Capítulo 14 - A gente faz dá certo
A gente faz dá certo
Olhei para o relógio e ele marcava 11:02min. Sentada, com as costas na cabeceira acolchoada da cama. Olhava fixamente para o rosto branco e tão sereno de Alice. Dormia com a cabeça repousada sobre meu abdômen, a costa nua e o bumbum coberto pelo lençol. Espaçosa como sempre, ela estava deitada sobre mim. Respirava tão leve que mal eu sentia. Passei minha mão sobre os cabelos negros que caiam em sua bochecha. Eu estava com medo de acorda-la e o momento acabar. Ela dizer que aquilo tudo foi um grande erro movido apenas por desejo ou algo assim. Ela se mexeu e eu prendi a respiração. Alice levantou lentamente e sentou de frente para mim. Meus olhos correram em automático pelo belo corpo que aquela mulher possuía. Parei antes de chegar a seu sex* e voltei a olhar nos seus olhos. Ela tinha um sorriso que eu não esperava ver. De repente, me senti uma idiota nervosa e sem saber o que dizer.
- Acabou de secar o meu corpo? – revirei meus olhos. Eu sequei mesmo e não tenho culpa. – Já disse o que tenho vontade de fazer quando revira os olhos pra mim?
- Vou começar a fazer um livro de todas as maneiras que você já mencionou. – ela sorriu e eu não pude me manter indiferente. – Vai me expulsar do quarto?
- Não, Fernanda. – ela franziu o cenho.
- Me enforcar com a toalha? – ergui a sobrancelha.
- Não... – ela riu.
- Me chamar de pervertida pobretona?
- Não...
- Me jogar da sacada?
- Fernanda, pelo amor de Deus... Não. – ela gargalhou. – Podemos conversar como pessoas civilizadas?
- Não posso conversar com você enquanto não cobrir o seu corpo. – olhei novamente e demoradamente. – Me faz pensar em coisas indecentes.
- Então ver se assim fica melhor... – Alice deitou sobre meu peito e me abraçou pela cintura. Todo o medo da rejeição foi embora. Respirei fundo, passei meus braços ao seu redor e beijei o topo de sua cabeça. Meu coração batia forte, enquanto sentia a pele quente da morena contra a minha. – Tá melhor assim? – sorri.
Aquela se juntou as inúmeras reações e atitudes que eu não esperava da Alice. Parecia até mentira estarmos naquela situação tão inusitada. Achava tão clichê aquelas histórias de os mocinhos que se odiavam e depois se amavam. Olha onde estou...
- Muito melhor... – nos cobri com o lençol. – Isso é mesmo surreal. Eu, abraçada e totalmente nua com a Alice Metida.
- Quer levar um tapa? – gargalhei e a apertei forte.
- Diz que isso não vai acabar assim sairmos por aquela porta... – ela imediatamente me olhou. – Apesar de ser a coisa mais louca que me aconteceu, Alice... Eu não sinto que seja errado... Eu... – respirei fundo. Os olhos azuis estavam presos aos meus. – Eu tô...
- Meninas? Estão vivas? – era a voz da Ângela. Pulei da cama tão rápido e não imaginei a queda a seguir. – O que foi isso?
- Nada Ângela... – Alice gargalhava e se contorcia na cama. – A desastrada da Nanda que caiu...
Ouvi-la me chamar de “Nanda” me fez ficar sorrindo igual retardada.
- Ela tá bem? – peguei o roupão e me vesti sob o olhar nada inocente de Alice.
- Sim... – engoli em seco. – Bem demais...
- Venham comer... Espero vocês em dez minutos. – passei a mão sobre minha nuca. Alice não desviava o olhar, até que fechei o roupão.
- Já vamos Ângel... – falei. – Não me olha desse jeito...
- Por que? – ela ergueu a sobrancelha. – O que acontece?
