• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Duas faces
  • Capítulo 16

Info

Membros ativos: 9594
Membros inativos: 1620
Histórias: 1971
Capítulos: 20,964
Palavras: 53,084,126
Autores: 811
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: Sarah333

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (2)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • À PROCURA DE RESPOSTAS
    À PROCURA DE RESPOSTAS
    Por Solitudine
  • Mundos invertidos
    Mundos invertidos
    Por Natalia S Silva

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Quem
    Quem disse que eu não sabia amar?
    Por Srta Petrova
  • I found love in his eyes
    I found love in his eyes
    Por AutoraSoniaG

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (2)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Duas faces por ROBERSIM

Ver comentários: 4

Ver lista de capítulos

Palavras: 2627
Acessos: 4161   |  Postado em: 03/01/2018

Capítulo 16

-não é só nisso que sou eficiente,  te dei a prova ontem!-me olha outra com malícia, fique sem entender o porquê- é por falar em ontem, não havia percebido essa sua cicatriz, de que foi- se não tivesse sentada com certeza tinha caído,  eu sabia muito bem que cicatriz estava se referindo, mas me fiz de desentendida.

-que cicatriz Suzana?- não consigo  acreditar que Vanessa esteve na empresa, e só podia ter sido a noite, quando eu  estava com Jessica.

-essa!-ela se aproxima pra levantar minha  blusa, ela estava bem próxima, que desculpa ia dar!

-atrapalho alguma coisa?- Jessica estava parada na entrada de minha sala com cara de poucos amigos. Naquele momento era tudo que precisava e não precisava, me livraria de Suzana,  mas por outro lado não queria que Jessica  me visse naquela posição, com certeza estaria pensando o pior.

-não está atrapalhando,  pode entrar , Suzana tenho que conversar com a Jessica é importante! Não deixe ninguém nos interromper.

Susana me olha assustada, minha posição era séria, teria que falar com Vanessa urgentemente.

-como foi na casa dos seus pais, desconfiaram de alguma coisa?

-somente minha mãe estava tomando café- ela estava, nem de longe parecia à mulher que a deixou mais cedo- ela desconfiou e eu confirmei tudo- tremi ao ouvir aquilo “será que estava assim porque sua mãe brigou”- mas está tudo bem- respiro aliviada- se você pensa que vou ser mais uma na sua lista, como essa ai-aponta pro local que Susana havia saído- está muito enganada, bem que minha mãe falou pra tomar cuidado com você,  que jamais levou nada a sério.

Fiquei sem ação,  ela estava seria e de pé no meio da minha sala.

-não vou permitir que isso aconteceça comigo!

-do que está falando?-tive medo do que estava por vim.

-você não pode ver uma mulher de saia que já cai de quatro – seu conceito a meu respeito não estava tão longe da verdade, mas com ela era diferente, o que senti na noite anterior foi diferente de tudo que já vivi, ia falar, mas ela não me permitiu-  não vou me deixar envolver por um Don Juan de saia! Até porque tenho um compromisso.

Aquilo me deixou furiosa, ainda bem que ela fez questão de me lembrar daquele detalhe.

-verdade, você não pode me cobrar fidelidade sendo que dormiu comigo e foi infiel a seu “ namorado” – ela que fizesse bom proveito daquele idiota.

-tai , uma coisa de pretendo concertar tão logo ele chegue, vou satisfazer suas vontades – ouvir aquilo foi demais pra mim, em um segundo estava a sua frente, minhas mãos apertavam seus braços com força,  a raiva que me tomou ao imagina-la com aquele idiota, foi surpreendente .

-não vou admitir isso!-esbravejo, minha raiva era de imaginar ela em outros braços.

-quem é você pra admitir alguma coi...-antes dela completa tomo seus lábios, ia provar a ela que me pertencia!

A principio tenta se manter imparcial, mas minhas mãos apertam seu corpo contra o meu, eu estava trêmula de raiva, mas ao senti-la cedendo ao Beijo meu corpo relaxou, abandono seus lábios fazendo com que os meus percorram toda a extensão da pele de seu pescoço, brincava naquele local arrancando suspiros seus, uma louca vontade de toca-la por todo corpo me toma. Sem esperar por autorização minha mão encontra o cos de sua calça, deslizando pra dentro e alcançando sua intimidade molhada.

-ahhh -seus gemidos era como um  Afrodisíaco em minha alma, poderia goz*r só de ouvi-la gem*r.

