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  • Capítulo 8: Sufoco

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Amor na Escuridão por dyh_c

Ver comentários: 3

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Palavras: 1733
Acessos: 2578   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo 8: Sufoco

 

Quando cheguei até meus amigos eles estavam em um sufoco, eram muitos zumbis, o portão já estava muito amassado e não aguentaria por muito tempo.

 

-- Mary, Cleber! Vão! -- falei.

 

-- Não vou descer, morreremos juntos -- Mary disse.

 

-- Ramos? Adam?

 

-- Não vamos.

 

-- Vai! -- apontei para Adam.

 

-- E você?

 

-- Vá, desça!

 

Ele correu para o cofre.

 

 

Foi nesse momento que os zumbis começaram a entrar.

 

Atirávamos, eram muitos, cada vez eles se aproximavam de nós. Fomos recuando, pois eles já afastavam o carro.

 

-- Ainda dar tempo de alguém se salvar -- falei para meus três amigos restantes.

 

Cléber correu para o cofre.

 

Em nosso recuou chegamos à outra parte do esconderijo, vi que a abertura de entrada do cofre estava ainda aberta.

 

-- Vai logo Rachel!

 

-- E vocês? -- os zumbis já batiam na porta querendo arrombar.

 

-- Nós não fazemos diferença, mas você... Tem pessoas que dependem de você, e agora uma pessoa geniosa também -- sorri, lembrando de Lisa -- Pega -- ele me deu um cordão de ouro, sabia que era o favorito dele...

 

... E sabia mais ainda que era uma despedida, o abracei e dei um beijo em Mary, não olhei mais para eles quando descia para o cofre, ouvi dois tiros... Eles haviam se suicidado, sabia que fariam isso.

 

Desci cerca de uns seis degraus.

 

Havia uma luz de lanterna apontada para mim, e logo fui abraçada.

 

-- Estou te abraçando, mas não te desculpo pelo tiro -- era Lisa.

 

-- Sei... Estava preocupadinha era?

 

-- Claro que não!

 

-- Acredito! -- ri brevemente.

 

-- Mary e Ramos? -- ela perguntou.

 

Baixei meus olhos e ela pressentiu o que havia acontecido.

 

Enxuguei umas lágrimas delas e chamei-a para irmos, o cofre estava aberto e o restante já havia ido.

 

-- Não sei nadar! – ela me surpreendeu.

 

-- Não acredito que a senhorita toda boa não saber nadar -- fiz uma brincadeira em mal hora, eu sei.

 

-- Estou falando sério, pode ir!

 

-- Acha que eu te deixaria aqui?

 

-- Não?

 

-- Não! Eu ficaria, morreríamos fazendo amor.

 

-- Seria romântico se não fosse trágico.

 

-- Vamos, eu te levo, já perdemos muito tempo aqui.

 

-- E se eu não aguentar?

 

-- Você sempre acha que não aguenta e sempre se sai bem, não é verdade? – pisquei para ela.

 

Isso foi fundamental, para ela se encoraja-la a ir.

 

Fiz ela ir na frente, teríamos que rastejar por uns quinze metros até sair da parte do esgoto para começarmos a nadar.

 

-- Isso fede muito! -- ela comentou.

 

-- Que nada! Consegue ir mais rápido?

 

-- Vou tentar! Seu corte está doendo?

 

-- Não -- menti, mas ainda estava -- Quando chegarmos a água você segura minha cintura e tenta bater os pés tá?

 

-- Certo.

 

 

Quando chegamos a água ela fez o que falei, nadamos até a superfície. Da superfície até a beira-mar foi um percurso muito difícil. A correnteza era muito forte, quando Lisa perdeu as forças cheguei a pensar que morreríamos ali. Ela segurando em mim, me afogava mais do que me deixava nadar, por grande parte do percurso só nadava com os braços. Percebia que ela engolia muita água, estava muita fraca, mas sempre eu alertava que não me soltasse.

 

Ao passarmos da correnteza, nossa situação tranquilizou-se, chegamos na areia e permanecemos um tempo deitadas descansando.

 

Não havia ninguém, possivelmente minha imã havia levado o grupo há algum abrigo por nossa demora.

 

-- Lisa? -- chamei-a.

 

Ela não respondeu.

 

-- Lisa! -- bati em seu corpo e ela despertou.