- Sinto vontade de te fo... – mordi meu lábio. – Vou parecer pervertida se terminar. – ela sorriu torto. – Vou sair daqui antes que não... Cobre seu corpo... – baixei a minha cabeça, pois ela pesava com tanto pensamento impróprio.
- E se eu não quiser? – essa garota era terrível.
- Eu vou indo... – abri a porta e sai o mais rápido possível, ouvindo a gargalhada daquela metida.
Entrei em meu quarto, encostei-me na porta já fechada e soltei o ar. Passei a mão em meus cabelos, já secos e sorri em nervosismo. Olhei por meu quarto, coloquei a mão sobre o peito e pude então perceber que algo há tempos o vazio em meu ser parecia... Cheio.
Me coloquei embaixo do chuveiro, sem molhar meus cabelos e enquanto a água morna passeava em meu corpo, minha cabeça repassava cada segundo dessa manhã. Foi tudo tão intenso, carinhoso e maravilhoso.
- Fizemos amor... – ri em descrença. – Caramba... Fizemos amor... Alice e eu. – respirei fundo. – Eu tô louca por essa mulher... Eu tô ferrada, muito ferrada!
Sai do banho, ainda com o sorriso boboca, e vesti uma calça saruel preta e uma regata folgada. Troquei o curativo, só para não ouvir as reclamações da Ângel. Ainda bem que logo me livraria dos pontos. Arrumei meu cabelo em um coque frouxo e resolvi descer, mas antes parei diante da porta do quarto de Alice. Levantei a minha mão para bater, mas decidi não fazê-lo. Peguei meu celular do bolso, que vibrava horrores, para logo revirar meus olhos.
“Me diz que não encheu a cara e tá jogada em um bar qualquer?! Maria Fernanda, eu juro que se você estiver bêbada como ano passado, vou te cobrir de porr*da até sua cara de boneca virar a do Chuck”.
- Meu Deus... Essa ganhou a Alice em exagero. – cheguei à cozinha e nem havia percebido. Levantei meu olhar e Alice me fuzilava. Dei a volta na mesa e sentei entre a Ângela e o Mike.
- Ouvi meu nome. – sorri amarelo. Ela segurava o garfo com força.
- O que tem pro almoço? – sorri para a Ângela que me analisava. – Eu tô bem Ângel. Desculpe por ter feito você ver isso... – franzi meu cenho.
- Oh, menina... – ela me abraçou forte.
Desde que cheguei a está casa, sempre fui muito bem tratada por todos. Ângela foi a primeira a quebrar a barreira que eu havia criado a minha volta. Soube me levar com esse jeito protetora, companheira e maternal.
Controlei o que pude para não voltar a chorar, apertando com força os meus olhos. Abracei forte aquela mulher que me ofereceu o seu colo tantas vezes ao longo daquelas anos. Beijei estalado a sua bochecha e sequei as suas lágrimas.
- Para... Se não volto lá pra fora... – sorri.
- Nem diga uma coisa dessas... – ela me ralhou. Colocou a minha frente um prato com macarronada ao molho branco. – Come antes que esfrie.
- Tudo bem... – sorri. Olhei para Alice, que estava com uma expressão de tristeza. Aquilo me incomodou muito. – Você não vai chorar também, não é Mike? – tentei quebrar o clima que se instalou.
- Esse molenga está quase se desmanchando. – Ângela implicou.
- Olha quem fala... – Mike cerrou os olhos.
Era somente o que eu precisava, uma discussão boba dos dois para amenizar aquele ar espesso. Alice me olhava fixamente e para desfazer aquela expressão que eu não suportava, estiquei minha perna até meus dedos tocarem nas suas descobertas. Sorri de lado, enquanto ela me olhava com a sobrancelha arqueada. Continuei comendo como se nada estivesse acontecendo.
Depois do almoço, fui sentar na varanda que dava de frente para o jardim. A chuva continuava a cair ferozmente. Estava com os fones, ouvindo uma música agitada. Mexia meus dedos no ritmo da canção. Senti que era observada , olhei para a entrada e ela estava lá, parada na porta com os braços cruzados sobre o busto.
