Duas faces por ROBERSIM
Capítulo 12
A deixei próximo a um ponto e segui para o escritório. Tinha somente o vigia em sua guarita o prédio estava quase todo escuro, com exceção a sala de Diana. Quando entro a primeira coisa que ela nota é a falta de Carol.
- Cadê a Carol?-me olha intensamente.
-teve alguns problemas e não pode me acompanhar.
Aproximo-me do sofá Onde estava acomodado, seu olhar analisava meu corpo como se o despisse me fazendo ficar em brasa. Naquele momento tinha plena consciência que não era bem pra falar sobre contratos, que queria de Diana.
-sente – se aqui- aponta para o lugar vazio a seu lado, estava em um empasse em minha cabeça, uma hora pensava em dizer pra deixarmos aquilo pra outro dia, outra hora meu coração pedia pra ficar- pedi pra Suzana separar alguns contratos, os mais recentes, pra te passar. E claro que a princípio irei ficar a frente deles, até você estar a par de toda a trans*ção e poder tocar sozinha.
-antes de voltar para o Brasil fiz alguns contatos com amigos lá no Japão, eles pensam em expandir os negócios e queria poder lhes dar uma oportunidade!- Na verdade nem mesmo com meu pai ainda não havia conversado, sabia que ele respeitava muito a opinião de Diana, quem sabe com seu apoio concordasse.
-você sabe que precisarei primeiro analisar a proposta, qual o tipo de eletrônico fabricam.
-vídeo games!
-o mercado aqui no Brasil e muito bom, você terá a oportunidade de ver a saída desse material por esse período de Natal- enquanto falava não pude deixar de observar sua boca, uma vontade de provar de seus lábios outra vez faz meu corpo estremecer- está com frio?
-Não!- fiquei sem jeito por ter percebido meu estremecimento- foi somente uma corrente de ar- mas posso pedir que me envie um portfólio de games que trabalham?
-porque não pede para seus amigos fazerem um vídeo explicando como funciona o brinquedo e quais as vantagem de negociação- achei uma excelente ideia , aquela mulher realmente pensava de forma prática e incisiva.
-vou falar com eles. Você fala japonês?
-infelizmente não!
-é porque eles não dominam o português, terei que está com você quando mandarem o vídeo ,pra traduzir.
Ela sorri de maneira maliciosa, o mais surpreendente e que seu sorriso me fazia pensar loucuras.
...
Não acreditava em minha ousadia no almoço, tocar a coxa de Jessica por sob a mesa. Em nenhum momento passou por minha cabeça que poderia receber uma bela tapa com minha ousadia, só pensava em sentir seu calor, por mais que estivesse de calça social. Aquela mulher estava se tornando uma tortura pra mim, precisava te – lá nem que fosse por uma única vez!
Nem acreditei quando a vi adentrando minha sala sem sua assistente, parecia que o destino estava conspirando a meu favor.
-não tem problema, quando seus amigos enviarem o vídeo assistiremos juntas.
-posso chamar meu pai também, ele conhece os garotos e se vocês interessarem podemos fazer negócios.
Na verdade minha intensão era de assistir somente com ela e de preferência em um lugar bem reservado- meu sorriso deve ter deixado transparecer algo.
-o que foi, porque o sorriso?
-não é nada, fiquei pensando que seu pai vai ficar orgulhoso de você, mal chegou e já está procurando negociar novos contratos- lógico que não ia expor meus pensamentos, até porque tenho a certeza que sairia correndo de minha sala.
-tenho muito a aprender ainda, mas realmente quero dar continuidade ao trabalho de meu pai.
Já passavam das 22h00min horas quando resolvemos que já bastava por aquele dia, estávamos cansada da tarde puxada em uma das lojas, e ainda teríamos a semana toda com a mesma rotina, ainda bem que Carol foi contratada naquela semana, tinha sido de ajuda sem igual àquela tarde.
-amanhã continuaremos, mas acho melhor ser pela manha, a noite fica vai ficar cansativo- ainda bem que liguei mais cedo pra Vanessa, avisando que não passaria em sua casa como havia prometido, por mais que quisesse conversar a respeito de Carol! Queria conversar pessoalmente vai que ela nem se lembrasse da moça, talvez tenha sido algum rolo sem importância do passado.
-tudo bem, e melhor mesmo amanhã. Talvez a noite nem de pra Carol ficar de novo.
