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Sob as Sombras de Nova Esperança por Dinha Lins

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 2378
Acessos: 391   |  Postado em: 28/02/2026

Capitulo 28

Capitulo 28

 

Não são as circunstâncias que moldam o destino, mas a forma como escolhemos enfrentá-las." - Jean-Paul Sartre

 

No corredor do hospital, Júlio e Karina conversavam em voz baixa, ainda comentando sobre a confusão da manhã.

- Já tem vídeo rodando nos grupos de WhatsApp... - disse Júlio, preocupado.

- A cidade inteira já comenta. Mais uma vez, um Camargo contra um Alcântara. - Completou Karina, balançando a cabeça.

Glaucia, uma médica estava junto e comentou: - Eu soube por alto sobre essa briga de família, só que nunca entendi direito, o que a Dra. Ana Carolina tem com isso?

Ricardo, também médico, respondeu: - A família da Dra Ana Carolina é uma das mais importantes do estado, e há anos está em guerra com a família do vereador Décio, a briga vem desde os avós dos avós...

- Eita...

- A última vítima dessa briga foi o pai da Dra, ele foi assassinado pelo irmão do vereador. - Continuou Ricardo.

- Jesus!

- Vamos para com isso! Tem questões que não é bom comentar... - Júlio disse querendo terminar o assunto.

- O que? Todos sabem na cidade. E não é de hoje que a Dra e o vereador têm embates públicos, ameaças veladas de ambos os lados...

- A Carol nunca ameaçou ninguém, Dr Ricardo. - Karina prontamente defendeu a amiga.

- E precisa? Ela usa o nome da família para conseguir o que quer. Muitas vezes provoca o vereador, e a amiguinha dela a Dra Alice vai na mesma toada. - Ricardo continuou com rancor. - Confiam no avô e no dinheiro da família.

- O senhor me desculpe Doutor, mas a Dra Ana Carolina e a Dra Alice nunca usaram de privilégios aqui ou em qualquer outro lugar, elas são reconhecidas pelo profissionalismo, postura ética e principalmente por excelência no que fazem. - Julia prontamente defendeu as amigas.

- Enfermeira Karina, como sempre defendendo as amigas...

Nesse momento, o Dr. Henrique, diretor do hospital e mentor das meninas desde o internato, se aproximou. O semblante sério mostrava que já havia ouvido parte da conversa.

- Espero que os pacientes possam esperar, já que os médicos e enfermeiros no lugar de trabalharem ficam nos corredores de conversinhas.

- Dr Henrique nós estávamos apenas...

- Eu ouvi muito bem Dr Ricardo, não sou surdo. E enquanto vocês estão aqui, as Dras Ana Carolina e Alice estão fazendo o trabalho delas e justamente por isso, elas têm o respeito, carinho e reconhecimento, não apenas dos funcionários, como dos pacientes, o senhor deveria tentar fazer o mesmo, ou seja, fazer o seu trabalho.

Ricardo mordeu os lábios e engoliu seco.

- Todos voltem ao trabalho imediatamente, e espero não ouvir mais fofocas pelos corredores do meu hospital.

O grupo rapidamente se desfez.

Dr. Henrique seguiu a procura das duas médicas, encontrou primeiro Carol.

- Dra. Ana Carolina, poderíamos conversar em particular?

Carol olhou para o médico e assentiu. Tinha profundo respeito e carinho por ele, já imaginava que a conversa que teriam seria a respeito da confusão de mais cedo.

- Podemos ir até meu consultório Dr. Henrique?

- Sim.

Eles seguiram até o consultório da médica. Ao entrar, Dr Henrique falou:

- Em primeiro lugar, confio plenamente em você e na Dra Alice, eu sei que vocês não provocaram a situação da manhã e o que aconteceu não deveria ter saído de controle.

- Imagino que a fofoca esteja correndo solta pelo hospital.

- Não apenas pelo hospital, há vídeos da confusão já espalhados.