- Senta aqui... – tirei os fones e bati no lugar ao meu lado. Alice fez o que pedi. – Você tá bem? – senti medo de sua resposta. A analisei para ter no mínimo uma pista.
- Eu tô bem... – Alice baixou o olhar e então percebi que ela encarava a minha mão.
- De verdade? – cobri a sua mão com a minha. Passei a fazer carinho no dorso pálido.
- De verdade. – ela me encarou e eu sorri. Quase me perdi nos dois oceanos que me fitavam. – Fernanda... Isso tudo é tão novo, inesperado. – eu conseguia ver a confusão transbordar por seus olhos.
- Quer que paremos por aqui? – de repente senti meu peito se comprimir. Engoli em seco. – Tudo bem... Eu entendo. Bem, afinal, você gosta de homens e tá com aquele cara... Droga. – levantei. – Acho que você tá certa... Eu.
- Fernanda... Para! – Alice apertou firme a minha mão. – Eu ainda não terminei... Senta aí. – ela fechou a cara. Não ousei argumentar e sentei. – Fica quieta e me deixa terminar...
- Mandona... – revirei meus olhos.
- Ai... – ela quase esmagou meus dedos. – Concentra Alice... – ela fechou os olhos. – Não joga essa criatura na piscina.
- Aly... – ela me olhou. – Meus dedos... – Alice afrouxou o aperto e eu quase suspirei em alivio. – Vou ficar calada. – fiz um sinal com a mão.
- Ok... Vou ser mais objetiva. – concordei com um acenar. – Eu quero você Fernanda... – um arrepio tomou conta do meu corpo. – E se você quiser... Bem, a gente pode tentar... Eu só peço que tenha um pouco de paciência... – ela me encarou, esperando que eu dissesse algo.
- Alice... – respirei fundo. – Você me deixa louca... – aquilo era para ser apenas um pensamento, mas deixei escapar. Ela sorriu e eu me senti uma boba. – Eu quero... Como quero... O que você fez comigo? – toquei a sua face. Ela fechou os olhos em resposta. – Eu vou ao seu tempo... Só quero tá perto de você.
- A gente vai tentar? Eu nunca pensei que um dia estaríamos assim. – ela cobriu a minha mão com a sua e abriu os olhos. – Mas, é tão bom... – sorri. Quis beija-la, mas em momento de lucidez, lembrei que Ângela e Mike ainda estavam ali.
- Claro que vamos tentar. Você é minha e falar nisso. – ela sorriu. – O que vai fazer com aquele loiro? – revirei meus olhos e tirei minha mão do rosto dela. – Não quero esse cara te tocando... – cruzei os braços sobre meus seios. Alice arqueou as sobrancelhas.
- Isso é ciúmes? Fernanda, você tá com ciúmes? – ela gargalhou.
- Não é ciúmes. Ok? Para de rir... – franzi meu cenho. – Vocês estavam aos beijos na faculdade... Cena mais enjoativa...
- O que a Carolina estava fazendo com você ontem? – do nada, o riso deu lugar a raiva. Até engoli em seco. Alice era assustadora às vezes. – Responde Fernanda...
- Alice? Aquele moço bonito tá esperando você na sala... – Ângela saiu sorrindo e se abanando. De repente, senti meu sangue ferver. Levantei bruscamente e Alice me acompanhou.
- Nem com o mundo desabando essa cara fica longe... – bufei. Estava agindo feito uma idiota, mas não pude controlar.
- Aonde você vai? – ela segurou meu braço.
- Vou sair... Não quero ficar vendo você e esse... – mordi minha língua para não terminar a frase.
- Fernanda... Você não vai a lugar algum. Eu vou acertar as coisas com o Ricardo... – me desvencilhei delicadamente quando vi a Ângela.
- Tudo bem por aqui? – ela olhou de Alice para mim.
