• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • A volta do amor que nunca se foi
  • Capitulo 31

Info

Membros ativos: 9616
Membros inativos: 1623
Histórias: 1999
Capítulos: 21,153
Palavras: 53,655,417
Autores: 817
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: Luna33

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • O e-book do Desafio das Imagens do Lettera — Maio de 2026 chegou!
    Em 25/06/2026
  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026

Categorias

  • Romances (888)
  • Contos (478)
  • Poemas (237)
  • Cronicas (233)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Otherside - Como a vida deveria ser
    Otherside - Como a vida deveria ser
    Por Elin Varen
  • A Promessa do Vale
    A Promessa do Vale
    Por Lady Texiana

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Proibida de te Amar
    Proibida de te Amar
    Por Ana Pizani
  • Escrito na Gazeta
    Escrito na Gazeta
    Por caribu

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (888)
  • Contos (478)
  • Poemas (237)
  • Cronicas (233)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

A volta do amor que nunca se foi por priskelly

Ver comentários: 0

Ver lista de capítulos

Palavras: 2679
Acessos: 391   |  Postado em: 22/06/2026

Capitulo 31

Por Marcela

 

Depois do pequeno showzinho protagonizado por Daniela e Bárbara no meio da minha sala, todas concordamos em focar naquilo que era mais importante naquele momento. Repassei para a detetive, todo o problema que estava acontecendo. Enquanto me ouvia narrar os detalhes Bárbara mantinha uma expressão séria, e eu sabia que aquilo não era apenas para manter sua postura profissional, mas porque o assunto estava despertando sua preocupação.

– Então Bárbara, o que você acha que consegue fazer? – Perguntei com certa ansiedade.

– Bem, pelo o que você me disse esse é um caso muito complicado, porque basicamente vocês não têm informações nenhuma que nos leve até ele. As informações que vocês têm são apenas as que ele deixou escapar, ou melhor dizendo, o que ele quer que vocês saibam. Ele está no comando e tem se divertido com isso.

Hanna suspirou pesadamente ao meu lado, e pude sentir sua preocupação crescer. 

– Então você acha que é impossível pegá-lo? – Questionei.

– Nada nessa vida é impossível, Marcela. Mas vamos precisar ter paciência para isso se resolver. Talvez ele alguns dias.

– Bom, em todo caso a polícia daqui está fazendo buscas e garantindo também uma proteção à Hanna – Falei tentando confiar que aquilo era uma verdade. – A agente Suzana, está buscando um acordo com a superior dela para conseguir trabalhar diretamente com você nesse caso. Não é algo comum de acontecer, mas com as amizades certas estamos conseguindo um meio termo. 

– Você sabe que prefiro trabalhar sozinha, Marcela. Não confio muito na polícia, e nesse caso em especifico quero garantir cem por cento da solução definitiva. Não quero você nem as pessoas que são importantes para você, correndo risco. Mas se isso for necessário para garantir que tudo saia bem, então eu topo. Contando que eu tenha liberdade para atuar do meu jeito conforme for preciso. 

Eu sabia exatamente o que ela queria dizer com aquilo, mas sabia também que a polícia jamais permitiria que ela chegasse ao extremo em solo brasileiro. Bárbara não saia por aí tirando vidas, a menos que fosse necessário para garantir que sua vida estivesse a salvo, é claro.

– Vou marcar com a advogada de Hanna para irmos até a delegacia. Estou confiante que com seu histórico de casos importantes bem sucedidos, eles não recusarão a parceria e se caso recusarem você fará seu trabalho como sabe. Eu confio plenamente em você, Bárbara. 

– Hanna, eu preciso de algumas informações que só você pode me passar. Se não temos informações sobre o paradeiro dele, vamos iniciar por quem possa saber de algo. 

– O que exatamente você deseja saber? – Minha namorada perguntou. 

– Basicamente tudo sobre a família dele. Quero saber onde moram, onde trabalham, quem são os principais familiares que ele poderia ter interesse em entrar em contato e o motivo. Além disso preciso de informações sobre amigos que ele tinha antes de ser preso. Eu quero saber como vivem, como respiram… Tudo que você souber, quero que me passe, pois podem ser pontos importantes que nos leve até ele. 

– Certo, mas eu não sei muita coisa. Eu sei basicamente o que todos da época de faculdade sabiam. 

