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  • A SOMBRA DO QUE JURAMOS
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A SOMBRA DO QUE JURAMOS por Alkssa45

Ver comentários: 1

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Palavras: 371
Acessos: 235   |  Postado em: 28/01/2026

Capitulo 1

 

 

            PROLOGO 

 

 

  A casa aprendera a viver na penumbra nao por melancolia, mas por sobrevivência.

Amélia organizava o mundo em limites claros: luz filtrada, horários rígidos, silêncio calculado. O corpo exigia cautela, a mente exigia controle. Era assim que ela mantinha tudo de pé — a empresa, os sobrinhos, a própria sanidade. Excesso era risco. Descuidos custavam caro.

Veridiana observava sem intervir. Conhecia aquele ritual. Conferir portas, janelas, alarmes. Não era paranoia — era experiência. Algumas ameaças não batiam à porta. Esperavam.

— O cartório confirmou — disse, por fim. — Não era só o testamento.

Amélia parou por um segundo. Um segundo apenas.

— A guarda — completou Veridiana. — Rafael deixou tudo formalizado. Assinado, registrado. Blindado.

Do outro lado da cidade, Arminda Brandão fechou o punho ao ouvir a mesma informação.

Não houve choque. Houve cálculo.

A xícara de porcelana estalou entre seus dedos, uma rachadura fina atravessando o esmalte caro. Ela não se importou. Sangue sempre fora um detalhe quando havia dinheiro envolvido. Sangue não compra poder. Assinaturas compram.

— Então ele planejou — murmurou, mais irritada do que surpresa.

Rafael não fora descuidado. Fora meticuloso. E isso a enfurecia.

A guarda nas mãos de Amélia não significava apenas perder acesso aos netos. Significava perder influência, herança indireta, controle futuro. Arminda não era uma avó ferida — era uma estrategista contrariada. E estrategistas não recuam. Reposicionam.

Se fosse preciso ferir o próprio sobrenome, ela feriria.

Família era um conceito negociável.

Enquanto isso, Laura permanecia sozinha no escritório, revisando um projeto que começava a extrapolar linhas e medidas. Havia algo naquela casa — naquela mulher — que exigia mais do que técnica. Espaços protegiam pessoas. Pessoas protegiam segredos. E Laura, sem perceber, começava a ser atraída por ambos.

Na residência, Veridiana cruzou o olhar com Amélia. Não houve pergunta. Apenas certeza.

— Ela vai tentar — disse Amélia, em voz baixa.

— E vai perder — respondeu Veridiana, sem hesitar.

Arminda faria tudo.

Amélia faria o necessário.

Laura ficaria — mesmo sem saber por quê.

E quando o primeiro limite fosse ultrapassado, não haveria retorno.

Porque algumas guerras começam no papel.

E terminam levando o que se ama.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 1 - Capitulo 1:
Zanja45
Zanja45

Em: 28/01/2026

Essa briga aí vai ser implacável, pois não vai ser apenas disputa por poder, vai ser por vidas.

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