• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • A Princesa & A Dama De Companhia.
  • Capitulo 32 – Onde Enterrei Meu Amor

Info

Membros ativos: 9600
Membros inativos: 1621
Histórias: 1980
Capítulos: 21,039
Palavras: 53,307,772
Autores: 812
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: RIZE REZENDE

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • A volta do amor que nunca se foi
    A volta do amor que nunca se foi
    Por priskelly
  • Mundos invertidos
    Mundos invertidos
    Por Natalia S Silva

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Momentos de prazer com sabor de quero mais
    Momentos de prazer com sabor de quero mais
    Por Bia Ramos
  • Uma vida quase perfeita
    Uma vida quase perfeita
    Por Luasonhadora

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

A Princesa & A Dama De Companhia. por Tk_Oliver

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 438
Acessos: 98   |  Postado em: 06/02/2026

Capitulo 32 – Onde Enterrei Meu Amor

Narrado por Elara

 

O céu ainda estava escuro quando deixei os aposentos dela. O corpo latej*v*, mas não de dor. Era a ausência. O vazio brutal que começou assim que meus pés tocaram o chão frio. A camisola amarrotada pendia por meus braços, minha alma em pedaços espalhados no tapete onde deixei a última parte de mim.

 

Fechei a porta sem fazer barulho. Meus olhos se encheram de lágrimas assim que a madeira me separou dela.

 

Seraphina. Minha princesa. Meu amor.

 

Eu não devia ter ido. Mas também… eu não consegui ficar longe.

 

Durante dias eu suportei o silêncio dela, a dor dos olhares desviados, o castigo de ser substituída. O palácio inteiro cochichava, as paredes sabiam mais do que podiam falar, e mesmo assim eu me obrigava a sorrir em banquetes e sentar ao lado do homem com quem o rei decidiu que eu me casaria.

 

O primo do conde. Ele era gentil. Bonito, até. Mas não era ela. Nunca seria.

 

E naquela noite, eu quebrei.

 

Esperei o momento exato entre a troca da guarda. Cruzei os corredores com o coração saltando no peito, as mãos suadas, o corpo ardendo de saudade. Ela me olhou como se tivesse esquecido de respirar. Eu deixei a camisola cair e disse o que meu coração escondia havia tempo demais. Me entreguei a ela como se o mundo fosse acabar com o nascer do sol.

 

E acabou.

 

Eu a beijei como quem se despede. A toquei como quem se despe da alma. A fiz minha. E me deixei ser dela. Pela última vez.

 

Agora, enquanto caminho pelos jardins em direção aos meus aposentos, minhas mãos ainda tremem. O corpo ainda sente a dela, o calor, a força, o desejo. Mas o coração? Ele grita.

 

Como eu posso me casar com outro homem depois de pertencer àquela mulher? Como posso sorrir diante do rei, sabendo que a filha dele, sua herdeira, é o amor da minha vida?

 

Parei à beira da fonte, o véu da madrugada ainda tocando as pedras. Me ajoelhei. Chorei. Baixinho. Com o rosto entre as mãos.

 

Eu me odeio por ter ido embora.

Mas me odiaria mais se ficasse.

 

Não quero ser o escândalo que mancha a honra dela. Nem o motivo de sua ruína.

 

O rei nunca nos permitiria.

A corte nos destruiria.

Ela perderia o trono.

 

E então eu fiz a única coisa que achei certa:

Enterrei meu amor.

Dentro de mim.

 

Com flores imaginárias e um epitáfio silencioso:

 

“Aqui jaz o amor que não pôde viver.”



Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 32 - Capitulo 32 – Onde Enterrei Meu Amor:
Zanja45
Zanja45

Em: 08/02/2026

Coitada de Elara, teve que enterrar o amor da vida dela.Agora esperar o que vai ser quando ela se casar.

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web