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Destinos Entrelaçados por Merida

Ver comentários: 1

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Palavras: 1058
Acessos: 168   |  Postado em: 25/03/2026

Notas iniciais:

Voltando a escrever!

Capitulo 40

Pietra

 

Ao acordar, permaneci alguns segundos em silêncio, apenas observando Bianca dormir ao meu lado.

Nossa noite tinha sido maravilhosa. Cada dia mais amo essa mulher.

A luz da manhã atravessava as cortinas de forma suave, iluminando seu rosto com delicadeza. Havia algo de sereno nela

Com cuidado, puxei o lençol e a cobri melhor. Seus movimentos foram mínimos, quase imperceptíveis. Continuei olhando por mais um instante, como se quisesse memorizar aquele momento antes que o dia começasse de verdade.

Saí do quarto na ponta dos pés e desci para a cozinha. O cheiro do café fresco se espalhava por todo o ambiente.

-  Bom dia, Esmeralda! - falei sentando

- Muito bom dia, minha menina! - respondeu a cozinheira

Coloquei o café e o leite na xícara, dei o primeiro gole... e nada. Nem senti o gosto direito.

- Ótimo, Pietra, nem o café está funcionando hoje - resmunguei baixinho.

Apesar da noite de amor que tivemos, o fato de estar omitindo a verdade sobre meu irmão Prieto, me deixava preocupada.

Foi então que o celular vibrou sobre a mesa.

O som, apesar de baixo, pareceu ecoar pelo ambiente inteiro.

Olhei para a tela.

Minha prima.

Ela não costumava ligar àquela hora sem um bom motivo.

Atendi sem hesitar.

- Oi, prima.

- Pietra, você está lembrada de que hoje à tarde Bianca tem uma consulta comigo  para checar se está tudo bem com o bebê e com ela?

A pergunta veio direta. Simples.

Por um instante, o tempo pareceu desacelerar.

As palavras ecoaram dentro da minha cabeça, insistente. Inescapável.

Olhei instintivamente em direção à escada, como se pudesse ver Bianca lá em cima, ainda dormindo, alheia a tudo.

Alheia à minha falha.

- Pietra? - a voz da minha prima chamou novamente, um pouco mais firme. - Você está aí?

- Estou... - respondi, forçando a voz a sair estável. - Claro que estou lembrada.

Mas, no fundo, aquilo não era totalmente verdade.

Eu não tinha esquecido.

Eu tinha adiado.

Bianca, desde que chegou da Itália, agora ,  com uma barriga de seis meses, não havia ido ao médico uma única vez para acompanhamento da gravidez.

Seis meses. A constatação me atingiu com força.

Passei a mão pelos cabelos, sentindo o peso daquilo tudo cair sobre mim de uma vez só. Entre a correria da fazenda, as demandas da vinícola, os contratos, os problemas... eu fui empurrando aquela responsabilidade para depois

- Pietra, isso é importante - minha prima continuou, agora com um tom mais sério. - Não dá mais para esperar.

Fechei os olhos por um segundo.

- Eu sei.

E dessa vez, eu sabia mesmo.

Conversei mais um pouco com a minha prima e desliguei. Coloquei o celular sobre a mesa e fiquei ali, parada, olhando para o nada.

O café já estava frio.

Assim como a sensação que se espalhava dentro de mim.

Culpa. Por todo esse tempo não tê-la levado ao médico

Medo. De que algo pudesse ter acontecido a criança.

Olhei novamente para a escada.

Bianca ainda dormia.

Confiava em mim.

E eu tinha falhado.

Respirei fundo, tentando me recompor. Não adiantava mais me perder no erro. Era hora de agir.

Era o mínimo.

Subi os degraus devagar. Ao me aproximar do quarto, a porta ainda entreaberta deixava escapar o mesmo silêncio tranquilo de antes.

Empurrei a porta com cuidado.

- Bianca... - chamei, baixo.

Ela se mexeu levemente, os olhos ainda fechados.

- Hum...?

- A gente precisa ir ao médico hoje.

Seus olhos se abriram devagar.

E, naquele instante, algo mudou.

- Hoje? - ela perguntou, ainda sonolenta, mas já alerta.

Assenti.

- Hoje.

- Por que essa urgência, meu bem?

- Porque desde que você chegou da Italia, não fomos a ginecologista fazer os acompanhamentos de praxe durante a gravidez!

ela me olhou com carinho.

- Tudo bem. Fica tranquila, Pietra.

- Vou providenciar o helicóptero e passar no escritório da fazenda, falar com a Andréia e adiantar algumas coisas. Enquanto isso, a senhora levanta, toma um banho e desce pra tomar um café decente.

- Sim senhora, disse brincado

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Cheguei ao escritório e dei de cara com a Andreia sentada, quieta demais, parada, encarando um documento como se nem estivesse vendo o que estava ali.

- Bom dia, mulher bonita...

Ela levantou a cabeça devagar e me olhou. O desânimo no rosto estava tão óbvio que deu até um aperto no meu peito.

- Bom dia... - respondeu, sem muita energia.

- Que foi? Você tá estranha... foi a briga com a Gabriela?

Ela soltou um suspiro pesado e desviou o olhar.

- Não foi só uma briga... - fez uma pausa, como se estivesse escolhendo as palavras. - Eu percebi que ela não faz questão nenhuma de assumir nosso namoro pra mãe ... e isso... isso machuca, sabe? Dá uma sensação de que eu não sou importante. Não é como se ela não tivesse outros relacionamentos com mulheres e tenho certeza que dona Antonia já sabe..

Fiquei em silêncio por um instante, sem saber muito bem o que dizer. Aquilo não era só uma discussão boba... era bem mais fundo.

- E você falou isso pra ela?

- Falei... - respondeu, com a voz mais baixa. - Ela disse que "não é o momento", mas até quando isso, né? Eu não quero ser escondida.

Ela passou a mão no rosto, claramente segurando o choro, e aquilo me quebrou por dentro.

Puxei uma cadeira e me sentei ao lado dela.

- Ei... você não merece ser segredo de ninguém, não. Se ela tá com você, tem que ter coragem de assumir.

Andreia deu um sorriso fraco, daqueles que vêm mais de cansaço do que de alegria.

- Eu sei... mas gostar de alguém complica tudo.

Fiquei olhando pra ela por um segundo, pensando no quanto a gente aceita coisas que, no fundo, sabe que não deveria.

- E agora... você tá pensando em terminar?

Ela demorou pra responder. Olhou de novo pro tal documento, mas claramente a cabeça dela estava longe dali.

- Eu não sei... - disse por fim. - Eu gosto dela... mas não sei se aguento me sentir assim por muito tempo.

O silêncio que veio depois pesou mais do que qualquer resposta.

E, pela primeira vez naquela manhã, o escritório pareceu pequeno demais pra tudo aquilo que ela estava sentindo.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Oie!

Peço desculpas pela demora em atualizar. Questões pessoais me impediram. Espero que voltem a acompanhar essa história com carinho.

Um grande beijo!


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Comentários para 40 - Capitulo 40:
NovaAqui
NovaAqui

Em: 25/03/2026

Bem-vinda 


Merida

Merida Em: 27/03/2026 Autora da história
Oieee!
Muito obrigada. Espero que tenha gostado desse capitulo.
Um grande beijo.


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