Hanna contou tudo o que sabia, e Bárbara começou a anotar todas as informações em uma cadernetinha. Troquei olhares com Micaela e Renata, que pareciam nervosas com aquela situação. 

– Bárbara, me desculpe pela pergunta, mas não acha que é arriscado você ir atrás da família dele? – Micaela perguntou com cautela.

– Perigo sempre vai existir em qualquer caso, mas fique calma que saberei ser discreta de uma forma que ninguém irá desconfiar. Inicialmente quero apenas informações que me façam planejar por onde começar essa briga de gato e rato, depois vem a pior parte.

– Pior parte? E qual seria? – Renata questionou o que eu também fiquei curiosa para saber o que ela estava planejando. 

– Bom, se ele não vem a nós, nós iremos a ele. 

– Como é, que é? – Micaela arregalou os olhos em espanto.

– Entendam uma coisa… – Ela falou séria e todas nós ficamos atentas. – No momento ele está no comando desse jogo, as peças estão se movendo de acordo com a vontade dele. Já pensaram que ele pode agora mesmo estar lá fora esperando vocês para mover mais uma peça do jogo? Tudo acontece no tempo dele e conforme ele quer. Vocês acham que ele não sabe que vocês estão procurando a polícia e usando segurança pessoal? Acham mesmo que ele não sabe cada movimento de vocês duas, e da sua filha? – Cada palavra que ela falava me fazia sentir um frio na espinha. – Isso precisa acabar, precisamos que ele apareça, mesmo que para isso tenhamos que despertar a sua fúria. Mas isso não é algo para ser discutido agora, vamos por parte. 

Apesar de termos ficado apreensivas com aquela conversa, todas concordamos com o que ela falava. Estávamos dependendo dela e da polícia para voltarmos a ter paz e precisávamos confiar. 

Hanna ligou para a advogada e marcaram de nos encontrarmos na delegacia em uma hora. 

– Renata, você pode cuidar de tudo esse tempo que vou ficar fora? 

– Claro que sim, Marcela. Vocês tem o tempo que precisar. 

– Marcela, eu acho melhor você e Hanna não serem vistas comigo. Eu preciso ser uma peça do jogo que ele desconheça, assim vamos poder surpreender ele. Acho melhor irmos em carros separados e vocês chagarem primeiro. 

– Ok, mas como você vai fazer isso se não conhece nada por aqui? 

– Bom, a baixinha enfezada poderia fazer a gentileza de me acompanhar. Se é que ela conhece essa palavra.

Olhei ao redor e só então percebi que Daniela não estava mais presente na sala. Não sei em que momento ela saiu dali, e muito menos o porquê ela saiu, já que sempre estava querendo ser atualizada de todos os assuntos. Olhei para Renata que pareceu tão surpresa quanto eu, mas Micaela se pronunciou para explicar a ausência. 

– Já tem um tempo que a Dani saiu. Ela não quis interromper, então apenas mandou uma mensagem no meu celular dizendo que ia se retirar porque tinha uma reunião com a equipe da nova campanha de divulgação dos nossos serviços. 

– Essa reunião não era apenas às 16hrs? – Perguntei para Renata uma confusa.

– Até onde eu saiba, sim! A menos que mudou e não fomos informadas. 

– Bom, então já que ela não pode me acompanhar, o GPS deve ajudar. – Bárbara falou indiferente. – Eu me viro bem. 

– Não prefere que a Micaela vá com você? – Hanna perguntou.

– Não! Ela é sua irmã. Se eu for vista com ela, pode levantar suspeita também. 

Como combinado fui na frente com Hanna para a delegacia, e esperamos a chegada de Bárbara, que não demorou muito graças a ajuda do GPS. 

Tudo ocorreu perfeitamente como esperado. A agente Suzana, com sua influência, conseguiu liberação para atuar junto a minha amiga, e agora nossa detetive particular, mas o acordo era claro: Tudo o que Bárbara descobrisse deveria passar para a polícia, e ela não atuaria sozinha em situação de perigo. Bárbara concordou, mas eu tinha a impressão que ela não seguiria muito bem a última regra, afinal, ela é movida pela adrenalina do momento. 

Bárbara e a agente Suzana se deram muito bem logo de cara, uma parceria em perfeita sintonia, e isso me deixava aliviada, pois as duas pareciam comprometidas em resolver o caso o quanto antes.  