 

-- O que foi?

 

-- Não dorme!

 

-- Para onde vamos agora? -- ela perguntou.

 

-- Levanta! Vamos a um barraco que tem ali, acho que minha irmã levou o restante do pessoal para lá.

 

-- Não vou conseguir andar.

 

Levantei e coloquei-a em meu ombro.

 

-- Não está cansada?

 

-- Muito, mas se ficarmos aqui paradas seremos uma boa refeição, corrigindo, eu não. Você! Imagina eles te degustando?!

 

-- Idiota! Nem em uma hora dessa você para com essas idiotices.

 

-- Parece que você está de volta -- brinquei -- Está com fome?

 

-- Tem comida?

 

-- Um cereal -- abri o zíper do bolso do agasalho e dei a ela.

 

-- Quer um pedaço? -- ela me ofereceu.

 

Dei uma mordida no cereal e devolvi a ela, caminhava relaxadamente em direção ao barraco, mas ao me aproximar já haviam moradores zumbis.

 

-- O que vamos fazer? -- Lisa me perguntou.

 

-- Voltar tudo que eu andei e ir para o outro lado, acho que você já consegue andar.

 

-- Vou tentar! -- ela ficou de pé, seu tênis havia ficado na água e ela estava sofrendo com a temperatura fria.

 

Começamos a andar, mas ela se queixava.

 

Parei e tirei meu tênis.

 

-- Coloca! -- entreguei.

 

-- E você?

 

-- É melhor ficar sem tênis do que ficar ouvindo você reclamar.

 

Ela calçou e sorriu.

 

-- A arma caiu -- falei procurando no agasalho.

 

-- Sério?!

 

-- Sim, temos que ser muito discretas e contar com a sorte agora.

 

Voltamos a caminhar.

 

 

Caminhamos quase uma hora sem parar, já estávamos muito distante do ponto que saímos da água.

 

-- Ali tem uma luz -- Lisa apontou para um pequeno prédio.

 

-- Parece um sinalizador -- falei.

 

-- Vamos até lá?

 

-- Não temos o que fazer mesmo.

 

-- E se for zumbi?

 

-- Não iremos alerta-los, lembra?

 

Ela concordou e caminhamos até lá.

 

Meus pés doíam, meu estomago também e minha cabeça começava a doer pelo fato de estar com sono.

 

-- Não são zumbis.

 

Lisa tinha razão, não eram zumbis.

 

Aproximamos e vimos que eram três pessoas, em um prédio de uns três andares.

 

 

Tanto Lisa como eu começamos a gritar para eles nos ouvirem.

 

 

-- Vocês estão mordidas ou feridas? -- um deles nos perguntaram.

 

-- Não! -- respondi -- Deixem nos subir!

 

-- Claro! Subam rápido! Tem zumbis se aproximando.

 

Só entendi quando olhei para trás, vários zumbis caminhavam em nossa direção, ainda distante.

 

-- Não entendo porque eles não foram com minha cara! Sou feia, mas tipo...

 

-- “Tipo” para de falar besteira e corre -- Lisa me puxou pelo braço.

 

Entramos no prédio e começamos a subir as escadas, o prédio estava todo quebrado, a maior bagunça, subimos até o andar que eles estavam.

 

A porta do apartamento estava aberta e para minha surpresa e ainda maior de Lisa, era sua “querida irmã” que já estava lá.

 

-- Mas eu não te deixei na escola? -- falei surpresa.

 

-- Você está confundido com minha irmã Daise, somos gêmeas, meu nome é Daiane -- a loira me respondeu.

 

Depois conheci Berg e uma mulher que era irmã dele.

 

Ela foi me contar que todas os policiais estavam envolvidos nos resgastes, eles estavam, assim, como as crianças na escola aguardando resgate. Contei que tínhamos nos perdido do restante do grupo, Daiane me tranquilizou dizendo que a polícia estava naquela área antes e eles poderiam ter sido resgatado.

 

 

Quando conversávamos Lisa só observava, não queria muito papo com a meia-irmã.

 

-- Querem trocar a roupa? Comida? -- ela nos ofereceu.

 

-- Confesso que quero tudo -- falei e ela me ajudou.

 

Lisa não queria aceitar nada, mas insisti que ela acabasse com o clima chato pelo menos naquele momento.