- Deus do céu. - Carol baixou a cabeça.

- Quero que saibam que estou do lado de vocês. Prestarei todo o apoio necessário.

- Eu sei professor Henrique.

- Carol, você é uma das melhores médicas que temos. Não deixe que esse tipo de ataque abale sua confiança. Continue atendendo seus pacientes, cada um deles precisa de você. E quanto ao vereador, vou conversar com a secretária.

- Eu agradeço professor!

Henrique saiu deixando uma Carol inconformada na sala, já imaginava que em breve seu avô saberia da situação, ela iria pra fazenda ao fim do expediente e lá conversaria com o Dr. Mário.

Em seguida, Henrique foi até Alice, a encontrou conversando com os familiares de um paciente. Esperou que ela terminasse.

- Dra Alice, podemos conversar em particular?

- Claro professor.

- Você e Carol nunca perderam o costume de me chamar de professor. - Ele falou sorrindo, entraram no consultório de Alice.

- Até já sei o porquê dessa conversa.

- Já falei com Carol, e repito a você o que disse a ela, ambas têm o meu apoio, vou falar com a secretária e peço apenas que você foque no seu trabalho e deixe que eu me encarregue de qualquer repercussão.

- Está bem professor!

- Você tem uma cirurgia daqui a pouco, faça o que tem que fazer, tenha certeza que você tem a minha total confiança.

- Obrigada!

Alice ficou na sala, foi até sua mesa e sentou para estudar um pouco mais do caso, ainda estava com raiva pelo que tinha acontecido, mas saber que seu professor e diretor estava ao seu lado, foi muito importante. Foi nesse momento que o celular vibrou, um número desconhecido

- Numero desconhecido... Isso quase nunca é coisa boa. Não vou atender.

O telefone voltou a tocar, mais duas vezes, pela insistência resolveu atender.

- Alô!

- Alice?

- Quem deseja falar com ela?

- É a Alice que está falando?

- Novamente, quem deseja falar com ela?

- Alice, é a Liz.

- Hum...

- Peguei seu número com a minha mãe.

- Certo. O que você quer Liz?

- Eu falei com você no Instagram e como não tive resposta, por isso recorri a minha mãe, até pensei que você não fosse atender.

Alice apertou os lábios, não estava no seu melhor humor.

- Eu trabalho, Liz. Nem sempre tenho tempo pra ficar olhando rede social. Se você pensa que eu sou desocupada, está muito enganada.

A voz saiu dura, carregada de mágoa. Liz percebeu o tom e respirou fundo.

- Eu sei que você trabalha. Mas, o assunto é importante, por isso mandei mensagem e liguei.

- Liz, o que você quer?

Ela estranhou o tom de Alice, sempre gentil e carinhosa, não esperava que ela fosse tomar assim as dores da amiga. Ficou em silencio, pensando no que responder.

- Liz, estou no hospital trabalhando, daqui a pouco vou entrar em uma cirurgia e estou dando uma olhada no caso, não posso perder meu tempo.

- Calma, falar comigo agora é perda de tempo?

- O que você quer Liz? - Perguntou seca.

- Gostaria de conversar sobre nossas amigas, seria possível nos encontrarmos hoje?

- Só terei tempo no fim da tarde, pode vir até o hospital?

Liz hesitou, mas concordou.

- No fim da tarde, então. Que horas...

Alice rapidamente desligou o telefone e isso incomodou Liz que ficou olhando para o telefone sem entender nada.

 

- Mais tarde no hospital -

 

Liz chegou ao hospital e foi até a recepção.

- A Dra. Alice está? - Perguntou.

- Qual delas? - A recepcionista perguntou?

- Alice Fontes

- A Dra Alice ainda se encontra no centro cirúrgico. - Respondeu a atendente.

- Ela vai demorar?

- Não sei responder senhora.

