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witch por Jessie

Ver comentários: 1

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Palavras: 1143
Acessos: 3363   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo 1

 A chuva caía sobre o carro preto de Alfredo cada vez mais densa, meu mau humor não podia ser traduzida em palavras, meus pais estavam me tirando da minha vida e me jogando em uma instituição que prometia resolver meu problema, eu não tinha um problema, pelo menos não mais, Mas meus pais não confiam em mim para me deixar viver em paz, daqui duas semanas é meu aniversário e estou indo em direção ao meu castigo.

 Alfredo para o carro e me olha pelo retrovisor, dá o sorriso triste pois percebe que lágrimas escorrem pelos meus olhos, mesmo eu não tendo nenhum controle sobre elas.

 -- Menina, será apenas por alguns meses, aqui eles vão poder te ajudar.. Sua mãe te ama..

 Eu não respondo apenas abri a porta e sai do carro, Alfredo se apressou para poder me amparar com o guarda chuva mas eu nem me importava com as gotas de chuva. Alfredo abriu o porta malas e tirou minha bagagem de lá e me entregou, eu não aguentei quando vi ele parado ali e me abracei a ele, nem me dei conta de que estávamos na chuva, me lembrei de quando eu era pequena e ele me dava chocolates escondido dos meus pais ou de quando me machucava ele que corria para me socorrer, ou quando meus pais estavam em viagens e eu ficava sozinha e ele que cuidava de mim. Alfredo secou minhas lágrimas e me deu um sorriso, deu um peteleco na minha testa como fazia pra tentar me animar quando era pequena e fez sinal pra mim entrar.

À instituição é enorme, com grandes pilares na frente do casarão todo branco apenas com letras douradas escrita seu nome, "Instituição Nix" bem visível no topo, a casa tem seus 3 andares com um jardim onde estou atravessando agora. Bato algumas vezes na porta e procuro na bolsa o envelope com um lacre vermelho que minha mãe me deu, a porta se abre e uma menina com os cabelos vermelhos rebeldes, bem mais alta do que eu e vestindo roupas brancas me olha meio com ar curioso.

 -- Não sabia que a escola estava com matrículas abertas, você viu que horas são?!

 -- Olha, eu não estou com paciência para joguinhos, estou ensopada e quero ver a Senhora Margo.. Ela me analisou e deu passagem chegou bem perto de mim e sentiu meu cheiro.

 -- Você tem cheiro de rosas..

 E sorriu, revirou os olhos e foi caminhando na frente cantarolando algo que não entendi, presumi que deveria segui-la e assim fiz.

 Os corredores eram enormes e tinha várias portas fechadas, as paredes brancas tinha alguns quadros medonhos de pessoas que viveram nos séculos 18, a menina em minha frente se dirigiu à última porta do corredor toda vermelha, a única porta que se destacava por ser de outra cor. Ela bateu algumas vezes e uma voz de dentro pediu para entrar.

 -- Vai lá.. Esta me devendo uma..

Ela saiu e fiquei alguns minutos tentando analisar aquela menina estranha, suspirei e esperei que tivessem mais meninas diferente dela.

 Abri a porta e uma moça loira, um pouco mais alta que eu, com olhos azuis tão claros que parecia de um felino, e traços perfeitos, poderia facilmente ser confundida com uma modelo na rua, estava parada do outro lado de uma mesa me observando entrar, eu deixei minha mala na entrada e fiquei nervosa, sou tímida e odeio situações que tenho que me apresentar ou conhecer pessoas novas.

 -- Olá, sou filha da Senhora Margo e me chamo Helena, sou professora, sente-se..

 Apontou para a cadeira na sua frente, enquanto eu me caminhava para cadeira sentia-se como se ela tivesse me analisando, observou todos meu movimentos até eu me sentar então pegou uma pasta que estava sobre sua mesa e se sentou também.

 -- Seus pais me ligaram de última hora...

 Eu não prestei atenção em nada do que ela disse, fiquei olhando a vela atrás dela, depois do incidente eu não tinha entrado em contato com fogo, minha respiração se alterou, tentei voltar a atenção para a professora mas vi que ela estava olhando para a vela e para mim, a última coisa que lembro foi de escutar ela pedindo para me acalmar.

 Acordei em um quarto branco e uma dor de cabeça infernal olhei para o lado e vi uma penteadeira e uma cama do outro lado. Ouvi a porta se abrindo e fechei os olhos, escutei passos e cortinas se abrindo.

 -- Senhorita Megan, melhor tomar esse chá, vai passar essa dor de cabeça..

 Reconheci a voz da Helena e abri os olhos..

-- Não me lembro direito do que aconteceu..

 -- Você fala..-- Sorrio e ela também.

 -- Você desmaiou na minha sala ontem, te trouxe para seu quarto e você dormiu a noite toda.. Espero que você esteja disposta hoje à tarde, você precisa ter sua iniciação antes de conviver com as meninas.. Vou deixar seu chá no criado mudo e se precisar de mim estarei no meu escritório.

 Antes que eu pudesse falar algo ela saiu. Me troquei e bebi o chá enquanto observava a janela que dava para o jardim da parte de trás da casa. Escutei passos no corredor e me apressei para olhar, não aguento mais não saber para onde fui mandada. Dei de cara com a ruiva de ontem e uma menina oriental que julgo ser japonesa.

 -- Espero que esteja bem, cheiro de rosas..

 E saiu conversando com a menina japonesa. Fui até a sala da professora e entrei sem bater na porta esse lugar não fazia nenhum sentido pra mim.

 -- Professora eu quero que a senhora ligue para meus pais e que eles me tirem daqui.. Eu não sou doida, já admiti que foi uma ilusão e confusão da minha cabeça e que eu estou ótima..

Ela nem olhou pra mim apenas fez sinal para se sentar e continuou anotando algo em uma pasta. Eu revirei os olhos e me sentei.

 -- Será que foi confusão mesmo?!-- Ela perguntou finalmente olhando pra mim com os olhos mais azuis que eu já vi na vida.

 -- Como seria possível?! Eu já disse foi piração da minha cabeça já refiz meu testemunho para polícia não tem motivo pra mim ficar aqui...

Ela se levantou e pegou a vela de ontem e colocou em cima da mesa, fechou a cortina que fica atrás da sua mesa e sentou.

 -- Então porque você está temendo tanto o fogo? Façamos o seguinte, olhe para a chamas e sinta elas, imagine que elas esteja te queimando, o cheiro das chamas assando sua pele enquanto você não pode fazer nada a não ser aguentar essa dor horrível...

 Eu escutava suas palavras e senti as chamas me consumindo, a única coisa que desejei foi que as chamas se apagassem e assim se fez.

Fim do capítulo

Notas finais:

Ola meninas, eu espero que se divirtam com a historia e estou de dedos cruzados para voces gostarem e desejarem que eu continue.. Se vcs gostarem eu continuo ok?!

Ps.1.. Me perdoem pelas falhas mas moro fora do Brasil..

Ps.2.. Estou aberta para criticas construtivas.

 


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Comentários para 1 - Capítulo 1:
NayAntunes
NayAntunes

Em: 06/02/2016

Adorei!!!

esse 1 capitulo cheio de mistérios foi simplesmente perfeito!!!Já vou começar a acompanha sua estória!!

 


Resposta do autor em 06/02/2016:

Estou feliz com seu comentário, me diz depois o que achou e se curtiu.. Obrigada pelo carinho

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