- Tá sim, Ângel... – sorri e poderia ganhar um premio por ser tão boa atriz. – Estava dizendo para a Alice que vou sai um pouco, sabe. – Alice me fuzilou. – Buscar algumas roupas em meu apartamento e visitar... A minha mãe... – suspirei. Eu fazia aquilo todo ano e nesse não seria diferente. Vi preocupação em Ângela e aquele olhar desconfortável em Alice. – Não vou encher a cara ou fazer qualquer bobagem... Eu prometo.
Beijei o rosto de Ângela e lancei um sorriso para Alice. Passei pela sala e o loiro que agora eu sabia que se chamava Ricardo, estava com algumas sacolas na mão. Ele me cumprimentou e eu devolvi a educação e subi. Peguei as minhas chaves e coloquei no bolso. Entrei no banheiro para arrumar o coque que estava soltando e levei um susto grande ao ver Alice entrando.
- Alice, o que...
Antes de completar ou até mesmo ter qualquer reação, Alice colou nossos lábios, segurou o meu rosto com as suas duas mãos e iniciou um beijo lento e intenso ao mesmo tempo. Abracei a sua cintura e me deixei levar por aquela boca tão quente, doce, arrebatadora e incrível. Aquela coisa de bocas que se encaixam poderia ser atribuído a nós duas sem nenhuma dúvida. Sorri quando o beijo foi interrompido e nossas testas se colaram. Respirei fundo, aspirando o perfume floral de Aly. Selei nossos lábios longamente, para depois aperta-la contra mim.
- Agora sim você é oficial... Você não vai a lugar algum... – ela sussurrou e eu sorri.
- Preciso ir... Aly. – abrimos nossos olhos. – Eu preciso fazer isso... – ela acariciou o meu rosto e eu senti que poderia ficar ali para sempre, com ela grudada em meu corpo, sentindo sua pele queimar na minha.
- Quer que eu vá com você? – vi ansiedade em seu olhar.
- O loiro tá te esperando... – franzi o cenho.
- Droga... É mesmo. Fernanda, lembra que eu disse que precisa que tivesse paciência? – acenei em positivo. – Por favor...
- Tudo bem... – selei nossas bocas. – Eu vou ter. Só não deixa... – não completei a frase. Estava tão patética. – Eu volto depois das seis...
- Tudo bem. – ela me abraçou forte. Fechei meus olhos e quase desfaleci em seus braços. – Cuidado...
- Tá... – lhe beijei de leve. – Agora vai lá e nada de quarto... – ela riu.
- Ciumenta... – Aly saiu antes de eu dá uma resposta.
- Metida... – sorri debilmente.
Terminei o que estava fazendo, peguei um blusão de moletom e desci. Alice estava sentada ao lado do tal Ricardo, comendo uma barra de chocolate. Ela me olhou dos pés a cabeça, depois me fitou nos olhos. Prendi meus lábios um ao outro e decidi sair logo dali, mesmo não querendo deixar os dois a sós. Fui abraçada pelo vento gelado ao sair. A chuva havia cessado, mas o céu continuava nublado. Entrei em meu carro e logo estava fora do condomínio. Resolvi passar antes no apartamento da Alexandra, para mostrar a ela que estava bem. Sobre Alice e eu, bem, decidi contar em outra hora. Passei em uma floricultura e em meu apartamento, coloquei três pares de roupa dentro de uma mochila e sai. Joguei a bolsa no banco traseiro e dirigi até meu terceiro destino aquela tarde.
Não importa quantas vezes em todos aqueles anos, a sensação continuava a pior possível. Adentrei os enormes portões brancos um pouco desgastados. Estacionei e segui a pé até o tumulo de meus pais. A grama estava molhada pelo tanto que a chuva castigou a cidade. Respirei fundo, olhei para os nomes em bronze, com pequenas gotas escorrendo.
