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I'm in Love With my Boss por Sweet Words

Ver comentários: 4

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Palavras: 3111
Acessos: 15219   |  Postado em: 00/00/0000

Lost in love - Parte 2

 

 

 

 

O dia já amanhecia e os primeiros raios de sol adentravam pela fresta da cortina do quarto de Camila. O lençol de sua cama bagunçado denunciava um sono não muito tranqüilo. Ela se remexia com languidez embaixo de seu cobertor que a cobria até a cintura, deixando à mostra seus seios nus. Sua mão esquerda apertava o lençol com força suficiente para rasgá-lo, enquanto a outra mão pousava sobre seu sex* molhado fazendo movimentos circulares.

- Oh... Hmm... – seus gemidos abafados ecoavam pelo quarto.

Seus olhos mantinham-se fechados. Seu corpo suado e trêmulo se movia cada vez mais rápido, o que a fez acordar surpresa e no mesmo instante se contorcer num orgasmo voluptuoso a fazendo estremecer.

- Oh... – soltou um último suspiro aproveitando-se da sensação relaxante.

Mas o momento durou pouco, até ela se dar conta do que havia feito.

- Não pode ser! – pôs as duas mãos sobre o rosto – Eu não estava... Não, foi só um sonho.

Pegou seu celular sobre a mesa de cabeceira desbloqueando a tela para olhar as horas. Eram 05h23min da manhã.

- Droga! – sussurrou exasperada.

Virou-se para o lado tentando dormir o tempo que ainda lhe restava, mas não conseguiu tirar as imagens do sonho da cabeça.

- Eu não acredito que eu fiz isso. – lamentou mais uma vez.

Sentou-se na cama segurando a coberta sobre seu corpo e pegou o celular novamente.

- Eu não vou conseguir dormir. Preciso desabafar com alguém. – disse enquanto discava para um nome conhecido.

- Eu espero que você esteja entre a vida e a morte pra ta me ligando uma hora dessas, Camila! – a voz rouca e mal humorada de Denis soou do outro lado da linha.

- Baby D, oi. Bom dia, tudo bem? – Camila dizia sem jeito.

- Bicha, eu não acredito que me ligou a essa hora pra dar bom dia?! Fala logo o que aconteceu que eu to com sono e sem paciência.

- Que mau humor! Eu só queria te perguntar uma coisa...

- Humm... – Denis continuava impaciente.

- É... Você, bom...

- Desembucha, criatura!

- Denis, você costuma se tocar enquanto dorme?

- O que? Que pergunta é essa uma hora dessas da manhã?

- Só me responde!

- Você quer saber se eu me masturbo dormindo? Sim, quase todas as noites. Bem, não estou exatamente dormindo, mas quando acordo já estou lá...

- Humm... Sei.

- Por que a pergunta?

- É que... – Camila não sabia como dizer aquilo – É que há umas noites atrás eu tava tendo um sonho e acordei meio, assim... você sabe.

- Acho que sei.

- E hoje, agora a pouco, eu tava tendo outro sonho e aí eu acordei me tocando e quando vi já tava goz*ndo.

- E daí?

- E daí que isso não costuma acontecer comigo.

- Aff, por favor, Camila! Você fala como se fosse alguma virgem.

- Não é isso. É que... Nunca foi tão intenso assim, sabe. Parecia real.

- E você tava sonhando com o que? Ou melhor, quem?

- Eu? Bom... É...

- Nem precisa me dizer que eu já até sei.

- Sabe?

- Claro! Camila, pelo amor da minha paciência, só você não vê. Você ta louca por essa mulher!

- Eu?! Não, Denis, não é isso. Eu não sei, é... Ela me perturba! Agora até em sonhos ela me atormenta.

- Eu nem disse quem era e você já sabe que é ela.

- Não, Baby D...

- Camila, – Denis a interrompeu – eu vi a tensão que rola entre vocês duas. Eu vi a forma como ela te olha, como ela te deseja. E você também ta querendo ela. Assume logo de uma vez!

- Não, Denis! É só que... isso tudo que aconteceu ta me deixando incomodada, eu não to sabendo lidar. Essa mulher ta me deixando louca!