Hanna e eu, voltamos para a empresa deixando Bárbara junto com a agente Suzana traçando estratégias para o início da operação. 

– Amor, você acha mesmo que tudo isso vai dar certo? 

– Claro que vai, Hanna! – Percebi minha namorada apreensiva e então segurei sua mão. – Amor, tenho certeza que tudo isso logo vai acabar. Temos uma equipe empenhada em prender esse maldito. Então vamos confiar nelas, ok? 

– Eu estou tentando Marcela, mas às vezes é difícil acreditar. Isso tudo parece tão surreal. 

– Eu sei que sim, mas infelizmente é uma realidade e precisamos enfrentar com determinação para vencer.

Beijei sua testa e olhei para o segurança que dirigia meu carro.

– Pedro, você tem percebido algo de diferente quando saímos? 

– Não senhora, dona Marcela. Tenho ficado atento a qualquer movimento suspeito ao redor das senhoritas, mas nada tem parecido anormal. 

– Não precisa me chamar de dona, e muito menos de senhora, assim você consegue me envelhecer ainda mais. Nós já conversamos sobre isso. Basta chamar pelo nome.

– Desculpe-me, mas é que essa é a primeira vez que trabalho com alguém que não faz questão de formalidades. – O homem disse meio envergonhado. 

– Você vai se acostumar, ou caso contrário descontarei do seu salário cada dona que sair da sua boca.

Brinquei com ele, que num primeiro momento pareceu se espantar, mas acabou sorrindo quando percebeu que estávamos sorrindo no banco de trás, e aquela era uma ameaça sem qualquer fundo de verdade.

 

Por Bárbara

Uma semana depois

 

– Vocês sempre andam em bando chamando atenção? – Perguntei para Marcela que entrou no meu apartamento com a namorada e suas inseparáveis amigas. 

– É que viemos todas do trabalho. – Vi Marcela responder dando de ombros, o que me fez revirar os olhos. 

Olhei para o sofá onde a folgada da Daniela se jogou colocando os pés em cima da mesinha de centro. Micaela que sempre parecia ser a mais séria  deferiu uma tapa na baixinha.

– Ai, o que foi que eu fiz? – Daniela perguntou para a outra.

– Talvez você só esteja sendo mal educada. Será que pode tirar o pé daí? – Perguntei com a sobrancelha erguida.

– Você sabia que vai ficar cheia de rugas por ser tão estressada? Vai ficar com esse rostinho bonito igual de uma velha de noventa anos. Se bem que sua alma já envelheceu uns duzentos anos mesmo. – Ela me respondeu com deboche. 

– Alguém cala a boca dessa criatura antes que eu cometa um assassinato, por favor! 

Fechei os olhos e passei a mão pelo rosto tentando controlar a raiva que sentia com esse jeito abusado daquela mulher. Afinal, quem ela pensa que é?

– Ok, ok, vamos ao que interessa. – Micaela falou chamando minha atenção para ela enquanto tentava colocar fim na discussão que iniciaria entre Dani e eu. – Você nos chamou aqui, então isso significa que descobriu algo?

– Bom, passei essa semana toda trabalhando nesse caso com a agente Suzana, e descobrimos coisas interessantes, mas nem um pouco agradáveis. 

– Então nos conte logo, Bárbara. – Marcela pediu e pude ver a ansiedade e medo nos olhos de Hanna.

– Vou ser bem direta. Não temos nenhum indicio que ele esteja sendo acobertado por familiares. Ele não tem entrado em contato com nenhum deles, porém descobrimos que ele tem a força do tráfico ao seu lado. Atualmente ele está sendo acobertado por um dos maiores traficantes dessa cidade. Não sabemos a ligação entre eles, mas a polícia acredita que existe uma troca de favores, digamos assim. Ele trabalha para os traficantes, e com isso ganha proteção contra a polícia. Essa parceria começou ainda dentro do próprio presídio, para ser mais especifica. É por isso a fuga foi concretizada com sucesso. E também é por isso que ele não tem precisado do dinheiro da família. 

– Isso significa que ele tem dinheiro e apoio para agir como bem entender. Que maravilha! – Marcela falou impaciente.

– Exatamente! Ele é escorregadio e não vai ser fácil pegá-lo, a menos que consigamos atraí-lo. 

– Mas se for assim como a senhora diz, isso significa que o problema é ainda maior. – Daniela falou me fazendo explodir e interrompê-la.