 

-- Troca -- entreguei-a.

 

-- Não.

 

-- Lisa, esse é um bom momento para você se entender com sua irmã.

 

-- Ela não é minha irmã.

 

-- Claro que não!

 

Desisti de tentar, Lisa iria perceber por si só o papel que estava fazendo.

 

As horas passavam e nos começávamos a ficar preocupados, os zumbi estava tentando entrar no prédio.

 

-- Vou lançar o último sinalizador -- Berg falou.

 

Ele lançou, restava alguém nos salvar logo.

 

Subimos para a cobertura, de lá olhávamos os zumbis tentando subir. Percebemos um helicóptero se aproximando.

 

-- Vieram nos salvar -- a irmã de Lisa disse.

 

O helicóptero desceu o bastante para jogar uma escada de corda.

 

Um a um foram subindo as escadas, a irmã de Lisa foi primeiro seguida do marido que levava o bebê, logo sua cunhada.

 

O prédio já estava tomado de zumbis, ainda faltava a mim e a Lisa subir.

 

-- Vai Lisa.

 

-- Dessa vez não vou!

 

-- Lisa sobe, vou em seguida.

 

Os zumbis chegavam a até nós, ela não saia do lugar, peguei-a e pulei prendendo-me na escada.

 

-- Louca! -- ela falou sorrindo.

 

-- Louca é você que não iria se salvar.

 

-- Imaginava que minha “heroína” fosse me salvar.

 

-- Não se acostuma -- falei.

 

O helicóptero começava a voar a cidade totalmente destruída, muitas casas estavam incendiadas, nas ruas haviam muitos zumbis, estava tudo em um estado crítico.

 

Aos pouco eu e Lisa chegamos na parte interna do helicóptero, fomos recebidas por soldados que nos fizeram sentar e fomos examinadas para saberem se nós duas estávamos infectadas.

 

-- E esse corte? -- um deles me perguntou.

 

-- Foi de vidro -- respondi.

 

Ainda estava com os pontos e feio por eu estar sempre machucando, nos deram algo para comer e um cobertor pelo frio.

 

-- Para onde vão nos levar? -- perguntei a um soldado.

 

-- Um acampamento, estamos levando todos que sobreviveram para lá.

 

 

Lisa encostou-se a mim e eu a abracei.

 

-- Será que meus pais se salvaram? E a Jane, sua irmã?

 

-- Fica tranquila, eles foram resgatados -- tentei tranquiliza-la, mas também estava preocupada.

 

 

Ela me abraçou mais forte e acabou cochilando.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá, meninas!

Este é o penúltimo capítulo, amanhã posto o último, o que estão achando? E o que esperam do último? 

Bjss a todas e obrigado por acompanharem!! 


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Comentários para 8 - Capítulo 8: Sufoco:
rhina
rhina

Em: 17/01/2017

 

Puxa por um instante pensei que elas não iam conseguir 

é claro que existe Amor entre elas....

não admitem. ....mas está bem locado em seus corações 

rhina


Resposta do autor:

Oie, rhina!

Um draminha para dar uma aflição, mas o amor sempre dar certo.

Bjss

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Mille
Mille

Em: 24/12/2016

Oxi mais já?!!!!

Quero mais, adorei a história espero que o pessoal que saiu primeiro esteja a salvo.

Pena que tivemos baixa no grupo se tivessem mais equipados daria tempo salvar a todos.

Lisa é uma caixa de surpresa meia irmã de gemeas e não se dar bem com ambas, o passado deve ser bem ruim para não aceitar as meias irmãs.

Será que a Raquel muda e passa para o lado dos mocinhos(as)???!!!

Bjus e até o próximo


Resposta do autor:

Olá, Mille!

Já sim, é um estória pequena. Nem todos se salvaram, mas era necessário para um drama. Lisa também tem seus segredos. E Rachel acho que sempre ficará no meio, nem de um lado e nem do outro.

Bjss

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Rita
Rita

Em: 23/12/2016

Foi triste o Ramos e a Mary não se salvarem. E agora não sabem se os outros estão bem. No próximo capítulo eles devem se encontrar todos :)


Resposta do autor:

Olá, Rita!

Foi triste, mas elas superam. Lá vem p último capítulo.

Bjss

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