Pego os documentos em cima da mesinha de centro e começo a arquivar em suas determinadas pastas, Jessica faz o mesmo com outros documentos pra que terminasse mais rápido. Sem que nenhuma das duas dessa conta, nossas mãos tomam os mesmos papéis, minha mão cobre a dela que para estática me olhando, sem perceber, meu olhar fixam em sua boca, minha vontade de toma – lá era muito grande, aquela necessidade de sentir seu gosto que me acometia desde do almoço, volta feroz.
Meus olhos não desgrudaram de sua boca, sem intenção, ela passa a língua em seus lábios que pareciam secos, aquele gesto causou um frisson em meu sex*.
-não faça isso- falo sem desgrudar meus olhos de seus lábios.
-fazer o que?
Outra vez passa sua língua em seus lábios, fecho os olhos tentando não me imaginar a beijando, mas foi impossível.
-fazer o que? Isso – abro meus olhos e sensualmente repete aquele gesto, sua fisionomia era de puro prazer, outra vez fecho meus olhos visualizando a expressão que vi há pouco.
-isso, você está me provocando e pode se arrepender – vi o prazer com que estava me provocando queria dar uma chance pra ela saber se realmente era aquilo que desejava, pois se seguisse em frente não ia conseguir me controlar.
-porque está falando isso, você não quer, não sou Boa o suficiente pra você - ela parecia disposta ir até o fim.
-não é isso, além de ser, minha sócia, filha de alguém que respeito muito, e comprometida e pelo que sei, há algum tempo.
-isso não impede de eu querer saber o por que, essas mulheres tanto te querem.
-então isso é somente curiosidade?-por aquilo eu não esperava.
-digamos que quero entender tudo isso!
Sem mas uma palavra a puxo de encontro a meu corpo, sinto sua respiração alterada próxima a meu rosto, que estavam colados, aquilo me excitou.
-tem certeza, não vou conseguir parar!- falava a centímetros de sua boca, seu hálito se misturava ao meu.
-tenho... -não esperei que dissesse mais nada, cubro seus lábios com meus. A princípio a Beijo com calma, mas minha necessidade de senti-la era mais forte e tomo sua boca com fome que precisava ser saciada. Ela gem* em minha boca quando intensificou o Beijo, sua entrega era prazerosa a cada sugada mais forte, um novo gemido se fazia ouvir e minha necessidade de toca-la também.
Por puro instinto minhas mãos que acariciavam seu pescoço descem pela lateral de seu corpo a prendendo pela cintura, estavam as duas sentadas no chão uma de frente pra outra, ambas entreguem ao Beijo. Minha necessidade de sentir o calor de seu corpo foi maior, a puxo alojando em meu colo, nossos corpos grudados, fazia com que sentisse seu calor.
Suas pernas presas em meu quadril ,facilitava as carícias em sua costa, sentia por sob a blusa sua pele macia. Sua língua sugava a minha com prazer. Minhas unhas arranham sua costa em um ato de puro êxtase fazendo com que ela cavalgasse em meu colo, seus gestos estavam me enlouquecendo.
Sem que esperasse sua mão que segurava minha cabeça, desce tomando o caminho de meu colo, por cima de minha blusa acaricia meus seios, solto um gemido alto quando aperta com pouco mais de pressão, mesmo com roupa aquele cavalgar de seu sex* contra o meu, me deixou molhada, sentia minha calcinha encharcada devido o movimento.
-delicia! Hummm-sua voz rouca, e seus gemidos me deixaram louca pra senti-la nua em meus braços, sem que esperasse ela me empurra delicadamente fazendo com que deitasse no tapete do escritório, sem desprender suas pernas de minha cintura. Não era preciso palavras pra expressar o que estava sentindo, sua expressão de prazer superava qualquer palavra. ela abre os primeiros botões de minha blusa deixando meu sutiã exposto , olha encantada para meu colo passando a ponta do dedo na borda da peça, meu suspiro foi involuntário- você é linda tenho que admitir.
Desabotoa meu sutiã que tinha feche frontal expondo meus seios, sem falar apoia os braços na lateral de meu corpo passando a língua levemente pela auréola, estava com a respiração suspensa, em toda minha vida, jamais vivi uma situação daquelas, sempre estivesse no comando, mas aquela garota me deixou paralisada, querendo não só sentir seu corpo, mas querendo provar suas carícias no meu. Enquanto sugava meu seio rebol*va sensualmente em meu sex*, queria senti-la sem roupas. Minhas mãos seguem querendo tirar sua blusa, quando ela me interrompe.
