• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Duas faces
  • Capítulo 13

Info

Membros ativos: 9594
Membros inativos: 1620
Histórias: 1971
Capítulos: 20,964
Palavras: 53,084,126
Autores: 811
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: Sarah333

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (2)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • À PROCURA DE RESPOSTAS
    À PROCURA DE RESPOSTAS
    Por Solitudine
  • Mundos invertidos
    Mundos invertidos
    Por Natalia S Silva

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Escolhas
    Escolhas
    Por CameliaA
  • Te
    Te amo porra!!!
    Por Dani mendes

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (2)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Duas faces por ROBERSIM

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 2877
Acessos: 4260   |  Postado em: 19/12/2017

Capítulo 13

Ela sorri , sentando – se a minha frente.

-não sei te dizer se o que aconteceu foi bom, mas que eu gostei...gostei – alguma coisa me dizia que aquela alegria tinha um nome... Jessica! Mas antes de perguntar, minha surpresa foi maior.

-você conhece uma moça chamada Ana Carolina,?-olho pra rla espantada,  meu coração parecia querer sair pela boca – A Carol pra ser mais exata.

Se não estivesse sentada , com certeza teria caído dura. Ela entra sorrindo de orelha a orelha, alguma coisa estava acontecendo,  Parecia que tinha visto passarinho verde logo cedo.

-hum pela alegria, alguma coisa muito boa aconteceu.

Ela sorri, sentando – se a minha frente.

-não sei te dizer se o que aconteceu foi bom, mas que eu gostei... Gostei – alguma coisa me dizia que aquela alegria tinha um nome... Jessica! Mas antes de perguntar, minha surpresa foi maior.

-você conhece uma moça chamada Ana Carolina?-olho pra ela espantada,  meu coração parecia querer sair pela boca – A Carol pra ser mais exata.

Se não estivesse sentada, com certeza teria caído dura.

 

-carol?- Eu repetia parecendo uma sem noção Seria possível que depois de tantos anos meu passado voltava a me cercar, e com uma a velocidade de um tornado.

-sim Carol, ela me confundiu com você ontem, insistiu perguntando se não te conhecia e só se conformou de não ser você quando percebeu a cor de meus olhos – ela me olhava curiosa – pra perceber algo tão insignificante e por te conhecer bem! Durante toda à tarde que passamos juntas me olhava como quem não acreditar, que realmente não era você.

-como assim, passou à tarde com ela!-fiquei furiosa ao ouvir aquilo.

-Calma! Ela é a nova assistente de Jessica, esta trabalhando conosco. Agora me conta, quem realmente é Carol? E porque nunca ouvi de você qualquer menção a seu nome?

Aquele era um assunto doloroso pra mim, por isso não conseguia falar sobre aquilo, nem mesmo com Diana que era a pessoa que melhor me conhecia.

-Carol foi a única garota que amei realmente... - enquanto narrava os acontecimentos que fizeram que nos aproximássemos, Diana ouvia tudo concentrada e poderia até dizer pasma.    “ Como o destino nos unia daquela forma, primeiro Jessica, agora Carol” pensava enquanto falava “ parecia até brincar com nossas vidas”.

Quando termino minha história Diana estava de boca aberta, parecendo não acreditar em tudo aquilo.

-agora entendo o porquê de ela insistir tanto comigo,  querendo saber se conhecia alguma Vanessa. A minha sorte e que passaram – se muitos anos.

-Como ela está Di- estava curiosa - por onde ela andou todos esses anos.

- Bom não sei na época que se conheceram, mas posso afirmar que hoje ela está linda – minha mente se remeteu ao passado. Como era bom sentir seus beijos, seus toques, era a única coisa que me acalmava naquele inferno que era viver nas ruas- sei pouca coisa, que morava em Recife com o pai- voltei a atenção pra minha irmã “ com pai!” não entendi , Carol sempre falou que seu pai não ligava pra ela , pelo visto as coisas haviam mudado muito.

-eu preciso vê-la! -penso em voz alta, precisava saber como ela estava.

-você não pode simplesmente aparecer lá e falar; Oi Carol sou eu, Vanessa.

-você tem razão,  iam achar que eu sou você é acabar complicando seu lado .Mas tenho que arranjar um jeito de saber dela.

-vou pensar em um modo, agora precisamos ir já está passando da sua hora- estava tão entretida na conversa que não percebi que chegaria atrasada na loja, e Vic com certeza me chamaria atenção.

-puts estou atrasada, e hoje que Victoria come meu fígado.

-vamos, te levo a loja e converso com Victoria, falo que eu que te atrasei.