– Senhora é a comadre da sua madrinha, sua nanica dos infernos.

Seria bom demais acreditar que ela se abalaria com meus insultos, mas ela simplesmente sorriu debochada voltando a falar:

– Como eu ia dizendo... O problema é maior, afinal, ele não vai agir sozinho para conseguir chegar até Hanna. E pior, os traficantes desse país tem mais força que a polícia. Isso pode se tornar um cenário caótico. 

Pela primeira vez vi uma expressão de seriedade no rosto daquela mulher que sempre me deixava a ponto de matá-la. Apesar de odiar a ideia, eu tinha que concordar com aquela abusada, pois de fato ela tinha razão. Aquele bandido jamais conseguiria chegar à Hanna sozinho, ele iria sim contar com a ajuda de quem o protegia, e pelas informações da polícia, eram uma organização criminosa muito perigosa. 

– Por incrível que parece sua cabeça funcionou bem dessa vez. Talvez seu cérebro não seja tão pequeno quanto você. – Provoquei e ela revirou os olhos. – Marcela, vocês precisam ficar atentas e sempre protegidas. Eu não sei como dizer em outras palavras, mas se de fato ele estiver atrás de vocês como parece ser o caso, isso quer dizer que a vida de vocês corre risco, não apenas por ele representar perigo, mas por quem o protege ser ainda pior que ele. 

– Vocês já sabem quem é esse traficante? – A voz de Hanna soou trêmula enquanto sua irmã se mantinha abraçada à ela.

– Bom, eu não o conheço obviamente, mas a agente Suzana disse que estão atrás de pegá-lo há bastante tempo, mas sempre ele acaba escapando.

– Bárbara, tem uma coisa que você disse e eu não entendi. – Olhei para Renata que estava séria enquanto me olhava com apreensão.

– E o que seria? 

– Você disse que para pegá-lo precisariam atraí-lo. O que isso significa? 

– Eu consegui convencer que seria interessante se a polícia planejasse invadir a favela que é comandada por essa facção. Vocês sabem como é o eco policial… Bastou dizer que eles iriam conseguir resolver dois casos de uma só vez, para que acreditasse que isso daria glória a eles.

– Mas você não parece acreditar nisso. – Marcela disse após me analisar. Era como se ela já soubesse a resposta. 

– Se na ação conseguirem pegá-lo, ótimo. Mas na verdade, eu não acredito que isso vá acontecer. 

– E por que você propôs algo que não vai dar certo? – Micaela parecia não compreender que aquela era a minha primeira jogada. 

– Eu estou apostando que isso vai afetar a relação entre eles. No melhor dos cenários, se eu estiver mesmo certa, a facção talvez entenda que foi um mal negócio. Que eles estão se arriscando por pouco, ou melhor, por alguém que vale pouco se comparado aos negócios deles. Assim, com receio de perder a proteção que tá sustentando a fuga dele, ele vai começar agir vindo até vocês com mais rapidez, e nesse momento montamos uma emboscada para pegá-lo.

– Mas que diaba! Você está usando a polícia para fazer o que você quer. – Daniela parecia horrorizada, e igualmente admirada.

– É uma questão de ponto de vista. Eu prefiro chamar isso de parceria. – Dei de ombros. 

– Existe chance das coisas saírem fora do controle? – Foi Renata quem questionou.

– As coisas já estão fora de controle. Mas se você quer saber se podem piorar, eu receio que tudo pode acontecer. 

Fiquei penalizada em ver a expressão de pavor no rosto de Hanna. Não é fácil saber que sua vida corre perigo, e principalmente não saber quando pode ser atacada. É como esperar algo no escuro.

Olhei para Marcela que estava com uma expressão indecifrável no rosto, e aquilo sim me incomodou. Eu conhecia Marcela o suficiente para ter medo de suas atitudes impensadas.

– Marcela, não faça nada que eu não recomendaria. O caso é sério e hoje você não é mais alguém sozinha. Vocês são três, lembra? 

Acho que consegui atingir o alvo pretendido apelando ao emocional e afeto que minha amiga nutria por mãe e filha. Marcela respirou profundamente e sentou ao lado de Hanna puxando-a para um abraço apertado sob o olhar comovido de todas nós.

Fim do capítulo

Notas finais:

Uma ótima semana para todas!


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 31 - Capitulo 31:

Sem comentários

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web