Fernanda Nonato Alves
Guilherme Nonato Alves
- Oi mãe... Oi pai... – coloquei os dois buques de rosas brancas sobre o mármore. – Desculpa só vir agora. Hoje aconteceram tantas coisas estranhas, sabe. – respirei fundo. – Acredita que eu tô apaixonada pela Alice, mãe? Eu sei, é totalmente louco. – mordi minha bochecha. – Acho que ela gosta de mim também... Não sei como o Arnaldo vai reagir pai... Mas, eu gosto tanto dela. Tá certo que ela é muito mimada às vezes e um pouco irritante, mas eu sempre gostei desse jeito da Aly... – sorri. – Perdoem por os outros anos. Ainda é muito difícil... Eu sinto tanto a falta de vocês, mas não vou chorar. Eu prometo. Feliz aniversario mãe... Às flores são as suas favoritas...
Não sei ao certo quanto tempo, mas só sai dali quando já era noite. A chuva voltava a cair novamente sobre a cidade. Parei em uma sorveteria, sentei no fundo depois de pedir. Meu celular passou a tocar. Atendi ao Arnaldo, que me perguntou várias vezes como eu estava e me pediu para não fazer nada parecido aos anos anteriores. O acalmei e novamente voltei a pensar em sua reação. Também não sabia o que Alice e eu tínhamos, apenas havia a certeza que não queria dividi-la com ninguém. Arnaldo me desejou sorte no julgamento amanha e desligamos.
- Espero que o Ricardo já esteja longe... – comi o meu sorvete e decidi levar para Ali. – Mal nos entendemos e eu já tô sendo idiota... Droga.
Entrei na mansão e o silencio se fazia presente. Pelo que parecia, Alice não estava ali. Talvez estivesse na casa de uma amiga ou com Ricardo. Essa última parte me deixou desanimada. Fui até a cozinha, deixei o pote de sorvete dentro do congelador. Sentei no banco alto da bancada de mármore. Peguei alguns biscoitos de coco e passei a come-los. Alguns minutos depois decidi procurar Alice em seu quarto, talvez ela pudesse estar dormindo. Abri a porta sem bater e desejei não ter feito.
- Talvez essa fique boa em você...
Fim do capítulo
boa tarde menina...
Leh
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Faby_AngeL
Em: 26/01/2017
Please,não demore a postar assim vc vai me matar de anciedade
amando cada linha <3
Resposta do autor:
kkkkk
]tá bom
vou postar daqui a pouco... ai de manhã você já terá o cap lhe esperando...
:)
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Amandha12
Em: 26/01/2017
Oii meninas!
Bom, mais uma história top né? Gostando muito...
Espero que não seja o Ricardo...
E a Alice com ciúme? É uma coisa véio.. nervosinha, fico na expectativa de cenas assim kkkkkk
Beijão Leh/Luh ;-)
Resposta do autor:
oie
olha só quem apareceu...
fico feliz que esteja gostando...
kkkk você gosta de ver o negocio pegando fogo... Pai amado...
não te culpo... rsrsrs
beijos...
ps... esse lance de LEH/lUH LETlUH KKK
TÁ PARECENDO Chris E Greg
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lenna11
Em: 26/01/2017
Tão lindo as duas! Sei que vai ser difícil pra Nanda segurar o ciúme pq pense em um sentimento incontrolável, mas eu acredito na Aly ela gosta de verdade da Nanda e mostra isso a cada capítulo , sei que não será nada demais o que Nanda encontrou no quarto! Eu amo as duas!
Resposta do autor:
ama as duas?
isso é raro aqui rsrsrsrs
gostei da confiança meu anjo...
ciúmes é um bichinho domal... sei bem disso rsrrs
obrigada... você é uma fofa... sabia?
beijos...
Leh
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Julia_Sz
Em: 26/01/2017
Também acompanhava Tudo de Nós, amava todos os casais mas o meu amorzinho eram Cássia e Paloma.
Mas voltando ..