-não precisa entrar e só me deixar mesmo,  entendo-me com ela.

-você ainda vai me contar essa historia- sem que ela terminasse de falar, começo a rir- acho que você anda dando um trato na Victoria.

No caminho até a loja não conseguia pensar em mais nada, que não fosse Carol, tinha que arrumar um jeito de Vê-la, sem que Diana soubesse.

...

P/CAROL

Não conseguia parar de pensar em Diana, como era possível duas pessoas, sem nenhum laço sanguíneo,  se parecerem tanto. Não sabia dizer se Vanessa se tornará uma mulher linda, igual Diana, mas com certeza seriam idênticas.

No dia anterior quando Suzana me apresentou a sua chefa quase caio no chão, minhas pernas quase não me sustentaram, mas realmente existia algo diferente... o olhar. Vanessa apesar da situação em que vivia não perdia o brilho no olhar, sua alegria era contagiante, por muito tempo depois de partir para Recife com meu pai, por muito tempo não consegui tira-la da cabeça , meu pai por algum tempo se preocupou com meu silêncio,  até que um certo dia desabei e contei o que havia acontecido enquanto vivi na rua.

Com o decorrer dos anos, não que tivesse esquecido Vanessa,  mas ela se tornou somente uma lembrança e por algum tempo , guardada em minha memória, mas parecia que o destino queria me fazer rever minha vida e coloca Diana em meu caminho.

Olho para a cama, minha filha parecia um anjo. Ela foi fruto de minha ânsia de enterrar de vez o passado, Fábio era um bom homem , mas não fez com que esquecesse minha necessidade de ter alguém igual a meu lado. agora com  7 anos era uma criança calma , doce que enchia meu coração de amor.

Seu nome eu que escolhi em homenagem a meu verdadeiro amor. Como ia conviver com Diana sendo que quando a visse, lembraria de Vanessa!

-você está bem?

Não havia percebido a chegada de Katia, nos conhecemos em um bar por amigos em comum, ela era uma garota linda, alegre e que me chamou atenção desde o início,  a um ano enganamos em um namoro, mas de uns meses pra cá muita coisa mudará , seus plantões se tornaram mais frequentes, fazendo que nos encontrássemos a cada dia , menos.

-estou sim, só não consegui dormir direito.

-mas a Valeria está melhor, não deveria se preocupar tanto!

Como explicar que minha preocupação era outra, lógico que fiquei muito preocupada com minha  filha, mas seu pediatra me garantiu que ela ficaria bem.

-como foi seu dia no novo emprego- a simples menção fez com que meu coração disparasse, nunca tinha tido coragem de comentar aquela época de minha vida com Katia, na verdade não achava necessário, pois jamais imaginei vivencia-lo de novo.

-foi bom, estou esperando minha ex sogra pra ficar com ele , preciso arrumar uma babá urgentemente.

-poxa pensei que fossemos tomar café juntas – ela parecia realmente aborrecida, mas não estava com cabeça pra conversas.

-me desculpe ontem à Jessica me pediu pra participar de uma reunião com sua sócia e devido à internação do minha filha, acabei a deixando na mão. Vou chegar mais cedo, preciso organizar minha mesa.

-tudo bem, se quiser fico aqui até a mãe do Fábio chegar.

-obrigada, vou aceitar sim. Os remédios que o médico passou estão ali – aponto para o criado mudo- nas caixas estão marcando o horário de cada um.

Despeço-me com um simples Beijo no rosto e saio, apesar de gostar de Katia nossa relação estava desgastada e precisava fazer alguma coisa Se realmente quiséssemos ficar juntas.

Jessica estava em sua sala quando cheguei, passei primeiro com Suzana, queria ver Diana, como a sala dela era a primeira inventei de dar bom dia a sua secretária,  mas não a vi. Minha chefe estava distraída,  percebi no dia anterior um clima entre ela e sua sócia,  Jessica não perdia um só olhar, um movimento sequer de Diana, principalmente se havia alguma funcionaria junto. Não sabia definir o que era, já que Suzana havia falado que minha chefa tinha namorado e esse morava no Japão.

-Bom dia Jessica!

-Bom dia,  pensei que chegaria, mas tarde. Como esta sua filha.

-Está bem, foi só um susto mesmo!

-que bom, sei que começou a dois dias, mas se precisar se ausentar e só me falar!

-Obrigada Jessica mais não será necessário,  o pediatra me garantiu que foi só um susto mesmo . Hoje ele passará o dia com minha ex-sogra que por sinal é louca por ele.

-é seu ex-marido?