-você é minha... Minha, entendeu? – seus olhos fechados e a boca semiaberta, desfrutavam do meu toque.

Meus dedos manipulavam seus clit*ris, arrancando gemidos e suspiros cada vez mais audíveis, ela agarrava em meu ombro em busca de apoio.

Naquele momento ouço batidas na porta, não queria parar, ela estava uma delícia.  Mas pra minha decepção ela se afasta.

-você pode me ter, mas não é minha dona- fala controlando sua respiração. Antes de mandar a pessoa entrar,  volto pra minha cadeira.

-sei que disse que não queria ser interrompida, mas o senhor Ákira quer falar com a dona Jessica.

-Obrigada Suzana, estou indo falar com ele- ela sai antes de minha assistente, e sem ao menos olhar.

-você está bem?

-estou sim, por quê? – ainda respirava alterada, uma vontade louca de ter aquela mulher na minha cama outra vez, que chegava a contrair meu sex* só de imagina – lá nua sobre mim.

-está com uma cara não tão amigável, hum será que está precisando de outra noite igual à ontem- com aquela frase lembrei que precisava falar com Vanessa,  e saber que história era aquela dela sair com Suzana, e saber o que ela fora fazer ali! Apesar de já saber a resposta pra minha última pergunta.

-eu estou bem, só preciso ficar sozinha. Não quero ninguém me interrompendo.

Assim que a porta de meu escritório se fecha, procuro meu celular em minha bolsa, aquele horário dificilmente conseguiria falar com Vanessa, principalmente aquele período, que cedo as lojas recebiam clientes.

-como Vanessa me ligou 5 vezes e não vi!- olha sua primeira ligação, foi logo após ligar para André,  percebi que o aparelho estava no silencioso . Na noite anterior, como não queria ser interrompida, silenciei o aparelho- com certeza queria me explicar a burrada que fez, ao vir aqui ver Carol. Será que a viu com aquela moça? – minha vontade era de largar tudo e ir ao encontro de minha irmã,  não gostava de vê-la sofrer , a vida já tinha se encarregado de tirar-lhe muitas felicidades, não era justo sofrer por alguém que a anos não fazia parte de sua vida.

....

Ver aquela cena foi demais pra minha cabeça,  nem bem havia saído dos meus braços e a pego com sua secretaria, tudo bem que não estava em uma posição comprometedora, mas com certeza ficaria se não chegasse a tempo.

Estava possessa de ciúme,  nunca consegui essa ligação que tive com ela com ninguém, enquanto me beijava esquecia de tudo. Não fazia nem algumas horas que havíamos nos amado e eu já a desejava outra vez. A raiva que senti fez com que quisesse me vingar de alguma forma,  a provoco pronunciando o nome de Marcos, sua reação me pegou de surpresa, vi raiva , ciúmes e um sentimento de posse em seu olhar, aquilo me atiçou a querer provoca-la ainda mais.

-você pode me ter, mas não é minha dona-falo antes de sair de sua sala. Meu corpo ainda se ressentia por aquela interrupção abrupta, queria senti-la toda nele outra vez , essa mulher parecia uma doença que até em seu momento de delírio era por ela que clamava. Antes de minha entrada respiro pra acalmar meus ânimos.

-Oi pai, quer falar comigo?- ele lia uma revista de negócios que estava na mesa ao lado do sofá de três lugares-estava conversando com Diana sobre alguns itens de nosso novo contrato-me justificava parecendo criança pega em alguma em flagrando. Estava me sentindo como se a qualquer momento todos fossem saber , parecia está escrito em minha face.

-não era nada urgente minha filha, apenas perguntei se Suzana sabia onde você estava, já que sua assistente não está aqui.

-ela chegará mais tarde, a dispensei pelo período da manhã pra levar a filha ao medico, a menina foi internada outro dia- quer dizer que Suzana entrou naquela sala de propósito. “Será que desconfiou de algo? “ me perguntava.

-fez bem filha, com criança agente não se brinca ainda mais doente.

-que bom que o senhor chegou cedo, marcamos a tarde para conversamos, mas como esta aqui, podemos conversar logo com Diana.

-temos que esperar o Hidelgardo , me ligou falando que vinha mais cedo , por isso resolvi vim logo. Vocês não iram visitar uma das lojas hoje?

- Não,  Diana achou melhor tratarmos desse novo contrato. Consegui falar com os meninos, eles estão empolgados, quem sabe com esse contrato consigam mais patrocinadores pra outros projetos que estão projetando.

