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Correntes do Destino por Liladiniz

Ver comentários: 2

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Palavras: 1109
Acessos: 266   |  Postado em: 03/02/2026

Capitulo 1

O sábado havia sido pesado para Soraia. Foram muitos atendimentos e internações na sua clínica veterinária e, para completar, o clima quente e abafado daquele fim de tarde parecia refletir o furor em seu peito. Em casa, enquanto preparava o jantar e oferecia petiscos à sua gata Mabel, o telefone tocou. O número no visor não era familiar, mas a voz do outro lado era inconfundível.

— Menina Soraia, é o Inácio. Preciso falar com você, é urgente.

A médica veterinária suspirou. O Sr. Inácio era o administrador da fazenda VillaReal, amigo de longa data de seu pai e o único que tinha coragem de dizer verdades amargas ao temido Dr. Maxximus VillaReal. Apesar da rigidez que carregava, Soraia nutria por ele um carinho imenso.

— Inácio?

Respondeu, surpresa.

— O que aconteceu?

Seu coração acelerou. Algo estava errado.

— Não quero alarmar, mas tem algo muito estranho por aqui. O Maxximus… ele anunciou que vai se casar.

Soltou a bomba de uma vez.

Algo estava profundamente errado. Soraia conhecia muito bem o tipo de homem que o pai era.

— O quê? Casar? Como assim, Inácio? Com quem? Quando?

As perguntas saíam rápidas, atropeladas, numa tentativa inútil de dar sentido àquela história absurda.

— Isso não tá me cheirando bem, menina Soraia. Tentei conversar, mas ele não me deu ouvidos. Você o conhece.

E como conhecia. Só de pensar no pai, Soraia sentia um arrepio percorrer a espinha.

— Infelizmente conheço, Inácio… infelizmente.

Disse, com tristeza na voz. Sabia melhor do que ninguém o quanto o pai podia ser frio e cruel.

— Imaginei que ele não fosse te avisar.

Comentou Inácio, pesaroso, antes de continuar.

— Ele chegou da cidade ainda há pouco com essa novidade. Fez questão de enfatizar o “novidade”. A pobre moça tem dezoito anos e…

Soraia demorou alguns segundos para assimilar.

— Como é que é, Inácio? Dezoito anos? DEZOITO?

A palavra saiu mais alta do que pretendia.

— Esse homem precisa ser interditado. Só pode ter perdido o juízo.

Andava de um lado para o outro, visivelmente alterada e inconformada.

— Quando vai ser isso?

Silêncio.

— INÁCIO… QUANDO?

— Amanhã… amanhã à noite.

— Eu estou indo para a fazenda.

A resposta foi curta, firme e definitiva.

— Menina, não vai dar tempo. É pelo menos um dia inteiro de carro até aqui. Não quero que você se arrisque na estrada.

Disse ele, preocupado.

— Não importa. Estou a caminho. Me aguarde. E me mantenha informada

Pediu, agora em tom mais baixo.

— Pode deixar, filha. Vou te avisando de tudo.

— Inácio…

— Diga, menina.

— Obrigada.

Desligou.

Correu para o quarto e começou a arrumar as malas. A raiva que borbulhava em seu peito misturava desconfiança com uma necessidade urgente de entender o que estava acontecendo naquele lugar carregado de lembranças. Como seu pai, o arrogante e controlador Dr. Maxximus VillaReal, podia tomar uma decisão tão absurda?

Pegou Mabel no colo, sua gata siamesa inseparável, e seguiu para o HB20 branco. O caminho até a fazenda parecia interminável, e seus pensamentos corriam desordenados como uma tempestade. O que diabos seu pai estava fazendo? Casar de um dia para o outro? Quem era aquela garota? No mínimo, corajosa ou completamente louca. Todos conheciam a fama de Maxximus VillaReal, e ela definitivamente não era boa.

Parou em um posto para abastecer, esticar as pernas, comer algo e levar Mabel para fazer xixi.

— Vem, filha...

Chamou, pegando a coleira. A gata atendeu, se espreguiçando e reclamando.