-ele é um pouco irresponsável, mas é boa pessoa, não ia fazer nada pra prejudicar a filha, não propositadamente!-ela parecia curiosa, parecia querer perguntar algo-posso te perguntar uma coisa-afirmo com a cabeça- como descobriu se interessar por mulher? Desculpa se estou sendo intrometida e que você tinha namorado ou era casada antes de se envolver com sua atual.

-tudo bem, desde os meus 12 anos percebi que meninas me chamavam mais atenção- não ia entrar em detalhes de minha vida, mas também não ia mentir- me envolvi com uma garota por um bom tempo, mas nossos caminhos foram separados.

-hum e porque se envolveu com homens?

-na verdade foi só com um homem, o Fábio. Na época que me deixei envolver estava bem carente e apesar do jeito meio irresponsável e distraído e uma excelente pessoa. Algum tempo depois de me separar de Vanessa, já tinha 19 anos, me envolvi com uma moça que apesar de fazer todas minha vontade não consegui retribuir seu amor, foi quando conheci o Fábio trabalhava com ele, acabamos ficamos juntos por três anos, mais também não conseguia me entregar.

 Ela me olhava como se refletindo àquela história, não perguntei, mas alguma coisa me alertava que aquela curiosidade tinha alguma coisa a ver com Diana.

-preciso que organize esses contratos, os arquive, pois vou precisar que estejam de fácil acesso quando precisar- havia algumas pastas em cima de uma mesa no centro da sala – Diana me deixou responsável por esses contratos,  mas antes pode organizar sua mesa, ontem não teve tempo.

-verdade, tem vários documentos que precisam ser catalogado, Suzana me entregou alguns documentos de várias lojas.

-não tenha pressa, pedi que instalasse seu computador em sua mesa, com tempo quero que escanei esses documentos e arquive em pastas no computador, assim não irá perder tanto tempo pra encontra – lós quando precisar.

Gostei do jeito de Jessica trabalhar,  facilitava minha vida e a dela,  na empresa anterior na qual trabalhei os donos tinham aversão a tecnologia, e quando surgia alguma emergência perdia horas procurando por tantos documentos,  pois arquivavam anos de pastas em uma sala enorme, que me perdia dentro.

Estava agachada organizando as pastas que Jessica havia me dado, no arquivo que fora colocado Onde trabalharia , quando escuto barulho de salto, quando levanto os olhos dou de cara com Diana que me observava curiosa.

-Bom dia Diana!

-Bom dia! Jessica já chegou?-ela estava mais linda que no dia anterior , seus cabelos soltos e moldava seu rosto a deixando mais charmosa e com certeza chamando atenção por onde passava,  entendia muito minha chefa, foi assim quando conheci Vanessa , só que na época não passávamos de duas crianças, “ Onde será que ela havia se metido?” algumas vezes quando vim a São Paulo,  passeava pelos mesmos lugares que íamos,  na esperança de revê – lá , de saber como estava, mas foi em vão, parecia que a terra havia a engolido .

-Está na sala dela, pode entrar ainda não vieram instalar meu telefone.

Ela sorri e entra na sala de Jessica.

...

Sai da casa de Vanessa pensando em tudo que me contou sobre Carol, como minha irmã sofrerá com seu afastamento, ela não falou mais percebi que aquele era um episódio de sua vida que ainda não havia se concluído,  enquanto narrava tudo seus olhos brilhavam a cada menção do nome de Carol.

Eu precisava fazer algo, precisava dar a oportunidade das duas conversarem, mas pra isso teria que contar tudo nossa história pra aquela moça que estava naquele momento, mergulhada no trabalho.  Analisava suas formas até o momento que percebe minha presença, minha irmã tinha razão em nunca te – lá esquecido, a moça era linda!

Fui a sala de minha sócia,  não na intensão de observar sua assistente, mas porque precisava entender o que havia acontecido na noite anterior, Jessica parecia querer brincar com fogo.

-bom dia! – ela me olha totalmente indiferente, nem parecia à pessoa cheia de atitude, Que me domou com tanta volúpia.

-bom dia Diana! Que bom que esta aqui, acabou de falar com meus amigos sobre mandarem um vídeo dos brinquedos que projetaram.

-quando iram mandar?

-hoje a tarde, vou conversar com meu pai ainda hoje – ela não dava nenhuma margem do que tinha acontecido.

-falei com André, pedi que nos encontre as 14 :00, a loja que vamos visitar hoje e pequena , não tomara muito nosso tempo, se acaso seus amigos conseguirem mandarem o vídeo hoje podemos analisarmos juntas.

Pela primeira vez desde que entrei em sua sala a vi sem ação, a indiferença que ela tentava impor caiu por terra, quando sugeri tal coisa.