- Te deixando louca por causa de um beijo? Camila, faça-me o favor, hein! Dá logo pra essa mulher e pronto. Mata esse desejo que ta te matando. Se você gostar, ótimo! Se não gostar você tira esse peso da consciência de uma vez e acaba logo com isso.

- Mas...

- Mas nada! Agora me deixa dormir o pouco que me resta. Beijo e bom dia! – Denis rosnou impaciente terminando a ligação.

Camila arfou em desgosto.

- Mas eu sou hétero! – disse deitando-se novamente e cobrindo a cabeça feito criança birrenta.

 

[...]

 

- O orçamento para essa campanha foi aprovado na última reunião do Conselho, Evellyn. Não há mais o que discutir.

Marco Augustus, o Diretor Financeiro, dizia impaciente na grande mesa da sala de reuniões da Campbell’s Corporation. O Conselho Executivo da empresa se reunira para mais uma reunião habitual.

- Foi aprovado, mas não foi analisado como deve ser, Marco. – Evellyn disse pacientemente – Todo e qualquer orçamento deve ser analisado pela Direção Executiva, no caso eu, antes de ser aprovado. E eu não me lembro de ter passado pela minha mesa nada a respeito.

- E qual a diferença? Eu sou o Diretor Financeiro e dono de parte da empresa, já analisei e avaliei esse orçamento, não há necessidade de passar por você, Evellyn.

- De fato, é de praxe que aprovações de orçamentos desse porte devem passar pela Diretoria Executiva, senhor Campbell. – um dos chefes do Conselho, um senhor de idade avançada, se pronunciou – Deve haver uma análise e um parecer de quem coordena de modo geral a empresa.

- Isso não faz o menor sentido. Eu sempre aprovei e coordenei, muito bem, diga-se de passagem, as finanças dessa empresa. Por que isso agora?

Evellyn o fitava com os olhos semicerrados.

- Não estamos discutindo sua eficiência, Augustus. – Evellyn dizia tentando não transparecer a raiva que sentia – Esse é o procedimento correto a se fazer, que porventura deixou de ser feito, uma vez que você é também o dono da empresa. Mas estamos buscando sempre melhorar a forma como conduzimos os procedimentos desta organização, e para que isso seja possível é necessário adotarmos os hábitos padrões que uma Corporação como a nossa requer.

- Já que estamos falando em hábitos padrões, por que você não começa colocando essa sua funcionária no lugar dela? Ela não deveria estar aqui, já que é só uma assistente e não faz parte do Conselho. Você insiste em colocá-la numa posição que ela não tem aqui dentro.

Os olhos verdes de Evellyn faiscavam ódio. Camila, que estava na cadeira à sua direita abaixou a cabeça sem jeito.

- Primeiro, a Camila não é uma simples assistente aqui dentro dessa empresa. Ela é a MINHA assistente, – Evellyn disse alterada – é advogada da Diretoria Executiva e auxilia em todas as decisões que são tomadas aqui dentro. Segundo que ela está aqui com o meu consentimento e eu de fato acho necessária a presença dela nas reuniões do Conselho sim, uma vez que tratamos de assuntos de minha responsabilidade e ela é meu auxílio jurídico, e a propósito, faz seu trabalho eficientemente bem. E terceiro, se mais alguém, com exceção do senhor Campbell, tem algo contra a presença da senhorita Clarke nas reuniões reporte-se ao setor de RH e passe bem.

Houve um silêncio cortante até que se iniciasse a próxima pauta.

“Essa vadia vai pagar caro por isso!” – Marco pensou.

 

[...]

 

- Evellyn! – Camila a chamava pela segunda vez e não foi ouvida.

Levantou-se de sua mesa e foi até a frente da mesa de sua chefe que estava compenetrada com a atenção em seu computador.

- Evellyn!

- Sim? – disse desviando sua atenção para a loira em sua frente.

- Já são quase sete da noite, não tem mais ninguém aqui. Não vai embora?