-acho melhor irmos, já está tarde- sem falar mais nada levanta – se ajeitando sua roupa e deixa a sala sem qualquer palavra, fiquei totalmente sem ação.
Demorei alguns minutos pra me recuperar, tentava entender o porquê daquilo, meu corpo ainda tremia de desejo por te – lá em mim.
Desligo a luz e saio, minha cabeça ainda estava uma bagunça, não entendia o porque dela me excitar e cair fora sem dar qualquer explicação. Pra minha surpresa ela me esperava sentada na cadeira de Suzana.
-vamos! -seguimos caladas, já no elevador não aguento com tantas perguntas a serem feitas, precisava de respostas.
-porque fez aquilo? Se não pretendia continuar, porque me excitar daquela forma.
-isso é pra você entender, que não pode ter a mulher que quer, na hora que quer!
Saiu do elevador me deixando mais uma vez sem fala.
...
Sai do elevador quase correndo, meu corpo ainda estava em brasa, minha respiração alterada, foi um esforço enorme falar com Diana naquele momento sem mostrar como me sentia.
Meu desejo por ela era maior que suponha, naqueles momentos em sua sala foi que percebi o quanto desejava tê-la, ainda conseguia sentir o gosto de sua pele macia em minha boca, jamais fui tão ousada , mas não pensei em mais nada enquanto a tinha em minhas mãos. Entro em meu carro e fico por alguns minutos Parada, tentando organizar meus pensamentos, como consegui me frear... Não sei ! Em meu pensamento veio à conversa que escutei a tarde quando estávamos na loja, ela não percebeu que escutava, apesar de estar conversando com Carol e o gerente da loja, minha atenção era pra falando ao telefone.
-não vou conseguir ir hoje com você- faz pausa com certeza estudando sua amante- amanhã te vejo – mais uma vez silencio- também te amo- era aquilo que não me saia da cabeça, por mais que não quisesse aquelas palavras não saiam de minha mente e foi justamente elas que me frearam. Como alguém que dizia amar tanto alguém, conseguia se entregar a outra do modo que ficou a minha mercê.
Dirijo com cuidado, minha concentração era zero, não conseguia de parar de pensar em Diana, e pior, não conseguia parar de imagina – lá com outra, do mesmo modo que ia se entregar a mim.
-se continuar pensando desse jeito iria enlouquecer! Quem será essa mulher?
Balanço minha cabeça, como se aquilo fosse fazer com que parasse de pensar em Diana. Quando entro em casa ainda pensava em minha sócia, meus pais estavam na sala .
-porque a demora, já estávamos preocupado!- me penitenciei, não havia ligado pra avisar que chegaria mais tarde e com certeza haviam me ligado, mas meu celular estava no silencioso dentro de minha bolsa.
-me desculpe, meu celular deve ter descarregado – minto -Estava na empresa com Diana, ela estava me instruindo em alguns contratos que o senhor pediu a ela que eu cuidasse.
-é verdade, pedi pra te passar mesmo sei que ela fica sobrecarregada, principalmente essa época do ano.
-ela me falou e como estamos fazendo o levantamento de estoque nas lojas não teríamos tempo, por isso retornamos para seu escritório.
-melhor assim, quanto antes você se integrar nos negócios, melhor!
Foi um alívio ouvir aquilo, pensei que meu pai fosse questionar sobre o porquê não tratar daquilo durante o dia.
-você deve estar com fome minha filha – minha mãe ao contrário de meu pai , parecia não estar preocupada com meu atraso- vou pedir pra Arlete preparar algo pra você .
-não precisa incomoda- lá mãe não estou com tanta fome, Vou preparar um sanduíche, estou muito cansada, preciso mais da minha cama do que de comida .
No quarto me preparo para o banho, quando minha mãe entra com uma bandeja com dois sanduíches.
-Está aqui minha filha, sei que não ia descer e acabar dormindo sem comer nada- como minha mãe adivinhou... Não sei! Mas realmente ia dormir depois do banho- tem certeza que está tudo bem mesmo, não é!
-tenho sim mãe, só estou cansada, nada que uma boa noite de sono não resolva.