-não sei se é uma boa ideia,  podemos ver amanhã, além do mais pelo que percebi a televisão da sala de reunião não está funcionando.

-E verdade! – ponto pra mim, teria que convence-la a ir a minha casa – podemos ir à minha casa.

Quase solto uma risada com seu olhar de pânico. Parecia com medo de ficarmos sozinha.

-podemos convidar o André,  tenho certeza que não se recusará a nos acompanhar.

Percebi seu receio, apesar de sua indiferença percebo que o que aconteceu na noite anterior também a havia afetado.

-tudo bem, só não peço pra Carol nos acompanhar porque a filha dela esta doente- me assustei com aquela revelação. “ quer dizer que Carol tinha uma filha, será que era casada?”

-não sabia que ela era casada?

-não é , esta separada a tempo!-pelo menos Vanessa não se intrometeria em nenhuma relação- mas está em um relacionamento sério, tem namorada!- meu sorriso deve ter dado outro entendimento do que realmente era!  O Sorriso era por saber que minha irmã teria uma bela disputa pela frente, e não exatamente por ter alguma expectativa em relação a ela- não fique imaginando que Carol vai ser mais uma no seu vasto harém.

-Bom ela é linda! E saber que joga no mesmo time que eu, me deixa curiosa.

Ela parecia cuspir fogo pelo olhar, com certeza aquilo era ciúmes.

-você é muito presunçosa  acha mesmo que todas as mulheres vão cair a seus pés...

-não digo todas, mas as mais interessantes caem- ela me olha com ódio,  se pudesse me lançaria algum objeto , sua respiração era desregulada- não foi você que disse ontem , que nem sempre posso ter todas que quero, bom quem sabe eu não queira Carol!

-nem se atreva a chegar perto dela esta me entendendo!- ria por dentro de seu ciúme escancarado, se ela ao menos desconfiasse que Carol de alguma forma faz parte de meu caminho, ficaria surpresa.

-isso quem tem que decidir e ela,e não você!

Antes de falar mais alguma coisa,  ouço batidas na porta e logo em seguida sua assistente entra.

-Jessica seu pai esta na linha- ela me olha como sempre com curiosidade,  agora entendia o porque!-Diana enquanto não virem instalar minha linha, as ligações destinada a Jessica serão desviadas para o ramal da Suzana,  tudo bem ?

-Claro Carolzinha, você manda- sai da sala , mas não antes de olhar Jessica nos olhos. Ela queria me fuzilar, tinha certeza disso – Carolzinha a noite vamos pra minha casa, depois a Jessica te explica, se puder ir ficarei encantada- sai da sala antes que alguma coisa me atingisse,  pois minha sócia apertava a caneta em sua mão,  com mais força que o necessário.

Não entendia essa necessidade de provoca-la, acho que André tem razão, se não me cuidasse ela ia abalar totalmente minhas estruturas.

P/VANESSA

Meu dia foi horrível,  não conseguia parar de pensar em minha conversa com Diana, não ia aguentar até que minha irmã me desse alguma noticia sobre Carol, tinha que pelo menos vê-la.

A noite ao invés de ir pra aula, vou direto para a empresa onde se localizava os escritos que minha irmã ficava, sabia que não estava pensando direito, pois alguém poderia nos confundir , mas eu precisava fazer aquilo.

Pedi para Vic sair mais cedo, inventei uma desculpa e como quase nunca saia antes da hora, ela acabou me dispensando. Fico em frente ao prédio de escritório das lojas na esperança de pelo menos ver Carol, Diana havia me falado que naquela semana dificilmente se encontraria ali com Jessica.

Fico mais ou menos por quase uma hora esperando na esperança de ver Carol saindo, meu coração disparou feito louco quando a vi, estava mais linda que lembrava. Minha vontade era de me aproximar  e já ia fazer, quando a vejo parar enfrente a um carro e uma moça de cabelos curtos  e corpo esbelto, sair do veículo  se aproximar dela e dar – lhe um beijo na boca, minha vontade era sumir dali.

-Diana o que faz aqui, pensei que tivesse em uma das lojas com dona Jessica.

A mulher me olhava com curiosidade, e eu permanecia sem ação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

boa noite meninas!

mas um capitulo postado, espro que gostem.

bjss


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 13 - Capítulo 13:
Val Maria
Val Maria

Em: 26/12/2017

Capitulo maravilhoso. Adorooo a Van e a Di.

 

Parabens autora.

 

Val Castro.


Resposta do autor:

Boa noite Val!

Obrigada minha linda, se que me acompanha desde o início. 

Bjsd

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web