- Vou mais tarde, Camila. Preciso analisar esse orçamento, o contrato que o Marco fechou. Eu não posso esperar mais um dia pra ter as provas que preciso pra colocar esse infeliz pra fora daqui, na cadeia de preferência.

- Evellyn, já está tarde. Deixe para analisar isso amanhã, com mais calma.

- Amanhã é sábado. Você pode ir pra casa, Camila. Já devia ter ido, aliás.

- Não vou te deixar aqui sozinha.

Evellyn a fitou.

- O William já está te esperando há horas.

- Eu já dispensei o William.

- Você não vai desistir não é?

- Não. – Camila sorriu para ela.

- Ok. – Evellyn se deu por vencida – Eu prometo que só vou terminar de analisar esse contrato e vamos embora.

- Esse não deveria ser o meu trabalho?

- Você está analisando os relatórios, não posso esperar até você acabar com eles para começar com esses aqui. – Evellyn já tinha sua atenção na tela de seu computador novamente.

- Paciência é uma virtude, senhorita Campbell. – Camila disse se apoiando em sua mesa ao lado.

- É uma virtude que infelizmente eu não tenho, senhorita Clarke. – olhou para ela e sorriu com ironia.

- Obrigada por me defender hoje na reunião. – Camila cruzou os braços sob o peito.

Evellyn olhou para ela suspirando.

- Não foi por você, Camila. Quer dizer, não foi só por você. Eu já não tenho mais paciência e nem sangue frio pra agüentar o meu irmão. – Ela se levantou e foi em direção à loira – Ele não aceita que o nosso pai tenha me colocado na direção da empresa. Ele faz de tudo pra me irritar, me derrubar. Ridículo!

- Calma, Evellyn.

- Eu já tive calma demais, Camila! – Evellyn já soava exasperada – Eu venho tendo calma desde que entrei aqui. Eu não pedi para estar aqui, eu não tive escolha. Meu pai foi embora e deixou a gente aqui, pra tomar conta de tudo. E apesar de tudo eu tenho feito o que posso pra manter o negócio dele, que era seu orgulho. E agora vem a porr* do meu irmão e quer acabar com tudo que ele construiu.

- Evellyn, não precisa ficar assim. Nós vamos reunir tudo que precisamos contra ele, basta ter calma.

- Vai pro inferno com a sua calma, Camila!

Camila a olhou incrédula.

- Como você é grossa, Evellyn! – disse virando-se para sair.

Evellyn segurou em seu braço a impedindo.

- Me desculpe. – suspirou – Camila, eu estou nervosa com tudo isso. Perdão.

- Você é grossa e irritante, Evellyn. Eu não sou obrigada a ficar aqui ouvindo desaforo seu. Meu expediente já terminou.

- Não seja tão dramática, Camila.

As duas estavam frente a frente, se encarando com fúria no olhar.

- Eu sou dramática?! Você é grosseira, prepotente, arrogante e não tem paciência.

- Oh, me desculpe! Eu não sabia que a incomodava tanto assim, senhorita! – Evellyn disse com sarcasmo.

- Ás vezes você me irrita, Evellyn!

- Mas você gosta! – Evellyn disse se aproximando de Camila, a encurralando contra a mesa.

- Ainda por cima é presunçosa.

- Não seja tão gentil! – Evellyn mantinha o sarcasmo no tom.

- Não é gentileza, é obrigação.

- Está insatisfeita em trabalhar para mim, senhorita Clarke?

- De modo algum. É um prazer servi-la, senhorita Campbell!

- Não me provoque, Camila!

- E se eu provocar... vai fazer o que?!

Seus corpos estavam tão próximos que podiam sentir o calor emanando. Evellyn sentia o desejo latente correr pelo seu corpo na vontade de avançar sobre Camila e arrancar-lhe as roupas.

“Eu não posso!” – tentou se convencer em pensamento.

Camila sentia seu corpo estremecer só de pensar na possibilidade de sentir Evellyn como sentira em seus sonhos.

“Eu quero!” – pensou.