Liz não gostou da resposta. Pelo horário marcado pensou que Alice já estive pronta para conversarem. Mas, decidiu esperar. Sentou-se na sala de espera e, sem querer, acabou ouvindo comentários sobre a confusão da manhã.

- A Dra. Alice é muito competente. Foi ela quem operou meu filho. O vereador estava errado. - Disse um homem que estava sentado conversando com mais duas pessoas.

Curiosa, Liz, ficou ouvindo a conversa entre eles.

- Você viu o vídeo? Ele que chegou falando alto com as dras.

- Sim, sim... A Dra Ana Carolina é muito boa, como era o pai dela.

- O vereador pode até ter errado, mas, cobrar hora de chegar tá certo.

- E por acaso você não ouviu a enfermeira dizer que elas chegaram mais cedo, não?

- Isso não vem ao caso, o vereador tem que cobrar mesmo...

- Eu apoio é as dras...

A partir das conversas que estava ouvindo, Liz abriu as redes sociais e logo encontrou os vídeos da briga. Leu os comentários e percebeu que a maioria era de apoio às médicas. Isso a fez refletir sobre a força de Alice, mesmo em meio ao caos.

Quase meia hora depois, Alice apareceu na recepção. Ao ver Liz ali, se aproximou. Cumprimentou educadamente todos na sala de espera, recebendo sorrisos e palavras de gratidão. Liz observou em silêncio, impressionada mais uma vez com o quanto Alice era querida.

Após alguns instantes, Alice se voltou para Liz e perguntou: -Você quer conversar comigo?

- Sim, podemos ir a algum lugar?

- Infelizmente, não vou poder sair agora, podemos conversar aqui mesmo, no meu consultório. - Disse, firme.

Liz assentiu. Alice caminhava ao lado de Liz pelos corredores do hospital. O cansaço ainda estava estampado em seu rosto - havia acabado de sair de uma cirurgia com contratempos e sabia que precisaria permanecer mais tempo no hospital.

Enquanto seguia até o consultório, Liz percebeu alguns olhares curiosos dos funcionários e pacientes. De longe, viu Carol atravessando o corredor, abatida, como quem também havia saído de uma cirurgia.

- A Ana Carolina estava na mesma cirurgia que você?

- Não. - O semblante da amiga a preocupou, mas não teve tempo de se aproximar.

No caminho, encontraram Karina. A enfermeira sorriu e abraçou Alice com carinho.

- Depois passo lá pra gente conversar, tá? - Disse, com naturalidade.

Alice retribuiu o gesto, mas Liz sentiu o incômodo crescer dentro de si. O toque, a intimidade entre as duas, despertaram um ciúme inesperado.

Ao chegarem ao consultório, Liz não conseguiu conter a língua:

- A Karina também é uma ficante sua?

Alice parou, encarou-a com firmeza e respondeu sem titubear:

- Eu não devo nada a você. E se por acaso tivesse tido algo com Karina, não seria da sua conta. Tenha respeito por quem você não conhece. E não pense que eu sou uma devoradora de homens ou mulheres.

Liz sentiu o golpe. O rosto corou, o coração acelerou.

- Me desculpa... eu não devia ter falado isso.

Alice, de cara fechada, cruzou os braços.

- Realmente não devia ter falado isso. E espero sinceramente que essas questões não venham a tona novamente. Já disse uma vez a você Liz, se é ex é por um motivo.

- Então ela é ex?

Alice respirou fundo.

- Acho que estou falando uma língua indecifrável... O que eu acabei de te falar? Não tenho tempo a perde Liz, o que você quer conversar?

Antes que Liz pudesse responder, a porta se abriu. Karina entrou apressada.

- Alice, os familiares do paciente estão tumultuando. Exigem falar com você.

Alice respirou fundo, já se preparando para mais uma batalha.

- Preciso atender.

Liz se levantou.

- Posso esperar?

Alice apenas balançou a cabeça e saiu.

Sozinha no consultório, Liz se deixou cair na cadeira.

