
— Apaixonada? Me conte mais sobre essa novidade.
— Não é novidade, você sabia que eu estava caidinha por você.
Flávia riu e roubou um beijo.
— Não sabia que estava apaixonada. — Roubou outro beijo. — Mas ganhei meu dia ouvindo isso.
— É tão bom ver você sorrindo de novo... — Juliana disse correndo os dedos pelo rosto dela. — Prometo te fazer sorrir sempre.
— Eu estava com tanta saudade...
— Vou fazer valer a pena todo esse tempo que esperamos, tá bom?
— Tá bom.
— Vem, vamos fazer almoço. — Juliana tomou as sacolas e foi para a cozinha.
— Não, deixe comigo, apenas me faça companhia.
Flávia preparou um spaghetti a carbonara com desenvoltura, almoçaram acompanhadas de um vinho e sorrisos gratuitos.
— Adivinha o que comprei pra você. — Juliana falou já colocando a louça na pia.
— Aquele pudim que vi na geladeira?
— Ah! Não acredito que você viu! Era surpresa.
— Será quando eu provar. Posso pegar?
— Claro, me dá um pedaço também.
Flávia colocou dois pedaços numa taça e dava algumas colheradas na boca de Juliana enquanto ela lavava a louça. Devolveu o pudim a geladeira e chegou de mansinho nas costas dela, a abraçando devagar, aspirando o cheiro do seu pescoço e nuca.
— Que déjà vu. — Brincou Juliana, Flávia jogou o corpo para trás rindo.
— Nãããão, não fale isso.
— Foi assim que fomos apresentadas, você me agarrando por trás como agora.
Colocou a blusa dela para o lado e correu alguns beijos em seu ombro.
— Esquece aquilo. Vamos apagar aquele dia.
— Não dá, foi o dia que te conheci. Ok, chega de cozinha por hoje, vem aqui no sofá comigo, temos muito o que conversar.
Juliana a conduziu pela mão até o sofá azul marinho com bege.
— Temos quanto tempo? — Flávia perguntou, não tinha relógio nem celular.
— Agora vai dar duas, você tem que estar lá até as oito, não é? Então é bom não arriscar, não sei como estará o trânsito na ponte e na Beira Mar, então vamos sair as seis, pode ser?
— Sim, senhora.
— Vou colocar para despertar, vai que...
— A gente pega no sono, sei lá. — Flávia continuou.
— Ou se distrai. — Disse ao largar o aparelho e voltar a dispensar toda sua atenção a ela.
— Vem cá, fofinha.
Juliana atendeu e deslizou no sofá para perto da namorada.
— O que foi? — Juliana perguntou ao perceber o olhar apaixonado que recebia enquanto tinha as madeixas de sua nuca bagunçadas suavemente por dedos macios.
— Tava com saudade de ficar te olhando... — Deslizava seus dedos em seu rosto, com a outra mão. — Esse queixo furadinho que eu adoro... Os lábios que me roubavam horas de sono, a vontade de te beijar quando você estava ao meu lado... Era tanta que chegava a doer.
— Agora podemos. — Juliana inclinou-se e capturando num beijo doce, tinha gosto de pudim e vontade.
Fim do capítulo
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Zaha
Em: 26/04/2018
Nossa...
Ainda bem que n li os dois penúltimos capítulos ...Aff,!
Juan terminou com ela,mas nem escutou Flávia dizendo sobre o problema dela..poderia ter dito algo pra confortar mesmo temrinando ...mas vou considerar que ela tava meio desesperada e e fazemos coisas desse tipo no desespero! Ainda bem q já passou!!
Flávia tão boazinha,ainda bem que n encontrou ninguém mais, eu ia ter um treco !!
Outra coisa ,sem necessidade Ju ficar Carol...pq segundo ela disse,n ia ficar pq os pais n queriam ela c uma mulher,mas a irmã dela tampouco ajudou devido Flávia ser presidiária ,mas ainda bem q a bicha criou juízo .
Faltam 8 capítulos ,sei não !Rsrs.A moqueca caiu mal aqui(almoça ndo agora..).
Até dois capítulos mais..rsrs
Beiju
Resposta do autor:
Foi bem de leve, né? Nem teve lá muito sofrimento, já resolvi rapidinho. Eu coloquei a minha bananice em Flávia, por isso compreendi o perdão tão rápido.
Tb foi um misto de infantilidade e curiosidade, Juliana ter ficado com Carol, mas as pessoas comuns cometem idiotices, Juliana é uma pessoa comum.
Brigadinha, Lai, bjos!
mtereza
Em: 01/05/2018
Haha as moças ficaram mesmo com raiva da Juliana em a vida é feita de perdão e escolhas ainda bem q a Flávia escolheu perdoar e finalmente começar a viver esse amor tão aguardado e que estava lhe sendo privado de várias maneiras ela fez certo se jogue Flávia e va ser feliz e quanto a Ju espero que ela não pise na bola de novo
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Kim_vilhena
Em: 28/04/2018
Volte para nós, Cris :'(
Resposta do autor:
Seu pedido é uma ordem, madame. :)
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Sem cadastro
Em: 26/04/2018
Nossa...