Camila avançou sobre Evellyn colando seus lábios nos dela. Agarrou-lhe a nuca puxando-a para si. Evellyn descarregou seu desejo no beijo que tirava seu fôlego. Sentia a língua de Camila implorando por mais. Evellyn apertou-lhe a cintura com força e a ergueu sobre a mesa. Escorregou a mão sobre a coxa da loira, já exposta pela metade com a saia que usava. Não separaram seus lábios por um segundo sequer. Evellyn levou as mãos até os botões da blusa de Camila desabotoando calmamente um por um. Em um instante a loira estava apenas com seu sutiã rosado de renda a mostra.

- Você ta me deixando louca, Evellyn. – Camila sussurrou enquanto a morena depositava beijos em seu pescoço.

Evellyn sorriu mordendo a orelha de sua assistente.

- Você me deixa louca, Camila! – Evellyn se inebriava com o cheiro gostoso do corpo de Camila.

A loira correu as mãos sobre a blusa de sua chefe, a desabotoou e a retirou com pressa, sendo observada pela morena, que por sua vez abriu o zíper da saia de Camila a pondo de pé. Desceu o tecido preto que a cobria pelas pernas deixando a mostra sua calcinha rendada. Camila fez o mesmo com a calça de Evellyn deixando-a seminua.

Em um instante retomaram as carícias. Evellyn segurava a cintura de Camila com uma mão ao passo que a outra pousava sobre seu seio, apertando delicadamente sobre o sutiã, enquanto distribuía mordidas e beijos quentes em seu pescoço. Camila sentia o tesão pesando sobre sua intimidade molhada enquanto apertava com as duas mãos a bunda de Evellyn puxando-a em atrito contra si. A morena desabotoou o sutiã da loira e logo desceu seus beijos até seu seio. Camila mordeu os lábios ao sentir a língua quente de Evellyn circulando sobre o seu mamilo. Começou a ch*par com vontade fazendo a loira arfar. Logo fez o mesmo com o outro seio, retirando suspiros e gemidos contidos de Camila. Evellyn começou a descer sua boca pelo corpo de Camila, distribuindo beijos por sua barriga a fazendo ter leves espasmos a cada toque. Segurava a cintura da loira arranhando-lhe levemente enquanto descia mais. Parou sobre sua calcinha aspirando o cheiro de prazer que emanava dali. Camila já sentia suas pernas trêmulas quando Evellyn começou a roçar seus lábios pelo tecido de sua calcinha, descendo até sua coxa, lambendo sua virilha. Evellyn queria apreciar cada detalhe daquele corpo que tanto havia desejado. Camila por sua vez não agüentava mais esperar. Seu corpo implorava pelo contato de Evellyn. A morena abocanhou a calcinha de Camila a puxando com os dentes e com as mãos pelas rendas laterais. Puxava lentamente, descendo sobre sua intimidade, roçando seu nariz no clit*ris da loira a fazendo tremer impaciente. Camila apertava com força a borda da mesa com as duas mãos. Sentia os lábios doloridos tanto que os mordia. Após deixá-la completamente nua, Evellyn afastou suas pernas e subiu dando beijos e lhe mordiscando. Camila já se oferecia totalmente aberta para Evellyn, que parou ajoelhada em direção ao seu centro completamente molhado, aproximou-se e roçou a língua em seu clit*ris. Camila não pôde segurar o gemido aliviado que estava preso em sua garganta. Em um instante Evellyn já a ch*pava com vontade, sentindo o gosto de Camila se desfazendo em sua boca. Apertava suas coxas marcando-lhe com as unhas. Evellyn sentia seu sex* quase explodir de prazer só de ch*par a loira, que por sua vez rebol*va na boca da morena cada vez mais rapidamente. Logo Camila sentiu seu corpo se contrair, um espasmo conhecido tomou conta de si e em um segundo uma explosão de prazer lhe consumiu. Evellyn sugou todo o líquido de Camila que se desmanchou apoiada sobre a mesa.

Camila ainda suspirava quando sentiu os lábios de Evellyn roçando seu corpo, subindo até ela novamente. A morena agarrou a nuca da loira puxando-lhe os cabelos com força suave. Aproximou sua boca dos lábios de Camila roçando os seus nos dela.