-Minha filha e o Marcos têm noticias dele? – fiquei sem ação pela mudança da conversa, até porque minha última conversa com Marcos, não terminou muito bem.

-Não pai, ele está muito ocupado com a mudança para o Brasil. O senhor conversou com seu sócio, não perguntei pra Diana se ele já está a par desse contrato- mudo de assunto, não gostava de mentir, principalmente para o meu pai.

- estávamos conversando antes de você chegar, ele gostou muito. O Hidelgardo sempre gostou de novos desafios, mas ao saber que sua filha aprovou disse que também ia apoiar, ele confia muito no sexto sentido da filha para os negócios.

“Pra negócios e pra mulher” penso, não ia permitir que me usasse como usava todas que deitava com ela, mas como fazer meu corpo não deseja-la sempre que estava perto, como se forte e não querer mais seus beijos, seus Abraços. De uma coisa tinha certeza,  não ia ser mais uma em sua vida! Nem que para isso tivesse que provoca-la, percebi o quanto ficou descontrolada com a simples menção do nome de Marcos.

-está me ouvindo minha filha?- meu pai me olhava como se esperasse uma resposta, estava longe que não escutei sua pergunta.

-não entendi pai!

-você parece distante! Perguntei se quando Marcos chegar vão marcar o Casamento!- um frio percorreu meu corpo. Teria que encontrar um jeito de conversar com meu pai, não ia casar com alguém que não amava.

- não conversamos sobre isso pai, e acho que ainda está cedo pra falarmos em casamento.

Ouço batidas na porta e peço pra entrar, era Suzana informando que Diana estava nos esperando junto com seu pai, em sua sala.

Como ia encara-la depois que quase termos nos amado a pouco em sua sala, ainda não havia conseguido me estabelecer totalmente, com certeza àquela reunião ia ser uma tortura.

...

P/ CAROL

Esperava a pediatra de minha filha chegar, ainda bem que Jessica era uma pessoa razoável,  em nenhum outro emprego nunca me dispensariam pra levar minha filha ao medico, com apenas alguns dias que começará a trabalhar.

Não tinha entendido no dia anterior. Estava tudo pronto pra que a acompanhasse em uma das lojas com Diana e ela ter me dispensado, afirmando que não seria necessário, que tirasse a tarde pra me organizar, ainda mais que Diana havia nos convidado pra ir a sua casa, “ será que havia ficado com ciúmes” pelo que sabia as duas eram apenas sócias.

À noite enquanto esperava Katia ir me buscar, senti uma estranha sensação de estar sendo observada, parecia que tinha seguem me espreitando. Estava na frente do prédio da empresa, ainda bem que a portaria estava movimentada pelo horário de saída de outros funcionários. Enquanto esperava pensava na conversa com Diana no intervalo do almoço, realmente ela não tinha nada de Vanessa, somente a aparência,  mas aquela menina que conheci no passado nem mesmo tivesse mais aquela aparência,  uma dor tomou conta do meu ser, pensar em Vanessa ainda me causava um sofrimento que não havia conseguido superar, era sempre assim desde que nos separamos, era como se uma parte de mim tivesse ficado nas ruas de São Paulo, junto com aquela jovem que aprendi a amar um dia.

Com a chegada de Katia tratei de deixar meu passado, no passado. Apesar dela não ser o melhor exemplo de namorada, pois nos últimos meses deixava a desejar, tinha a certeza que me amava,  apesar de eu nunca ter conseguido retribuir o mesmo amor.

Desde que a conheci sempre tentei retribuir esse sentimento, Valéria apesar de pequena sempre foi bem observadora e assim que me viu com Katia perguntou se éramos namoradas, fato que me surpreendeu, pois jamais havíamos conversado sobre aquilo, antes de Katia havia me envolvido com Laura relacionamento que durou pouco mais de 1 ano , mas éramos muito discreta, jamais imaginei que minha filha havia percebido algo.

A sensação de estar sendo observada me dominou, nem com a chegada de Katia  a sensação me deixou.

-Oi amor, vamos que a valeria me ligou perguntando que horas íamos pega-la pra comer a pizza que prometemos.

-você prometeu não é,  falei pra você que ela não pode ! Amanhã irei leva-la ao pediatra aí sim, veremos se esta liberada- não gostava quando Katia  se metia na educação de valeria, ela fazia todas as suas vontade fazendo com que perdesse minha autoridade, pois muitas vezes proibia certas coisas e ela quando não via , fazia sua vontade.