Um capítulo perfeito, esse começa ainda mais fofo
As duas só carinhos, quando a Nanda disse isso então: "o vazio em meu ser parecia... Cheio" relacionamentos assim são lindos de ver, e nos fazem crescer muito...
Mas como nem tudo é perfeito vocês deixam a gente com coração na mão com esse final.. torcendo aqui pra como disseram esse Ricardo ser um gay encubado hahahaha
Beijo vocês arrasaram de novo, não façam a Nanda sofrer please
Resposta do autor:
a Cássia e a Paloma são o meu xodo... assim como todas, mas elas são um casal meio que chaveirinho... me diverti muito escrevendo cada capitulo...
elas estão se moldando aos pouquinhos... precisam disso...
kkk bom, tem que deixa-las afim de ler o proximo... desculpe pela maldade rs
oooh... tadinho do loiro... kkkk
vocês são ótimas...
beijos minha flor...
obrigada... você ver elas com olhos diferente... é lindo a forma que as entende...
beijos...
Leh
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Lino
Em: 26/01/2017
Cara , eu shipando a Nanda.
Parabéns por a história.
Beijissss
Resposta do autor:
linda,
você e quase todas são amarradas na Nanda...
a mulher ganhou mesmo vocês...
se soubesse que até discussão já teve rsrsrs ai ai
obrigada meu anjo.
espero tê-la mais por aqui
beijos..
Leh
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jake
Em: 26/01/2017
Olá queridas autoras...
Saindo da Moita para parabenizar pelo ótimo trabalho adorei Tudo de nois... e estou apaixonada por este.
Quero também agradecer pelo carinho que.vcs tem com suas leitoras postando diariamente. ..
poxa eu sei que nem tudo são flores e que se fosse fácil a história terminaria rapidamente sei que elas terá mtos obstáculos pela frente SÓ queria pedir pra não deixar a Nanda sofrer mto....
Amo a NANDA ela eh forte determinada encara os desafios enfim ....mais não deixe a Alice fazer ela sofrer...please ...
Parabéns ....por mais um sucesso. ....
Resposta do autor:
oi meu anjo
nossa... muito obrigada... suaas palavras só nos fazem ter ainda mais vontade de ir em frente...
fico muito satisfeita que tenha gostado da anterior... foi uma experiencia incrivel...
a Nanda tem seus demonios para enfrentar... ela é forte e vai dar conat... confia.
a Aly é boa gente...
elas precisam de tudo ... na vida, quando queremos colher coisas boas, devemos tentar absorver das más colheitas algo positivo...
fui muito nerd... desculpe.
acho que me empolguei...
obrigada e espero mesmo lhe ter sempre aqui.
beijos
Leh
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LiaB
Em: 26/01/2017
Oie autoras!
Fofinhas essas duas! #MedoDaAlice às vezes hahaha
#Felice (ok, confesso que lembra nome de uma pizzaria ou restaurante rs)
Olha..eu confio na Aly hein!
But, seria muito pedir que o Ricardo fosse um gay encubado? :'D
Beijo suas lindas!! ^^
Resposta do autor:
pode confiar minha linda...
segura o coração... nem tudo são flores, mas vamos torcer para o melhor...
Aly é uma boa pessoa...
gay?
rsrsrsrsrsrs
deixa o rapaz... ele é um bom cara...
beijos linda
Leh
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patty-321
Em: 26/01/2017
Foi tão lindo elas resolverem tentar. Mas o q será a Nanda viu nesse quarto? Não creio q ela esteja com o Ricardo, aly não parece ser uma pessoa falsa. Meu core vai ter aguentar até amanhã p saber. Desolada aqui. RS. Culpa dessas duas escritoras maravilhosas. Bjs
Resposta do autor:
Calma..
O dia passa rápido. Logo vai ter outro e vai saber o que aconteceu....
Segura até lá e nada de conclusão precipitada..
Aly é uma boa pessoa.. Confia ;)
Leh
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