— Tá na hora de esticar as patinhas.

Enquanto colocava o peitoral, Soraia parecia outra pessoa. Com os animais, era afetuosa, doce e paciente.

O caminho ainda seria longo e cansativo. Com Mabel no colo, entrou na loja de conveniência, comprou cigarros, água, chocolates, energéticos e salgadinhos. Estava abastecida.

— Tá com fome também, né? Quer sachê?

Pegou a tigela menor e serviu o pacotinho.

A viagem seguiu tranquila, apesar de exaustiva, com algumas paradas e trocas de mensagens com Inácio.

“Iai, Inácio. Como anda o circo armado pelo palhaço do meu pai?”

“Filha, tá mais pra velório. O clima tá pesado. A noiva, coitadinha, tá com os olhos vermelhos de tanto chorar.”

Aquilo só tornava tudo ainda mais estranho. Soraia chegou a pensar que a moça pudesse ser uma oportunista, mas então por que tanto choro? Teatro? Fingimento? Ou a situação era bem mais grave do que parecia?

…

01:43 da madrugada

“Inácio, estou chegando em Aconchego. Meia horinha tô aí.”

01:51

“Graças a Deus, menina. Já avisei o Valmir pra te esperar na frente da casa e te ajudar com as malas.”

01:52

“Obrigada.”

Por volta das 02:20 da madrugada, os faróis do carro de Soraia iluminaram a entrada da imponente casa colonial. Cinco anos longe daquele lugar. Ela parou o carro, baixou os vidros e respirou fundo. Estava de volta ao inferno.

— Bom dia, patroa. Quanto tempo

Disse Valmir, meio sem jeito, com um sorriso contido. Conhecia bem a fama linha-dura de Soraia VillaReal.

— Bom dia, Valmir

Respondeu, sem animação.

— Me ajude a descarregar as malas e leve tudo para o meu quarto.

“Meu quarto.” Aquilo soava estranho naquele lugar.

— É pra já, patroa.

O clima estava pesado. Ela sentia isso em cada passo.

— Como foi a viagem, Dona Soraia?

Arriscou Valmir, enquanto colocava as malas na varanda.

— Cansativa e desgastante

Respondeu, colocando Mabel no chão, ainda de coleira, e pegando a bolsa.

— Gato de coleira? Essa eu nunca vi. Parece um mini cachorro.

— Pra tudo há uma primeira vez.

O silêncio se instalou. Aquela casa enorme, cheia de móveis e vazia de afeto, revirava seu estômago.

— O meu quarto ainda é o mesmo, Valmir?

— É sim, patroa. Do jeitinho que a senhora deixou. Dona Ana limpa toda semana. Volta e meia sai de lá com os olhos vermelhos. Sente muita falta da senhora.

“E eu dela”, pensou, mas não disse. Apenas caminhou observando o piso de madeira da varanda.

Seguiram para os fundos da casa, pela entrada da cozinha. Pela proximidade com Ana, Soraia sempre preferira ficar o mais perto possível da cozinha e o mais longe possível do quarto do pai, que ficava na parte da frente do andar de cima.

— Pronto, patroa. Tá entregue!

Valmir falou colocando as malas no quarto.

— Obrigada.

— Aqui tá meu número, caso precise de mim!

Entregou um papel com o telefone anotado.

— Mais uma vez, obrigada.

Agora sozinha em seu quarto, com Mabel já sem coleira e confortavelmente deitada na cama, Soraia sentiu o peso da viagem e da notícia. Tudo o que queria naquele momento era um banho.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 1 - Capitulo 1:
Zanja45
Zanja45

Em: 04/02/2026

Será que Soraia vai conseguir mesmo impedir que o pai case com uma novinha?


Liladiniz

Liladiniz Em: 04/02/2026 Autora da história
Será?


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Quituxe Meputo
Quituxe Meputo

Em: 04/02/2026

Começo interesante, muita garra parceira!


Liladiniz

Liladiniz Em: 04/02/2026 Autora da história
Obrigada querida!


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