- Meu Deus como você é gostosa! – Evellyn sussurrou.

Camila sorriu em sua boca e mordeu seu lábio inferior puxando-o com força. Logo Evellyn capturou a boca de Camila novamente, reiniciando uma sessão de beijos carregados de desejo. A loira acariciava as costas da morena, arranhando-a com força. Desabotoou seu sutiã a despindo completamente. Evellyn puxou Camila em direção ao tapete no centro de sua sala, onde se deitaram. A morena repousou seu corpo sobre sua assistente e recomeçou a distribuir beijos pelo seu pescoço. As mãos de Camila puxavam o cabelo sobre a nuca de Evellyn à medida que ela descia em direção aos seus seios. Roçou sua boca ao redor de sua mama fazendo a loira arrepiar-se. Sua mão direita desenhava sobre o corpo de Camila, descendo pelo seu ventre em direção ao seu centro novamente molhado. Serpenteou seus dedos no sex* da loira que já arfava de prazer. Quando a sentiu molhada o suficiente escorregou dois dedos por sua entrada, retirando um gemido de sua boca. Camila já maltratava o couro cabeludo de Evellyn que a penetrava com força. A morena posicionou-se sobre a perna de Camila, roçando seu sex* molhado em sua coxa, seguindo o ritmo de seus dedos num movimento de vai e vem. A loira cravou as unhas na bunda de sua chefe a fazendo arfar de prazer.

- Mete mais! – Camila suplicou entre gemidos.

Evellyn sentiu um espasmo em seu centro só de ouvir aquilo. Aumentou o ritmo de seus movimentos e das estocadas dentro da loira.

- Goz* pra mim, vai... – Evellyn rogou.

Instantes depois a morena sentiu seu corpo estremecer, aumentando a velocidade de seus movimentos. Rebolava sobre a perna de Camila sentindo um formigamento tomar conta do seu ventre e logo explodindo em seu sex* a fazendo goz*r intensamente. Camila rebol*va forte sob as estocadas de sua chefe. Logo em seguida sentiu suas paredes internas se contraindo, apertando-se nos dedos de Evellyn, que não parou até sentir o gozo da loira em seus dedos. Em segundos as duas estavam lado a lado, caídas sobre o tapete da sala do escritório, suadas e exaustas.

- Me lembre de te provocar mais vezes, senhorita Campbell. – Camila disse com um sorriso no canto da boca.

- Me lembre de te irritar mais vezes, senhorita Clarke. – Evellyn sorriu.

Evellyn deixou Camila em casa sob uma despedida meio encabulada. A morena foi para casa com um sorriso bobo que não conseguiu tirar dos lábios tão cedo. Camila sentia-se exausta, porém leve como há muito tempo não se sentia. Foi direto para um banho quente e relaxante. Enquanto a água corria pelo seu corpo ela se lembrava das mãos ágeis de Evellyn sobre si.

“Como ela faz gostoso!” – pensou – “Aquelas mãos delicadas, o corpo suave, o cheiro doce, a pele macia... Meu Deus como mulher é bom! Se eu soubesse disso antes... – Ela sorria enquanto se ensaboava lentamente – O pior é que agora que sei eu gostei. Droga! E como gostei!”

- Você está perdida, Camila! – sussurrou a si mesma – Perdida!

 

 

 

 

Fim do capítulo


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Comentários para 5 - Lost in love - Parte 2:
Lea
Lea

Em: 27/12/2022

Por um momento pensei que,era um sonho. 

Eita que Camila descobriu o "paraíso". Kkk

Responder

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Cacavit
Cacavit

Em: 11/02/2021

Eitaaa!!!
Que que é isso fera!!!

Responder

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Val Maria
Val Maria

Em: 07/01/2017

Capítulo perfeito, maravilhada com sua escrita perfeita. 

Bjssss 


Resposta do autor:

Muito obrigada!!! ♥

Responder

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rhina
rhina

Em: 18/09/2016

 

Olá. 

Boa noite.

Camilla se entregou e descobriu um enorme prazer em estar com Evellyn

Chefe e empregada....será possível? 

Até. 

Rhina.

Responder

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