-tudo bem, amanhã conversamos melhor. Boa noite!- ela me beija no rosto e sai. Vou direto para banho, não menti ao dizer que estava cansado, meu corpo pedia por descanso.
No banho enquanto ensaboada meu corpo, lembro-me de minha mãos passeando pelo de Diana, lembro-me de minha boca sugando seus seios e novamente a excitação, o desejo tomou conta de mim, sem pensar em nada desço minha mão em direção a meu sex* , enquanto a outra massageando meu seio, em minha fantasia imaginei Diana me tocando intimamente, passeando com sua boca pelos caminhos que tocava, não demorou muito pra soltar um gemido alto e meu gozo molhar meus dedos.
Enquanto recuperava minha respiração, ficava imaginando como Seria me entregar aquela mulher, de uma coisa tinha a mais absoluta certeza, jamais senti aquele desejo todo por Marcos e nenhum outro homem que passou em minha vida.
Minha noite foi povoada de sonhos eróticos com minha sócia. Na manhã seguinte sai cedo, não queria correr o risco de responder as perguntas que certamente minha mãe faria.
Cheguei ao escritório das empresas, mas cedo do que imaginei bem Suzana e nem Carol haviam ainda chegado. Precisava me concentrar em outra coisa que não fosse Diana.
....
P/VANESSA
Era a segunda vez em menos de uma semana, que minha irmã desmarcava sua ida em casa, estava estranhando seu comportamento, com certeza aquilo tudo tinha alguma coisa a ver com Jessica.
No dia seguinte fique curiosa quando recebi sua ligação.
-oi Vanessa, não poderei ir hoje- ela falava baixo, um pouco mais que um sussurro , deveria ter alguém perto.
-algum compromisso?
-terei que voltar a empresa com a Jessica e sua nova assistente – faz uma pausa, parecia querer me perguntar algo- vou amanhã tomar café com você, quero te perguntar algo.
-tudo bem te espero amanhã-não insisti se fosse urgente teria perguntado naquele momento. Despedimo-nos e volto pra frente da loja com Vic , o movimento era intenso. À noite me preparava pra deixar o trabalho quando André aparece na porta.
-oi Deusa, vamos jantar juntas?
-André tenho que correr pra ir pro colégio, a loja fechou mais tarde do esperava. Bem que poderia me dar uma carona!
-Aí deusa, tem que ser chique igual a tua copia, vai jantar primeiro depois te levo.
-que horas que você acha que termina as aulas? E outra coisa, minha criação foi totalmente diferente da minha irmã!
-ta bom então, vamos que te dou uma carona!
André era legal, era engraçado o jeito que se desculpava sempre que me chamava de Diana durante nossa conversa, não me chateie até quando Vic me contratou , devido sua convivência com minha irmã cansou de me chamar por ela.
Já estava pronta para o trabalho, esperava por Diana que me prometeu tomarmos café juntas, ouço a porta da frente se abrir, falo antes dela me procurar no quarto.
-estou aqui na cozinha Diana!
Ela entra sorrindo de orelha a orelha, alguma coisa estava acontecendo, Parecia que tinha visto passarinho verde logo cedo.
-hum pela alegria, alguma coisa muito boa aconteceu.
Ela sorri, sentando – se a minha frente.
-não sei te dizer se o que aconteceu foi bom, mas que eu gostei... Gostei – alguma coisa me dizia que aquela alegria tinha um nome... Jessica! Mas antes de perguntar, minha surpresa foi maior.
-você conhece uma moça chamada Ana Carolina?-olho pra ela espantada, meu coração parecia querer sair pela boca – A Carol pra ser mais exata.
Se não estivesse sentada, com certeza teria caído dura.
Fim do capítulo
boa tarde!
mais um capitulo postado, espero estar agradando com o rumo dos personagens.
bjss
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Karen
Em: 15/12/2017
Oi, boa noite!
É, não dever ser fácil achar q uma pessoa q vc amou, estar morta e de repente vc tem um "baque desses" aff... Coitada da Vanessa.
E a Jéssica heim, "curiosidade matou o gato" rsrs!!!
Outro bom romance q vc escreve, ótimo como o anterior, enquanto isso, morro aqui ansiosa pra ver a reação da Vanessa, por completo.
Bom FDS pra vc! Bjs.
Resposta do autor:
boa tarde!
vanessa ainda ira ter algumas surpresas pela frente.
bjss
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