-e só uma pizza amor,  não vai fazer mal.

-Katia você trabalhando na área de saúde sabe muito bem que ela não pode, acabou de sair de uma internação com diagnóstico de infecção.

Falei mas seria do que pretendia minha paciência aquele dia estava no limite, tinha uma leve intuição que era devido a semelhança de Diana, com Vanessa trazendo assim a todo instante meu passado de volta.

Aquela noite minha filha ficou aborrecida com a promessa quebrada de sua tia Katia, essa ainda insistiu em dormir em minha casa, mas achei melhor barra – lá, não estava com cabeça pra namorar e tinha a certeza se ficasse íamos muito além do namoro.

Na manhã seguinte  a levei ao seu médico que a examinou. Na volta pra casa, pois sua babá a aguardava para que fosse trabalhar, ela parecia bem melhor que na noite anterior.

-mãe pode comer pizza hoje, o tio Jaime deixou – ela me olhando com seus olhinhos implorando.

-como você sabe que ele liberou?

-eu perguntei pra ele se podia!- sorri da astúcia de minha filha, ela sabia que eu só a levaria se Jaime ,seu pediatra, a liberasse.

-levo sim meu amor,  só que  Katia não poderá ir conosco , pois estará de plantão.

-não tem problema, vai só nos duas e quando ela puder vamos de novo – acho que pensei tanto em Vanessa na minha gravidez ,que as vezes achava que minha filha tinha alguns de seus traços,  principalmente o que referia sua personalidade.

Quando cheguei à empresa Jessica estava conversando com seu pai, deduzi pela descrição que Suzana havia me dado, ser um dos donos da empresa.

O senhor era muito simpático,  logo os dois foram para sala de Diana conversar, estava com saudades de Diana, quer dizer não exatamente dela e sim pelo que me representava sua aparência. Na hora do almoço não a vi, havia saído. Acabei passando a tarde com Jessica,  ela estava empolgada com o novo contrato que estavam fechando, havia me contado que conhecia os garotos a tempos e que precisavam somente de uma oportunidade pra crescerem.

Quando me deu Boa noite já passavam das 18:00 horas , ainda precisava organizar uns documentos que me entregou aquela tarde, tinha marcado com a babá de Valeria de encontra-las as 20:00 na pizzaria que sempre frequentavamos. Quando eu desci não havia quase ninguém ali, todos que trabalhavam naquele andar já haviam saído,  dou Boa noite para o senhor que ficava na portaria e atravesso a rua para chamar um táxi,  já estava no ponto quando escuto meu nome.

-Carol – um calafrio subiu minha espinha, era Diana “ mas o que ela está fazendo aqui” vestia uma calça jeans colada e uma camiseta regata com um top por dentro, ainda não a tinha visto assim, quanto mais  se aproximava, mas  meu coração dava pulos , era como se meu corpo reagisse ao vê-la.

- Oi Diana, o que faz aqui há essa hora, a Suzana falou que não viria mais a empresa por hoje!

Sem que esperasse ela me segura pela nuca e me abraça, um dejavu tomou meu corpo, era como abraçar aquela que a muito não saia de meu coração. Ela interrompe o abraço e me olha fixamente.

-Diana por que...

 

-Diana não,  Vanessa! 

Fim do capítulo

Notas finais:

Boa noite meninas!

me desculpem mais uma vez o atraso da postagem, tive que viajar aacabei nao concluindo, mas prometo voltar a ativa.

bjss


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 16 - Capítulo 16:
rhina
rhina

Em: 22/01/2018

 

É não ficou barato  pars Diana

E este encontro com Carol 

Rhina

Responder

[Faça o login para poder comentar]

purcina
purcina

Em: 05/01/2018

Cadê o cap? Vai ser só um agora por semana? 

Responder

[Faça o login para poder comentar]

patty-321
patty-321

Em: 04/01/2018

Caraca, a Vanessa nao se segurou e se apresentou pra carol. Uau. Agora ela vai ter q contar q sao gemeas. A Suzana e a Jessica voando sem saber dessa informação. Jessica morre de ciumes das duas. Eita. Ta muito bom. Bjs

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Val Maria
Val Maria

Em: 04/01/2018

Boa noite autora.

 

CONTINUA ...

 

Olha que a Jéssica esta se saindo uma ciumenta,e a Di, essa é maravilhosa.
Amo demais essas personagens, e o enredo é perfeito.
ate o próximo cap.

Beijossss



Val Castro

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web