Ainda bem que n li os dois penúltimos capítulos ...Aff,!
Juan terminou com ela,mas nem escutou Flávia dizendo sobre o problema dela..poderia ter dito algo pra confortar mesmo temrinando ...mas vou considerar que ela tava meio desesperada e e fazemos coisas desse tipo no desespero! Ainda bem q já passou!!
Flávia tão boazinha,ainda bem que n encontrou ninguém mais, eu ia ter um treco !!
Outra coisa ,sem necessidade Ju ficar Carol...pq segundo ela disse,n ia ficar pq os pais n queriam ela c uma mulher,mas a irmã dela tampouco ajudou devido Flávia ser presidiária ,mas ainda bem q a bicha criou juízo .
Faltam 8 capítulos ,sei não !Rsrs.A moqueca caiu mal aqui(almoça ndo agora..).
Até dois capítulos mais..rsrs
Beiju
Resposta do autor:
Foi bem de leve, né? Nem teve lá muito sofrimento, já resolvi rapidinho. Eu coloquei a minha bananice em Flávia, por isso compreendi o perdão tão rápido.
Tb foi um misto de infantilidade e curiosidade, Juliana ter ficado com Carol, mas as pessoas comuns cometem idiotices, Juliana é uma pessoa comum.
Brigadinha, Lai, bjos!
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Socorro
Em: 26/04/2018
Sério isso?? Haha EU não perdoaria fácil assim não
Bom, Juliana eu ainda estou zangada kkkk que desculpa de quinta a sua viu .. Só espero que você não apronte de novo.
Autora esperava ++++ Gelo kkkk
Resposta do autor:
Flávia foi feita a minha imagem e emelhança: uma banana com sangue de barata... rs
Obrigada pela paciência, moça, grande abraço!
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Kim_vilhena
Em: 26/04/2018
Juliana vai ter que se esforçar mais pra me fazer esquecer essa mágoa heueheue
Mas eu amei esse cap, está tão fofinho, as duas finalmente tendo um momento tranquilo juntas sem os fiscais do afeto kkkkkkkk
Espero que agora ela tome jeito e não magoe a fofa da flávia novamente, elas são um casalzão, né!
Resposta do autor:
Juliana vai caprichar para reconquistar vocês (e Flávia), será uma mocinha aplicada.
Vem umas dificuldades aí, mas será importante para uni-las ainda mais.
Bjos, moça!
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Alyadv
Em: 26/04/2018
Ahhh nem vem Juliana! Ou eu estou com meu coração muito duro ou a Juliana é bipolar só pode. Meeee, se aconteceu tudo com ela no capítulo passado e ela foi morar sozinha e reencontra a guria que ela diz está "apaixonada" mas que na hora deu um passa fora. Agora vem com toda essa fofice porque percebeu que é a da Flávia que ela gosta. Sei!
Flávia tá muito carente mesmo, eu daria uma "nem vei meu bem".
Ps: eu devo está revolts, perdoe-me. Mas eu não perdoaria tão fácil assim, mesmo amando. Juli teria que correr atrás do prejuízo bonitinha.
Ps:2 Não atrapalhar meus estudos de forma nenhuma, não tenho vida social, mas ler é o que me faz bem. Então, muito obrigada por essa história.
bjs conterrânea.
Resposta do autor:
Acho que não é questão de dureza de coração, não. A vacilada de Juliana foi decepcionante, ela tem sorte por Flávia ter o coração molenga desse jeito, acho que ali é mais do que simplesmente carência.
Eu que agradeço a leitura e comentários!
Bjos e bom findi!
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patty-321
Em: 26/04/2018
Juliana caiu em si e comseguiu ganhar a flavia novamente. Sofreu um pouco, mas espero q agora ela realmente queira a flavia. Bjs
Resposta do autor:
Eu tb espero que Juliana tome jeito na vida e não apronte mais nada, senão mando pra outra história e arranjo uma namorada nova pra Flávia.
Bjos e bom findi!
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SaraSouza
Em: 25/04/2018
Hahahahaha.. Pelo titulo do capitulo ja imaginava ........o perdão...
Flávia é maravilhosa....
Bom, amor venceu..
Que agora juntas vencam todas as barreiras que tenham pela frente..
Resposta do autor:
O título foi um baita spoiler né? XD
E vem umas barreirinhas pela frente mesmo... Vamos ver se resistem.
Grande beijo e bom findi, Sara!
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perolams
Em: 25/04/2018
Flávia governada. Se Juliana mandar sentar, rolar ou fingir de morta ela faz sem pestanejar. Confesso que torcida pra Juliana penar um pouco mais, mas aquele coraçãozinho ali já lhe pertence, na verdade a assaltante foi tomada de assalto quando entrou na pequena fábrica.
Resposta do autor:
Olha, podemos dizer que Flávia tem um coração bem mole mesmo... rs
Achei muito massa sua inversão do título, quem de fato foi tomada de assalto foi a assaltante!
bjão!
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