- O que está acontecendo comigo? - Murmurou. - Por que eu disse aquilo? Não é ciúme... é medo. Medo de perder espaço na vida de Alice, um medo que ela não sabia o porquê. Afinal, a médica não fazia até pouco tempo parte de sua vida.

O silêncio do consultório pesava. Liz sabia que teria que encontrar forças para se explicar, mas também para enfrentar seus próprios sentimentos.

Alice entrou no consultório com passos firmes, ainda respirando fundo após acalmar os familiares do paciente. Ao abrir a porta, encontrou Liz sentada, o olhar perdido, claramente mergulhada em pensamentos.

- Ainda aqui? - Disse Alice, fechando a porta atrás de si.

Liz levantou os olhos, um pouco surpresa.

- Sim... eu fiquei esperando.

Alice se aproximou da mesa, apoiou as mãos sobre os papéis e encarou Liz.

- Você parecia bem pensativa.

Liz hesitou, mas decidiu falar.

- Eu estava me recriminando pelo que disse. Não sei o que está acontecendo comigo. Eu não queria soar ciumenta, mas acabei sendo injusta com você.

Alice suspirou, passando a mão pelo rosto cansado.

- Liz, de verdade eu não tenho tempo nem energia para lidar com esse tipo de coisa. Meu dia já foi pesado demais.

- Eu sei... - Liz murmurou, a voz baixa. - Me desculpe! Eu não sei o que está acontecendo comigo, não consigo me segurar, quando eu menos espero acabo falando e fazendo besteira, eu não tenho direito de cobrar ou...

- Exatamente Liz, você não tem direito de cobrar nada. Pelo menos de mim, as suas cobranças devem ir para o... como vou chamar? Lembrei, as suas cobranças devem ir pra o seu amigo com o qual troca beijos ou seja lá qual relação vocês tenham.

- Eu e o Rico não temos nada, foi apenas um beijo. Quero deixar isso bem claro

Alice a encarou por alguns segundos, em silêncio.

- Apesar de não ter vindo falar sobre isso Alice, eu tô confusa e medo.

- Confusa e com medo?

- Sim, confusa porque, desde que te conheci algo vem mudando em mim e o medo é de não saber lidar com o que estou sentindo e perder um espaço que não sei se tenho na sua vida.

Alice fechou os olhos, deu um sorriso triste e balançou a cabeça, ao abrir novamente os olhos disse: - Medo não justifica falta de respeito. Você insinuou coisas sobre mim, sobre pessoas que estão na minha vida e por quem tenho imenso carinho e amor. Não sou uma devoradora de homens e mulheres, como já te disse, sou uma mulher adulta e bem resolvida, uma médica com responsabilidades, e não vou permitir que minha vida pessoal seja motivo de insinuação ou fofoca.

Liz abaixou a cabeça, sentindo o peso das palavras.

- Você tem razão. Eu errei. Só queria que você entendesse que... eu me importo.

Alice respirou fundo novamente, tentando controlar a raiva e o cansaço.

- Se realmente se importa, então respeite. Eu não preciso de mais confusão na minha vida.

O silêncio tomou conta da sala por alguns instantes. Liz, ainda constrangida, buscava forças para continuar.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Como prometido.... o segundo capitulo de hoje...

Meninas... Eu estou numa correria em jornada tripla.... vida de CLT não é fácil..

Então vou postar sempre dois capitulos aos sábados a noite....

E comentem.... comentem.... façam a alegria dessa autora...

Beijos... 


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Comentários para 28 - Capitulo 28:
jake
jake

Em: 07/03/2026

Liz admite que está apaixonada por Alice....

Parabéns autora pela história maravilhosa....


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
Obrigada! Saber que vocês gostam das loucuras que saem da minha cabeça é muito importante, eu agradeço pelo carinho e comentários de todas vocês!
E a Liz ta caidinha pela doutora...
kkk


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